Trabalho realizado por:
Afonso Calixto
Alexandre Rodrigues
Alícia Martins
Andreia Monteiro
Bianca Ascenção
Escola Básica Integrada da Quinta do Conde
Ano letivo: 2020/2021
CTA/DAC
 Na Península Ibérica, o povo lusitano alimentava-se, essencialmente, de cereais.
Eram agricultores e pastores, por isso, era costume comerem pão de bolotas, carne
e manteiga de cabra, sem qualquer uso de azeite.
 Com a chegada dos povos mediterrânicos, fenícios, gregos e cartagineses, surgiram
novos alimentos, novas plantações e também novos modos de conservação, com a
salga dos peixes, para evitar estes se estragarem.
 Com os romanos na Península Ibérica, generaliza-se o uso do azeite, dos frutos
secos, e também o consumo de carnes de animais domésticos. Os romanos
apreciavam muito o garum, molho usado também para conservação dos alimentos.
 Com a chegada dos povos bárbaros, as carnes de porco ganham preferência
acompanhadas com algumas leguminosas e legumes, como favas, rábanos,
lentilhas…
 Com a chegada dos muçulmanos, tivemos uma nova variedade de alimentos, com
abundância de frutos frescos e citrinos. Na culinária, os Muçulmanos cozinhavam
os seus alimentos em recipientes de barro, com fogo de lenha. Na confeção das
sopas, juntavam ossos para dar mais sabor e adicionavam especiarias e ervas
aromáticas. Açorda, migas, almôndegas são uma das heranças gastronómicas
deste povo para a nossa culinária.
 Há autores que consideram que já se pode falar de desperdício alimentar na fase
de manipulação pós-colheita, na fase do armazenamento e nas etapas do
processamento dos alimentos. Contudo, o conceito de desperdício alimentar, nesta
fase da história, parece estar mais associado, ao mundo romano onde os nobres
faziam festas com banquetes sumptuosos e onde se cometiam muitos excessos.
 https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-
12902001000200002
 https://lowcarbnursing.wordpress.com/2015/08/24/breve-historia-da-dieta-
humana-ate-a-actualidade/
 https://pt.slideshare.net/bertott5/alimentos-ao-longo-do-tempo

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    Trabalho realizado por: AfonsoCalixto Alexandre Rodrigues Alícia Martins Andreia Monteiro Bianca Ascenção Escola Básica Integrada da Quinta do Conde Ano letivo: 2020/2021 CTA/DAC
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     Na PenínsulaIbérica, o povo lusitano alimentava-se, essencialmente, de cereais. Eram agricultores e pastores, por isso, era costume comerem pão de bolotas, carne e manteiga de cabra, sem qualquer uso de azeite.  Com a chegada dos povos mediterrânicos, fenícios, gregos e cartagineses, surgiram novos alimentos, novas plantações e também novos modos de conservação, com a salga dos peixes, para evitar estes se estragarem.  Com os romanos na Península Ibérica, generaliza-se o uso do azeite, dos frutos secos, e também o consumo de carnes de animais domésticos. Os romanos apreciavam muito o garum, molho usado também para conservação dos alimentos.
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     Com achegada dos povos bárbaros, as carnes de porco ganham preferência acompanhadas com algumas leguminosas e legumes, como favas, rábanos, lentilhas…  Com a chegada dos muçulmanos, tivemos uma nova variedade de alimentos, com abundância de frutos frescos e citrinos. Na culinária, os Muçulmanos cozinhavam os seus alimentos em recipientes de barro, com fogo de lenha. Na confeção das sopas, juntavam ossos para dar mais sabor e adicionavam especiarias e ervas aromáticas. Açorda, migas, almôndegas são uma das heranças gastronómicas deste povo para a nossa culinária.
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     Há autoresque consideram que já se pode falar de desperdício alimentar na fase de manipulação pós-colheita, na fase do armazenamento e nas etapas do processamento dos alimentos. Contudo, o conceito de desperdício alimentar, nesta fase da história, parece estar mais associado, ao mundo romano onde os nobres faziam festas com banquetes sumptuosos e onde se cometiam muitos excessos.
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