Aula 12 Minimalismo Arte Conceitual

6.559 visualizações

Publicada em

PROF ALINE OKUMURA - FMU

Publicada em: Educação
0 comentários
10 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
6.559
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
243
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
0
Gostaram
10
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • \n
  • Aula 12 Minimalismo Arte Conceitual

    1. 1. Minimalismo “Considero objetável o convite para participar de sua exposição de ‘arte minimal’ sem título. Não aprecio a designação da minha proposta como a de algum ‘movimento’ dúbio, jocoso, epitético, proto-histórico” Dan Flavin, 1967
    2. 2. “Apoteose do idealismo modernista”, embora para os principais críticos modernistas, Clement Greenberg e Michael Fried, a minimal estava em desacordo com as realizações do alto modernismo.“Crítica pós-modernista de suas condições institucionais e discursivas” (Foster 1987)“Uma reação classicista contra a exuberância ro m â n t i c a e a a u t o c e l e b ra ç ã o d a p i n t u ra expressionista abstrata dos anos 50” (Baker 1988)Para alguns era um análogo da contracultura: “ateísta, comunista e materialista”. Para outros a arte do status quo: revelando “a face do capital, a face da autoridade, a face do pai” (Chave 1990)
    3. 3. • É recorrente o formato quadrado, cúbico ou retangular;• Unidade ou módulo básico regular repetido;• Formas simples, sem ornamentação, sem arranjos dinâmicos ou instáveis;• Literalidade: os materiais não são disfarçados para parecerem algo que não são;• Não há moldura ou pedestal, estão no mesmo espaço do espectador.• Quando há cor, em geral ela é plana e homogênea, uma qualidade inexpressiva e trivial: pintura industrial.• Materiais industriais soldados, parafusados, colados: o gesto do artista é eliminado. Não são esculpidos ou modelados, os trabalhos são reunidos e ordenados.
    4. 4. artistas• Carl Andre (1935)• Dan Flavin (1933-1996)• Donald Judd (1928-1994)• Sol Le Witt (1928-2007)• Robert Morris (1931)
    5. 5. Donald Judd, sem título, 1958
    6. 6. Donald Judd, sem título, 1963
    7. 7. Donald Judd, sem título, 1963
    8. 8. Donald Judd, sem título, 1964
    9. 9. Cada unidade éidêntica, comintervalos idênticosentre cada umadas peças. E cadaintervalo tem asmesmasdimensões de cadaunidade. Aqui nãohá permutação.Donald Judd, sem título, 1970
    10. 10. Donald Judd, sem título, 1972
    11. 11. Donald Judd, sem título, stainless steel and yellow plexiglass, 6 cubes, 1966
    12. 12. Donald Judd, sem título, 1991
    13. 13. Donald Judd, sem título, 1984
    14. 14. Donald Judd, sem título, 1989
    15. 15. Donald Judd, sem título, 1978-9
    16. 16. Donald Judd, 100 untitled works in mill aluminum in Marfa, Texas
    17. 17. Donald Judd, 15 trabalhos de concreto, sem título, 1980
    18. 18. Donald Judd, 15 trabalhos de concreto, sem título, 1980
    19. 19. Donald Judd, 1977, For Leo Castelli, Los Angeles County Museum of Art sculpture garden
    20. 20. Donald Judd, sem título, concreto, c.1975
    21. 21. Donald Judd, The Chinati Foundation, Marfa, Texas
    22. 22. Robert Morris, Instalação, New York, 1964
    23. 23. Robert Morris, Instalação, Green Gallery, New York, 1964-65
    24. 24. Robert Morris, Caixa I 1962 aberta
    25. 25. Robert Morris, duas colunas, 1961 e sem título 1965
    26. 26. Robert Morris, Untitled (Mirrored Cubes), 1965
    27. 27. Com a permutaçãomodular emontagemprovisória otrabalho ganhauma dimensãotemporal. Robert Morris, Nine fiberglass sleeves, 1967
    28. 28. Robert Morris, sem título, emaranhando, 1970
    29. 29. Robert Morris, Centro per lArte Contemporanea Luigi Pecci
    30. 30. Robert Morris, Portland mirros, 1977
    31. 31. Robert Morris, Ring with Light, 1965-96
    32. 32. Robert Morris, Sem título (círculo), 1991
    33. 33. Robert Morris, labirinto, 1970-2006
    34. 34. Carl Andre, peça de madeira entalhada com serra circular, 1959
    35. 35. Carl Andre é oúnico desse grupoque parte datradição daescultura.Referência aBrancusi. Carl Andre, peça de cedro, 1959
    36. 36. Carl Andre, página do caderno, 1960
    37. 37. Carl Andre, equivalente VIII, 1966
    38. 38. Carl Andre, Blacks creek, 1978
    39. 39. Carl Andre, Black White Carbon Tin, 2004
    40. 40. Carl Andre, Isoclast, 2004, 20 graphite stones
    41. 41. Carl Andre, Graphite Sum of Numbers, 2006, 164 graphite cubes
    42. 42. Carl Andre, oitavo canto de aço invertido
    43. 43. Carl Andre, plano magnésio zinco, 1969
    44. 44. Carl Andre, Lament for the Children, 1976-1996
    45. 45. Carl Andre, Stone Field Sculpture, 1977, located in Hartford, Conn
    46. 46. Dan Flavin, the diagonal of May 25, 1963, to Constantin Brancusi, 1963
    47. 47. Dan Flavin, monumento, 1967
    48. 48. Dan Flavin, sem título, 1968
    49. 49. Dan Flavin, untitled (to the innovator of the Wheeling Peachblow, 1966-68
    50. 50. Dan Flavin, sem título
    51. 51. Dan Flavin, sem título
    52. 52. Dan Flavin, sem título, for Robert with fond regards, 1977
    53. 53. Dan Flavin, sem título
    54. 54. Dan Flavin, sem título, 2004
    55. 55. Dan Flavin
    56. 56. Sol Lewitt, Cubic modular piece no. 3
    57. 57. Sol Le Witt, Serial Project No. 1. (ABCD), 1966.
    58. 58. Sol LeWitt
    59. 59. “Decidi removertoda a pele erevelar a estrutura.Foi entãonecessário planejaro esqueleto demodo que aspartes tivessemalgumaconsistência.Módulos iguaisquadrados foramusados paraconstruir asestruturas”Sol Le Witt, floor plan #4 , 1976
    60. 60. Sol LeWitt, 1 2 3, 1978
    61. 61. Sol Lewitt, Three x four x three, 1984 minneapolis walker art center
    62. 62. sol lewitt, quatro cubos, 1971
    63. 63. sol lewitt, open cube
    64. 64. Sol LeWitt, Forms Derived From a Rectangular Solid, 1990
    65. 65. Sol LeWitt, Four-Sided Pyramid, first installation 1997
    66. 66. sol lewitt, X with Columns, 1996, New York
    67. 67. Sol LeWitt, pintura
    68. 68. sol lewitt, Lines in two directions in five colors on five colors with all their combinations, 1981
    69. 69. Sol LeWitt, Arcs in four directions, 1999
    70. 70. sol lewitt, wall drawing #1042, 2002
    71. 71. Sol LeWitt, Wall Drawing #918 Irregular vertical bands and horizontal bands, 1999
    72. 72. Sol LeWitt, desenho mural
    73. 73. Sol LeWitt, desenho mural
    74. 74. Sol LeWitt, restauração de capela com david tremlett
    75. 75. ARTECONCEITUALA Arte Conceitual, define-se como o movimento artístico moderno ou contemporâneo que defende a superioridade das ideias veiculadas pela obra de arte.
    76. 76. Em Arte Conceitual a ideia ou conceito é o aspecto mais importante da obra. Quando um artista usa uma forma“ conceitual de arte, significa que todo o planejamento e decisões são tomadas antecipadamente, sendo a execução um assunto secundário. A ideia torna- se na máquina que origina a arte.
    77. 77. George Maciunas, um dos fundadores do Fluxus, redigeem 1963 um manifesto em que diz: "Livrem o mundo dadoença burguesa, da cultura intelectual, profissional ecomercializada. Livrem o mundo da arte morta, daimitação, da arte artificial, da arte abstrata... Promovamuma arte viva, uma antiarte, uma realidade não artística,para ser compreendida por todos [...]". 77
    78. 78. Body ArtArte PerformáticaInstalaçãoVideo ArteSound ArtEarth Art 78
    79. 79. Flux Year Box 2, c.1967, a Flux box edited and produced by George Maciunas, containing works by many early Fluxus artists. 79
    80. 80. Merda dartista / 1961 - Piero Manzoni  80
    81. 81. Joseph Kosuth. Uma cadeira real, a fotografia da cadeira e uma definição de cadeira. 1965.  81
    82. 82. Keith Arnatt. Peça Calça-Palavra. 1972.  82
    83. 83. Cildo Meireles  é umdos ar tistas líderesinternacionais nodesenvolvimento daarte conceitual, e esteartista brasileirorealizou alguns dostrabalhos mais,politicamente falando,esteticamente atraentese filosoficamenteintrigantes, da arterecente.
    84. 84. • Uso de objetos cotidianos, ainda acumulados em formas que nós nunca antes imaginados, como o ambiente todo vermelho da sala em Desvio para o Vermelho
    85. 85. Cildo Meireles. Inserções em Circuitos Ideológicos - Projeto Coca-Cola, 1970.
    86. 86. body artA Body Art usa o corpo do artista como meio de expressão, também chamada de arte performática, o que poderá ocasionar a participação do público ou somente transformá-lo em voyeur.
    87. 87. Marc Quinn, Eu, 1991.   87
    88. 88. InstalaçãoA instalação, ocorra ou não em um lugar específico, surgiu como um idioma flexível.
    89. 89. Christo (1935-). Wrapped Reichstag. Date: 1971-1995 89
    90. 90. Hiper-realismo “Quero lidar com a imagem que [a câmera] registrou e que é [...] bidimensional e repleta de detalhes na superfície. Chuck Close, 1970.
    91. 91. 91Chuck Close, Mark, 1978-9
    92. 92. Earth Art A arte do lado de fora
    93. 93. Robert Smithson. SPIRAL JETTYRozel Point, Great Salt Lake, UtahApril 1970mud, precipitated salt crystals, rocks, water coil 1500 long and 15 wideCollection: DIA Center for the Arts,New York 93
    94. 94. Side Works Arte Pública fora do museu.
    95. 95. 95Richard Serra,Richard Serra at Pearson International Airport, Terminal 1, Mississauga, Canada.2007.
    96. 96. Arte Povera Materiais “humildes” e “pobres” não pertencentes a arte. Os artistas enfatizamconceitos abstratos, tais como o empobrecimento moral de uma sociedade guiada pelo acúmulo da riqueza material.
    97. 97. Michelangelo Pistoletto, Vênus dos trapos, 1967-1971 97
    98. 98. High-tech A poesia da engenharia hidráulica
    99. 99. Centre Pompidou.Renzo Piano and 99Richard Rogers. 1977
    100. 100. Videoarte“Assim como a colagem substituiu a pintura a óleo, o raio catódico substituirá a tela”. Nam June Paik

    ×