Pós impressionismo

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  • Professor Gilson Nunes, parabéns pelo seu excepcional trabalho, em muito me ajudou.
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Pós impressionismo

  1. 1. Pós-impressionismo: 1885-1900 La Montagne Sainte-Victoire vue de Bellevue – 1882-85
  2. 2. Pós-impressionismo: É uma sofisticação do estilo impressionista, uma releitura da realidade e da técnica. Paul Cézanne. Bridge and Pool. 1888-90. Oil on canvas. The Pushkin Museum of Fine Art, Moscow, Russia.
  3. 3. “ Eu sou a consciência da paisagem que se pensa em mim”. (Cézanne).
  4. 4. “ A arte é uma harmonia paralela a natureza” (Cézanne) Paul Cézanne. The Mount Sainte-Victoire. 1885-95. Oil on canvas. Barnes Foundation, Lincoln University, Philadelphia, PA, USA.
  5. 5. Impressionismo e pós-mpressionismo comparando os estilos Paul Cézanne. Landscape at Aix (Mount Sainte-Victoire). 1905. Oil on canvas. 1879-82. The Pushkin Museum of Fine Art, Moscow, Russia. The White Water Lilies . 1899. Oil on canvas. The Pushkin Museum of Fine Arts, Moscow, Rússia
  6. 6. “ como pintor, torno-me mais lúcido quando confrontado com a natureza”. (Cézanne) Paul Cézanne. The Mount of St.Victoria (La Montagne Sainte-Victoire). c. 1897-98. Oil on canvas. Collection of B. Köller, Berlin. Now in the Hermitage, St. Petersburg, Russia.
  7. 7. Paul Cézanne. The Banks of the Marne. 1888. Oil on canvas. The Hermitage, St. Petersburg, Russia.
  8. 8. “ Existe uma lógica das cores a qual o pintor deveria adaptar-se, que não é a lógica do cérebro”. (Cézanne) Paul Cézanne. Trees in Park. The Jas de Bouffan. 1885-87. Oil on canvas. The Pushkin Museum of Fine Art, Moscow, Russia.
  9. 9. Considerado o grande influenciador dos artistas do início do século XX. Paul Cézanne. Canyon of Bibemus. 1898. Oil on canvas. Barnes Foundation, Lincoln University, Philadelphia, PA, USA.
  10. 10. Principais características: O sentimento do conflito, da angustia, do mundo industrializado, do questionamento da ordem estabelecida. Paris, o berço dessa tendência. Cézanne. Mount Sainte-Victoire. 1900. Oil on canvas. The Hermitage, St. Petersburg, Russia
  11. 11. Revelar a estrutura íntima da natureza, o que os olhos não conseguem ver. Paul Cézanne. The Banks of the Marne. 1888. Oil on canvas. The Pushkin Museum of Fine Art, Moscow, Russia.
  12. 12. Natureza quase que abstraída. Paul Cézanne. Mount Sainte-Victoire. 1904-1906. Oil on canvas, Philadelphia Museum of Art, Philadelphia, PA, USA.
  13. 13. Distorções formais da perspectiva; pinceladas soltas, dando ênfase a luz e o movimento. Paul Cézanne. Blue Landscape. c. 1904-6. Oil on canvas. The Hermitage, St. Petersburg, Russia.
  14. 14. “ Nós vivemos em um arco-íris de caos”. (Cézanne) Paul Cézanne, Still Life with Plate of cherries – 1885-87, ost, Los Angeles County Museun of Art
  15. 15. Instabilibade: a árvore parece se equilibrar, num movimento constante para manter um equilíbrio tempestuoso. Paul Cézanne. O grande pinheiro. 1890-1896. Ost, 80x70. MASP – São Paulo.
  16. 16. Instabilidade do equilíbrio dos objetos, tudo parece que vai desabar. Paul Cézanne, Natureza-morta, ost, 65x81 – 1890-1894, Coleção Particular.
  17. 17. Ressalta o volume e o peso dos objetos. Paul Cézanne, Natureza Morta com maçãs e laranjas – 1895-1900 – Museu d’Orsay, Paris.
  18. 18. Representação da paisagem e de naturezas-mortas. Van Gogh, Doze girassóis numa jarra. 1888.- 91x72 – Nue Pinakothek, Munique. Pau Cezanne. Mont Sainte-Victoise – 1904-06. Coleção Particular Filadélfia.
  19. 19. Concepções psicológicas do próprio artista: frustrações, traumas e depressão. Van Gogh, Autorretrato com chapéu de palha 1888 – 47x37 ost, Museu van Gogh, Amsterdã. “ Sofrer sem queixa-se é a única lição que se deve aprender nesta vida”. Van Gogh.
  20. 20. Bebida apreciada pelo artista que levou as últimas consequências. Natureza-morta com absinto. 1887 – ost – 46,5x33 cm – Museu van Gohg – Amsterdã.
  21. 21. Nasceu um ano após sua mãe ter dado a luz a um menino, a quem deu o nome de Vincent, mas que morreu no parto. Assim, Van Gogh cresceu vendo o seu nome na lápide funerária de seu irmão. O escolar (filho do carteiro) – 1888. ost – 63x54 – Museu de Arte de São Paulo.
  22. 22. “ Que seria da vida? Se não tivéssemos o valor de tentar algo novo”. (Van Gogh) A cadeira de Van Gogh com cachimbo. 1888 – ost – 93x73 cm National Gallery
  23. 23. “ Grandes realizações não são feitas por impulso, mas por uma soma de pequenas coisas”. (Van Gogh). Vincent Van Gogh, Autorretrato – 1887. “ A arte é o homem adicionado à natureza”. (Van Gogh).
  24. 24. “ Quando sinto uma necessidade de religião, saio à noite para pintar as estrelas”. (Van Gogh). A Noite estrelada – 1889.
  25. 25. “ Procure compreender o que dizem os artistas nas suas obras-primas, os mestres sérios. Aí está Deus”. (Van Gogh). Quarto em Arles, 1888 – ost – 72x90. Museu van Gogh, Amsterdã.
  26. 26. “ Tenho uma estranha lucidez quando a natureza é excepcionalmente bela. Não sou mais eu, perco a consciência, e as imagens vêm a mim como num sonho”. (Van Gogh). Vista de Arles, pomar em flores. 1889, ost – 72x92 – Nova Pinacoteca, Munique.
  27. 27. “ É tão fácil pintar um bom quadro, como encontrar um diamante ou uma pérola. Significa obstáculos e você arrisca a sua vida por isso”. (Van Gogh). Os Camponeses comendo batatas – 1885 – ost – 82x114 – museu Van Gogh, Amsterdã.
  28. 28. “ Gosto de pintar os olhos das pessoas do que catedrais”. (Van Gogh). Autorretrato com orelha enfaixada. 1889. Menos de 10 anos pintou 879 quadros – vendeu apenas uma obra. “a vinha vermelha” por 400 francos, em 1890. A arte não foi o suficiente para livrá-lo dos ataques de depressões e de loucura. Morreu aos 37 anos com um tiro no peito.
  29. 29. Em 1990, o quadro Dr. Gachet, foi vendido por $ 82 milhões de dólares, e o “Jardim das flores” por $ 83,6 milhões de dólares. Vincent Van Gogh. Retrato de Dr. Gachet – 1890 Psicose epileptóide-hereditária, sífilis, alcoolismo, desnutrição e esgotamento. Leitor ávido, queria ser útil ao mundo. “ Não posso evitar os fatos de que os meus quadros não sejam vendidos. Mas virá o tempo em que as pessoas verão que eles valem mais que o preço das tintas". Van Gogh.
  30. 30. Depois de inúmeras brigas com o pintor Gauguin, ele corta sua própria orelha. Outros afirmam que foi devido o casamento do seu irmão Theo, que patrocinava o pintor. Van Gogh. Autorretrato com a orelha ligada, 1889. ost, 51x45 Coleção particular do casal Leigh B. Block, Chicago.
  31. 31. Quadro pintado antes de cometer o suicídio: corvos se debatendo conturbado sob um céu de tempestade. Considerava-se se um pássaro em se tratando de liberdade. Van Gogh. Estenograma de uma alma agitada: campo de trigo com corvos. 1890, ost. 51x101. Fundação Vincent Van Gogh.
  32. 32. Paul Gauguin - Vincent van Gohg pintando girassóis – 1888.
  33. 33. <ul><li>“ Existe sempre uma grande demanda por novas mediocridades. Em todas as gerações, o gosto menos desenvolvido tem o maior apetite”. (Paul Gauguin). </li></ul>Paul Gaugain, Autorretrato com halo, 1889.
  34. 34. Paul Gauguin, duas irmãs.
  35. 35. “ Na arte, todos que fizemos algo diferente de seus predecessores merecem a denominação de revolucionários; e são somente ele que são mestres”. (Paul Gauguin). Paul Gauguin, O Crist amarelo – 1889
  36. 36. “ Fecho meus olhos para ver”. (Paul Gauguin). O filho de Deus Nascido – 1896 – Munique
  37. 37. “ A arte precisa da filosofia assim como a filosofia precisa da arte. De outro modo, o que seria da beleza ?”. (Paul Gauguin) Paul Gauguin, Vairumati, 1896 – Museu de Orsay, Paris.
  38. 38. Paul Gauguin, De onde viemos? Quem somos? Para onde vamos? – 1897. Museu de Belas Artes – Boston.
  39. 39. Artistas do pós-impressionismo. <ul><li>Claude-Emile Schuffenecker, Emile Bernard, Pierre Bonnard, Paul Cézanne , Maurice Denis, Paul Gauguin , Gustave Moreau, Gaetano Previati, Henri Roussau, Suzanne Valadon (mulher), Vincent Van Gogh , Mikhail Vrubel, Édouard Vuillard, Henri de Toulouse-Loutrec, Henri-Jean Guillaume Martin, Roger Fry. (Os em branco, considerados os esquecidos pela história da arte). </li></ul>
  40. 40. Artistas esquecidos pela História da Arte: Claude-Emile Schuffenecker. Notre-Dame de Paris. 1889. 73x54. Wallraf-Richartz-Museum, Fundação Corboud. Cologne.
  41. 41. Pós-impressionismo simbólico: Emile Bernard. Buckwheat Harvests at Pont-Aven, 1888.
  42. 42. Pierre Bonnard, Young woman Before the windou. 1898.
  43. 43. Maurice Denis. Regata at Perros. 1892. Coleção Particular.
  44. 44. Pós-impressionismo simbólico: Gaetano Previati. Paisagem. 1900-10. Museu de Arte de São Paulo.
  45. 45. Mikhail Vrubel. Natiezha Zabela-Vrubel (esposa do artista). 1898.
  46. 46. Édouard Vuillard. Le corsage rayé. 1895. Galeria Nacional de Arte de Washington.
  47. 47. Henri de Toulouse-Loutrec. In Bed. 1892. 70x52. Museu do Louvre. Paris.
  48. 48. Henri Matisse: precursor do fauvismo, no início do século XX. Henri Matisse – Três banhistas - 1899
  49. 49. Henri-Jean Guillaume Martin.
  50. 50. Precursor do fauvismo. Paul Cézanne, Banhistas, 1906 – Museu de Arte da Filadélfia.
  51. 51. Referências: JANSON, H. W. História da Arte: o mundo moderno. São Paulo, Marins Fontes, 1993. p. 940. LYNTON, Norbert. O mundo da arte: arte moderna. 7ª ed. – Rio de janeiro, Expressão e Cultura, 1979. SPENCE, Devid. Grandes artistas: vida e obra. Cézanne, Degas, Gauguin, Manet, Michelangelo, Monet, Picasso, Rembrandt, Renoir e Van Gogh. São Paulo, Editora Melhoramento, 2004. Folha de São Paulo. Claude Monet. Tradução Martín Ernesto Russol. Barueri – SP, Editorial Sol 90, 2007. Pinacoteca CARAS, São Paulo, volumes: 3 (Claude Monet); 8 (Pierre-Augusto Renoir); 14 (Edgar Degas); 30 (Camille Pissarro), Editora CARAS, 1988. Revista: Arte & Informação. As vanguardas russas. Ano 1 Nº 5, Editora Ar de Paris, dezembro de 2001. www.históriadaarte.com.br www.jvanguarda.com.br www.portalartes.com.br www.ricci-art.com www.abcgallery.com www.ocaiw.com www.oleografia.com.br www.pintoresfamosos.com.br www.armandguillaumin.org www.mestredapintura.com.br
  52. 52. Autoria e criação: <ul><li>Gilson Cruz Nunes </li></ul><ul><li>– Especialista em Artes Visuais – UFPB </li></ul><ul><li>Professor da Disciplina de Artes das Escolas: </li></ul><ul><li>Dr. Hortênsio de Sousa Ribeiro – Rede Estadual </li></ul><ul><li>Pe. Antonino e Lafayete Cavalcante – Rede Municipal. </li></ul><ul><li>Campina Grande, 25 de maio de 2010. </li></ul><ul><li>[email_address] </li></ul><ul><li>Paraíba - Brasil </li></ul>

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