O satélite Planck, lançado em 2009, analisou a radiação cósmica de fundo, revelando que o universo tem aproximadamente 13,8 bilhões de anos e que sua expansão é ligeiramente mais lenta do que se pensava. Os resultados também indicam uma composição do universo de 4,8% de matéria normal, 25,8% de matéria escura e 69,2% de energia escura, com menos energia escura do que estimado anteriormente. Além disso, a colaboração com o detector AMS trouxe novos dados sobre a presença de positrões nos raios cósmicos, sugerindo possíveis origens, incluindo a matéria escura.