O documento discute questões sociais como fome, desigualdade, exploração do trabalho e degradação ambiental causadas pelo atual modelo de desenvolvimento. Citando Milton Santos, critica a distribuição desigual de recursos e a concentração de renda e poder nas mãos de poucas empresas multinacionais, em detrimento da dignidade humana. Defende que o progresso tecnológico poderia construir um mundo melhor se não fosse apropriado de forma perversa por interesses corporativos.