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O Verdadeiro Ensinamento

Palestra do dia 30/04/2011

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O Verdadeiro Ensinamento
O VERDADEIRO ENSINAMENTO
Percepção e Aplicação
A sabedoria divina organiza tudo com
tanta perfeição que, não só os bons,
mas também os maus, concorrem
para a mesma finalidade:
O bem comum e a felicidade de
todos.
Não devemos só aos espíritos
elevados (nossos protetores)
o nosso progresso.
Devemo-lo também aos que nos
tentam, molestam e atribulam.
A psicologia da tentação funda-se
nas falhas e senões do nosso
caráter.
Cada um de nós é tentado através
das fraquezas próprias a cada um.
Se fossemos perfeitos estaríamos
inacessíveis pelas tentações.
Mesmo as pessoas que, aparentemente,
não demonstram ter defeitos, são
envolvidas pelos espíritos
“indesejáveis”, que descobrem a
brecha, e atingem certeiramente o alvo.

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O Verdadeiro Ensinamento

  • 3. A sabedoria divina organiza tudo com tanta perfeição que, não só os bons, mas também os maus, concorrem para a mesma finalidade: O bem comum e a felicidade de todos.
  • 4. Não devemos só aos espíritos elevados (nossos protetores) o nosso progresso. Devemo-lo também aos que nos tentam, molestam e atribulam.
  • 5. A psicologia da tentação funda-se nas falhas e senões do nosso caráter. Cada um de nós é tentado através das fraquezas próprias a cada um.
  • 6. Se fossemos perfeitos estaríamos inacessíveis pelas tentações. Mesmo as pessoas que, aparentemente, não demonstram ter defeitos, são envolvidas pelos espíritos “indesejáveis”, que descobrem a brecha, e atingem certeiramente o alvo.
  • 7. Até mesmo os rinocerontes, quase invulneráveis às armas de fogo, possuem um ponto vulnerável, descoberto pelos caçadores = o focinho.
  • 8. Assim procedem os tentadores do espaço, quando querem fazer suas caçadas entre nós. Eles pressentem nossas fraquezas como as aves da rapina farejam, de longe, a carne em decomposição.
  • 9. O espíritos sem esclarecimento, no entanto, nos dão a oportunidade de nos inteirarmos e convencermos de que somos realmente portadores de tais ou quais imperfeições.
  • 10. Os “indesejáveis” procedem como os caricaturistas, com a diferença de que estes exageram os senões físicos, enquanto eles exageram os senões morais ou psíquicos. Fazendo um paralelo aos caricaturistas...
  • 11. Os “caricaturistas espirituais” acirram nossas tendências pecaminosas, incitam e fomentam tudo que podem encontrar em nós de inconfessável e vil. Dando às nossas paixões egoísticas desmesurada expansão. Fazendo um paralelo aos caricaturistas...
  • 12. Não há rinoceronte sem focinho e nem Aquiles sem calcanhar. Quando nos apercebemos, já é tarde: caímos na tentação. Basta duvidar do conselho do Mestre: Orai e Vigiai, para que tal nos aconteça.
  • 13. Passada a tormenta, serenado o nosso ânimo e acalmada a fúria das paixões, ficamos confusos e envergonhados da figura que fizemos, vendo, refletida no espelho da consciência, a nossa caricatura moral !
  • 14. E tantas vezes sucede, que acabamos por conhecermos a nós mesmos, condição essa essencial para a obra de nossa regeneração e aperfeiçoamento.
  • 15. Iniciamos então, a corrigir as desarmonias de caráter, a fim de não sermos mais atingidos pelos “indesejáveis”, que, pretendendo tentar-nos, acabam por nos prestar um dos mais relevantes serviços.
  • 16. Oremos, pois, em favor dos nossos caricaturistas, e louvemos ao Senhor que tudo organizou e dispôs, visando ao nosso bem e ao nosso progresso.
  • 17. Jesus sempre ensinou através de parábolas, a fim de melhor interessar e impressionar aos seus ouvintes. E o nosso progresso deve ser buscado em todos os momentos...
  • 18. Da mesma forma que para saborearmos os frutos despojamo- los de seus respectivos envoltórios, da mesma sorte para envolver o espírito ao entendimento das parábolas, temos que despojá-lo da letra que a envolve. E o nosso progresso deve ser buscado em todos os momentos...
  • 19. Jamais se viu alguém pretender que o trabalho em descascar o fruto, não compense o proveito que dele tiramos, já como alimento e já como portador de vitaminas essenciais a saúde e a vida do corpo. E o nosso progresso deve ser buscado em todos os momentos...
  • 20. Outros há, extravagantes, que comem qualquer fruta com casca, e querem convencer os outros de que é assim que devem comê-la. E o nosso progresso deve ser buscado em todos os momentos...
  • 21. Estas pessoas desprezam o espírito que vivifica e pregam a letra que mata. Ainda não experimentaram o legítimo paladar das parábolas de Jesus, cheias de doçura e aroma, visto como insistem em comer qualquer fruta com casca! E o nosso progresso deve ser buscado em todos os momentos...
  • 22. Errar é humano. Permanecer, porém, no erro, tornar-se contumaz nesta ou naquela falta, escravizar-se aos maus hábitos é, realmente, uma desonra para o homem. E qual é a necessidade do momento?
  • 23. Não é, portanto, o erro que nos degrada: é a submissão ao seu domínio. Deixar de reagir contra as próprias imperfeições é sinal evidente de fraqueza moral. E qual é a necessidade do momento?
  • 24. Ser tentado não é vergonha. O que afeta a nossa dignidade é cair na tentação. A tentação nobremente vencida contribui para a consolidação do caráter, porque desenvolve as energias anímicas. E qual é a necessidade do momento?
  • 25. O mal não está propriamente na tentação, mas na queda. Caso contrário ter-nos-ia Ele nos ensinado a suplicar que a Providência nos eximisse de tentações. E qual é a necessidade do momento?
  • 26. O homem progride e melhora, agindo, lutando. Impedir-lhe o passo, nesse terreno, é um crime. É preciso deixá-lo errar, para que aprenda a acertar. E qual é a necessidade do momento?
  • 27. Se Deus quisesse, teria criado o homem perfeito, mas não o fez. Criou-o perfectível, facultando-lhe meios e oportunidade de aperfeiçoar-se. E qual é a necessidade do momento?
  • 28. A História da Humanidade tem sido a eterna luta de raça contra raça, nacionalidade contra nacionalidade, povo contra povo, igreja contra igreja, indivíduo contra indivíduo.
  • 29. Este problema angustioso só tem uma solução, que é aquela apontada por Jesus ao seus primitivos discípulos e da qual Ele deu o mais edificante exemplo: a renúncia de si mesmo pelo bem coletivo.
  • 30. Só a responsabilidade com nossa própria vida resolve satisfatoriamente os problemas capitais de nossa existência.