SlideShare uma empresa Scribd logo
A EVOLUÇÃO DA BANDEIRA PORTUGUESA




D. Afonso Henriques (1143-1185)
Segundo a tradição, durante as primeiras lutas pela Independência de Portugal, D.
Afonso Henriques teria usado um escudo branco com uma cruz azul, a exemplo de seu
pai, o Conde D. Henrique, cujas armas eram simbolizadas pela cruz em campo de prata.



D. Sancho I (1185-1211),
D. Afonso II (1211-1223), D. Sancho III (1223-1248)
Nesta época, as armas reais eram representadas por cinco escudetes de azul em campo
de prata, dispostos em cruz, os dos flancos deitados e apontados ao centro. Cada
escudete era semeado com um número elevado e indeterminado de besantes de prata.
Sobre a origem e simbolismo destes escudetes existem muitas teorias. Segundo as duas
mais conhecidas, os escudetes aludem às cinco feridas recebidas por D. Afonso
Henriques na Batalha de Ourique ou às cinco chagas de Cristo.



D. Afonso III (1248-1279),
D. Dinis (1279-1325), D. Afonso IV (1325-1357),
D. Pedro (1357-1367), D. Fernando (1367-1383)
Com D. Afonso III as armas do reino receberam uma bordadura de vermelho, semeada
com um número indeterminado de castelos de ouro, escolhida em lembrança do avô, D.
Afonso III de Castela. A tendência de fixação de números, frequente em heráldica,
levou a uma estabilização do número de besantes dos escudetes em cinco, dispostos
dois, um, dois.



D. João I (1385-1432), D. Duarte (1433-1438), D. Afonso V (1438-1481)
As armas reais, durante este período, eram de prata, com cinco escudetes de azul
dispostos em cruz, os dos flancos deitados e apontados ao do centro. O semeado de
besantes no escudo fixou-se definitivamente no número de cinco, dispostos em aspa. É
desta época que se conhecem as primeiras referências designando os escudetes por
«quinas». Tinha também uma bordadura de vermelho semeado de castelos de ouro e
sobre ela as pontas da cruz verde floretada da Ordem de Avis.



D. João II (1481-1495)
D. João II mandou que fossem retirados das armas reais os remares de flor-de-lis e que
se colocassem verticalmente as quinas laterais no escudo. A bordadura de vermelho
manteve-se semeada de castelos de ouro, embora a tendência do seu número fosse de
sete ou oito nas bandeiras usadas na época.



D. Manuel I (1495-1521), D. João III (1521-1557)
No reinado de D. Manuel I, as armas reais foram fixadas em fundo branco. Tinham ao
centro o escudo português com uma bordadura de vermelho carregada de sete ou oito
castelos de ouro e sobre ele foi colocada uma coroa real aberta. A forma do escudo
diferiu nos dois reinados. Enquanto D. Manuel predominava o escudo rectangular com a
parte inferior terminado em cunha, no reinado de D. João III acentuou - se a forma
rectangular com o fundo redondo - o chamado escudo português.
O mesmo aconteceu quanto às quinas que acompanharam aquelas formas.



D. Sebastião (1557-1578), D. Henrique (1578-1580), Governo dos Filipes (1580-1640),
Reis de Espanha
No final do reinado de D. Sebastião a coroa que figurava sobre o escudo foi substituída
por uma coroa real fechada. Nas bandeiras desta época figuravam inicialmente coroas
fechadas dispondo de um ou de três arcos à vista. Mais tarde passaram a ter os cinco
arcos à vista, os quais se conservavam até ao fim da monarquia. O aparecimento da
coroa fechada relacionava-se com o reforço de autoridade do poder real. Durante o
Governo dos reis espanhóis, o escudo português não sofreu alteração, uma vez que as
armas dos dois países se mantiveram sempre separadas.



D. João IV (1640-1656), D. Afonso VI (1656-1683), D. Pedro II (1683-1706), D. João
V (1706-1750), D. José (1750-1777), D. Maria I (1777-1816), D. Pedro IV (1826),
Regências (1826-1828), D. Miguel I (1828-1834)
Na aclamação de D. João IV, a bandeira branca com o escudo nacional, encimado pela
coroa real fechada com os cinco arcos em vista, constituiu o símbolo da Restauração.
Embora neste período a bandeira não tenha sofrido alterações significativas, no reinado
de D. João V, o escudo foi modificado com uma fantasia ao gosto da época, terminando
o bordo inferior em bico de arco contracurvado e a coroa passou a conter um barrete
vermelho ou púrpura.



D. João VI (1816-1826)
No reinado de D. João VI foi colocada por detrás do escudo uma esfera armilar de ouro
em campo azul, simbolizando o reino do Brasil, e sobre ela figurava uma coroa real
fechada. Após a morte do Rei a esfera armilar foi retirada das armas, remetendo-se o
símbolo real à expressão anterior, em que algumas das versões usaram um escudo
elíptico, com o eixo maior na vertical.
D. Maria II (1834-1853), Regência (1853-1855), D. Pedro V (1855-1861), D. Luís
(1861-1889), D. Carlos (1889-1908), D. Manuel II (1908-1910)
O decreto da Regência em nome de D. Maria II, de 18 de Outubro de 1830, determinou
que a Bandeira Nacional passasse a ser bipartida verticalmente em branco e azul,
ficando o azul junto da haste e as Armas Reais colocadas no centro, assentando metade
sobre cada uma das cores.



Após a instauração do regime republicano, um decreto da Assembleia Nacional
constituinte datado de 19 de Junho de 1911, Publicado no Diário do Governo nº141, do
mesmo ano, aprovou a Bandeira Nacional que substituiu a Bandeira da Monarquia
Constitucional. Este decreto teve a sua regulamentação adequada, publicada no diário
do Governo n.º 150 (decreto de 30 de Junho).
A Bandeira Nacional é bipartida verticalmente em duas cores fundamentais, verde
escuro e escarlate, ficando o verde do lado da tralha. Ao centro, e sobreposto à união
das cores, tem o escudo das armas nacionais, orlado de branco e assentado sobre a
esfera armilar manuelina, em amarelo e avivada de negro.
O comprimento da bandeira é de vez e meia a altura da tralha. A divisória entre as duas
cores fundamentais deve ser feita de modo que fiquem dois quintos do comprimento
total ocupados pelo verde e os três quintos restantes pelo vermelho. O emblema central
ocupa metade da altura da tralha, ficando equidistante das orlas superior e inferior.



                                        BANDE
                                   BANDEIRA

       A Bandeira Nacional está dividida em duas partes por uma linha vertical.

                  A primeira parte a verde e constitui 2/5 da bandeira.

                A segunda parte a vermelha e constitui 3/5 da bandeira.

  No centro da linha vertical encontra-se um escudo com 7 castelos e 5 quinas a azul.

                  À volta do escudo existe a esfera armilar a amarelo.

                                    SIMBOLOGIA

                                            Simbolizam os 5 reis mouros
        As 5 quinas                         derrotados por D. Afonso
                                            Henriques na batalha de Ourique.

        Os 5 pontos brancos dentro de
                                            Representam as 5 chagas de Cristo.
        cada quina

        Os 7 castelos                       Simbolizam as localidades
fortificadas que D. Afonso
                                        Henriques conquistou aos Mouros.

                                        Representa o mundo que os
                                        navegadores portugueses
       A esfera armilar                 descobriram nos séculos XV e XVI
                                        e os povos com quem trocaram
                                        ideias e comércio.

       O verde                          Simboliza a esperança.

                                        Simboliza a coragem e o sangue dos
       O vermelho
                                        portugueses mortos em combate.




Autores da Bandeira Republicana: Columbano, João Chagas e Abel Botelho


                          O ESTANDARTE NACIONAL



  O Estandarte Nacional, representa e recorda
aos membros das Forcas Armadas Portuguesas,
as batalhas e guerras em que se empenharam os
 seus antecessores que verteram gloriosamente
o sangue na defesa dos interesses nacionais. Por
 baixo da esfera armilar estão duas vergonteas
 de loureiro, ligadas por um laco branco, que tem inscrito a imortal legenda
       Camoneana: " ESTA E A DITOSA PÁTRIA MINHA AMADA ".

O ESTANDARTE NACIONAL tem varias condecorações, salientando-se a
    Ordem Militar da Torre e Espada ( a mais alta das condecorações
portuguesas ), a Ordem Militar de Cristo e a Medalha de Ouro de Serviços
                               Distintos.

   E um Símbolo Nacional, que em si, encerra todo o historial de actos de
     bravura e coragem, civismo, espírito de corpo e sentido do dever,
           praticados por gerações e gerações de Portugueses.

 O Estandarte Nacional, também chamado Bandeira Militar, é a Bandeira
 Nacional existente em todas as unidades militares do país. O Estandarte
Nacional, talhado em seda, difere da Bandeira Nacional pelo facto de ter a
forma quadrangular. A esfera armilar é rodeada por duas hastes de
loureiro, em ouro, unidas por um laço branco em forma de listel. Neste, em
       letras de elzevir, inscreve-se a imortal legenda de Camões:

                  «Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada».



                                       HINO
                          HINO NACIONAL


                               "A PORTUGUESA"
                             Heróis do mar, nobre Povo,
                                nação valente, imortal,
                                Levantai hoje de novo
                              O esplendor de Portugal!
                            Entre as brumas da memória,
                               Ò Pátria, sente-se a voz
                               Dos teus egrégios avós,
                           Que há-de guiar-te � vitória!·
                                 às armas, às armas!
                             Sobre a terra, sobre o mar,
                                 às armas, às armas!
                                   Pela Pátria lutar
                         Contra os canhões marchar, marchar!

                     Letra de Henrique Lopes de Mendonça.
                            Música de Alfredo Keil.


                       http://www.aportuguesa.com/hino/




http://www.portugal.gov.pt/Portal/PT/Portugal/Simbolos_Nacionais/Hino+Nacional/
A evolução da bandeira portuguesa

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Exame do Módulo 5 de HCA - Proposta de correção
Exame do Módulo 5  de HCA - Proposta de correçãoExame do Módulo 5  de HCA - Proposta de correção
Exame do Módulo 5 de HCA - Proposta de correção
teresagoncalves
 
O gótico em portugal
O gótico em portugalO gótico em portugal
O gótico em portugal
Ana Barreiros
 
Arquitectura Românica dos Castelos
Arquitectura Românica dos Castelos  Arquitectura Românica dos Castelos
Arquitectura Românica dos Castelos
kyzinha
 
Torre dos clérigos
Torre dos clérigosTorre dos clérigos
Torre dos clérigos
jsalgueiro1
 
O rapaz do pijama às riscas ricardo
O rapaz do pijama às riscas   ricardoO rapaz do pijama às riscas   ricardo
O rapaz do pijama às riscas ricardo
fantas45
 
Evolução da Bandeira Nacional
Evolução da Bandeira NacionalEvolução da Bandeira Nacional
Evolução da Bandeira Nacional
Paula Pais
 
Bandeira portuguesa - Lúcia Jorge - 2010
Bandeira portuguesa - Lúcia Jorge - 2010Bandeira portuguesa - Lúcia Jorge - 2010
Bandeira portuguesa - Lúcia Jorge - 2010
Alexandra Tenente
 
A cultura do palacio
A cultura do palacioA cultura do palacio
A cultura do palacio
Ana Barreiros
 
Economia sec. xiii e xiv
Economia sec. xiii e xivEconomia sec. xiii e xiv
Economia sec. xiii e xiv
cattonia
 
Trabalho de historia
Trabalho de historiaTrabalho de historia
Trabalho de historia
eb23ja
 
A arte barroca em portugal
A arte barroca em portugalA arte barroca em portugal
A arte barroca em portugal
Pedro Silva
 

Mais procurados (20)

Exame do Módulo 5 de HCA - Proposta de correção
Exame do Módulo 5  de HCA - Proposta de correçãoExame do Módulo 5  de HCA - Proposta de correção
Exame do Módulo 5 de HCA - Proposta de correção
 
O gótico em portugal
O gótico em portugalO gótico em portugal
O gótico em portugal
 
Arquitectura Românica dos Castelos
Arquitectura Românica dos Castelos  Arquitectura Românica dos Castelos
Arquitectura Românica dos Castelos
 
Torre dos clérigos
Torre dos clérigosTorre dos clérigos
Torre dos clérigos
 
Palácio de Mafra
Palácio de MafraPalácio de Mafra
Palácio de Mafra
 
O rapaz do pijama às riscas ricardo
O rapaz do pijama às riscas   ricardoO rapaz do pijama às riscas   ricardo
O rapaz do pijama às riscas ricardo
 
Evolução da Bandeira Nacional
Evolução da Bandeira NacionalEvolução da Bandeira Nacional
Evolução da Bandeira Nacional
 
Barcos Dos Descobrimentos
Barcos Dos DescobrimentosBarcos Dos Descobrimentos
Barcos Dos Descobrimentos
 
Bandeira portuguesa - Lúcia Jorge - 2010
Bandeira portuguesa - Lúcia Jorge - 2010Bandeira portuguesa - Lúcia Jorge - 2010
Bandeira portuguesa - Lúcia Jorge - 2010
 
Arte romanica gotica
Arte romanica goticaArte romanica gotica
Arte romanica gotica
 
A cultura do palacio
A cultura do palacioA cultura do palacio
A cultura do palacio
 
Economia sec. xiii e xiv
Economia sec. xiii e xivEconomia sec. xiii e xiv
Economia sec. xiii e xiv
 
Trabalho de historia
Trabalho de historiaTrabalho de historia
Trabalho de historia
 
A arte barroca em portugal
A arte barroca em portugalA arte barroca em portugal
A arte barroca em portugal
 
Memorial do convento_[1]
Memorial do convento_[1]Memorial do convento_[1]
Memorial do convento_[1]
 
Arte manuelina margarida freire
Arte manuelina   margarida freireArte manuelina   margarida freire
Arte manuelina margarida freire
 
Figuras de estilo
Figuras de estiloFiguras de estilo
Figuras de estilo
 
Romanização da Península Ibérica
Romanização da Península IbéricaRomanização da Península Ibérica
Romanização da Península Ibérica
 
Arte Românica e Gótica.pptx
Arte Românica e Gótica.pptxArte Românica e Gótica.pptx
Arte Românica e Gótica.pptx
 
01 cultura da catedral
01 cultura da catedral01 cultura da catedral
01 cultura da catedral
 

Semelhante a A evolução da bandeira portuguesa

Símbolos nacionais e das foraçs armadas
Símbolos nacionais e das foraçs armadasSímbolos nacionais e das foraçs armadas
Símbolos nacionais e das foraçs armadas
Elsa Fernandes
 
Centenário da república
Centenário da repúblicaCentenário da república
Centenário da república
Capitão Kispo
 
5 de outubro de 1910 v0.02
5 de outubro de 1910 v0.025 de outubro de 1910 v0.02
5 de outubro de 1910 v0.02
phil1979
 
Símbolos Da 1ª República
Símbolos Da 1ª RepúblicaSímbolos Da 1ª República
Símbolos Da 1ª República
BibJoseRegio
 
Implantação da republica
Implantação da republicaImplantação da republica
Implantação da republica
Maria Ferreira
 
Implantação da República
Implantação da RepúblicaImplantação da República
Implantação da República
turmacalvide
 

Semelhante a A evolução da bandeira portuguesa (20)

Bandeiranacional 090812181700-phpapp02
Bandeiranacional 090812181700-phpapp02Bandeiranacional 090812181700-phpapp02
Bandeiranacional 090812181700-phpapp02
 
Símbolos nacionais e das foraçs armadas
Símbolos nacionais e das foraçs armadasSímbolos nacionais e das foraçs armadas
Símbolos nacionais e das foraçs armadas
 
Simbolos da Pátria Bandeira Hino Presidente-Marcelo.pptx
Simbolos da Pátria Bandeira  Hino Presidente-Marcelo.pptxSimbolos da Pátria Bandeira  Hino Presidente-Marcelo.pptx
Simbolos da Pátria Bandeira Hino Presidente-Marcelo.pptx
 
Portugal simbolos pátrios
Portugal simbolos pátriosPortugal simbolos pátrios
Portugal simbolos pátrios
 
Centenário da república
Centenário da repúblicaCentenário da república
Centenário da república
 
Centenario Da Republica
Centenario Da RepublicaCentenario Da Republica
Centenario Da Republica
 
Símbolos de portugal: Bandeira e Hino
Símbolos de portugal: Bandeira e HinoSímbolos de portugal: Bandeira e Hino
Símbolos de portugal: Bandeira e Hino
 
Republica portuguesa
Republica portuguesaRepublica portuguesa
Republica portuguesa
 
Centenário da Républica Portuguesa
Centenário da Républica PortuguesaCentenário da Républica Portuguesa
Centenário da Républica Portuguesa
 
5 de outubro de 1910 v0.02
5 de outubro de 1910 v0.025 de outubro de 1910 v0.02
5 de outubro de 1910 v0.02
 
Símbolos Da 1ª República
Símbolos Da 1ª RepúblicaSímbolos Da 1ª República
Símbolos Da 1ª República
 
Bandeira Hino Nacionais
Bandeira Hino NacionaisBandeira Hino Nacionais
Bandeira Hino Nacionais
 
Sabias que...?
Sabias que...?Sabias que...?
Sabias que...?
 
Implantação da republica
Implantação da republicaImplantação da republica
Implantação da republica
 
Implantação da República
Implantação da RepúblicaImplantação da República
Implantação da República
 
Eubiose 19 fev-2013 leitura sobre as armas de portugal - prenuncio do novo pr...
Eubiose 19 fev-2013 leitura sobre as armas de portugal - prenuncio do novo pr...Eubiose 19 fev-2013 leitura sobre as armas de portugal - prenuncio do novo pr...
Eubiose 19 fev-2013 leitura sobre as armas de portugal - prenuncio do novo pr...
 
Bandeiras nacionais
Bandeiras nacionaisBandeiras nacionais
Bandeiras nacionais
 
Bandeiras nacionais
Bandeiras nacionaisBandeiras nacionais
Bandeiras nacionais
 
1030
10301030
1030
 
L'histoire et la signification du drapeau portugais.
L'histoire et la signification du drapeau portugais.L'histoire et la signification du drapeau portugais.
L'histoire et la signification du drapeau portugais.
 

Mais de Lídia Mendes

Objetivos 1º teste 7 geografia
Objetivos 1º teste 7 geografiaObjetivos 1º teste 7 geografia
Objetivos 1º teste 7 geografia
Lídia Mendes
 
Povoado do bronze final_cimalha
Povoado do bronze final_cimalhaPovoado do bronze final_cimalha
Povoado do bronze final_cimalha
Lídia Mendes
 
Dia da histór ia e feira tradicional
Dia da histór ia e feira tradicionalDia da histór ia e feira tradicional
Dia da histór ia e feira tradicional
Lídia Mendes
 
Eu quero gritar__l_i_b_e_r_d_a_d_e_!!
Eu quero gritar__l_i_b_e_r_d_a_d_e_!!Eu quero gritar__l_i_b_e_r_d_a_d_e_!!
Eu quero gritar__l_i_b_e_r_d_a_d_e_!!
Lídia Mendes
 
Dia da histór ia e feira tradicional
Dia da histór ia e feira tradicionalDia da histór ia e feira tradicional
Dia da histór ia e feira tradicional
Lídia Mendes
 
Reis, rainhas e presidentes de portugal
Reis, rainhas e presidentes de portugalReis, rainhas e presidentes de portugal
Reis, rainhas e presidentes de portugal
Lídia Mendes
 
Parlamento dos jovens
Parlamento dos jovensParlamento dos jovens
Parlamento dos jovens
Lídia Mendes
 
Palestra 7º anos a nova aldeia de tlaco
Palestra 7º anos  a nova aldeia de tlacoPalestra 7º anos  a nova aldeia de tlaco
Palestra 7º anos a nova aldeia de tlaco
Lídia Mendes
 
Olimpíadas de história março de 2010
Olimpíadas de história março de 2010Olimpíadas de história março de 2010
Olimpíadas de história março de 2010
Lídia Mendes
 
Geografia de Portugal
Geografia de PortugalGeografia de Portugal
Geografia de Portugal
Lídia Mendes
 
Frase para inicio do blog
Frase para inicio do blogFrase para inicio do blog
Frase para inicio do blog
Lídia Mendes
 
Curiosidades da história
Curiosidades da históriaCuriosidades da história
Curiosidades da história
Lídia Mendes
 

Mais de Lídia Mendes (14)

Objetivos 1º teste 7 geografia
Objetivos 1º teste 7 geografiaObjetivos 1º teste 7 geografia
Objetivos 1º teste 7 geografia
 
Povoado do bronze final_cimalha
Povoado do bronze final_cimalhaPovoado do bronze final_cimalha
Povoado do bronze final_cimalha
 
Dia da histór ia e feira tradicional
Dia da histór ia e feira tradicionalDia da histór ia e feira tradicional
Dia da histór ia e feira tradicional
 
Eu quero gritar__l_i_b_e_r_d_a_d_e_!!
Eu quero gritar__l_i_b_e_r_d_a_d_e_!!Eu quero gritar__l_i_b_e_r_d_a_d_e_!!
Eu quero gritar__l_i_b_e_r_d_a_d_e_!!
 
Dia da histór ia e feira tradicional
Dia da histór ia e feira tradicionalDia da histór ia e feira tradicional
Dia da histór ia e feira tradicional
 
Reis, rainhas e presidentes de portugal
Reis, rainhas e presidentes de portugalReis, rainhas e presidentes de portugal
Reis, rainhas e presidentes de portugal
 
Recital
RecitalRecital
Recital
 
Parlamento dos jovens
Parlamento dos jovensParlamento dos jovens
Parlamento dos jovens
 
Palestra 7º anos a nova aldeia de tlaco
Palestra 7º anos  a nova aldeia de tlacoPalestra 7º anos  a nova aldeia de tlaco
Palestra 7º anos a nova aldeia de tlaco
 
Olimpíadas de história março de 2010
Olimpíadas de história março de 2010Olimpíadas de história março de 2010
Olimpíadas de história março de 2010
 
Geografia de Portugal
Geografia de PortugalGeografia de Portugal
Geografia de Portugal
 
Frase para inicio do blog
Frase para inicio do blogFrase para inicio do blog
Frase para inicio do blog
 
Curiosidades da história
Curiosidades da históriaCuriosidades da história
Curiosidades da história
 
10 de junho
10 de junho10 de junho
10 de junho
 

Último

PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 finalPPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
carlaOliveira438
 
AS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdf
AS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdfAS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdf
AS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdf
ssuserbb4ac2
 

Último (20)

Respostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdf
Respostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdfRespostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdf
Respostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdf
 
Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024
Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024
Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024
 
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 finalPPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
 
bem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animalbem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animal
 
Atividade com a música Xote da Alegria - Falamansa
Atividade com a música Xote  da  Alegria    -   FalamansaAtividade com a música Xote  da  Alegria    -   Falamansa
Atividade com a música Xote da Alegria - Falamansa
 
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docx
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docxUnidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docx
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docx
 
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdfufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
 
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
 
AS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdf
AS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdfAS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdf
AS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdf
 
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livroMeu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
 
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdfAtividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
 
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf
 
AULA Saúde e tradição-3º Bimestre tscqv.pptx
AULA Saúde e tradição-3º Bimestre tscqv.pptxAULA Saúde e tradição-3º Bimestre tscqv.pptx
AULA Saúde e tradição-3º Bimestre tscqv.pptx
 
Fotossíntese para o Ensino médio primeiros anos
Fotossíntese para o Ensino médio primeiros anosFotossíntese para o Ensino médio primeiros anos
Fotossíntese para o Ensino médio primeiros anos
 
Apresentação de vocabulário fundamental em contexto de atendimento
Apresentação de vocabulário fundamental em contexto de atendimentoApresentação de vocabulário fundamental em contexto de atendimento
Apresentação de vocabulário fundamental em contexto de atendimento
 
Memórias_póstumas_de_Brás_Cubas_ Machado_de_Assis
Memórias_póstumas_de_Brás_Cubas_ Machado_de_AssisMemórias_póstumas_de_Brás_Cubas_ Machado_de_Assis
Memórias_póstumas_de_Brás_Cubas_ Machado_de_Assis
 
Labor e Trabalho em A Condição Humana de Hannah Arendt .pdf
Labor e Trabalho em A Condição Humana de Hannah Arendt .pdfLabor e Trabalho em A Condição Humana de Hannah Arendt .pdf
Labor e Trabalho em A Condição Humana de Hannah Arendt .pdf
 
livro para educação infantil conceitos sensorial
livro para educação infantil conceitos sensoriallivro para educação infantil conceitos sensorial
livro para educação infantil conceitos sensorial
 
Os Padres de Assaré - CE. Prof. Francisco Leite
Os Padres de Assaré - CE. Prof. Francisco LeiteOs Padres de Assaré - CE. Prof. Francisco Leite
Os Padres de Assaré - CE. Prof. Francisco Leite
 
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdfHans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
 

A evolução da bandeira portuguesa

  • 1. A EVOLUÇÃO DA BANDEIRA PORTUGUESA D. Afonso Henriques (1143-1185) Segundo a tradição, durante as primeiras lutas pela Independência de Portugal, D. Afonso Henriques teria usado um escudo branco com uma cruz azul, a exemplo de seu pai, o Conde D. Henrique, cujas armas eram simbolizadas pela cruz em campo de prata. D. Sancho I (1185-1211), D. Afonso II (1211-1223), D. Sancho III (1223-1248) Nesta época, as armas reais eram representadas por cinco escudetes de azul em campo de prata, dispostos em cruz, os dos flancos deitados e apontados ao centro. Cada escudete era semeado com um número elevado e indeterminado de besantes de prata. Sobre a origem e simbolismo destes escudetes existem muitas teorias. Segundo as duas mais conhecidas, os escudetes aludem às cinco feridas recebidas por D. Afonso Henriques na Batalha de Ourique ou às cinco chagas de Cristo. D. Afonso III (1248-1279), D. Dinis (1279-1325), D. Afonso IV (1325-1357), D. Pedro (1357-1367), D. Fernando (1367-1383) Com D. Afonso III as armas do reino receberam uma bordadura de vermelho, semeada com um número indeterminado de castelos de ouro, escolhida em lembrança do avô, D. Afonso III de Castela. A tendência de fixação de números, frequente em heráldica, levou a uma estabilização do número de besantes dos escudetes em cinco, dispostos dois, um, dois. D. João I (1385-1432), D. Duarte (1433-1438), D. Afonso V (1438-1481) As armas reais, durante este período, eram de prata, com cinco escudetes de azul dispostos em cruz, os dos flancos deitados e apontados ao do centro. O semeado de besantes no escudo fixou-se definitivamente no número de cinco, dispostos em aspa. É desta época que se conhecem as primeiras referências designando os escudetes por «quinas». Tinha também uma bordadura de vermelho semeado de castelos de ouro e sobre ela as pontas da cruz verde floretada da Ordem de Avis. D. João II (1481-1495) D. João II mandou que fossem retirados das armas reais os remares de flor-de-lis e que se colocassem verticalmente as quinas laterais no escudo. A bordadura de vermelho
  • 2. manteve-se semeada de castelos de ouro, embora a tendência do seu número fosse de sete ou oito nas bandeiras usadas na época. D. Manuel I (1495-1521), D. João III (1521-1557) No reinado de D. Manuel I, as armas reais foram fixadas em fundo branco. Tinham ao centro o escudo português com uma bordadura de vermelho carregada de sete ou oito castelos de ouro e sobre ele foi colocada uma coroa real aberta. A forma do escudo diferiu nos dois reinados. Enquanto D. Manuel predominava o escudo rectangular com a parte inferior terminado em cunha, no reinado de D. João III acentuou - se a forma rectangular com o fundo redondo - o chamado escudo português. O mesmo aconteceu quanto às quinas que acompanharam aquelas formas. D. Sebastião (1557-1578), D. Henrique (1578-1580), Governo dos Filipes (1580-1640), Reis de Espanha No final do reinado de D. Sebastião a coroa que figurava sobre o escudo foi substituída por uma coroa real fechada. Nas bandeiras desta época figuravam inicialmente coroas fechadas dispondo de um ou de três arcos à vista. Mais tarde passaram a ter os cinco arcos à vista, os quais se conservavam até ao fim da monarquia. O aparecimento da coroa fechada relacionava-se com o reforço de autoridade do poder real. Durante o Governo dos reis espanhóis, o escudo português não sofreu alteração, uma vez que as armas dos dois países se mantiveram sempre separadas. D. João IV (1640-1656), D. Afonso VI (1656-1683), D. Pedro II (1683-1706), D. João V (1706-1750), D. José (1750-1777), D. Maria I (1777-1816), D. Pedro IV (1826), Regências (1826-1828), D. Miguel I (1828-1834) Na aclamação de D. João IV, a bandeira branca com o escudo nacional, encimado pela coroa real fechada com os cinco arcos em vista, constituiu o símbolo da Restauração. Embora neste período a bandeira não tenha sofrido alterações significativas, no reinado de D. João V, o escudo foi modificado com uma fantasia ao gosto da época, terminando o bordo inferior em bico de arco contracurvado e a coroa passou a conter um barrete vermelho ou púrpura. D. João VI (1816-1826) No reinado de D. João VI foi colocada por detrás do escudo uma esfera armilar de ouro em campo azul, simbolizando o reino do Brasil, e sobre ela figurava uma coroa real fechada. Após a morte do Rei a esfera armilar foi retirada das armas, remetendo-se o símbolo real à expressão anterior, em que algumas das versões usaram um escudo elíptico, com o eixo maior na vertical.
  • 3. D. Maria II (1834-1853), Regência (1853-1855), D. Pedro V (1855-1861), D. Luís (1861-1889), D. Carlos (1889-1908), D. Manuel II (1908-1910) O decreto da Regência em nome de D. Maria II, de 18 de Outubro de 1830, determinou que a Bandeira Nacional passasse a ser bipartida verticalmente em branco e azul, ficando o azul junto da haste e as Armas Reais colocadas no centro, assentando metade sobre cada uma das cores. Após a instauração do regime republicano, um decreto da Assembleia Nacional constituinte datado de 19 de Junho de 1911, Publicado no Diário do Governo nº141, do mesmo ano, aprovou a Bandeira Nacional que substituiu a Bandeira da Monarquia Constitucional. Este decreto teve a sua regulamentação adequada, publicada no diário do Governo n.º 150 (decreto de 30 de Junho). A Bandeira Nacional é bipartida verticalmente em duas cores fundamentais, verde escuro e escarlate, ficando o verde do lado da tralha. Ao centro, e sobreposto à união das cores, tem o escudo das armas nacionais, orlado de branco e assentado sobre a esfera armilar manuelina, em amarelo e avivada de negro. O comprimento da bandeira é de vez e meia a altura da tralha. A divisória entre as duas cores fundamentais deve ser feita de modo que fiquem dois quintos do comprimento total ocupados pelo verde e os três quintos restantes pelo vermelho. O emblema central ocupa metade da altura da tralha, ficando equidistante das orlas superior e inferior. BANDE BANDEIRA A Bandeira Nacional está dividida em duas partes por uma linha vertical. A primeira parte a verde e constitui 2/5 da bandeira. A segunda parte a vermelha e constitui 3/5 da bandeira. No centro da linha vertical encontra-se um escudo com 7 castelos e 5 quinas a azul. À volta do escudo existe a esfera armilar a amarelo. SIMBOLOGIA Simbolizam os 5 reis mouros As 5 quinas derrotados por D. Afonso Henriques na batalha de Ourique. Os 5 pontos brancos dentro de Representam as 5 chagas de Cristo. cada quina Os 7 castelos Simbolizam as localidades
  • 4. fortificadas que D. Afonso Henriques conquistou aos Mouros. Representa o mundo que os navegadores portugueses A esfera armilar descobriram nos séculos XV e XVI e os povos com quem trocaram ideias e comércio. O verde Simboliza a esperança. Simboliza a coragem e o sangue dos O vermelho portugueses mortos em combate. Autores da Bandeira Republicana: Columbano, João Chagas e Abel Botelho O ESTANDARTE NACIONAL O Estandarte Nacional, representa e recorda aos membros das Forcas Armadas Portuguesas, as batalhas e guerras em que se empenharam os seus antecessores que verteram gloriosamente o sangue na defesa dos interesses nacionais. Por baixo da esfera armilar estão duas vergonteas de loureiro, ligadas por um laco branco, que tem inscrito a imortal legenda Camoneana: " ESTA E A DITOSA PÁTRIA MINHA AMADA ". O ESTANDARTE NACIONAL tem varias condecorações, salientando-se a Ordem Militar da Torre e Espada ( a mais alta das condecorações portuguesas ), a Ordem Militar de Cristo e a Medalha de Ouro de Serviços Distintos. E um Símbolo Nacional, que em si, encerra todo o historial de actos de bravura e coragem, civismo, espírito de corpo e sentido do dever, praticados por gerações e gerações de Portugueses. O Estandarte Nacional, também chamado Bandeira Militar, é a Bandeira Nacional existente em todas as unidades militares do país. O Estandarte Nacional, talhado em seda, difere da Bandeira Nacional pelo facto de ter a
  • 5. forma quadrangular. A esfera armilar é rodeada por duas hastes de loureiro, em ouro, unidas por um laço branco em forma de listel. Neste, em letras de elzevir, inscreve-se a imortal legenda de Camões: «Esta é a Ditosa Pátria Minha Amada». HINO HINO NACIONAL "A PORTUGUESA" Heróis do mar, nobre Povo, nação valente, imortal, Levantai hoje de novo O esplendor de Portugal! Entre as brumas da memória, Ò Pátria, sente-se a voz Dos teus egrégios avós, Que há-de guiar-te � vitória!· às armas, às armas! Sobre a terra, sobre o mar, às armas, às armas! Pela Pátria lutar Contra os canhões marchar, marchar! Letra de Henrique Lopes de Mendonça. Música de Alfredo Keil. http://www.aportuguesa.com/hino/ http://www.portugal.gov.pt/Portal/PT/Portugal/Simbolos_Nacionais/Hino+Nacional/