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BRASIL
PERÍODO PRÉ – COLONIAL
PERÍODO COLONIAL
www.slideshare.net/celsofirmino
2 – Período pré – colonial:
1500 1530
Descobrimento Exp. colonizadora
Cabral Martim Afonso de Souza
A – Desinteresse português:
o Comércio com as Índias (asiático) era mais
lucrativo (especiarias, artigos de luxo).
o Dificuldade geográfica (Serra do Mar) que
desestimulava o acesso.
o Não foram encontrados metais preciosos de
imediato.
B – Atividade Econômica:
Extrativismo Vegetal
o Extração de pau – brasil e de outros produtos
naturais.
Escambo:
o Mão – de – obra indígena em troca de
bugigangas (colares, espelhos, cachaça, etc.).
o Exploração dos índios.
Estanco (monopólio):
o O rei de Portugal monopolizava o comércio de
produtos de interesse do Estado (madeira,
ouro, prata).
o A extração de tais produtos por particulares
só ocorria com autorização.
o Para isso expedia – se uma Carta Régia
(autorização).
Consequências:
o Extração predatória.
o Devastação da Mata Atlântica.
o Criação de feitorias ( entrepostos comerciais –
armazém – sede ).
Com a extração de pau – brasil não ocorreu a
ocupação do território. As feitorias pretendiam
ocupar e proteger o território das invasões
estrangeiras, principalmente francesas.
O saldo foi a devastação ambiental e a
exploração indígena.
3 – Período Colonial:
1530 1822
Exp. Colonizadora Independência
Martim A. Souza Política
A – Novos interesses:
Razões da Colonização
o Fracasso no comércio asiático.
o Descoberta de metais preciosos na América
Espanhola.
o O medo de perder o Brasil para estrangeiros
(franceses) que rondavam o litoral.
B – Estrutura Colonial:
Colonizar
o No pensamento mercantilista significava:
ocupar, produzir, lucrar.
ANTIGO SISTEMA COLONIAL
Elementos constitutivos:
Absolutismo Monárquico e Mercantilismo.
Para acumular metais preciosos o Estado absolutista
utilizava o “superávit” comercial e as colônias
(matérias – primas e consumidores).
Mercantilismo:
o Política econômica do Estado Absolutista
(regras – intervenção).
Características básicas
o Intervencionismo Estatal.
o Protecionismo alfandegário.
o “Superávits” comerciais.
o Colonialismo.
M
E
T
A
L
I
S
M
O
M
E
T
A
L
I
S
M
O
ESTRUTURA DO MERCANTILISMO
REI
ESTADO COLÔNIA
BRG
Exploração:
Brasil e América Espanhola
o Latifúndios.
o Monocultura.
o Escravidão.
o Agroexportação.
o Dependência.
P
L
A
N
T
A
T
I
O
N
ESTRUTURA ECONÔMICA
PACTO COLONIAL:
MATER. PRIMAS E RIQUEZAS
COLÔNIA METRÓPOLE
MANUFATURAS E ESCRAVOS
C – Expedição Colonizadora:
Martim Afonso de Souza
o Ocupar, colonizar, produzir.
o Expulsar os franceses do litoral.
o Fundar Vilas (São Vicente).
o Procurar metais preciosos.
o Conceder sesmarias (lotes).
o Iniciar empresa açucareira.
D – Capitanias Hereditárias:
Metas:
o Ocupação territorial.
o Terceirizar a colonização.
o Custos para a iniciativa privada.
o Utilizar sistema já conhecido.
o Garantir altos lucros.
Características:
Capitão Donatário
o Nobre recebedor de terra.
o Direito de hereditariedade.
Divisão
o 15 lotes.
o 14 capitanias.
o 12 donatários.
Documentos formalizadores
Carta de Doação:
o Estabelecia tamanho, limites.
o Garantia concessão e direito à hereditariedade.
Foral:
o Direitos: escravizar índios, conceder sesmarias.
o Deveres: catequizar índios, pagar impostos.
Razões do fracasso do sistema:
o Falta de capitais.
o Falta de comunicação externa.
o Falta de comunicação interna.
o Falta de um órgão centralizador.
o Resistência indígena.
o Desinteresse de vários nobres.
São Vicente
o Primeira Vila fundada no Brasil.
o Açúcar, capitais e apoio do rei.
Pernambuco
o Clima e solo favoráveis ao açúcar.
o Capitais holandeses.
o Proximidade de Portugal.
E – Governo Geral:
Razões de sua implantação
o Resolver o fracasso do sistema de Capitanias
Hereditárias.
o Centralizar a administração.
o Retomar a posse e o controle da administração
colonial.
o Viabilizar lucros para Portugal.
REI PROVEDOR-MOR
(FINANÇAS)
GOV. GERAL
OUVIDOR-MOR
(JUSTIÇA)
CAPITANIAS
CÂMARAS CAPITÃO-MOR
MUNICIPAIS (DEFESA)
Tomé de Souza (1549 – 1553)
o Fundação de Salvador – 1549.
o Trouxe os primeiros jesuítas.
o Fundação do 1º Bispado.
o Fundação do 1º Colégio.
o Incentivou a produção de açúcar.
o Incentivou a pecuária.
Duarte da Costa (1553 – 1558)
o Atritos com a Igreja Católica que protegia
os índios, agredidos por portugueses.
o Organizou Entradas (ouro/prata).
o Invasão Francesa (Rio de Janeiro).
o Fundação do Colégio de S. Paulo.
o D. Álvaro brigou com o Bispo D. Pero
Sardinha, morto ao voltar para Portugal.
Mem de Sá (1558 – 1572)
o Incentivou a exportação.
o Estabeleceu paz com a Igreja.
o Expulsou os franceses.
Divisão administrativa
1ª: 1572 a 1578 – Norte: Salvador / Sul: Rio de Janeiro
2º: 1578 – reunificação
3ª: 1608 a 1612: Volta à 1ª divisão e reunificação
4ª: 1621 – 1763: Estado do Brasil (capitais: Salvador e Rio de Janeiro)
Estado do Maranhão (capitais: São Luís e Belém)
5ª: 1737 – Estado do Grão Pará e Maranhão
6ª: 1775 - reunificação
F – Câmaras Municipais:
o Representavam o localismo político.
o Domínio dos homens bons: proprietários rurais
e católicos (vereadores, procuradores, juízes).
Atribuições e poderes:
o Nomeações – cargos.
o Autorizar casas de comércio, obras.
o Gerenciar impostos e finanças.
Política na Colônia: Localismo X Centralismo
Localismo político:
o Os “homens bons” visavam a descentralização.
o Interesses políticos regionais eram divergentes,
porém, interesses econômicos comuns os uniam.
Centralismo político:
o Unidade política imposta pelo Governo Geral e/ou
Intendências atuando sobre os interesses regionais.
Estatuto Jurídico
o Prevaleceram o fiscalismo e o absolutismo.
o Conflitos e incompetência entre autoridades,
órgãos, impostos, corrupção, má administração.
Ordenações Reais (Afonsinas, Manuelinas, Filipinas)
o Leis publicadas pelo Estado português.
o Ação absolutista e centralizadora.
o Inspiração: Direito Romano e Código de Justiniano.
4 – Economia Açucareira:
Base econômica da Colônia
o Altamente lucrativa.
o Clima e solo favoráveis.
o Conhecimento técnico.
o Experiência em outras colônias.
IMPORTANTE
Capitais holandeses garantiram a produção açucareira.
Empresários holandeses financiavam os engenhos em troca
do refino e da distribuição do açúcar na Europa.
Açúcar – Bases da “Plantation”
o Latifúndios.
o Monocultura.
o Agroexportação.
o Escravidão.
Por mais de dois séculos o açúcar
representou o “produto – rei” que
sustentou o Estado Metropolitano,
propiciando altos lucros a Portugal.
Engenho:
Conjunto das instalações de uma empresa
açucareira: canavial, casa grande, senzala,
escravos, moenda, casa de purgar, forno,
oficinas, etc.
O engenho tornou – se a base da vida
econômica, política e social.
Declínio do açúcar:
o Concorrência com os holandeses que,
expulsos do Brasil, foram produzir açúcar bom
e barato nas Antilhas.
o Europa: descoberta do açúcar de beterraba
como concorrente.
o O Nordeste entrou em crise e decadência
econômica e social.
Atividades Acessórias:
Pecuária
o Força motriz, tração, subsistência.
Subsistência
o Arroz, feijão, milho, mandioca.
Tabaco
o Moeda de troca por escravos.
5 – Sociedade:
Rural
o Engenho: eixo das relações políticas e sociais.
Estratificada e Imobilista
o Não havia movimentação social.
Patriarcal (machista)
o Homem: o elemento dominante.
Escravista e miscigenada.
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Brasil pré-colonial e colonial: 2020

  • 1. BRASIL PERÍODO PRÉ – COLONIAL PERÍODO COLONIAL www.slideshare.net/celsofirmino
  • 2.
  • 3.
  • 4.
  • 5.
  • 6. 2 – Período pré – colonial: 1500 1530 Descobrimento Exp. colonizadora Cabral Martim Afonso de Souza
  • 7.
  • 8. A – Desinteresse português: o Comércio com as Índias (asiático) era mais lucrativo (especiarias, artigos de luxo). o Dificuldade geográfica (Serra do Mar) que desestimulava o acesso. o Não foram encontrados metais preciosos de imediato.
  • 9. B – Atividade Econômica: Extrativismo Vegetal o Extração de pau – brasil e de outros produtos naturais. Escambo: o Mão – de – obra indígena em troca de bugigangas (colares, espelhos, cachaça, etc.). o Exploração dos índios.
  • 10.
  • 11. Estanco (monopólio): o O rei de Portugal monopolizava o comércio de produtos de interesse do Estado (madeira, ouro, prata). o A extração de tais produtos por particulares só ocorria com autorização. o Para isso expedia – se uma Carta Régia (autorização).
  • 12.
  • 13. Consequências: o Extração predatória. o Devastação da Mata Atlântica. o Criação de feitorias ( entrepostos comerciais – armazém – sede ). Com a extração de pau – brasil não ocorreu a ocupação do território. As feitorias pretendiam ocupar e proteger o território das invasões estrangeiras, principalmente francesas. O saldo foi a devastação ambiental e a exploração indígena.
  • 14. 3 – Período Colonial: 1530 1822 Exp. Colonizadora Independência Martim A. Souza Política
  • 15. A – Novos interesses: Razões da Colonização o Fracasso no comércio asiático. o Descoberta de metais preciosos na América Espanhola. o O medo de perder o Brasil para estrangeiros (franceses) que rondavam o litoral.
  • 16. B – Estrutura Colonial: Colonizar o No pensamento mercantilista significava: ocupar, produzir, lucrar. ANTIGO SISTEMA COLONIAL Elementos constitutivos: Absolutismo Monárquico e Mercantilismo. Para acumular metais preciosos o Estado absolutista utilizava o “superávit” comercial e as colônias (matérias – primas e consumidores).
  • 17. Mercantilismo: o Política econômica do Estado Absolutista (regras – intervenção). Características básicas o Intervencionismo Estatal. o Protecionismo alfandegário. o “Superávits” comerciais. o Colonialismo. M E T A L I S M O M E T A L I S M O
  • 19. Exploração: Brasil e América Espanhola o Latifúndios. o Monocultura. o Escravidão. o Agroexportação. o Dependência. P L A N T A T I O N
  • 20. ESTRUTURA ECONÔMICA PACTO COLONIAL: MATER. PRIMAS E RIQUEZAS COLÔNIA METRÓPOLE MANUFATURAS E ESCRAVOS
  • 21.
  • 22. C – Expedição Colonizadora: Martim Afonso de Souza o Ocupar, colonizar, produzir. o Expulsar os franceses do litoral. o Fundar Vilas (São Vicente). o Procurar metais preciosos. o Conceder sesmarias (lotes). o Iniciar empresa açucareira.
  • 23. D – Capitanias Hereditárias: Metas: o Ocupação territorial. o Terceirizar a colonização. o Custos para a iniciativa privada. o Utilizar sistema já conhecido. o Garantir altos lucros.
  • 24.
  • 25. Características: Capitão Donatário o Nobre recebedor de terra. o Direito de hereditariedade. Divisão o 15 lotes. o 14 capitanias. o 12 donatários.
  • 26. Documentos formalizadores Carta de Doação: o Estabelecia tamanho, limites. o Garantia concessão e direito à hereditariedade. Foral: o Direitos: escravizar índios, conceder sesmarias. o Deveres: catequizar índios, pagar impostos.
  • 27. Razões do fracasso do sistema: o Falta de capitais. o Falta de comunicação externa. o Falta de comunicação interna. o Falta de um órgão centralizador. o Resistência indígena. o Desinteresse de vários nobres.
  • 28.
  • 29.
  • 30. São Vicente o Primeira Vila fundada no Brasil. o Açúcar, capitais e apoio do rei. Pernambuco o Clima e solo favoráveis ao açúcar. o Capitais holandeses. o Proximidade de Portugal.
  • 31. E – Governo Geral: Razões de sua implantação o Resolver o fracasso do sistema de Capitanias Hereditárias. o Centralizar a administração. o Retomar a posse e o controle da administração colonial. o Viabilizar lucros para Portugal.
  • 33. Tomé de Souza (1549 – 1553) o Fundação de Salvador – 1549. o Trouxe os primeiros jesuítas. o Fundação do 1º Bispado. o Fundação do 1º Colégio. o Incentivou a produção de açúcar. o Incentivou a pecuária.
  • 34. Duarte da Costa (1553 – 1558) o Atritos com a Igreja Católica que protegia os índios, agredidos por portugueses. o Organizou Entradas (ouro/prata). o Invasão Francesa (Rio de Janeiro). o Fundação do Colégio de S. Paulo. o D. Álvaro brigou com o Bispo D. Pero Sardinha, morto ao voltar para Portugal.
  • 35. Mem de Sá (1558 – 1572) o Incentivou a exportação. o Estabeleceu paz com a Igreja. o Expulsou os franceses. Divisão administrativa 1ª: 1572 a 1578 – Norte: Salvador / Sul: Rio de Janeiro 2º: 1578 – reunificação 3ª: 1608 a 1612: Volta à 1ª divisão e reunificação 4ª: 1621 – 1763: Estado do Brasil (capitais: Salvador e Rio de Janeiro) Estado do Maranhão (capitais: São Luís e Belém) 5ª: 1737 – Estado do Grão Pará e Maranhão 6ª: 1775 - reunificação
  • 36. F – Câmaras Municipais: o Representavam o localismo político. o Domínio dos homens bons: proprietários rurais e católicos (vereadores, procuradores, juízes). Atribuições e poderes: o Nomeações – cargos. o Autorizar casas de comércio, obras. o Gerenciar impostos e finanças.
  • 37. Política na Colônia: Localismo X Centralismo Localismo político: o Os “homens bons” visavam a descentralização. o Interesses políticos regionais eram divergentes, porém, interesses econômicos comuns os uniam. Centralismo político: o Unidade política imposta pelo Governo Geral e/ou Intendências atuando sobre os interesses regionais.
  • 38. Estatuto Jurídico o Prevaleceram o fiscalismo e o absolutismo. o Conflitos e incompetência entre autoridades, órgãos, impostos, corrupção, má administração. Ordenações Reais (Afonsinas, Manuelinas, Filipinas) o Leis publicadas pelo Estado português. o Ação absolutista e centralizadora. o Inspiração: Direito Romano e Código de Justiniano.
  • 39. 4 – Economia Açucareira: Base econômica da Colônia o Altamente lucrativa. o Clima e solo favoráveis. o Conhecimento técnico. o Experiência em outras colônias. IMPORTANTE Capitais holandeses garantiram a produção açucareira. Empresários holandeses financiavam os engenhos em troca do refino e da distribuição do açúcar na Europa.
  • 40. Açúcar – Bases da “Plantation” o Latifúndios. o Monocultura. o Agroexportação. o Escravidão. Por mais de dois séculos o açúcar representou o “produto – rei” que sustentou o Estado Metropolitano, propiciando altos lucros a Portugal.
  • 41.
  • 42.
  • 43.
  • 44.
  • 45.
  • 46. Engenho: Conjunto das instalações de uma empresa açucareira: canavial, casa grande, senzala, escravos, moenda, casa de purgar, forno, oficinas, etc. O engenho tornou – se a base da vida econômica, política e social.
  • 47.
  • 48.
  • 49. Declínio do açúcar: o Concorrência com os holandeses que, expulsos do Brasil, foram produzir açúcar bom e barato nas Antilhas. o Europa: descoberta do açúcar de beterraba como concorrente. o O Nordeste entrou em crise e decadência econômica e social.
  • 50. Atividades Acessórias: Pecuária o Força motriz, tração, subsistência. Subsistência o Arroz, feijão, milho, mandioca. Tabaco o Moeda de troca por escravos.
  • 52. Rural o Engenho: eixo das relações políticas e sociais. Estratificada e Imobilista o Não havia movimentação social. Patriarcal (machista) o Homem: o elemento dominante. Escravista e miscigenada.