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LEITURA BÍBLICA
Mateus 27.32-37,45-51
a) A vida e sofrimento de Jesus era cumprimento
das escrituras:
• O relato da vida e obra de Jesus segue um plano
divino previamente estabelecido;
• A partir da crucificação as relações com as Escrituras
se intensificam, pois a paixão e ressurreição de Cristo
são fundamentos principais para o cristianismo;
• Ver quadro demonstrativo até o flagelo de Jesus:
I. A CRUCIFICAÇÃO DE JESUS (MT 27.32-44)
ACONTECIMENTO TEXTO BÍBLICO -
CUMPRIMENTO
Na entrada triunfal de Jesus em
Jerusalém.
Is 62.11; Zc 9.9
A purificação do templo. Is 56.7
Indicação de que haveria um traidor. Sl 41
Na última ceia a alusão ao sangue da
aliança.
Ex 24.8
Prisão de Jesus e a fuga dos discípulos. Zc 13.7
No Getsêmani – oração. Sl 43.5
Condenação à morte pelo Sinédrio. Sl 31.14
Traição de Judas. Zc 11.12
Flagelação de Jesus. Is 50.6
b) O flagelo e escárnios no caminho do Gólgota:
• O caminho para a cruz é um caminho de zombaria
generalizada: deboche sobre sua realeza pelos líderes
judeus (Mt 26.57-68) e pelos oficiais romanos (Mt 27.27-
31).
• A caminhada até o Gólgota é acompanhada de atos de
violência e opressão.
• Possibilidade de alívio (Simão, o Cireneu);
• Após a crucificação é oferecido vinho misturado com fel
(Sl 69.21).
c) A crucificação sob a acusação de ser “O REI
DOS JUDEUS”:
• Não obstante os descasos anteriores, em cima de sua
cabeça, na cruz, puseram a acusação contra ele.
I. A CRUCIFICAÇÃO DE JESUS (MT 27.32-44)
a) A morte de Cruz: maldita pelos judeus e
punição aos inimigos para os romanos:
• A morte de cruz era desprezada tanto por judeus
(questões religiosas – Dt 21.23) como pelos romanos
(questões políticas).
• Para os cristãos Jesus é o Rei-Messias que havia de
vir, o Filho de Deus que venceu a morte e trouxe vida
eterna a todas as pessoas .
II. A MORTE DE JESUS
(MT 27.45-51)
b) A morte como sacrifício perfeito à justificação
da humanidade:
• O sentimento de abandono pela separação de Deus
por causa do pecado da humanidade;
• Retrato falado do salmo 22 - abandono progressivo:
• por Judas (26.14-16,48-49);
• pelos discípulos (26.56);
• por Pedro (26.69-75);
• pelas multidões (27.21-22), por fim,
• se sente abandonado por Deus.
• Então, surge o último grito: “E Jesus, clamando outra
vez com grande voz, entregou o espírito”.
• Uma referência ao Sl 31.5, palavras de confiança e
entrega voluntária à Deus.
II. A MORTE DE JESUS
(MT 27.45-51)
c) A eficácia da morte de Jesus:
• A eficácia da morte de Jesus é confirmada por sinais
(Mt 27.51-56):
• véu da separação do templo se rasga em dois;
• Terremoto;
• as rochas se fendem; e
• muitos mortos ressuscitam.
• O sacrifício vicário de Jesus (perfeito e único) inutilizou
toda forma de sacrifício para justificação.
II. A MORTE DE JESUS
(MT 27.45-51)
“A morte tida como maldita pelos judeus e como
controle de subversão para os romanos, se torna
símbolo da vitória de Jesus sobre a própria morte,
uma morte vitoriosa que produz vida eterna”
(NEVES, 2017, p. 113).
a) José de Arimateia, o discípulo secreto que
pede o corpo de Jesus:
• José de Arimateia era um homem rico, membro do
Sinédrio e discípulo secreto de Jesus.
• Um claro testemunho de que os discursos de Jesus
influenciaram também pessoas da elite de Israel. João
cita também Nicodemos.
b) Jesus é sepultado em túmulo emprestado:
• José de Arimateia e Nicodemos fazem uma cuidadosa
e completa unção do corpo (costume judaico).
• Jesus foi colocado em um sepulcro novo, que nunca
tinha sido usado, uma tumba talhada na rocha e
próximo do local da crucificação (Jo 19.41).
III. O SEPULTAMENTO DE JESUS (MT 27.57-61)
c) A guarda do sepulcro:
• Duas mulheres permanecem em frente do sepulcro,
Maria Madalena e a outra Maria - continuidade como
testemunha, a morte (27,55-56), agora o sepultamento;
• Enquanto os discípulos fugiram, estas mulheres
permaneceram firmes ao lado do corpo de Jesus;
• Todavia, outro grupo também ficou preocupado com o
túmulo de Jesus, os chefes dos sacerdotes e os
fariseus.
• Os discípulos se esqueceram da promessa de Jesus
de que ressuscitaria ao terceiro dia, mas este grupo
não esqueceu.
III. O SEPULTAMENTO DE JESUS (MT 27.57-61)
Nesta lição aprendemos que:
1. Mateus demonstra que o sofrimento, o escárnio e
crucificação de Jesus aconteceram segundo o
que estava previsto nas Escrituras;
2. A morte de cruz desprezada pelos judeus e
romanos passa a ser motivo de vitória e vida
eterna, mediante a justificação alcançada por
Cristo;
3. Discípulos secretos saem do anonimato e
providenciam um sepultamento digno a Jesus.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
LIÇÕES BÍBLICAS DE JOVENS. Seu Reino não Terá Fim:
vida e obra de Jesus, segundo o Evangelho de Mateus. 1 TRI
2018. Rio de Janeiro: CPAD, 2017.
NEVES, Natalino das. Seu Reino não terá Fim: vida e obra
de Jesus, segundo o Evangelho de Mateus. Rio de Janeiro:
CPAD, 2017.
REFERÊNCIAS
Pr. Natalino das Neves
www.natalinodasneves.blogspot.com.br
Facebook: www.facebook.com/natalino.neves
Contatos:
natalino6612@gmail.com
(41) 98409 8094 (TIM)

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Lição 10 - Cristo crucificado, está consumado - LBJ 1 tr 2018

  • 1.
  • 2.
  • 4. a) A vida e sofrimento de Jesus era cumprimento das escrituras: • O relato da vida e obra de Jesus segue um plano divino previamente estabelecido; • A partir da crucificação as relações com as Escrituras se intensificam, pois a paixão e ressurreição de Cristo são fundamentos principais para o cristianismo; • Ver quadro demonstrativo até o flagelo de Jesus: I. A CRUCIFICAÇÃO DE JESUS (MT 27.32-44)
  • 5. ACONTECIMENTO TEXTO BÍBLICO - CUMPRIMENTO Na entrada triunfal de Jesus em Jerusalém. Is 62.11; Zc 9.9 A purificação do templo. Is 56.7 Indicação de que haveria um traidor. Sl 41 Na última ceia a alusão ao sangue da aliança. Ex 24.8 Prisão de Jesus e a fuga dos discípulos. Zc 13.7 No Getsêmani – oração. Sl 43.5 Condenação à morte pelo Sinédrio. Sl 31.14 Traição de Judas. Zc 11.12 Flagelação de Jesus. Is 50.6
  • 6. b) O flagelo e escárnios no caminho do Gólgota: • O caminho para a cruz é um caminho de zombaria generalizada: deboche sobre sua realeza pelos líderes judeus (Mt 26.57-68) e pelos oficiais romanos (Mt 27.27- 31). • A caminhada até o Gólgota é acompanhada de atos de violência e opressão. • Possibilidade de alívio (Simão, o Cireneu); • Após a crucificação é oferecido vinho misturado com fel (Sl 69.21). c) A crucificação sob a acusação de ser “O REI DOS JUDEUS”: • Não obstante os descasos anteriores, em cima de sua cabeça, na cruz, puseram a acusação contra ele. I. A CRUCIFICAÇÃO DE JESUS (MT 27.32-44)
  • 7. a) A morte de Cruz: maldita pelos judeus e punição aos inimigos para os romanos: • A morte de cruz era desprezada tanto por judeus (questões religiosas – Dt 21.23) como pelos romanos (questões políticas). • Para os cristãos Jesus é o Rei-Messias que havia de vir, o Filho de Deus que venceu a morte e trouxe vida eterna a todas as pessoas . II. A MORTE DE JESUS (MT 27.45-51)
  • 8. b) A morte como sacrifício perfeito à justificação da humanidade: • O sentimento de abandono pela separação de Deus por causa do pecado da humanidade; • Retrato falado do salmo 22 - abandono progressivo: • por Judas (26.14-16,48-49); • pelos discípulos (26.56); • por Pedro (26.69-75); • pelas multidões (27.21-22), por fim, • se sente abandonado por Deus. • Então, surge o último grito: “E Jesus, clamando outra vez com grande voz, entregou o espírito”. • Uma referência ao Sl 31.5, palavras de confiança e entrega voluntária à Deus. II. A MORTE DE JESUS (MT 27.45-51)
  • 9. c) A eficácia da morte de Jesus: • A eficácia da morte de Jesus é confirmada por sinais (Mt 27.51-56): • véu da separação do templo se rasga em dois; • Terremoto; • as rochas se fendem; e • muitos mortos ressuscitam. • O sacrifício vicário de Jesus (perfeito e único) inutilizou toda forma de sacrifício para justificação. II. A MORTE DE JESUS (MT 27.45-51)
  • 10. “A morte tida como maldita pelos judeus e como controle de subversão para os romanos, se torna símbolo da vitória de Jesus sobre a própria morte, uma morte vitoriosa que produz vida eterna” (NEVES, 2017, p. 113).
  • 11. a) José de Arimateia, o discípulo secreto que pede o corpo de Jesus: • José de Arimateia era um homem rico, membro do Sinédrio e discípulo secreto de Jesus. • Um claro testemunho de que os discursos de Jesus influenciaram também pessoas da elite de Israel. João cita também Nicodemos. b) Jesus é sepultado em túmulo emprestado: • José de Arimateia e Nicodemos fazem uma cuidadosa e completa unção do corpo (costume judaico). • Jesus foi colocado em um sepulcro novo, que nunca tinha sido usado, uma tumba talhada na rocha e próximo do local da crucificação (Jo 19.41). III. O SEPULTAMENTO DE JESUS (MT 27.57-61)
  • 12. c) A guarda do sepulcro: • Duas mulheres permanecem em frente do sepulcro, Maria Madalena e a outra Maria - continuidade como testemunha, a morte (27,55-56), agora o sepultamento; • Enquanto os discípulos fugiram, estas mulheres permaneceram firmes ao lado do corpo de Jesus; • Todavia, outro grupo também ficou preocupado com o túmulo de Jesus, os chefes dos sacerdotes e os fariseus. • Os discípulos se esqueceram da promessa de Jesus de que ressuscitaria ao terceiro dia, mas este grupo não esqueceu. III. O SEPULTAMENTO DE JESUS (MT 27.57-61)
  • 13. Nesta lição aprendemos que: 1. Mateus demonstra que o sofrimento, o escárnio e crucificação de Jesus aconteceram segundo o que estava previsto nas Escrituras; 2. A morte de cruz desprezada pelos judeus e romanos passa a ser motivo de vitória e vida eterna, mediante a justificação alcançada por Cristo; 3. Discípulos secretos saem do anonimato e providenciam um sepultamento digno a Jesus. CONSIDERAÇÕES FINAIS
  • 14. LIÇÕES BÍBLICAS DE JOVENS. Seu Reino não Terá Fim: vida e obra de Jesus, segundo o Evangelho de Mateus. 1 TRI 2018. Rio de Janeiro: CPAD, 2017. NEVES, Natalino das. Seu Reino não terá Fim: vida e obra de Jesus, segundo o Evangelho de Mateus. Rio de Janeiro: CPAD, 2017. REFERÊNCIAS
  • 15. Pr. Natalino das Neves www.natalinodasneves.blogspot.com.br Facebook: www.facebook.com/natalino.neves Contatos: natalino6612@gmail.com (41) 98409 8094 (TIM)