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CONCEITO
• Misericórdia - é um sentimento de
compaixão, despertado pela miséria
alheia.
• A expressão misericórdia tem
origem latina, é formada pela
junção de miserere (ter compaixão),
e cordis (coração).
• Ser Misericordioso Segundo Rodolfo Calligaris:
• É compadecer-nos da miséria alheia.
• Seja da miséria material, nas formas da
indigência, do abandono ou da enfermidade,
• Seja da miséria espiritual, caracterizada pelas
mil e uma facetas da imperfeição humana.
•
• É apiedar-nos das crianças órfãs
ou abandonadas, dos velhinhos
desamparados, interessando-nos
pela sua sorte
• e contribuindo, como e quanto
nos seja possível, para que tenham
um lar que as eduque e prepare
para serem úteis a si mesmas e à
sociedade;
 É sensibilizar-nos a essas
existências que se constituem
numa sucessão ininterrupta de
dores, angústias e melancolia,
ajudando a diminui-las com:
 nossos recursos financeiros,
 com o bálsamo de nossa simpatia,
 com palavras de conforto e
encorajamento,
 Com nossas preces e vibrações que
façamos em seu benefício.
EX: NÁUFRAGO
• "Para que o náufrago se salve, ele
tem que se despojar de sua
bagagem".
• Em se tratando da misericórdia,
temos que nos despojar do nosso eu,
do nosso amor próprio, da nossa
personalidade.
• Somente assim conseguiremos
adentrar no Reino de Deus.
 Ser misericordioso é acima de tudo:
 suportarmos cristãmente os defeitos daqueles que nos rodeiam,
 relevarmos os agravos que nos façam,
 renunciarmos a todo e qualquer propósito de vingança,
 não guardarmos ressentimento de coisa alguma,
 estarmos sempre prontos a servir, embora saibamos de antemão
que ninguém nos será grato e ...
 talvez nem sequer nos compreenda o gesto fraternal e amigo.
Ex: jovem enfermeira que cuidou do seu algoz
• Se não formos solidários com os
que passam por duras provas e
expiações,
• nem formos tolerantes com as
fraquezas e imperfeições do
próximo,
• também não teremos quem nos
ajude a vencer os obstáculos de
nossa jornada,
• assim como nossas próprias
culpas e mazelas não serão
toleradas pela Justiça Divina;
• Segundo Humberto de Campo o
misericordioso é:
• Quem entende que não existem criaturas
sem problemas,
• OBS: ver as pessoas que erram conosco com visão do psiquiatra em relação aos seus pacientes.
• Aquele que está sempre disposto à obra
de auxilio fraterno para todos,
• Capaz de entender que no dia que a luta
e a dificuldade o visitar, receberá o apoio
e a colaboração de que necessita.
• A Misericórdia segundo Emmanuel:
• Para Emmanuel, cultivar a misericórdia não é alçar exclamações de
piedade inativa para o Céu, lastimando os males do próximo com a
boca e guardando os braços em repouso, diante do sofrimento alheio
que nos convoca ao auxílio, à fraternidade e à cooperação.
• Ele nos faz uma pergunta fundamental:
• Quantas vezes nos fazemos autores da indisciplina e da insubmissão,
da secura e da aspereza, em torno dos próprios passos, por falta de
misericórdia em nossas palavras e em nossos pensamentos?
• Ex: Quantos de nós estamos desejando a morte de Lázaro?
• Plantemo-la em nosso caminho, trabalhando, construindo e
colaborando incessantemente com o bem, na certeza de que a
compaixão não é remédio para os dias cor-de-rosa e sim para os
momentos de tempestade e incompreensão.
• Os misericordiosos enfraquecem a
justiça?
• É falso tal pensamento. O perdão é
um ato de força. E força não quer dizer
dureza. Além do mais, o perdão do
ofensor não nega a sua culpabilidade.
• Devemos perdoar não porque a
pessoa o mereça, mas porque faz bem
à nossa alma. Por isso, o fato de se
perdoar é uma espécie de libertação,
porque ficamos desagravados e os
nossos pensamentos menos felizes a
respeito de tal pessoa são substituídos
por pensamentos criativos e altruístas,
mais apropriados para a construção de
um mundo mais feliz e harmonioso.
(Chevrot, 1971)
• Como triunfar da ofensa?
• A maneira de triunfar da ofensa é recusarmos
a considerar-nos ofendidos.
• Foi esta a razão pela qual Gandhi, quando
questionado se já tinha perdoado alguém, ele
simplesmente disse que nunca tinha perdoado
ninguém, porque nunca se sentira ofendido. Se
ele não se sentiu ofendido, não tinha o que
perdoar.
• Mas para atingir esse estado de alma, há muita
luta, muita mudança interior a ser realizada.
• Existe algum exercício que nos ajuda a
perdoar?
• Acreditamos que não nos considerarmos
ofendidos é o começo.
• Em se tratando do perdão, devemos sempre
perdoar porque também somos passíveis de
culpa.
• Considerar-nos culpados é também um bom
treinamento.
• Pode-se imaginar a pessoa com quem tivemos
algum atrito e endereçar-lhes vibrações de paz e
harmonia.
• Emmanuel nos aconselha a lembrar da misericórdia
dos outros em relação a nós.
• Quando os outros suportam a nossa antipatia, o
nosso mau humor, a nossa má vontade, as nossas
eventuais falhas de caráter, às vezes algum erro
grosseiro, uma falta de educação ou atitude covarde.
•
• Quantos erros nós cometemos sem que tenhamos a
consciência suficientemente acesa para percebermos
estes erros, e, no entanto, outros os percebem e são
misericordiosos conosco, sem que nós ao menos
tomemos conhecimento disso.
• Rohden explica a Lei de causa e efeito afirmando que
quanto mais se dá horizontalmente, mais se recebe
verticalmente, ou seja, quanto mais se contribui com o
desenvolvimento do próximo, que é o que está à nossa
volta, encarnado ou desencarnado, mais se recebe do alto,
pois ao darmos de nós mesmos nós nos elevamos
vibracionalmente e ficamos mais próximos da
espiritualidade superior.
• Deus manifesta a sua infinita misericórdia nos
concedendo novas oportunidades através da reencarnação,
que é um ciclo de experiências, e através de ciclos menores
como os dias e as noites.
• Cada novo dia é uma nova chance que Deus nos concede
para progredirmos. Por isso temos que aproveitar cada dia
de nossas vidas tentando nos tornar melhores do que
fomos na véspera.
• PRA FINALIZAR ESTE ESTUDO
• Quando o ego humano é substituído
pelo Eu divino, não pode mais haver
ofensor nem ofendido. (Rohden, 1982, p. 160)
•
• Não considere a ofensa como ofensa.
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  • 2. CONCEITO • Misericórdia - é um sentimento de compaixão, despertado pela miséria alheia. • A expressão misericórdia tem origem latina, é formada pela junção de miserere (ter compaixão), e cordis (coração).
  • 3. • Ser Misericordioso Segundo Rodolfo Calligaris: • É compadecer-nos da miséria alheia. • Seja da miséria material, nas formas da indigência, do abandono ou da enfermidade, • Seja da miséria espiritual, caracterizada pelas mil e uma facetas da imperfeição humana. •
  • 4. • É apiedar-nos das crianças órfãs ou abandonadas, dos velhinhos desamparados, interessando-nos pela sua sorte • e contribuindo, como e quanto nos seja possível, para que tenham um lar que as eduque e prepare para serem úteis a si mesmas e à sociedade;
  • 5.  É sensibilizar-nos a essas existências que se constituem numa sucessão ininterrupta de dores, angústias e melancolia, ajudando a diminui-las com:  nossos recursos financeiros,  com o bálsamo de nossa simpatia,  com palavras de conforto e encorajamento,  Com nossas preces e vibrações que façamos em seu benefício. EX: NÁUFRAGO
  • 6. • "Para que o náufrago se salve, ele tem que se despojar de sua bagagem". • Em se tratando da misericórdia, temos que nos despojar do nosso eu, do nosso amor próprio, da nossa personalidade. • Somente assim conseguiremos adentrar no Reino de Deus.
  • 7.  Ser misericordioso é acima de tudo:  suportarmos cristãmente os defeitos daqueles que nos rodeiam,  relevarmos os agravos que nos façam,  renunciarmos a todo e qualquer propósito de vingança,  não guardarmos ressentimento de coisa alguma,  estarmos sempre prontos a servir, embora saibamos de antemão que ninguém nos será grato e ...  talvez nem sequer nos compreenda o gesto fraternal e amigo.
  • 8. Ex: jovem enfermeira que cuidou do seu algoz
  • 9. • Se não formos solidários com os que passam por duras provas e expiações, • nem formos tolerantes com as fraquezas e imperfeições do próximo, • também não teremos quem nos ajude a vencer os obstáculos de nossa jornada, • assim como nossas próprias culpas e mazelas não serão toleradas pela Justiça Divina;
  • 10. • Segundo Humberto de Campo o misericordioso é: • Quem entende que não existem criaturas sem problemas, • OBS: ver as pessoas que erram conosco com visão do psiquiatra em relação aos seus pacientes. • Aquele que está sempre disposto à obra de auxilio fraterno para todos, • Capaz de entender que no dia que a luta e a dificuldade o visitar, receberá o apoio e a colaboração de que necessita.
  • 11. • A Misericórdia segundo Emmanuel: • Para Emmanuel, cultivar a misericórdia não é alçar exclamações de piedade inativa para o Céu, lastimando os males do próximo com a boca e guardando os braços em repouso, diante do sofrimento alheio que nos convoca ao auxílio, à fraternidade e à cooperação. • Ele nos faz uma pergunta fundamental: • Quantas vezes nos fazemos autores da indisciplina e da insubmissão, da secura e da aspereza, em torno dos próprios passos, por falta de misericórdia em nossas palavras e em nossos pensamentos? • Ex: Quantos de nós estamos desejando a morte de Lázaro? • Plantemo-la em nosso caminho, trabalhando, construindo e colaborando incessantemente com o bem, na certeza de que a compaixão não é remédio para os dias cor-de-rosa e sim para os momentos de tempestade e incompreensão.
  • 12. • Os misericordiosos enfraquecem a justiça? • É falso tal pensamento. O perdão é um ato de força. E força não quer dizer dureza. Além do mais, o perdão do ofensor não nega a sua culpabilidade. • Devemos perdoar não porque a pessoa o mereça, mas porque faz bem à nossa alma. Por isso, o fato de se perdoar é uma espécie de libertação, porque ficamos desagravados e os nossos pensamentos menos felizes a respeito de tal pessoa são substituídos por pensamentos criativos e altruístas, mais apropriados para a construção de um mundo mais feliz e harmonioso. (Chevrot, 1971)
  • 13. • Como triunfar da ofensa? • A maneira de triunfar da ofensa é recusarmos a considerar-nos ofendidos. • Foi esta a razão pela qual Gandhi, quando questionado se já tinha perdoado alguém, ele simplesmente disse que nunca tinha perdoado ninguém, porque nunca se sentira ofendido. Se ele não se sentiu ofendido, não tinha o que perdoar. • Mas para atingir esse estado de alma, há muita luta, muita mudança interior a ser realizada. • Existe algum exercício que nos ajuda a perdoar? • Acreditamos que não nos considerarmos ofendidos é o começo. • Em se tratando do perdão, devemos sempre perdoar porque também somos passíveis de culpa. • Considerar-nos culpados é também um bom treinamento. • Pode-se imaginar a pessoa com quem tivemos algum atrito e endereçar-lhes vibrações de paz e harmonia.
  • 14. • Emmanuel nos aconselha a lembrar da misericórdia dos outros em relação a nós. • Quando os outros suportam a nossa antipatia, o nosso mau humor, a nossa má vontade, as nossas eventuais falhas de caráter, às vezes algum erro grosseiro, uma falta de educação ou atitude covarde. • • Quantos erros nós cometemos sem que tenhamos a consciência suficientemente acesa para percebermos estes erros, e, no entanto, outros os percebem e são misericordiosos conosco, sem que nós ao menos tomemos conhecimento disso.
  • 15. • Rohden explica a Lei de causa e efeito afirmando que quanto mais se dá horizontalmente, mais se recebe verticalmente, ou seja, quanto mais se contribui com o desenvolvimento do próximo, que é o que está à nossa volta, encarnado ou desencarnado, mais se recebe do alto, pois ao darmos de nós mesmos nós nos elevamos vibracionalmente e ficamos mais próximos da espiritualidade superior. • Deus manifesta a sua infinita misericórdia nos concedendo novas oportunidades através da reencarnação, que é um ciclo de experiências, e através de ciclos menores como os dias e as noites. • Cada novo dia é uma nova chance que Deus nos concede para progredirmos. Por isso temos que aproveitar cada dia de nossas vidas tentando nos tornar melhores do que fomos na véspera.
  • 16.
  • 17.
  • 18. • PRA FINALIZAR ESTE ESTUDO • Quando o ego humano é substituído pelo Eu divino, não pode mais haver ofensor nem ofendido. (Rohden, 1982, p. 160) • • Não considere a ofensa como ofensa. • Aquele que tiver suportado o maior dos ultrajes, além das recompensas celestes da outra vida, terá a paz de coração e uma alegria incompreensível por haver duas vezes respeitado a obra de Deus.