A crítica e seus efeitos

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Crítica e seus efeitos

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A crítica e seus efeitos

  1. 1. Princípios para By Gilson Barbosa
  2. 2. Conselhos para a Igreja cap. 33
  3. 3. “Devem os cristãos ser cuidadosos em relação a suas palavras. Não devem nunca passar adiante informações desfavoráveis, de um de seus amigos a outro, especialmente se perceberem haver falta de união entre eles. É cruel dar a entender e insinuar, como se soubéssemos em relação a esse amigo ou aquele conhecido, muita coisa ignorada pelos demais. Essas insinuações prosseguem e criam impressões mais desfavoráveis do que se os fatos fossem francamente relatados, de maneira livre de exagero. ...
  4. 4. ... Que danos não tem sofrido a igreja de Cristo por causa dessas coisas! O procedimento incoerente e desavisado de seus membros tem tornado a igreja débil como a água. Tem sido traída a confiança por membros da mesma igreja, e no entanto o culpado não pretendia fazer mal. A falta de prudência na escolha de assuntos de conversa tem feito muito dano. ...
  5. 5. ... Mas se as horas são despendidas em leviandades e em falar ocioso, empregando-se o precioso tempo em dissecar a vida e o caráter dos outros, a associação amistosa se demonstrará fonte de males, e sua influência será “cheiro de morte para morte”. (2Co 2:16) (T2, p. 186,187).
  6. 6. “Quando damos ouvido a uma difamação contra nosso irmão, somos responsáveis pela mesma. À pergunta: “Senhor, quem habitará no Teu tabernáculo? Quem morará no Teu santo monte?”, responde o salmista: “Aquele que anda em sinceridade, e pratica a justiça, e fala verazmente segundo o seu coração; aquele que não difama com a língua, nem faz mal ao seu próximo, nem aceita nenhuma afronta contra o seu próximo” (Sl 15:1-3)
  7. 7. ... Que quantidade de vã tagarelice seria evitada,... Devemos esforçar-nos por pensar bem de todas as pessoas, especialmente de nossos irmãos, até que sejamos forçados a pensar de outro modo. Não devemos ter pressa em acreditar em relatórios maus. Eles são muitas vezes resultado de inveja ou mal-entendidos, ou podem proceder de exageros ou de uma exposição tendenciosa de fatos. O ciúme e a suspeita, caso se lhes dê atenção, espalhar-se-ão aos quatro ventos, como as sementes de uma praga. ...
  8. 8. ... Um olhar, uma palavra e mesmo a inflexão de voz, podem ser a expressão da falsidade, cravando-se qual seta farpada em algum coração, infligindo-lhe ferida incurável. Assim uma dúvida, uma difamação, pode ser lançada sobre uma pessoa por intermédio da qual Deus iria realizar uma boa obra, prejudicando-lhe a influência e destruindo-lhe a utilidade. Entre algumas espécies de animais, se um dentre eles é ferido e cai, é imediatamente atacado e rasgado em pedaços por seus companheiros. ...
  9. 9. ... No mesmo espírito cruel caem homens e mulheres que tomam o nome de cristãos. Manifestam um zelo farisaico em apedrejar outros menos culpados que eles. Alguns apontam para as faltas e fracassos alheios a fim de distrair a atenção dos outros, ou para serem considerados muito zelosos em prol de Deus e da igreja” (T5, p. 58 e 59).
  10. 10. “O tempo gasto em criticar os motivos e atos dos servos de Cristo melhor poderia ser empregado em oração. Muitas vezes, se os que buscam defeitos nos outros conhecessem a verdade acerca desses a quem criticam, teriam opinião inteiramente diversa. Quanto melhor não seria que, em vez de criticar e condenar os outros, cada um dissesse: “Preciso cuidar de minha própria salvação. Se eu cooperar com Aquele que deseja salvar a minha alma, terei que vigiar diligentemente a mim mesmo. ...
  11. 11. ... Terei que excluir da minha alma, terei que vigiar diligentemente a mim mesmo. Terei que excluir da minha vida todo mal. Tenho que tornar-me uma nova criatura em Cristo. Tenho que vencer todo defeito. Então, em vez de enfraquecer os que estão a lutar contra o mal, posso fortalecê-los com palavras animadoras” (T8, p. 83 e 84).
  12. 12. “Não devemos permitir que nossa perplexidade e desapontamentos nos corroam, tornando-nos impertinentes e impacientes. Não haja discórdia, nem suspeitas ou maledicência, para não ofendermos a Deus. Meu irmão, se abrir seu coração à inveja e às vis suspeitas, o Espírito Santo não poderá habitar em você. ... Tem de haver um diário batismo do amor que nos dias dos apóstolos os unificava. Esse amor trará saúde ao corpo, espírito e mente” (T8, p. 191).
  13. 13. “A inveja não é meramente um desvio de temperamento, mas uma desordem que afeta todas as faculdades. Começou com satanás. Ele desejou ser o primeiro no céu e, como não alcançasse todo o poder e glória que buscava, rebelou-se contra o governo de Deus. ...
  14. 14. ... O invejoso fecha os olhos às boas qualidades e nobres ações dos outros. Está sempre pronto a desprezar e representar falsamente aquilo que é excelente. Os homens muitas vezes confessam e abandonam outras faltas; do homem invejoso, porém, pouco se pode esperar. Visto como invejar alguém é admitir que ele é superior, o orgulho não tolerará nenhuma concessão. Se for feita uma tentativa de convencer de seu pecado a pessoa invejosa, ela se torna ainda mais amarga contra o objeto de sua paixão, e muitas vezes permanece incurável. ...
  15. 15. ... O invejoso espalha veneno aonde quer que vá, separando amigos e suscitando ódio e rebelião contra Deus e as pessoas. Procura ser considerado o melhor e o maior, não mediante heroicos e abnegados esforços por alcançar o alvo da excelência, mas sim ficando onde está e diminuindo o mérito dos outros. [...] ...
  16. 16. ... O apóstolo Tiago diz que a língua que se deleita no dano que causa, a língua mexeriqueira que diz: “Conte, e eu o espalharei” (Tg 3:6), é inflamada pelo inferno. Ela espalha tições de fogo por toda parte. Que importa ao tagarela se ele difama o inocente? Ele não deterá sua obra má, embora destrua a esperança e o ânimo daqueles que já estão se afogando sob suas cargas. ...
  17. 17. ... O que mais fazem é condescender com a sua inclinação de amar o escândalo. Mesmo professos cristãos fecham os olhos para tudo o que é puro, honesto, nobre e amável, entesourando tudo que é objetável e desagradável, e publicando-o ao mundo” (T5, p. 56 e 57).
  18. 18. “Dói-me dizer que existem línguas desenfreadas entre os membros da igreja. Há línguas falsas, que se alimentam da maldade. Há línguas astutas, que segredam. Há loquacidade (falar demais), impertinente intrometimento, insinuações hábeis. Entre os amantes da tagarelice, alguns são movidos pela curiosidade, outros pela inveja, muitos pelo ódio contra aqueles por meio dos quais Deus falou para os reprovar. Todos esses elementos discordantes estão ativos. Alguns ocultam seus sentimentos reais, enquanto outros estão ansiosos por divulgar tudo que sabem, ou mesmo suspeitam, dos males alheios.
  19. 19. “Satanás está exultante com a condição do professo povo de Deus. Enquanto muitos negligenciam sua própria salvação, vigiam ansiosamente por uma oportunidade para criticar e condenar os outros. Todos têm defeitos de caráter, e não é difícil descobrir alguma coisa que a inveja pode interpretar para o seu mal. “Ora”, dizem esses juízes por iniciativa própria, “temos fatos. Nós lhes faremos uma acusação da qual não se poderão livrar. ...
  20. 20. ... Em seu empenho por apresentar um problema, pessoas que têm por natureza uma imaginação criativa estão em perigo de se enganarem a si mesmas e aos outros. Apanham expressões que outros utilizaram em momento descuidado, ... Mas essas observações não ponderadas, muitas vezes tão banais que não merecem atenção, são olhadas através das lentes de satanás, meditadas e repetidas, até que montículos de terra juntados pelas toupeiras se transformam em montanhas. ... Satanás exulta quando pode difamar ou ferir um seguidor de Cristo. Ele é o acusador dos irmãos. Deverão os cristãos ajuda-lo em sua obra?...
  21. 21. ... Os verdadeiros cristãos não exultarão em expor as faltas e deficiências de outros. Manterão distância da vileza e deformidade, para fixar a mente naquilo que é atraente e amável. Para o cristão todo ato de crítica e toda palavra de censura ou condenação são penosos”(T5, p. 94-96).
  22. 22. “O espírito de tagarelice e maledicência é um dos instrumentos especiais de satanás para semear discórdia e luta, para separar amigos e solapar a fé de muitos na veracidade de nossas crenças. Os irmãos e irmãs estão demasiado prontos para falar das faltas e erros que julgam existir em outros e especialmente nos que têm apresentado sem recuo as mensagens de repreensão e advertência que o Senhor lhe confiou. ...
  23. 23. ... Os filhos desses queixosos escutam de ouvidos abertos e recebem o veneno da desafeição. Os pais fecham assim, cegamente, os meios pelos quais poderia ser alcançado o coração dos filhos. Quantas famílias temperam suas refeições diárias com dúvidas e críticas! Dissecam o caráter de seus amigos e o servem como deliciosa sobremesa. ...
  24. 24. ... Os nomes dos escolhidos servos de Deus têm sido usados com desrespeito, e em alguns casos com absoluto desdém, por certas pessoas cujo dever é apoiá-los. As crianças não têm deixado de ouvir as observações desrespeitosas dos pais com referência às solenes repreensões e advertências dos servos de Deus. Têm compreendido os escarnecedores gracejos e palavras depreciativas que de tempos a tempos lhes tem chegado aos ouvidos, e a tendência tem sido nivelar, em sua mente, os interesses sagrados e eternos com os negócios comuns do mundo. ...
  25. 25. ... Que obra realizam esses pais, fazendo de seus filhos uns incrédulos, já na infância! Desta maneira é que as crianças são ensinadas a serem irreverentes e a se rebelarem contra as repreensões do pecado, enviadas pelo céu. ...
  26. 26. ... Onde existem semelhantes males, só podem prevalecer o declínio espiritual. Esses mesmos pais e mães, cegados pelo inimigo, admiram-se de que os filhos sejam tão inclinados à incredulidade, e a duvidarem da verdade da Bíblia. Admiram-se de que seja tão difícil alcançá-los por influências morais e religiosas. Tivessem eles visão espiritual, e descobririam desde logo que esse deplorável estado de coisas é resultado de sua própria influência doméstica, produto de seus ciúmes e desconfiança. Assim, muitos incrédulos são feitos nos círculos familiares de professos cristãos” (T4, p. 195, 196).

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