AFABILIDADE E A DOÇURA
“A benevolênciapara comos seus semelhantes,fruto do amorao
próximo,produz a afabilidade e a doçura, quelhe são a formade
manifestar-se.”
Cap. IX – Bem-aventurados os Brandos e Pacíficos
Item 6 (Lázaro)
“Afabilidade é caridade no trato pessoal.”
(SINALVERDE)
Olá, meu irmão
 FALAR DA GENTILEZA DA RUDEZA
A bondade e a afabilidade são atributos essenciais dos Espíritos
depurados. Não têm ódio, nem aos homens, nem aos outros Espíritos.
Lamentam as fraquezas, criticam os erros, mas sempre com moderação,
sem fel e sem animosidade. Admita-se que os Espíritos
verdadeiramente bons não podem querer senão o bem e dizer senão
coisas boas e se concluirá que tudo o que denote, na linguagem dos
Espíritos, falta de bondade e de benignidade não pode provir de um
bom Espírito. (O LIVRO DOS MÉDIUNS, Item 264)
“A educaçãoe a freqüentaçãodo mundopodem dar ao homemo
vernizdessas qualidades.Quantos há cujafingidabonomianão
passa de máscara para o exterior,de uma roupagemcujotalhe
primorosodissimulaas deformidadesinteriores!”
“Entretanto, nem sempre há que fiar nas aparências.”
“Omundo está cheiodessas criaturasque têm noslábioso sorrisoe
nocoraçãoo veneno;que são brandas, desde que nada as agaste,
mas quemordemà menorcontrariedade; cujalíngua,de ouro
quandofalam pela frente,se muda em dardo peçonhento,quando
estão pordetrás.”
“A essa classe também pertencemesses homens,de exterior
benigno,que,tiranosdomésticos,fazem que suas famíliase seus
subordinadoslhes sofram o peso do orgulhoe do despotismo,como
a quereremdesforrar-sedo constrangimentoque,fora de casa, se
impõema si mesmos.”
“Nãose atrevendo a usar de autoridade para com os estranhos,que
oschamariam à ordem,acham que pelo menosdevem fazer-se
temidosdaquelesque lhes não podem resistir.Envaidecem-sede
poderemdizer: “Aquimandoe souobedecido”, sem lhes ocorrer
quepoderiamacrescentar:
“E soudetestado”.”
“Nãobasta que dos lábiosmanem leitee mel. Se o coraçãode modo
algumlhes está associado,só há hipocrisia. Aquelecujaafabilidade
e doçuranão são fingidasnuncase desmente:é o mesmo,tanto em
sociedade,comona intimidade.Esse, ao demais,sabe que se, pelas
aparências,se consegueenganaros homens, a Deusninguém
engana.”
 Felisberto
 Irritação, cólera e
agressividade no
ambiente familiar
 Crença na infalibilidade
 Sentimento de
privilégio
 Mascara a sua
personalidade no
ambiente familiar
XAVIER, Francisco Cândido. Escrínio de Luz. Pelo Espírito Emmanuel
Com a franqueza agressiva, embora tocada
de boas intenções, não serás portador do
auxílio que desejas, conseguindo gerar tão
somente o desespero e a indisciplina.
Por outro lado, não é porque apregoas a
verdade, com rigor, que te farás abençoado
na vida; a irreflexão no serviço assistencial
agrava as doenças e multiplica os desastres.
Gentileza
Como eu tenho tratado aqueles que estão ao
meu lado na convivência familiar?
Como eu tenho tratado os meus colegas de
profissão ou trabalho voluntário?
Como eu tenho tratado o próximo mais
próximo de mim?
A ilha dos sentimentos
Afabilidade e doçura

Afabilidade e doçura

  • 1.
  • 2.
    “A benevolênciapara comosseus semelhantes,fruto do amorao próximo,produz a afabilidade e a doçura, quelhe são a formade manifestar-se.” Cap. IX – Bem-aventurados os Brandos e Pacíficos Item 6 (Lázaro) “Afabilidade é caridade no trato pessoal.” (SINALVERDE)
  • 3.
  • 4.
     FALAR DAGENTILEZA DA RUDEZA
  • 5.
    A bondade ea afabilidade são atributos essenciais dos Espíritos depurados. Não têm ódio, nem aos homens, nem aos outros Espíritos. Lamentam as fraquezas, criticam os erros, mas sempre com moderação, sem fel e sem animosidade. Admita-se que os Espíritos verdadeiramente bons não podem querer senão o bem e dizer senão coisas boas e se concluirá que tudo o que denote, na linguagem dos Espíritos, falta de bondade e de benignidade não pode provir de um bom Espírito. (O LIVRO DOS MÉDIUNS, Item 264)
  • 6.
    “A educaçãoe afreqüentaçãodo mundopodem dar ao homemo vernizdessas qualidades.Quantos há cujafingidabonomianão passa de máscara para o exterior,de uma roupagemcujotalhe primorosodissimulaas deformidadesinteriores!” “Entretanto, nem sempre há que fiar nas aparências.”
  • 7.
    “Omundo está cheiodessascriaturasque têm noslábioso sorrisoe nocoraçãoo veneno;que são brandas, desde que nada as agaste, mas quemordemà menorcontrariedade; cujalíngua,de ouro quandofalam pela frente,se muda em dardo peçonhento,quando estão pordetrás.”
  • 8.
    “A essa classetambém pertencemesses homens,de exterior benigno,que,tiranosdomésticos,fazem que suas famíliase seus subordinadoslhes sofram o peso do orgulhoe do despotismo,como a quereremdesforrar-sedo constrangimentoque,fora de casa, se impõema si mesmos.”
  • 9.
    “Nãose atrevendo ausar de autoridade para com os estranhos,que oschamariam à ordem,acham que pelo menosdevem fazer-se temidosdaquelesque lhes não podem resistir.Envaidecem-sede poderemdizer: “Aquimandoe souobedecido”, sem lhes ocorrer quepoderiamacrescentar: “E soudetestado”.”
  • 10.
    “Nãobasta que doslábiosmanem leitee mel. Se o coraçãode modo algumlhes está associado,só há hipocrisia. Aquelecujaafabilidade e doçuranão são fingidasnuncase desmente:é o mesmo,tanto em sociedade,comona intimidade.Esse, ao demais,sabe que se, pelas aparências,se consegueenganaros homens, a Deusninguém engana.”
  • 11.
     Felisberto  Irritação,cólera e agressividade no ambiente familiar  Crença na infalibilidade  Sentimento de privilégio  Mascara a sua personalidade no ambiente familiar
  • 13.
    XAVIER, Francisco Cândido.Escrínio de Luz. Pelo Espírito Emmanuel Com a franqueza agressiva, embora tocada de boas intenções, não serás portador do auxílio que desejas, conseguindo gerar tão somente o desespero e a indisciplina. Por outro lado, não é porque apregoas a verdade, com rigor, que te farás abençoado na vida; a irreflexão no serviço assistencial agrava as doenças e multiplica os desastres.
  • 14.
  • 15.
    Como eu tenhotratado aqueles que estão ao meu lado na convivência familiar? Como eu tenho tratado os meus colegas de profissão ou trabalho voluntário? Como eu tenho tratado o próximo mais próximo de mim?
  • 16.
    A ilha dossentimentos