O documento critica os repetidos planos de perdão fiscal em Portugal, evidenciando um fracasso sistemático na cobrança de dívidas ao fisco e à segurança social. Destaca uma cultura de burla e corrupção arraigada no sistema econômico e político, implicando que os devedores continuam a falir enquanto a impunidade persiste. O autor argumenta que os planos de regularização não resolvem o problema e beneficiam apenas as grandes empresas que exploram o Estado em prejuízo da sociedade.