Educao grega

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Educao grega

  1. 1. A EDUCAÇÃO GREGA Estava centrada na formação integral: corpo e espírito, embora de fato, a ênfase se deslocasse ora mais para o preparo militar ou esportivo, ora para o debate intelectual, conforme a época ou o lugar. Paidéia = a educação, de criação de meninos e formação integral do ser humano. 19/11/13 1
  2. 2. A EDUCAÇÃO GREGA Paidéia = formação integral do ser humano. 19/11/13 2
  3. 3. A Educação Espartana • Esparta valorizava muito as atividades guerreiras, desenvolvendo uma educação severa, orientada para a formação militar. • Licurgo deu uma legislação à Esparta, de início os costumes não eram tão rudes e o preparo militar era entremeado com a formação esportiva e a musical. • Com o tempo, quando Esparta derrotou Atenas, o rigor da educação acabou assemelhando-se a vida de caserna. 19/11/13 r 3
  4. 4. A Educação Espartana •Os cuidados com o corpo começavam com uma política de eugenia, prática de melhoramento da espécie, que recomendava fortalecer as mulheres para gerarem filhos robustos e sadios, bem como abandonar as crianças deficientes ou frágeis demais. 19/11/13 4
  5. 5. Educação Espartana: fases • As crianças ficavam com a família até os 7 anos, depois recebiam do estado uma educação pública e obrigatória. • Viviam em comunidades, em grupos de acordo com a idades e supervisionados pelos que se distinguiam no desempenho das tarefas exigidas, como todos os gregos, espartanos estudavam música, canto e dança coletiva. 5
  6. 6. Educação Espartana: fases • Até os 12 anos as atividades lúdicas predominavam, depois aumentava o rigor da aprendizagem e a educação física se transforma em verdadeiro treino militar. • Os jovens aprendiam a suportar a fome, o frio, a dormir com desconforto e vestir-se de forma despojada. • A educação moral valorizava a obediência, a aceitação dos castigos, o respeito aos mais velhos e privilegiava a vida comunitária. 19/11/13 6
  7. 7. A Educação Ateniense • Ao lado dos cuidados com a educação física, destacava-se a formação intelectual, para que melhor se pudesse participar dos destinos da cidade. • A educação iniciava ao 7 anos, meninas permaneciam no gineceu, local onde aprendiam e se dedicavam aos afazeres domésticos. Meninos desligavam-se da mãe para iniciar a alfabetização e a educação física e musical. Era sempre acompanhado por um escravo, conhecido como paidagogo. 19/11/13 7
  8. 8. A Educação Ateniense • O ensino elementar de leitura e escrita durante muito tempo, mereceu menor atenção e cuidado do que as práticas esportivas e musicais. • O mestre de letras era geralmente uma pessoa humilde, mal paga e não tinha o prestígio do instrutor físico. • Com o tempo, a medida que aumentou a exigência de melhor formação intelectual, delinearam-se três níveis de educação: elementar, secundária e superior. 19/11/13 8
  9. 9. As bases da educação Ateniense • O gramático reunia em qualquer canto, sala ou praça pública um grupo de alunos para lhes ensinar a leitura e a escrita. • Os métodos usados dificultavam a aprendizagem, em que se acentuava o recurso de silabação, repetição, memorização e declamação. • As crianças aprendiam de cor os poemas de Homero e de Hesíodo. • Escreviam em tabuinhas enceradas e os cálculos eram feitos com o auxílio dos dedos e do ábaco. 19/11/13 9
  10. 10. As bases da educação Ateniense • A educação elementar completava-se por volta dos 13 anos, então as crianças mais pobres procuravam um ofício e as de família rica partiam para a educação secundária, com o tempo as atividades musicais se direcionam para discussões literárias, abrindo espaço para assuntos gerais como matemática, geometria e astronomia, sobretudo sob a influência dos filósofos. 19/11/13 10
  11. 11. As bases da educação Ateniense • Dos 16 aos 18 anos a educação assumiu uma dimensão cívica de preparação militar. • A educação superior era apenas para alguns, a minoria, com a chegada dos sofistas teve início uma espécie de educação superior onde era ensinada a arte da retórica, filósofos também se dedicaram a profissionalização dos mestres. 19/11/13 www.nilson.pro.br 11
  12. 12. Período Helenístico a substituiçao da paidéia pela enciclopédia. • A enciclopédia é a educação geral e consiste na gama de conhecimentos exigidos para a formação da pessoa culta, é o saber erudito, distanciado do cotidiano. • Ao lado do ensino elementar orientado pelo gramático, notou-se o desenvolvimento do nível secundário, sendo ainda ampliada a função de retor, ou mestre de retórica, tão defendida por Isócrates. 19/11/13 12
  13. 13. Período Helenístico a substituiçao da paidéia pela enciclopédia. • O conteúdo abrangente do programa tornou-se cada vez mais caracterizado pelas chamadas sete artes liberais: as três disciplinas humanísticas: a. Gramática b. Retórica c. Dialética as quatro científicas: a. Aritmética b. Música c. Geometria d. astronomia. 13
  14. 14. Roma no período da Realeza • Divisão de classes: a.a aristocracia: representada pelos patrícios b.PLEBEUS: a maioria da população constituída, geralmente homens livres: camponeses, artesãos, comerciantes, mas sem direitos políticos. 19/11/13 14
  15. 15. Em Roma no período da Realeza c. os clientes (plebeus) = assim chamados por dependerem de uma família patrícia que lhes oferecia proteção jurídica em troca de prestação de serviços. •Embora nessa época o número de escravos fosse reduzido, o sistema começava a ser implantado. 19/11/13 15
  16. 16. O humanitas • Humanitas, sentido literal de humanidade e mais propriamente de educação, cultura do espírito. • Distingue-se da PAIDÉIA por se tratar de uma cultura predominantemente humanística e sobretudo cosmopolita e universal, buscando aquilo que caracteriza o ser humano em todos os tempos e lugares. • Não se restringia ao ideal de sábio, mas à formação do indivíduo como ser moral, político e literário. 19/11/13 16
  17. 17. A educação dos patrícios • Os patrícios recebiam uma educação que visava perpetuar os valores da nobreza de sangue e cultuar os ancestrais. • Até os 7 anos as crianças permaneciam sob os cuidados da mãe ou de matrona, "mulher respeitável". • Depois dessa idade as meninas aprendiam no lar os serviços domésticos, enquanto o pai se encarregava pessoalmente da educação do filho. 19/11/13 17
  18. 18. A educação dos patrícios • O menino acompanhava o pai às festas e aos acontecimentos mais importantes, ouvia o relato das histórias dos heróis e dos antepassados, decorava a lei das doze Tábuas, desenvolvendo desse modo a sua consciência histórica e o patriotismo. 19/11/13 www.nilson.pro.br 18
  19. 19. O tipo de educação dos patrícios • Por viver em uma sociedade agrícola, o menino aprendia a cuidar da terra, atividade que de início, colocava lado a lado o senhor e o escravo, aprendia também a ler, escrever e contar, bem como desenvolver habilidades no manejo das armas, na natação, na luta e na equitação. 19/11/13 www.nilson.pro.br 19
  20. 20. A educação dos patrícios • Aos 15 anos ele acompanhava o pai ao foro, praça central, onde se fazia o comércio e eram tratados os assuntos públicos e privados e em torno da qual se erguiam os principais monumentos da cidade, inclusive o tribunal. Aí aprendia o civismo. • Aos 16 anos o jovem era encaminhado para a função militar ou política. • A educação pouco se voltava para o preparo intelectual e mais para a forma moral, baseada na vivência cotidiana e na imitação de modelos representados não só pelo pai, mas também pelos antepassados. www.nilson.pro.br 20
  21. 21. As escolas elementares do ludi magister e dos gramáticos • Nas escolas elementares aprendia-se demoradamente a ler, escrever e contar dos 7 aos 12 anos. Os mestres eram simples e mal pagos e para desempenhar seu ofício ajeitavam-se em qualquer espaço: uma tenda, a entrada de um templo ou de um edifício público. • Escreviam com estiletes em tabuinhas enceradas, aprendendo tudo de cor, muitas vezes ameaçados por castigo. 19/11/13 21
  22. 22. As escolas elementares do ludi magister e dos gramáticos • Era nas escolas elementares dos gramáticos que os jovens dos 12 aos 16 anos entravam em contato com: a. os clássicos gregos b. os conhecimentos literários as chamadas disciplinas reais: a. a geografia. b. A aritmética c. A geometria e astronomia. d. Iniciavam-se também na arte de bem escrever e bem falar. 19/11/13 22
  23. 23. A educação no Império Romano • Não foi muito diferente da anterior, a não ser por sua complexidade e organização. • Nota-se a crescente intervenção do estado nos assuntos educacionais, porque a administração do império requereria uma bem montada máquina burocrática, com funcionários que deveriam ter pelo menos instrução elementar. 19/11/13 www.nilson.pro.br 23
  24. 24. A educação no Império Romano • Embora o estado se interessasse pelo desenvolvimento da educação, de início pouco interferiu, colocando-se como mero inspetor, mais ou menos distante das atividades ainda restritas à iniciativa particular. • Com o tempo passou a oferecer subvenção, depois de exercer o controle por meio da legislação e por fim tomou para si a inteira responsabilidade. • No séc. I a.C., o estado estimulava a criação de escolas municipais em todo o Império. o próprio César concedera o direito de cidadania aos mestres de artes liberais.>>>>> 19/11/13 24
  25. 25. 15 Sobre a educação no Império Romano, cite e explique as mudanças ocorridas. • No séc. I d.C. Vespasiano liberou de impostos professores de ensino médio e superior e instituiu o pagamento a alguns cursos de retórica, depois Trajano mandou alimentar os estudantes pobres, mais tarde outros imperadores legislaram sobre a exigência das escolas particulares pagarem com pontualidade os professores e também definiram o montante a lhes ser pago. 19/11/13 www.nilson.pro.br 25
  26. 26. História da Educação • ARANHA, Maria Lúcia de Arruda História da Educação e da Pedagogia. São Paulo: Moderna, 2007 19/11/13 www.nilson.pro.br 26

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