Primeiro Reinado (25 03 2010)

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Primeiro Reinado (25 03 2010)

  1. 1. CONSOLIDAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA PRIMEIRO REINADO
  2. 2. LUTAS INTERNAS RECONHECIMENTO INTERNACIONAL <ul><li>Primeiras Providências de D. Pedro I: </li></ul><ul><li>Consolidar a Independência no país. </li></ul><ul><li>Norte e Nordeste (militares e comerciantes portugueses) – controlavam o governo local. </li></ul><ul><li>Separação de Portugal não foi aceita de imediato nessas regiões. </li></ul><ul><li>Decidiram lutar para manter os laços com Portugal . </li></ul>
  3. 3. PARA COMBATER OS REVOLTOSOS <ul><li>D. Pedro I não tinha exército permanente </li></ul><ul><li>Contratar serviços militares de mercenários contando com o apoio dos grandes proprietários rurais do Centro- sul. </li></ul><ul><li>Alguns chefes mercenários: </li></ul><ul><ul><li>Lord Cochrane </li></ul></ul><ul><ul><li>Pierre Labatut </li></ul></ul><ul><ul><li>James Norton </li></ul></ul><ul><ul><li>John Taylor </li></ul></ul>
  4. 4. CONFRONTO <ul><li>Durante 1 ano tropas portuguesas x governo brasileiro. </li></ul><ul><li>Expansão da luta: Bahia, Maranhão, Piauí e Província Cisplatina (atual Uruguai). </li></ul><ul><li>Consequência: </li></ul><ul><li>- Derrota das províncias pelas forças de D. Pedro I. </li></ul><ul><li>- Em meados de 1823, todo o país estava nas mãos de D. Pedro I. </li></ul>
  5. 5. RECONHECIMENTO INTERNACIONAL A INDEPENDÊNCIA <ul><li>Demais nações latino americanas, após a independência adotaram a república como forma de governo. </li></ul><ul><li>Como o Brasil adotara a monarquia não queriam reconhecer a nossa independência (imperador português). </li></ul><ul><li>Em 1824 – Os Estados Unidos foram o primeiro país a reconhecer a nossa independência. </li></ul><ul><li>Em 1825 – o México. </li></ul>
  6. 6. RECONHECIMENTO INTERNACIONAL A INDEPENDÊNCIA <ul><li>Portugal reconheceu a nossa independência mediante acordo com a Inglaterra em troca de uma indenização de 2 milhões de libras esterlinas (moeda inglesa) a ser paga pelo Brasil. </li></ul><ul><li>Consequências: </li></ul><ul><ul><li>O Brasil aumentou sua dívida externa. </li></ul></ul><ul><ul><li>Inglaterra lucrou com a transação financeira. </li></ul></ul><ul><li>1825 - D. João VI recebeu o título honorário de imperador do Brasil. </li></ul><ul><li>Depois de Portugal, Inglaterra e demais países europeus reconheceram a independência do Brasil (sempre com vantagens econômicas). </li></ul>
  7. 7. VIAGENS INTERNACIONAIS PARA O ESTRANGEIRO <ul><li>1826 - Inglaterra exigiu que o Brasil acabasse com o tráfico negreiro e assina um tratado com os ingleses. </li></ul><ul><li>1831 – (lei) declarando livres os escravos importados da África a partir daquela data (permaneceu apenas no papel). </li></ul><ul><li>Outros países exigiram igualdade de tratamento para as importações e os ingleses pagariam só 15% de impostos que foi estendido as nações como França, Áustria, Bélgica e Dinamarca. </li></ul>
  8. 8. VIAGENS INTERNACIONAIS PARA O ESTRANGEIRO <ul><li>Durante todo o 1º Reinado as exportações brasileiras foram inferiores às importações gerando dificuldades e problemas financeiros ao governo. </li></ul><ul><li>Para cobrir o déficit da balança comercial , contraíam-se empréstimos em bancos estrangeiros. </li></ul>
  9. 9. PRIMEIRA CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA <ul><li>Em 03/06/1822 – convocada a 1ª Assembléia p/ elaborar a 1ª Constituição brasileira. </li></ul><ul><li>Mas a Assembléia conseguiu se instalar somente em 03 de maio de 1823 - (Projeto Constitucional). </li></ul><ul><li>A maioria dos membros da Assembléia pertencia o Partido Brasileiro – representava e defendia o interesse dos grandes proprietários rurais (elite que apoiara e dirigira o processo de independência do Brasil . </li></ul>
  10. 10. PROJETO DE CONSTITUIÇÃO DA ASSEMBLEIA - 1823 <ul><li>Características básicas: </li></ul><ul><li>Anticolonialismo: desejavam a recolonização do Brasil. O projeto proibia, os estrangeiros de ocuparem cargos públicos de representação nacional (deputados, senadores). </li></ul><ul><li>Antiabsolutismo: preocupação de limitar diminuir os poderes do imperador e valorizar e aumentar os poderes do poder legislativo. </li></ul><ul><li>O imperador não poderia: </li></ul><ul><li>- Dissolver o parlamento. </li></ul><ul><li>-As Forças Armadas deveria submeter-se às ordens do Legislativo e não às de D. Pedro I. </li></ul>
  11. 11. PROJETO DE CONSTITUIÇÃO DA ASSEMBLEIA - 1823 <ul><li>Classismo: intenção de manter o poder político nas mãos da classe dos grandes proprietários rurais. </li></ul><ul><ul><li>A maioria do povo não era considerada cidadão e por isso não tinha direito de votar e ser votada. </li></ul></ul><ul><ul><li>O eleitor precisava ter renda anual equivalente no mínimo, 150 alqueires de mandioca (Constituição da Mandioca). </li></ul></ul><ul><li>Ex: Ricos que não possuíssem terras não poderiam ser candidatos a deputados ou senadores. </li></ul>
  12. 12. REAÇÃO DE D. PEDRO I <ul><li>12 de novembro de 1823 – declarou a dissolução da Assembleia contando com o apoio das tropas imperiais. </li></ul><ul><li>José Bonifácio de Andrade e Silva e seus irmãos Antonio Carlos e Martim Francisco foram presos e expulsos do país. </li></ul><ul><li>Apoiado pelo Partido Português formado por militares e comerciantes D. Pedro assume o comando absoluto da nação. </li></ul>
  13. 13. REAÇÃO DE D. PEDRO I <ul><li>A dissolução da Assembleia Constituinte foi interpretada como um passo para a recolonização do país. </li></ul><ul><li>Esse era o objetivo dos representantes do Partido Português, que defendiam o Antiabsolutismo. </li></ul>
  14. 14. D. PEDRO OUTORGA A PRIMEIRA CONSTITUIÇÃO <ul><li>Para acalmar os ânimos o imperador nomeou uma comissão de dez brasileiros natos e incumbiu-os de elaborar uma Constituição , no prazo de 40 dias. </li></ul><ul><li>Em 25 de março de 1824, D. Pedro outorgou a primeira Constituição brasileira. </li></ul>
  15. 15. PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DA CONSTITUIÇÃO DE 1824 <ul><li>4 PODERES </li></ul><ul><li>Poder Executivo: exercido pelo Imperador e ministros de Estado . </li></ul><ul><li>Função: encarregado da administração pública e de garantir o cumprimento das leis. </li></ul><ul><li>Poder Legislativo : senadores e deputados. </li></ul><ul><li>Função: encarregado de elaborar as leis do império. Mandato de senador era vitalício e de deputado era de três anos. </li></ul>
  16. 16. PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DA CONSTITUIÇÃO DE 1824 <ul><li>Poder Judiciário : composto por juízes e tribunais. Seu órgão máximo era o Supremo Tribunal, com magistrados nomeados diretamente pelo imperador. Função: aplicar as leis e distribuir a justiça. </li></ul><ul><li>Poder Moderador: Exclusivo do Imperador. Estava acima dos demais poderes. Dava ao imperador autoridade para nomear ministros, juízes e senadores, demitir presidentes de províncias, dissolver a Câmera, vetar atos do legislativo...etc. </li></ul>
  17. 17. CONSELHO DE ESTADO <ul><li>Órgão composto por conselheiros vitalícios, nomeados diretamente pelo imperador, com idade mínima 40 anos, renda anual não inferior a 800 mil-réis. </li></ul><ul><li>Concentração de poderes fez com que o Partido Português, ficasse satisfeito, mas deixou desgostoso o Partido Brasileiro e o grupo dos liberais. </li></ul>
  18. 18. <ul><li>Observe que: </li></ul><ul><li>Só os ricos podiam votar e ser eleitos. </li></ul><ul><li>Os comerciantes portugueses garantiram sua participação na vida política. </li></ul>
  19. 19. RELAÇÃO ENTRE A IGREJA E O ESTADO <ul><li>O Catolicismo foi declarado a religião oficial do Brasil. </li></ul><ul><li>Regime de padroado que submetia a igreja católica ao controle político do imperador. </li></ul><ul><li>Os membros da igreja recebiam ordenado do governo (funcionários públicos). </li></ul><ul><li>O imperador nomeava sacerdotes para os cargos eclesiásticos. </li></ul>
  20. 20. CONFEDERAÇÃO DO EQUADOR <ul><li>O autoritarismo de D. Pedro I provocou: </li></ul><ul><ul><li>Revolta nos políticos de pensamento liberal. </li></ul></ul><ul><ul><li>Motivos: </li></ul></ul><ul><ul><li>- Dissolução da Assembleia Constituinte. </li></ul></ul><ul><ul><li>- Expulsão de Deputados. </li></ul></ul><ul><ul><li>- Censura à imprensa. </li></ul></ul><ul><ul><li>- Imposição da Constituição de 1824. </li></ul></ul><ul><ul><li>- A instituição do Poder Moderador (considerado como instrumento de opressão e tirania). </li></ul></ul>
  21. 21. OS LIBERAIS CONTRA O AUTORITARISMO DE D. PEDRO I <ul><li>Homens como Cipriano Barata, Frei Caneca – diziam que o sistema de governo do Brasil deveria ser: </li></ul><ul><ul><li>Republicano </li></ul></ul><ul><ul><li>Descentralização do poder </li></ul></ul><ul><ul><li>Autonomia para as províncias. </li></ul></ul>
  22. 22. RESPOSTA DOS LIBERAIS ÀS AUTORIDADES DE D. PEDRO I <ul><li>Explodiu no Nordeste (julho de 1824) liderada pela província de Pernambuco denominada Confederação do Equador . </li></ul><ul><li>O nordeste atravessava crise econômica pela queda da exportação do açúcar. </li></ul><ul><li>Atingia a parcela pobre da população, pequenos comerciantes, militares de baixa renda, mulatos, negros, livres e escravos e a classe dominante . </li></ul>
  23. 23. ESTOPIM DA REVOLTA <ul><li>Nomeação de um novo presidente para a província de Pernambuco, feita pelo imperador </li></ul><ul><li>Descontentou as forças políticas locais. </li></ul><ul><li>02/07/1824 – a revolta explodiu em Pernambuco e as principais cidades como Olinda e Recife eram os principais focos do movimento . </li></ul>
  24. 24. ESTOPIM DA REVOLTA <ul><li>Líder de maior destaque: Manuel de Carvalho Pais de Andrade presidente de Pernambuco destituído pelo imperador. </li></ul><ul><li>Revolta espalhou-se para o Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Alagoas. </li></ul>
  25. 25. OBJETIVO DA REVOLTA <ul><li>Pretendiam fundar um novo Estado no Nordeste, independente do governo imperial. </li></ul><ul><li>Ele se chamaria CONFEDERAÇÃO DO EQUADOR . </li></ul><ul><li>Forma de governo seria a república federalista que respeitaria a autonomia de cada província. </li></ul><ul><li>Defendiam a extinção do tráfico negreiro. </li></ul><ul><li>Igualdade social para o povo. </li></ul><ul><li>- Essas ideias assustaram os grandes proprietários de terra que se afastaram do movimento. </li></ul>
  26. 26. REPRESSÃO CONTRA O MOVIMENTO <ul><li>O movimento enfraqueceu e não resistiu à violenta repressão organizada pelo governo federal. </li></ul><ul><li>D. Pedro I contratou, por altos preços: </li></ul><ul><li>- esquadra naval - comandada pelo escocês Lorde Cochrane. </li></ul><ul><li>- esquadra terrestre – comandada pelo brigadeiro Francisco de Lima e Silva. </li></ul>
  27. 27. CONCLUSÃO <ul><li>Diversos líderes do movimento foram presos e condenados à morte. Manuel Pais de Andrade fugiu. </li></ul><ul><li>Entre os condenados estava Frei Caneca que recebeu a pena de enforcamento. </li></ul><ul><li>Essa pena foi transformada em fuzilamento, pois nenhum carrasco dispusera levar o frei à forca. </li></ul>
  28. 28. CONCLUSÃO <ul><li>Atacados por terra e por mar os revolucionários </li></ul><ul><li>da Confederação do Equador foram derrotados. </li></ul>
  29. 29. GUERRA DA CISPLATINA <ul><li>Onde está o Uruguai hoje era a antiga Colônia do Sacramento , fundada pelos portugueses, mas colonizada pelos espanhóis. </li></ul><ul><li>Conforme acordos internacionais estabelecidos entre Portugal e Espanha a colônia de Sacramento pertencia à Espanha. </li></ul>
  30. 30. GUERRA DA CISPLATINA <ul><li>Em 1816 – D. João VI, que se encontrava no Brasil,enviou tropas a Montevidéu e invadiu a região. </li></ul><ul><li>O território foi incorporado ao Brasil com o nome de Província Cisplatina . </li></ul>
  31. 31. CONFLITO AGRAVA A CRISE ECONÔMICA <ul><li>Os habitantes da Cisplatina não aceitavam pertencer ao Brasil por causa do idioma e costumes diferentes. </li></ul><ul><li>Em 1825 sob o comando de Lavalleja explodiu um movimento de libertação da Cisplatina, apoiado pela Argentina. </li></ul><ul><li>D. Pedro I declarou guerra à Argentina e gastou grande parcela do dinheiro público, agravando os problemas econômicos do país. </li></ul>
  32. 32. RESULTADOS DO CONFLITO <ul><li>1928 – Término da Guerra da Cisplatina e foi assinado um acordo entre as partes do conflito). </li></ul><ul><li>Inglaterra agiu como mediadora. </li></ul><ul><li>Decidiu-se que a Província Cisplatina não pertenceria nem ao Brasil e nem a Argentina. </li></ul><ul><li>Foi criado um novo país e independente: </li></ul><ul><ul><li>A República Oriental do Uruguai. </li></ul></ul>
  33. 33. RESULTADOS DO CONFLITO <ul><ul><li>Desgaste da imagem política de D. Pedro I. </li></ul></ul><ul><ul><li>Desgaste da economia pelas guerras e pelas vantagens concedidas a outros países pelo reconhecimento da independência. </li></ul></ul><ul><ul><li>1829 – Falência do Banco do Brasil </li></ul></ul>
  34. 34. SUCESSÃO MONÁRQUICA PORTUGUESA <ul><li>D. João VI morre 1826 D. Pedro passa a ser o legítimo herdeiro do trono português. </li></ul><ul><li>Abdica o trono em nome de sua filha D. Maria da Glória. </li></ul><ul><li>Ocorre que seu irmão D. Miguel, deu um golpe de Estado e conquistou o trono português (contrariava as regras da sucessão monárquica. </li></ul><ul><li>D. Pedro elabora planos para a reconquista do trono. </li></ul>
  35. 35. ABDICAÇÃO DE D. PEDRO I <ul><li>SUCESSIVO DESGASTE DO IMPERADOR </li></ul><ul><li>FATORES POLÍTICOS </li></ul><ul><li>Impopularidade </li></ul><ul><li>Estilo autoritário </li></ul>
  36. 36. . REAÇÃO DOS POLÍTICOS LIBERAIS QUANTO DOS MODERADOS <ul><li>Os liberais não esqueciam como a violenta repressão à Confederação do Equador. </li></ul><ul><li>A dissolução da Assembleia Constituinte/1823. </li></ul><ul><li>Imposição da Constituição de 1824. </li></ul><ul><li>A prepotência do Poder Moderador. </li></ul>
  37. 37. <ul><li>Os Moderados : </li></ul><ul><li>Eram os representantes da grande parcela da aristocracia. </li></ul><ul><li>Desejassem um império unificado. </li></ul><ul><li>Legislativo forte e influente. </li></ul>
  38. 38. SUCESSÃO DINÁSTICA <ul><li>Conflitos entre o Partido Português e os brasileiros. </li></ul><ul><li>Envolvimento de D. Pedro I, com a sucessão monárquica portuguesa. </li></ul><ul><li>Ameaça de recolonização não tinha se dissipado. </li></ul>
  39. 39. ESTOPIM DA CRISE <ul><li>Assassinato do jornalista de oposição Líbero de Badaró. </li></ul><ul><li>A impunidade do mandante do crime provocou uma onda de indignação nacional e repercutiu contra o autoritarismo do Império. </li></ul><ul><li>Para acalmar os ânimos D. Pedro viaja para Minas Gerais, mas foi recebido com protestos pelos mineiros. </li></ul><ul><li>Espalharam pelas ruas da capital faixas de luto pela morte de Líbero de Badaró e com isso desprezo pelo imperador. </li></ul>
  40. 40. ESTOPIM DA CRISE <ul><li>Em resposta o Partido Português organizou no Rio de Janeiro, uma festa de recepção para D. Pedro. </li></ul><ul><li>Entretanto, os políticos liberais decidiram impedir a festa. </li></ul><ul><li>Comerciantes portugueses reagiram contra os brasileiros atirando garrafas vazias de suas lojas. </li></ul><ul><li>Período ficou conhecido como a “Noite das Garrafadas.” </li></ul>
  41. 41. ÚLTIMA CARTADA DE D. PEDRO I <ul><li>D. Pedro organizou um Ministério formado só por brasileiros – “Ministério dos Brasileiros” para acalmar os ânimos. </li></ul><ul><li>O descontentamento continuou e o imperador demitiu o Ministério que não obedecia suas ordens. </li></ul><ul><li>Nomeou um novo ministério composto somente por portugueses – “Ministério dos Marqueses”. </li></ul><ul><li>A aristocracia rural – os políticos liberais – e as tropas imperiais uniram-se contra o imperador. </li></ul>
  42. 42. <ul><li>Duas mil pessoas reuniram-se para protestar contra D. Pedro I e exigir a volta do Ministério dos Brasileiros. </li></ul><ul><li>Em 7 de abril de 1831 D. Pedro decidiu abdicar do trono em favor de seu filho Pedro de Alcântara (com 5 anos de idade). </li></ul><ul><li>D. Pedro I parte para Portugal para a conquista do trono português. </li></ul>
  43. 43. RAMOS DA ABDICAÇÃO <ul><li>A abdicação representou: </li></ul><ul><li>A derrota dos grupos absolutistas do Partido Português. </li></ul><ul><li>A vitória da oposição nacional que desejava consolidar o Estado brasileiro </li></ul><ul><li>Blocos homogêneo: </li></ul><ul><li>as classes ricas dos grandes proprietários rurais - classes populares representadas pelos liberais exaltados. </li></ul>
  44. 44. CONSEQUÊNCIAS DA ABDICAÇÃO <ul><li>Utilização das classes populares como massa de manobra . </li></ul><ul><li>D. Pedro I deixa o país e as classes ricas assumiram o poder expulsando os representantes das classes populares da cena política. </li></ul>
  45. 45. BIBLIOGRAFIA <ul><li>COTRIM, Gilberto. História para o Ensino Médio Brasil e Geral. 3ª ed. São Paulo: Saraiva, 2004, v. único, cap. 41, p. 308-317. </li></ul><ul><li>________________. História para o Ensino Médio Brasil e Geral. 8ª ed. São Paulo: Saraiva, 2005, v. único, cap. 39, p. 363 -.372. </li></ul>

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