O documento discute mitos comuns sobre o trabalho infantil, como a ideia de que ele ajuda na formação do caráter da criança ou na manutenção da família. No entanto, o documento argumenta que o trabalho infantil na verdade prejudica o desenvolvimento da criança e inverte os papéis entre pais e filhos. Educadores devem ter uma postura embasada no saber para desnaturalizar práticas sociais historicamente aceitas, como o trabalho infantil, que na verdade causam mais prejuízos do que benefícios às crianças.