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Analfabetismo no Brasil

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Publicada em: Educação, Tecnologia
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Analfabetismo no Brasil

  1. 1. Analfabetismo no Brasil uma triste realidade
  2. 2. Temos 800 mil jovens analfabetos <ul><li>O Brasil perdeu quatro pontos no ranking da educação, passando da 72ª posição para a 76ª. Ficou atrás da Bolívia, do Paraguai e do Equador. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>  Calcula-se que, no Brasil, a educação de qualidade exija do poder público, sobretudo do governo federal, investimentos no valor de R$19 bilhões para aumentar o número de professores e sua qualificação profissional, bem como promover uma efetiva campanha nacional de alfabetização, prometida pelo governo Lula em 2003 </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>O Índice de Desenvolvimento Juvenil (IDJ) revela que, entre 2003 e 2007, o analfabetismo entre jovens de 15 a 24 anos caiu de 4,2% para 2,4%. Em dez estados é menos de 1%. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>  </li></ul>
  3. 3. Há no país 800 mil jovens analfabetos. Os índices de analfabetismo são maiores em estados como Alagoas (8,2%), Piauí (7%) e Maranhão (6,6%).       O Nordeste fica em primeiro lugar no topo da lista. A justificativa da maioria dos pais é que a família não possui renda suficiente e, por isso, é obrigada a recorrer à ajuda dos filhos menores de idade para garantir o sustento diário.       Se melhoramos na quantidade, pioramos na qualidade. Há alunos da 8ª série que não sabem localizar no mapa a França e o Japão; lêem um conto de Machado de Assis sem entender; escrevem um simples bilhete com graves erros de sintaxe e concordância.
  4. 4.     Muitas famílias consideram a educação um favor e não um direito. Assim, deixam de pressionar o poder público quanto ao aumento de vagas e de qualidade nas escolas. Aceitam o clientelismo político, abrindo mão da democracia participativa.       O direito à educação será tão mais efetivo quanto melhor for o sistema de ensino. Por isso, o “Todos Pela Educação” defende que todas as crianças e jovens estejam na escola; todos sejam alfabetizados até os oito anos de idade; aprendam o que é adequado a cada etapa de ensino; e concluam a educação básica até os 19 anos. O “Compromisso Todos Pela Educação” pretende que esses objetivos sejam efetivados até 2022 — bicentenário da Independência do Brasil.

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