SlideShare uma empresa Scribd logo
EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO Os superiores e osinferiores
A autoridade, tanto quanto a riqueza, é uma delegação de que terá de prestar contas aquele que se ache dela investido. Não julgueis que lhe seja ela conferida para lhe proporcionar o vão prazer de mandar; nem, conforme o supõe a maioria dos potentados da Terra, como um direito, uma propriedade.
Divaldo P. Franco nosrelata o caso de um vereadorqueveioatéelereclamando do descasoqueantigospolíticostinham com a suacidade, e o sacrifícioqueeleestavafazendoparamelhorar o local ondenasceu.Joana de Ângelisdisse a Divaldo, queesteirmão(o vereador) estava entre ospolíticosquelesaramestamesmacidade no passado, e o mesmoretornavaparaconsertar o queeleajudou a destruir.
A ninguém cabe dizer que uma coisa lhe pertence, quando lhe pode ser tirada sem seu consentimento. Deus confere a autoridade a título de missão, ou de prova, quando o entende, e a retira quando julga conveniente.Ex: Pilatos disse a Jesus se Ele era mesmo um Rei, e Jesus respondeu que sim, mas o “O Meu Reino Não É  Deste Mundo” .
Quem quer que seja depositário de autoridade, seja qual for a sua extensão, desde a do senhor sobre o seu servo, até a do soberano sobre o seu povo, não deve olvidar que tem almas a seu cargo; Que responderá pela boa ou má diretriz que dê aos seus subordinados e que sobre ele recairão as faltas que estes cometam, os vícios a que sejam arrastados em conseqüência dessa diretriz ou dos maus exemplos, do mesmo modo que colherá os frutos da solicitude que empregar para os conduzir ao bem. Todo homem tem na Terra uma missão, grande ou pequena; qualquer que ela seja, sempre lhe é dada para o bem; falseá-la em seu princípio é, pois, falir ao seu desempenho.
Assim como pergunta ao rico: “Que fizeste da riqueza que nas tuas mãos devera ser um manancial a espalhar a fecundidade ao teu derredor”, Também Deus inquirirá daquele que disponha de alguma autoridade: “Que uso fizeste dessa autoridade? Que males evitaste? Que progresso facultaste? Se te dei subordinados, não foi para que os fizesses escravos da tua vontade, nem instrumentos dóceis aos teus caprichos ou à tua cupidez; fiz-te forte e confiei-te os que eram fracos, para que os amparasses e ajudasses a subir ao meu seio.”
Ensina-lhe o Espiritismo que, se eles hoje lhe obedecem, talvez já lhe tenham dado ordens, ou poderão dar-lhas mais tarde, e que ele então será tratado conforme os haja tratado, quando sobre eles exercia autoridade.Ex: No livro 50 anos depois, O Senador Romano PúbliosLentulus retorna como um sábio, mas na condição difícil de escravo.
Mas, se o superior tem deveres a cumprir, o inferior, de seu lado, também os tem e não menos sagrados. Se for espírita, sua consciência ainda mais imperiosamente lhe dirá que não pode considerar-se dispensado de cumpri-los, nem mesmo quando o seu chefe deixe de dar cumprimento aos que lhe correm, porquanto sabe muito bem não ser lícito retribuir o mal com o mal e que as faltas de uns não justificam as de outrem. Ex: Algunscolegasdisseramao Major Oséasqueeste, por se destacar no seusetor de trabalho, osprejudicava, “queimando o fime” com o Coronel que a todoscomandava.
Se a sua posição lhe acarreta sofrimentos, reconhecerá que sem dúvida os mereceu, porque, provavelmente, abusou outrora da autoridade que tinha, cabendo-lhe, portanto, experimentar a seu turno o que fizera sofressem os outros. Se se vê forçado a suportar essa posição, por não encontrar outra melhor, o Espiritismo lhe ensina a resignar-se, como constituindo isso uma prova para a sua humildade, necessária ao seu adiantamento. Ex: Nenhum de nóssomosvítimasinocentes.
Sua crença lhe orienta a conduta e o induz a proceder como quereria que seus subordinados procedessem para com ele, caso fosse o chefe.Por isso mesmo, mais escrupuloso se mostra no cumprimento de suas obrigações, pois compreende que toda negligência no trabalho que lhe está determinado redunda em prejuízo para aquele que o remunera e a quem deve ele o seu tempo e os seus esforços. Numa palavra: solicita-o o sentimento do dever, oriundo da sua fé, e a certeza de que todo afastamento do caminho reto implica uma dívida que, cedo ou tarde, terá de pagar.François-Nicolas-Madeleine, Cardeal Morlot. (Paris, 1863.)
LINDO VÍDEO COM MENSAGEM DE CHICO XAVIER E EMMANUELTÍTULO : VENCERÁSFIM

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Estranha moral ESE Cap XXIII
Estranha moral ESE Cap XXIIIEstranha moral ESE Cap XXIII
Estranha moral ESE Cap XXIII
grupodepaisceb
 
A lei de amor (ESE, Cap XI, item 8)
A lei de amor (ESE, Cap XI, item 8)A lei de amor (ESE, Cap XI, item 8)
A lei de amor (ESE, Cap XI, item 8)
RobertoAilton
 
Progressão dos Mundos e dos Espíritos: Há muitas moradas na casa de meu
Progressão dos Mundos e dos Espíritos: Há muitas moradas na casa de meuProgressão dos Mundos e dos Espíritos: Há muitas moradas na casa de meu
Progressão dos Mundos e dos Espíritos: Há muitas moradas na casa de meu
Eduardo Ottonelli Pithan
 
Causas das aflições
Causas das afliçõesCausas das aflições
Causas das aflições
Eduardo Ottonelli Pithan
 
Deus Mamom e o Evangelho ( segundo o espiritismo).
Deus Mamom e o Evangelho ( segundo o espiritismo). Deus Mamom e o Evangelho ( segundo o espiritismo).
Deus Mamom e o Evangelho ( segundo o espiritismo).
Leonardo Pereira
 
Conhece se a árvore pelos frutos gec 03-09-2011
Conhece se a árvore pelos frutos gec 03-09-2011Conhece se a árvore pelos frutos gec 03-09-2011
Conhece se a árvore pelos frutos gec 03-09-2011
Izabel Cristina Fonseca
 
Palestra Espírita - A paciência
Palestra Espírita - A paciênciaPalestra Espírita - A paciência
Palestra Espírita - A paciência
Divulgador do Espiritismo
 
O Papel do Centro Espírita
O Papel do Centro EspíritaO Papel do Centro Espírita
O Papel do Centro Espírita
Ricardo Azevedo
 
Palestra ESE cap17 Sede perfeitos
Palestra ESE cap17 Sede perfeitosPalestra ESE cap17 Sede perfeitos
Palestra ESE cap17 Sede perfeitos
Tiburcio Santos
 
Objetivo da encarnação
Objetivo da encarnaçãoObjetivo da encarnação
Objetivo da encarnação
Izabel Cristina Fonseca
 
A cólera - E.S.E. Cap IX itens 9 e 10
A cólera - E.S.E. Cap IX itens 9 e 10A cólera - E.S.E. Cap IX itens 9 e 10
A cólera - E.S.E. Cap IX itens 9 e 10
Francisco de Assis Alencar
 
Fé humana e fé divina!
Fé humana e fé divina!Fé humana e fé divina!
Fé humana e fé divina!
Leonardo Pereira
 
Evangeliza - O dever
Evangeliza - O deverEvangeliza - O dever
Evangeliza - O dever
Antonino Silva
 
Desencarne na visão espírita
Desencarne na visão espíritaDesencarne na visão espírita
Desencarne na visão espírita
Eduardo Ottonelli Pithan
 
Jugo leve
Jugo leveJugo leve
Jugo leve
Candice Gunther
 
Cap. 11 itens 8 a 10 - a lei de amor
Cap. 11   itens 8 a 10 - a lei de amor Cap. 11   itens 8 a 10 - a lei de amor
Cap. 11 itens 8 a 10 - a lei de amor
JulianoCarvalho29
 
DOLOROSO REMÉDIO (O MAL E O REMÉDIO)
DOLOROSO REMÉDIO (O MAL E O REMÉDIO)DOLOROSO REMÉDIO (O MAL E O REMÉDIO)
DOLOROSO REMÉDIO (O MAL E O REMÉDIO)
Jorge Luiz dos Santos
 
Cap. 1 NãO Vim Destruir A Lei
Cap. 1 NãO Vim Destruir A LeiCap. 1 NãO Vim Destruir A Lei
Cap. 1 NãO Vim Destruir A Lei
Cavalcante Melo Junior Eudes
 
Ressurreição e Reencarnação (Palestra Espírita)
Ressurreição e Reencarnação (Palestra Espírita)Ressurreição e Reencarnação (Palestra Espírita)
Ressurreição e Reencarnação (Palestra Espírita)
Marcos Antônio Alves
 
O CARÁTER EDUCATIVO DA DOR
O CARÁTER EDUCATIVO DA DORO CARÁTER EDUCATIVO DA DOR
O CARÁTER EDUCATIVO DA DOR
Jorge Luiz dos Santos
 

Mais procurados (20)

Estranha moral ESE Cap XXIII
Estranha moral ESE Cap XXIIIEstranha moral ESE Cap XXIII
Estranha moral ESE Cap XXIII
 
A lei de amor (ESE, Cap XI, item 8)
A lei de amor (ESE, Cap XI, item 8)A lei de amor (ESE, Cap XI, item 8)
A lei de amor (ESE, Cap XI, item 8)
 
Progressão dos Mundos e dos Espíritos: Há muitas moradas na casa de meu
Progressão dos Mundos e dos Espíritos: Há muitas moradas na casa de meuProgressão dos Mundos e dos Espíritos: Há muitas moradas na casa de meu
Progressão dos Mundos e dos Espíritos: Há muitas moradas na casa de meu
 
Causas das aflições
Causas das afliçõesCausas das aflições
Causas das aflições
 
Deus Mamom e o Evangelho ( segundo o espiritismo).
Deus Mamom e o Evangelho ( segundo o espiritismo). Deus Mamom e o Evangelho ( segundo o espiritismo).
Deus Mamom e o Evangelho ( segundo o espiritismo).
 
Conhece se a árvore pelos frutos gec 03-09-2011
Conhece se a árvore pelos frutos gec 03-09-2011Conhece se a árvore pelos frutos gec 03-09-2011
Conhece se a árvore pelos frutos gec 03-09-2011
 
Palestra Espírita - A paciência
Palestra Espírita - A paciênciaPalestra Espírita - A paciência
Palestra Espírita - A paciência
 
O Papel do Centro Espírita
O Papel do Centro EspíritaO Papel do Centro Espírita
O Papel do Centro Espírita
 
Palestra ESE cap17 Sede perfeitos
Palestra ESE cap17 Sede perfeitosPalestra ESE cap17 Sede perfeitos
Palestra ESE cap17 Sede perfeitos
 
Objetivo da encarnação
Objetivo da encarnaçãoObjetivo da encarnação
Objetivo da encarnação
 
A cólera - E.S.E. Cap IX itens 9 e 10
A cólera - E.S.E. Cap IX itens 9 e 10A cólera - E.S.E. Cap IX itens 9 e 10
A cólera - E.S.E. Cap IX itens 9 e 10
 
Fé humana e fé divina!
Fé humana e fé divina!Fé humana e fé divina!
Fé humana e fé divina!
 
Evangeliza - O dever
Evangeliza - O deverEvangeliza - O dever
Evangeliza - O dever
 
Desencarne na visão espírita
Desencarne na visão espíritaDesencarne na visão espírita
Desencarne na visão espírita
 
Jugo leve
Jugo leveJugo leve
Jugo leve
 
Cap. 11 itens 8 a 10 - a lei de amor
Cap. 11   itens 8 a 10 - a lei de amor Cap. 11   itens 8 a 10 - a lei de amor
Cap. 11 itens 8 a 10 - a lei de amor
 
DOLOROSO REMÉDIO (O MAL E O REMÉDIO)
DOLOROSO REMÉDIO (O MAL E O REMÉDIO)DOLOROSO REMÉDIO (O MAL E O REMÉDIO)
DOLOROSO REMÉDIO (O MAL E O REMÉDIO)
 
Cap. 1 NãO Vim Destruir A Lei
Cap. 1 NãO Vim Destruir A LeiCap. 1 NãO Vim Destruir A Lei
Cap. 1 NãO Vim Destruir A Lei
 
Ressurreição e Reencarnação (Palestra Espírita)
Ressurreição e Reencarnação (Palestra Espírita)Ressurreição e Reencarnação (Palestra Espírita)
Ressurreição e Reencarnação (Palestra Espírita)
 
O CARÁTER EDUCATIVO DA DOR
O CARÁTER EDUCATIVO DA DORO CARÁTER EDUCATIVO DA DOR
O CARÁTER EDUCATIVO DA DOR
 

Semelhante a Os superiores e os inferiores

Superiores e inferiores 2
Superiores e inferiores 2Superiores e inferiores 2
Superiores e inferiores 2
Manoel Gamas
 
Superiores e inferiores 2
Superiores e inferiores 2Superiores e inferiores 2
Superiores e inferiores 2
Manoel Gamas
 
Superiores e inferiores
Superiores e inferioresSuperiores e inferiores
Superiores e inferiores
Manoel Gamas
 
LE 872 ESE cap13_item1
LE 872 ESE cap13_item1LE 872 ESE cap13_item1
LE 872 ESE cap13_item1
Patricia Farias
 
Preces Gerais - Oração Dominical
Preces Gerais - Oração DominicalPreces Gerais - Oração Dominical
Preces Gerais - Oração Dominical
Eduardo Henrique Marçal
 
Livro dos espiritos - questoes 803 a 805 - igualdade natural e desigualdade d...
Livro dos espiritos - questoes 803 a 805 - igualdade natural e desigualdade d...Livro dos espiritos - questoes 803 a 805 - igualdade natural e desigualdade d...
Livro dos espiritos - questoes 803 a 805 - igualdade natural e desigualdade d...
Antonio Braga
 
Perfeitos ou submissos?
Perfeitos ou submissos?Perfeitos ou submissos?
Perfeitos ou submissos?
Natanael Araujo
 
LE 475 e ESE cap3 item19
LE 475 e ESE cap3 item19LE 475 e ESE cap3 item19
LE 475 e ESE cap3 item19
Patricia Farias
 
O Livre Arbitrio
O Livre ArbitrioO Livre Arbitrio
O Livre Arbitrio
Rivaldo Guedes Corrêa. Jr
 
Le 814 ese_cap11_item10
Le 814 ese_cap11_item10Le 814 ese_cap11_item10
Le 814 ese_cap11_item10
Patricia Farias
 
Apostila autoridade espiritual.
Apostila autoridade espiritual.Apostila autoridade espiritual.
Apostila autoridade espiritual.
Decima Renovada
 
A soberana graça de deus e a responsabilidade do homem (charles haddon spurgeon)
A soberana graça de deus e a responsabilidade do homem (charles haddon spurgeon)A soberana graça de deus e a responsabilidade do homem (charles haddon spurgeon)
A soberana graça de deus e a responsabilidade do homem (charles haddon spurgeon)
Deusdete Soares
 
Estudos do evangelho11
Estudos do evangelho11Estudos do evangelho11
Estudos do evangelho11
Leonardo Pereira
 
FéFé
Estudos do evangelho 21
Estudos do evangelho 21Estudos do evangelho 21
Estudos do evangelho 21
Leonardo Pereira
 

Semelhante a Os superiores e os inferiores (15)

Superiores e inferiores 2
Superiores e inferiores 2Superiores e inferiores 2
Superiores e inferiores 2
 
Superiores e inferiores 2
Superiores e inferiores 2Superiores e inferiores 2
Superiores e inferiores 2
 
Superiores e inferiores
Superiores e inferioresSuperiores e inferiores
Superiores e inferiores
 
LE 872 ESE cap13_item1
LE 872 ESE cap13_item1LE 872 ESE cap13_item1
LE 872 ESE cap13_item1
 
Preces Gerais - Oração Dominical
Preces Gerais - Oração DominicalPreces Gerais - Oração Dominical
Preces Gerais - Oração Dominical
 
Livro dos espiritos - questoes 803 a 805 - igualdade natural e desigualdade d...
Livro dos espiritos - questoes 803 a 805 - igualdade natural e desigualdade d...Livro dos espiritos - questoes 803 a 805 - igualdade natural e desigualdade d...
Livro dos espiritos - questoes 803 a 805 - igualdade natural e desigualdade d...
 
Perfeitos ou submissos?
Perfeitos ou submissos?Perfeitos ou submissos?
Perfeitos ou submissos?
 
LE 475 e ESE cap3 item19
LE 475 e ESE cap3 item19LE 475 e ESE cap3 item19
LE 475 e ESE cap3 item19
 
O Livre Arbitrio
O Livre ArbitrioO Livre Arbitrio
O Livre Arbitrio
 
Le 814 ese_cap11_item10
Le 814 ese_cap11_item10Le 814 ese_cap11_item10
Le 814 ese_cap11_item10
 
Apostila autoridade espiritual.
Apostila autoridade espiritual.Apostila autoridade espiritual.
Apostila autoridade espiritual.
 
A soberana graça de deus e a responsabilidade do homem (charles haddon spurgeon)
A soberana graça de deus e a responsabilidade do homem (charles haddon spurgeon)A soberana graça de deus e a responsabilidade do homem (charles haddon spurgeon)
A soberana graça de deus e a responsabilidade do homem (charles haddon spurgeon)
 
Estudos do evangelho11
Estudos do evangelho11Estudos do evangelho11
Estudos do evangelho11
 
FéFé
 
Estudos do evangelho 21
Estudos do evangelho 21Estudos do evangelho 21
Estudos do evangelho 21
 

Mais de Izabel Cristina Fonseca

O advento do cristo
O advento do cristoO advento do cristo
O advento do cristo
Izabel Cristina Fonseca
 
Misterios ocultos aos doutos e prudentes
Misterios ocultos aos doutos e prudentesMisterios ocultos aos doutos e prudentes
Misterios ocultos aos doutos e prudentes
Izabel Cristina Fonseca
 
Melodia natalina
Melodia natalinaMelodia natalina
Melodia natalina
Izabel Cristina Fonseca
 
Bem aventurados os que temos olhos fechados
Bem aventurados os que temos olhos fechadosBem aventurados os que temos olhos fechados
Bem aventurados os que temos olhos fechados
Izabel Cristina Fonseca
 
Se a vossa mao e motivo de escandalo, cortai-a
Se a vossa mao e motivo de escandalo, cortai-aSe a vossa mao e motivo de escandalo, cortai-a
Se a vossa mao e motivo de escandalo, cortai-a
Izabel Cristina Fonseca
 
Misterios ocultos aos prudentes
Misterios ocultos aos prudentesMisterios ocultos aos prudentes
Misterios ocultos aos prudentes
Izabel Cristina Fonseca
 
Poemas
PoemasPoemas
Aquele que se eleva será rebaixado
Aquele que se eleva será rebaixado Aquele que se eleva será rebaixado
Aquele que se eleva será rebaixado
Izabel Cristina Fonseca
 
Solidão fonte viva
Solidão   fonte vivaSolidão   fonte viva
Solidão fonte viva
Izabel Cristina Fonseca
 
Simpatia
SimpatiaSimpatia
Progressão e escala espírita
Progressão e escala espíritaProgressão e escala espírita
Progressão e escala espírita
Izabel Cristina Fonseca
 
Palestra lei destruição
Palestra lei destruiçãoPalestra lei destruição
Palestra lei destruição
Izabel Cristina Fonseca
 
Pal janfevmar 2017
Pal janfevmar 2017Pal janfevmar 2017
Pal janfevmar 2017
Izabel Cristina Fonseca
 
Oração nossa
Oração nossaOração nossa
Oração nossa
Izabel Cristina Fonseca
 
O mancebo rico
O mancebo ricoO mancebo rico
O mancebo rico
Izabel Cristina Fonseca
 
O bem e o mal esde - leis divinas
O bem e o mal  esde - leis divinasO bem e o mal  esde - leis divinas
O bem e o mal esde - leis divinas
Izabel Cristina Fonseca
 
Natal palestra
Natal palestraNatal palestra
Natal palestra
Izabel Cristina Fonseca
 
Não desanimar bezerra
Não desanimar   bezerraNão desanimar   bezerra
Não desanimar bezerra
Izabel Cristina Fonseca
 
Inteligência e instinto
Inteligência e instintoInteligência e instinto
Inteligência e instinto
Izabel Cristina Fonseca
 
Incompreensão palestra 2016
Incompreensão   palestra 2016Incompreensão   palestra 2016
Incompreensão palestra 2016
Izabel Cristina Fonseca
 

Mais de Izabel Cristina Fonseca (20)

O advento do cristo
O advento do cristoO advento do cristo
O advento do cristo
 
Misterios ocultos aos doutos e prudentes
Misterios ocultos aos doutos e prudentesMisterios ocultos aos doutos e prudentes
Misterios ocultos aos doutos e prudentes
 
Melodia natalina
Melodia natalinaMelodia natalina
Melodia natalina
 
Bem aventurados os que temos olhos fechados
Bem aventurados os que temos olhos fechadosBem aventurados os que temos olhos fechados
Bem aventurados os que temos olhos fechados
 
Se a vossa mao e motivo de escandalo, cortai-a
Se a vossa mao e motivo de escandalo, cortai-aSe a vossa mao e motivo de escandalo, cortai-a
Se a vossa mao e motivo de escandalo, cortai-a
 
Misterios ocultos aos prudentes
Misterios ocultos aos prudentesMisterios ocultos aos prudentes
Misterios ocultos aos prudentes
 
Poemas
PoemasPoemas
Poemas
 
Aquele que se eleva será rebaixado
Aquele que se eleva será rebaixado Aquele que se eleva será rebaixado
Aquele que se eleva será rebaixado
 
Solidão fonte viva
Solidão   fonte vivaSolidão   fonte viva
Solidão fonte viva
 
Simpatia
SimpatiaSimpatia
Simpatia
 
Progressão e escala espírita
Progressão e escala espíritaProgressão e escala espírita
Progressão e escala espírita
 
Palestra lei destruição
Palestra lei destruiçãoPalestra lei destruição
Palestra lei destruição
 
Pal janfevmar 2017
Pal janfevmar 2017Pal janfevmar 2017
Pal janfevmar 2017
 
Oração nossa
Oração nossaOração nossa
Oração nossa
 
O mancebo rico
O mancebo ricoO mancebo rico
O mancebo rico
 
O bem e o mal esde - leis divinas
O bem e o mal  esde - leis divinasO bem e o mal  esde - leis divinas
O bem e o mal esde - leis divinas
 
Natal palestra
Natal palestraNatal palestra
Natal palestra
 
Não desanimar bezerra
Não desanimar   bezerraNão desanimar   bezerra
Não desanimar bezerra
 
Inteligência e instinto
Inteligência e instintoInteligência e instinto
Inteligência e instinto
 
Incompreensão palestra 2016
Incompreensão   palestra 2016Incompreensão   palestra 2016
Incompreensão palestra 2016
 

Último

13 - Estudo dos Relacionamentos do Cristão
13 - Estudo dos Relacionamentos do Cristão13 - Estudo dos Relacionamentos do Cristão
13 - Estudo dos Relacionamentos do Cristão
PIB Penha
 
15 - Renúncia - Escolha a vida para viver.pdf
15 - Renúncia - Escolha a vida para viver.pdf15 - Renúncia - Escolha a vida para viver.pdf
15 - Renúncia - Escolha a vida para viver.pdf
PIB Penha
 
9 - Negação e Afirmação na Vida do Cristão-Alvo da Lição: Entender que ser cr...
9 - Negação e Afirmação na Vida do Cristão-Alvo da Lição: Entender que ser cr...9 - Negação e Afirmação na Vida do Cristão-Alvo da Lição: Entender que ser cr...
9 - Negação e Afirmação na Vida do Cristão-Alvo da Lição: Entender que ser cr...
PIB Penha
 
14 - Um Convite à Oração. Incentivar a orar
14 - Um Convite à Oração. Incentivar a orar14 - Um Convite à Oração. Incentivar a orar
14 - Um Convite à Oração. Incentivar a orar
PIB Penha
 
12 - A ambição do Cristão. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira ambição ...
12 - A ambição do Cristão. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira  ambição ...12 - A ambição do Cristão. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira  ambição ...
12 - A ambição do Cristão. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira ambição ...
PIB Penha
 
11 - A oração que Deus atende. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira ambi...
11 - A oração que Deus atende. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira  ambi...11 - A oração que Deus atende. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira  ambi...
11 - A oração que Deus atende. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira ambi...
PIB Penha
 
Palestra ECC - A Fé nos Reverses da Vida.pptx
Palestra ECC - A Fé nos Reverses da Vida.pptxPalestra ECC - A Fé nos Reverses da Vida.pptx
Palestra ECC - A Fé nos Reverses da Vida.pptx
NEDIONOSSOMUNDO
 
PREGUE A MISSÃO - 15 Esboços de Sermões sobre Missões e Evangelização - Sammi...
PREGUE A MISSÃO - 15 Esboços de Sermões sobre Missões e Evangelização - Sammi...PREGUE A MISSÃO - 15 Esboços de Sermões sobre Missões e Evangelização - Sammi...
PREGUE A MISSÃO - 15 Esboços de Sermões sobre Missões e Evangelização - Sammi...
Sammis Reachers
 
16 - O compromisso do cristão.Relacionamento do crente com Deus
16 - O compromisso do cristão.Relacionamento do crente com Deus16 - O compromisso do cristão.Relacionamento do crente com Deus
16 - O compromisso do cristão.Relacionamento do crente com Deus
PIB Penha
 
Discipulado Kids 01 Cristão Lição 01.pdf
Discipulado Kids 01 Cristão Lição 01.pdfDiscipulado Kids 01 Cristão Lição 01.pdf
Discipulado Kids 01 Cristão Lição 01.pdf
LEILANEGOUVEIA1
 
Oração Para Pedir A Bondade
Oração Para Pedir A BondadeOração Para Pedir A Bondade
Oração Para Pedir A Bondade
Nilson Almeida
 
metafc3adsica-da-sac3bade-vol-4-luiz-gasparetto.pdf
metafc3adsica-da-sac3bade-vol-4-luiz-gasparetto.pdfmetafc3adsica-da-sac3bade-vol-4-luiz-gasparetto.pdf
metafc3adsica-da-sac3bade-vol-4-luiz-gasparetto.pdf
GuilhermeCerqueira17
 
10 - A Piedade do Cristão.Alvo da Lição: Entender que o dar esmolas, orar e...
10 - A Piedade do Cristão.Alvo da Lição: Entender que o dar esmolas, orar  e...10 - A Piedade do Cristão.Alvo da Lição: Entender que o dar esmolas, orar  e...
10 - A Piedade do Cristão.Alvo da Lição: Entender que o dar esmolas, orar e...
PIB Penha
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 143 - Não Tiranizes
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 143 - Não TiranizesSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 143 - Não Tiranizes
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 143 - Não Tiranizes
Ricardo Azevedo
 

Último (14)

13 - Estudo dos Relacionamentos do Cristão
13 - Estudo dos Relacionamentos do Cristão13 - Estudo dos Relacionamentos do Cristão
13 - Estudo dos Relacionamentos do Cristão
 
15 - Renúncia - Escolha a vida para viver.pdf
15 - Renúncia - Escolha a vida para viver.pdf15 - Renúncia - Escolha a vida para viver.pdf
15 - Renúncia - Escolha a vida para viver.pdf
 
9 - Negação e Afirmação na Vida do Cristão-Alvo da Lição: Entender que ser cr...
9 - Negação e Afirmação na Vida do Cristão-Alvo da Lição: Entender que ser cr...9 - Negação e Afirmação na Vida do Cristão-Alvo da Lição: Entender que ser cr...
9 - Negação e Afirmação na Vida do Cristão-Alvo da Lição: Entender que ser cr...
 
14 - Um Convite à Oração. Incentivar a orar
14 - Um Convite à Oração. Incentivar a orar14 - Um Convite à Oração. Incentivar a orar
14 - Um Convite à Oração. Incentivar a orar
 
12 - A ambição do Cristão. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira ambição ...
12 - A ambição do Cristão. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira  ambição ...12 - A ambição do Cristão. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira  ambição ...
12 - A ambição do Cristão. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira ambição ...
 
11 - A oração que Deus atende. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira ambi...
11 - A oração que Deus atende. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira  ambi...11 - A oração que Deus atende. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira  ambi...
11 - A oração que Deus atende. Alvo da Lição: Entender que a verdadeira ambi...
 
Palestra ECC - A Fé nos Reverses da Vida.pptx
Palestra ECC - A Fé nos Reverses da Vida.pptxPalestra ECC - A Fé nos Reverses da Vida.pptx
Palestra ECC - A Fé nos Reverses da Vida.pptx
 
PREGUE A MISSÃO - 15 Esboços de Sermões sobre Missões e Evangelização - Sammi...
PREGUE A MISSÃO - 15 Esboços de Sermões sobre Missões e Evangelização - Sammi...PREGUE A MISSÃO - 15 Esboços de Sermões sobre Missões e Evangelização - Sammi...
PREGUE A MISSÃO - 15 Esboços de Sermões sobre Missões e Evangelização - Sammi...
 
16 - O compromisso do cristão.Relacionamento do crente com Deus
16 - O compromisso do cristão.Relacionamento do crente com Deus16 - O compromisso do cristão.Relacionamento do crente com Deus
16 - O compromisso do cristão.Relacionamento do crente com Deus
 
Discipulado Kids 01 Cristão Lição 01.pdf
Discipulado Kids 01 Cristão Lição 01.pdfDiscipulado Kids 01 Cristão Lição 01.pdf
Discipulado Kids 01 Cristão Lição 01.pdf
 
Oração Para Pedir A Bondade
Oração Para Pedir A BondadeOração Para Pedir A Bondade
Oração Para Pedir A Bondade
 
metafc3adsica-da-sac3bade-vol-4-luiz-gasparetto.pdf
metafc3adsica-da-sac3bade-vol-4-luiz-gasparetto.pdfmetafc3adsica-da-sac3bade-vol-4-luiz-gasparetto.pdf
metafc3adsica-da-sac3bade-vol-4-luiz-gasparetto.pdf
 
10 - A Piedade do Cristão.Alvo da Lição: Entender que o dar esmolas, orar e...
10 - A Piedade do Cristão.Alvo da Lição: Entender que o dar esmolas, orar  e...10 - A Piedade do Cristão.Alvo da Lição: Entender que o dar esmolas, orar  e...
10 - A Piedade do Cristão.Alvo da Lição: Entender que o dar esmolas, orar e...
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 143 - Não Tiranizes
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 143 - Não TiranizesSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 143 - Não Tiranizes
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 143 - Não Tiranizes
 

Os superiores e os inferiores

  • 1. EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO Os superiores e osinferiores
  • 2. A autoridade, tanto quanto a riqueza, é uma delegação de que terá de prestar contas aquele que se ache dela investido. Não julgueis que lhe seja ela conferida para lhe proporcionar o vão prazer de mandar; nem, conforme o supõe a maioria dos potentados da Terra, como um direito, uma propriedade.
  • 3. Divaldo P. Franco nosrelata o caso de um vereadorqueveioatéelereclamando do descasoqueantigospolíticostinham com a suacidade, e o sacrifícioqueeleestavafazendoparamelhorar o local ondenasceu.Joana de Ângelisdisse a Divaldo, queesteirmão(o vereador) estava entre ospolíticosquelesaramestamesmacidade no passado, e o mesmoretornavaparaconsertar o queeleajudou a destruir.
  • 4. A ninguém cabe dizer que uma coisa lhe pertence, quando lhe pode ser tirada sem seu consentimento. Deus confere a autoridade a título de missão, ou de prova, quando o entende, e a retira quando julga conveniente.Ex: Pilatos disse a Jesus se Ele era mesmo um Rei, e Jesus respondeu que sim, mas o “O Meu Reino Não É Deste Mundo” .
  • 5. Quem quer que seja depositário de autoridade, seja qual for a sua extensão, desde a do senhor sobre o seu servo, até a do soberano sobre o seu povo, não deve olvidar que tem almas a seu cargo; Que responderá pela boa ou má diretriz que dê aos seus subordinados e que sobre ele recairão as faltas que estes cometam, os vícios a que sejam arrastados em conseqüência dessa diretriz ou dos maus exemplos, do mesmo modo que colherá os frutos da solicitude que empregar para os conduzir ao bem. Todo homem tem na Terra uma missão, grande ou pequena; qualquer que ela seja, sempre lhe é dada para o bem; falseá-la em seu princípio é, pois, falir ao seu desempenho.
  • 6. Assim como pergunta ao rico: “Que fizeste da riqueza que nas tuas mãos devera ser um manancial a espalhar a fecundidade ao teu derredor”, Também Deus inquirirá daquele que disponha de alguma autoridade: “Que uso fizeste dessa autoridade? Que males evitaste? Que progresso facultaste? Se te dei subordinados, não foi para que os fizesses escravos da tua vontade, nem instrumentos dóceis aos teus caprichos ou à tua cupidez; fiz-te forte e confiei-te os que eram fracos, para que os amparasses e ajudasses a subir ao meu seio.”
  • 7. Ensina-lhe o Espiritismo que, se eles hoje lhe obedecem, talvez já lhe tenham dado ordens, ou poderão dar-lhas mais tarde, e que ele então será tratado conforme os haja tratado, quando sobre eles exercia autoridade.Ex: No livro 50 anos depois, O Senador Romano PúbliosLentulus retorna como um sábio, mas na condição difícil de escravo.
  • 8. Mas, se o superior tem deveres a cumprir, o inferior, de seu lado, também os tem e não menos sagrados. Se for espírita, sua consciência ainda mais imperiosamente lhe dirá que não pode considerar-se dispensado de cumpri-los, nem mesmo quando o seu chefe deixe de dar cumprimento aos que lhe correm, porquanto sabe muito bem não ser lícito retribuir o mal com o mal e que as faltas de uns não justificam as de outrem. Ex: Algunscolegasdisseramao Major Oséasqueeste, por se destacar no seusetor de trabalho, osprejudicava, “queimando o fime” com o Coronel que a todoscomandava.
  • 9. Se a sua posição lhe acarreta sofrimentos, reconhecerá que sem dúvida os mereceu, porque, provavelmente, abusou outrora da autoridade que tinha, cabendo-lhe, portanto, experimentar a seu turno o que fizera sofressem os outros. Se se vê forçado a suportar essa posição, por não encontrar outra melhor, o Espiritismo lhe ensina a resignar-se, como constituindo isso uma prova para a sua humildade, necessária ao seu adiantamento. Ex: Nenhum de nóssomosvítimasinocentes.
  • 10. Sua crença lhe orienta a conduta e o induz a proceder como quereria que seus subordinados procedessem para com ele, caso fosse o chefe.Por isso mesmo, mais escrupuloso se mostra no cumprimento de suas obrigações, pois compreende que toda negligência no trabalho que lhe está determinado redunda em prejuízo para aquele que o remunera e a quem deve ele o seu tempo e os seus esforços. Numa palavra: solicita-o o sentimento do dever, oriundo da sua fé, e a certeza de que todo afastamento do caminho reto implica uma dívida que, cedo ou tarde, terá de pagar.François-Nicolas-Madeleine, Cardeal Morlot. (Paris, 1863.)
  • 11. LINDO VÍDEO COM MENSAGEM DE CHICO XAVIER E EMMANUELTÍTULO : VENCERÁSFIM