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O QUE FAZER COM
NOSSO LIXO?
......produtos altamente tóxicos e
poluentes são despejados por nós
no meio ambiente, as vezes sem
termos consciência. A
despreucupação das autoridades se
reflete na falta de conhecimento da
população, resultando nos grandes
danos causados dia após dia.
Através dessa cartilha procuramos
mostrar que existe muita coisa
errada por aí.... E pouca coisa
certa!!
Pilhas e Baterias
PROBLEMA?
Baterias e pilhas têm em suas
composições metais pesados
altamente tóxicos, como cádmio,
níquel, chumbo e mercúrio.
Depois de utilizadas, a maioria é
jogada em aterros sanitários ou
lixões a céu aberto. Além de
poluir o meio ambiente,
contaminar o solo e as águas,
causam males aos homens, como
problemas renais, mentais,
pulmonares e até a morte.
Mecanismos de reutilização,
reciclagem, tratamento e disposição
final estão sendo pesquisadas e
colocadas em prática pelas indústrias
fabricantes.
As pilhas têm um tempo de degradação
de 100 a 500 anos. Já para os metais
pesados, este tempo é infinito, ou
seja, eles se transformam, mas
continuam existindo, já que são de
difícil absorção pela natureza.
Se dermos o destino correto a elas,
estaremos contribuindo não só com o
meio ambiente, mas com nossa
própria saúde.
POR QUE SEPARAR?
Recolha suas pilhas e baterias usadas
que não sejam alcalinas (baterias de
celular....) e leve-as a qualquer
estabelecimento que comercialize
estes produtos. Eles vão encaminhar
aos fabricantes, que darão o destino
correto, sem prejudicar o meio
ambiente ou o ser humano. Já as
pilhas alcalinas podem ser
depositadas no lixo domiciliar, pois já
estão de acordo com as normas
estabelecidas.
O QUE FAZER?
Cartuchos e
Disquetes
PROBLEMA
• CARTUCHOS E DISQUETES SÃO CADA VEZ
MAIS UTILIZADOS E CADA VEZ MAIS
DESCARTADOS
POR QUE SEPARAR?
Sugere-se a recarga dos cartuchos, tendo em vista que:
• para fabricar um cartucho de Inkjet/Toner é necessário, em média de 2 a 5 litros de
petróleo;
• o plástico usado em cada cartucho de impressora leva mais de dez séculos para se decompor;
• a reciclagem reduz resíduos sólidos: são economizados mais de 38.000 toneladas de plásticos
e metal a cada ano;
• gera empregos e incentiva a economia nacional;
• reduz os custos que pode chegar a 60% do valor do novo;
• reduz o lixo não biodegradável;
• há economia de energia nos processos produtivos, etc...
Os benefícios da reciclagem dos metais e plásticos
dos diquetes são inúmeros como:
• economia de energia;
• recursos naturais;
• aumento da vida útil dos aterros sanitários;
• incentivo as indústrias recicladoras.
O QUE FAZER?
DISQUETES
Caso não haver mais utilização, separá-lo como lixo seco, com
o objetivo de reciclar o plástico e o metal neles existentes.
CARTUCHOS
Sempre que possível buscar empresas que prestam o serviço
de recarga. Caso não haver a possibilidade de recarga o
mesmo deve ser separado como lixo seco, com o objetivo de
reciclar o plástico.
Consulte uma das empresas recicladoras
Recarga Tintas Mil e Um Fones: 3219-1001, 3223-1661
Eletro-eletrônicos
PROBLEMA
 Crescimento acentuado do setor de eletro-
eletrônicos;
 Os aparelhos elétricos e eletrônicos provocam
graves danos ambientais durante a fase de gestão
dos resíduos;
 Não existe a obrigação do tratamento preventivo;
 Uma das práticas mais arriscadas para o meio
ambiente é a de incineração destes tipos de lixo;
 Projeto de lei sobre eletro-eletrônicos.
Principais substâncias tóxicas e danos
APARELHO SUBSTÂNCIA EFEITO / DANO
gás refrigerante R12 (aparelhos
c/ mais de 7 anos)
destruição da camada de
ozônio e contribuição para o
efeito estufa
gás refrigerante R134a
(aparelhos c/ menos de 7 anos)
contribuição para o efeito
estufa
Condicionadores de
Ar
gás refrigerante R22 contribuição para o efeito
estufa
Forno microondas chumbo (soldas das placas de
circuito)
danifica as células
cerebrais, podendo ser letal
chumbo (em forma de óxido,
encontrado no vidro do tubo)
danos ao sistema nervoso e
sanguíneo
bário (laterais do vidro) fraqueza muscular e danos
no coração
cádmio (camada luminosa da
parte frontal)
acumulação nos rins
mercúrio danos ao sistema nervoso,
renal e reprodutivo feminino
berílio cancerígeno
cromo provoca alterações no DNA
Refrigeradores
Televisores e
Monitores
Computadores e
componentes
O QUE FAZER?
• Os produtores e o governo ainda não possuem um sistema de
recolhimento dos aparelhos sucateados;
• Tentar revender;
• Assistências técnicas aceitam aparelhos danificados para o
aproveitamento de peças;
• Entidades assistenciais aceitam doações de qualquer produto
que possa ser doado ou consertado;
• Antes de descartar o AC e o refrigerador, deve-se chamar
uma autorizada para a retirada do gás refrigerante;
• O mais importante é NÃO COLOCAR JUNTO AO LIXO
COMUM.
• Caso você não consiga descartá-lo, guarde-o.
Entidades/Contatos
• Videojob fone: 051 3311-1500 – aceita
monitores, video games, video cassetes,
DVDs, televisores.
• Luzitana Assistência técnica Ltda. Fone:
051 3343-1879 – aceita refrigeradores e
condicionadores de ar.
• Mensageiro da Caridade – Fone 3223-2555
Isopor
PROBLEMA?
O isopor(EPS) é constituído de 98% de ar,
ocupando muito espaço nos lixões e aterros
sanitários;
O custo de reciclagem não compensa
economicamente, pois só 2% de seu volume
pode ser aproveitado.
POR QUE SEPARAR?
Vantagens Ambientais : diminuição do espaço
físico nos lixões;
Vantagens Sociais : geração de empregos;
Vantagens Econômicas : diminuição de custos
na construção civil.
O QUE FAZER?
Utilizar produtos alternativos, como a
Bioespuma;
Utilizar na fabricação de concreto leve.
BIOESPUMA
• Erro Tipo I - probabilidade 0.05
• Erro Tipo II - probabilidade 0.1
• NQA - Nível de Qualidade Aceitável
• LTPD - Tolerância de porcentagem de
Defeitos
• Erro Tipo I - probabilidade 0.05
• Erro Tipo II - probabilidade 0.1
• NQA - Nível de Qualidade Aceitável
• LTPD - Tolerância de porcentagem de
Defeitos
Lâmpadas
Fluorescente
PROBLEMA
O descarte de lâmpadas fluorescentes pode
representar um sério risco para o meio ambiente e para a
saúde humana por conterem mercúrio. Quando essas
lâmpadas são rompidas o mercúrio é expelido,
contaminando o ecossistema e os seres vivos. Se jogadas
no aterro, contaminará o solo e logo o lençol freático,
podendo chegar à cadeia alimentar do homem.
POR QUE SEPARAR?
Vantagens Ambientais
Minimizar o volume de mercúrio descarregado no meio
ambiente com a conseqüente redução do risco de
contaminação do mesmo e dos seres vivos, inclusive o
homem.
 Vantagens Sociais
Criação de consciência ambiental e de responsabilidade
do indivíduo perante a sociedade.
Divulgação dos serviços prestados pelos centros de
reciclagem para a comunidade em geral.
 Vantagens Econômicas
Desenvolver formas de aumentar a vida útil das lâmpadas,
por exemplo, evitando iluminação desnecessária.
O QUE FAZER?
Como a cidade de Porto Alegre separa lâmpadas
fluorescentes na coleta seletiva, devemos depositá-las
separadamente do restante do lixo para que elas sejam
enviadas para a reciclagem.
Pneus
PROBLEMA
Por serem de lenta degradação e acumuladores de água,
os pneus tornam-se foco de proliferação de insetos e
pequenos animais. Em função disso, não devem ser
jogados em aterros sanitários, terrenos abandonados,
rios, etc.. Além disso, os pneus não devem ser queimados,
pois na queima liberam gases tóxicos, poeiras e outras
substâncias que agridem o meio ambiente.
Como são de fácil combustão, o acúmulo de pneus em
lixões pode ocasionar incêndios.
POR QUE SEPARAR?
Vantagens Ambientais: através de um processo ambientalmente
adequado de reciclagem dos pneus velhos, os problemas
ambientais referentes à liberação de gases tóxicos pela queima
de pneus, assim como, a poluição visual provocada pelo acúmulo de
pneus em aterros sanitários estariam solucionados.
Vantagens Sociais: a reciclagem acabaria também com o problema
de acúmulo de água dentro dos pneus velhos. Pneus sem uso que
estão expostos à chuva ou jogados em lixões propiciam um habitat
ideal para a proliferação de insetos e pequenos animais que
provocam doenças, como por exemplo, o mosquito da dengue.
Vantagens Econômicas: o reaproveitamento dos pneus
considerados sem utilidade depois de sua vida útil normal sem
sombra de dúvida cria uma nova cadeia produtiva. Com isso são
geradas novas riquezas e novos postos de trabalho.
O QUE FAZER?
No momento ainda não há uma
maneira capaz de acabar
definitivamente com o problema de
pneus descartados no país. Porém,
existe uma série de empresas de
reciclagem de pneus que estão se
estabelecendo no Brasil. Estas
empresas irão utilizar diversas
técnicas para reaproveitar os
pneus velhos. Enquanto aguarda-se
a definição das formas de coleta,
recomendamos que os pneus velhos
sejam armazenados em lugar seco
e que não traga risco de incêndio.
Se estiverem expostos a chuva,
recomendamos que os pneus sejam
furados ou cortados para que não
acumulem água.
Remédios
PROBLEMA
O descarte dos remédios para humanos e
animais domésticos
POR QUE SEPARAR?
A importância em descartar produtos
farmacêuticos e/ou veterinários, quando não
mais necessários, é de reduzir os riscos de
contaminação por quebra ou violação da
embalagem ou por uso indevido, caso das
crianças e/ou pessoas mal informadas.
O QUE FAZER?
Observar a data de validade do produto:
•Dentro da validade orientar sua destinação para
quem possa fazer uso, sejam pessoas ou
entidades.
•Fora da validade sugere-se descartar seu
conteúdo via vaso sanitário e destinar sua
embalagem de acordo com a sua natureza.
Obs: Existe uma farmácia comunitária que recebe medicamentos,
dentro do prazo de validade, para doá-los a quem possa precisar.
Funciona na Igreja do Rosário, situada na rua Vigário José Inácio no
centro de Porto Alegre.
Latas, Vidro e PET
PROBLEMA
Se não reciclado as latas levam 100 anos para se
decomporem. A cada Kg de alumínio reciclado,
cinco Kg de bauxita são poupados. A reciclagem
do alumínio, proporciona economia de 95% de
Energia Elétrica.
Levam 1 milhão de anos
para degradar.
As embalagens plásticas lançadas indevidamente
no ambiente, contribuem para entupimentos,
agridem a fauna aquática. O PET demora mais de
100 anos para se dissolver
POR QUE SEPARAR?
Todas as indústrias fabricantes recebem o vidro e
o consideram um insumo melhor do que a própria
matéria-prima. De uma embalagem de vidro é
possível produzir outra idêntica, s/ nenhum tipo
de perda durante o processo.
Melhoria sensíveis no processo de decomposição da
matéria orgânica, Economia de energia elétrica e
petróleo, geração de empregos e menor preço para o
consumidor (30%)
Por ser totalmente reciclável, é
possível se produzir os mesmos
produtos que a matéria virgem.
O QUE FAZER ?
Deve se manter separada e colocada em sacos
de lixos separados do lixo orgânico. Se você
não mora em um bairro atendido pela Coleta
Seletiva, leve até um ponto de recolhimento do
DMLU.
Lavar e coloca no lixo reciclável mesmo que
estejam quebrados, podem ser reciclados, a
exceção do lixo hospitalar, cujo destino é
incineração
Antes de serem encaminhadas para reciclagem
devemos retirar os outros componentes feitos
de outros materiais: tampas, rótulos, por meio de
lavagem
Tintas e Solventes
PROBLEMA?
TINTAS E SOLVENTES SÃO EXTREMAMENTE
TÓXICOS. AINDA NÃO EXISTE NENHUM TIPO DE
COLETA SELETIVA
POR QUE SEPARAR?
ALÉM DE POUPAR O MEIO AMBIENTE DE
REAGENTES EXTREMAMENTE TÓXICOS, A
SAÚDE DA POPULAÇÃO NÃO ESTARÁ EM
RISCO
O QUE FAZER?
As tintas a base de água devem ficar na lata
aberta durante algum tempo para que o oxigênio
reaja, aí você pode jogar fora, pois são inofensivas.
Mas, os outros tipos de tintas e os solventes você
deve usar até o final conforme as instruções na
embalagem, ou então guardar no recipiente original
em lugar seguro, longe de crianças e animais.
Nunca despeje tintas e solventes no esgoto, cursos de
água, plantas ou no solo, pois esta atitude trará graves
conseqüências, podendo provocar intoxicação e morte
de plantas, animais e, principalmente, seres humanos.
Venênos
de Uso
Domiciliar
PROBLEMA
• Contaminação
– do solo,
– lençol freático,
– fauna e flora
• Envenenamento
POR QUE SEPARAR?
• ELIMINAR QUALQUER RISCO DE
CONTAMINAÇÃO
O QUE FAZER?
• Não reutilizar as embalagens
• Acondicionar em sacos individuais e
descartar no lixo reciclável
• Em caso de envenenamento
Centro de Informações Toxicológicas
do Rio Grande do Sul
0800-780200
O que diz a lei ?
LEGISLAÇÃO
Art. 225. Todos tem direito ao meio ambiente
ecologicamente equilibrado, bem de uso
comum do povo e essencial à sadia qualidade
de vida, impondo-se ao Poder Público e à
coletividade o dever de defende-lo e
preserva-lo para as presentes e futuras
gerações.
 
Constituição da República Federativa do Brasil
Promulgada em 5 de outubro de 1988
LEGISLAÇÃO (pilhas e baterias)
Resolução do Conama (Conselho Nacional de Meio Ambiente) de
30.06.1999.
Que as pilhas e baterias, após o seu esgotamento energético,
deverão ser devolvidas pelos usuários aos estabelecimentos
que as comercializam e/ou à rede de assistência técnica
autorizada. Além disso, estabelece a quantidade de metais
pesados que as pilhas comuns devem possuir. Se estiverem
dentro dos limites previstos, estas podem ser depositadas
junto ao lixo doméstico, em aterros sanitários licenciados.
LEGISLAÇÃO RS
(lâmpadas fluorescentes, pilhas)
Apenas regulamentações para o descarte de
lâmpadas fluorescentes quando oriundas de
empresas. O governo do Estado do Rio Grande do
Sul sancionou a lei 11.019, de 23 de setembro de
1997 (alterada pela Lei 11.187, de 07 de julho de
1998) que veda o descarte de pilhas que
contenham mercúrio metálico, lâmpadas
fluorescentes, baterias de telefones celulares e
demais artefatos que contenham metais pesados
em lixo doméstico ou comercial.
LEGISLAÇÃO (pneus)
Resolução Comana, de 26.08.1999 determina que as empresas
fabricantes e importadoras de pneus ficam obrigadas a
coletar e dar destinação final, ambientalmente adequada, aos
pneus descartados no território nacional. A partir de 01.01.
2002 para cada quatro pneus novos colocados no mercado
nacional, um pneu descartado deverá ser recolhido. Em 2003
serão recolhidos dois pneus descartados para cada quatro
novos pneus. Até que em 2005 serão recolhidos cinco pneus
descartados para cada quatro novos pneus produzidos ou
importados. É importante salientar que a partir de
02.12.1999 está proibida a disposição de pneus descartados
em aterros sanitários, mar, rios, lagos ou riachos, terrenos
baldios ou alagadiços, e queima a céu aberto.
LEGISLAÇÃO
(latas, vidro e PET)
Art. 164 - A reciclagem de resíduos deve ser adotada quando
ocorrerem alternativamente as seguintes hipóteses:
I- considerada economicamente viável e quando exista um mercado, ou este
possa ser criado para as substâncias produzidas e os custos que isso requer
não sejam desproporcionais em comparação com os custos que a disposição
final requereria;
II- considerada tecnicamente possível mesmo que requeira pré-atendimento do
resíduo;
III- considerada ambientalmente conveniente.
Parágrafo Único - A reciclagem deve ocorrer de forma apropriada e segura, de
acordo com a natureza do resíduo, e de forma a não ferir os interesses
públicos, nem aumentar a concentração de poluentes.
Artigo 104 dispõe que os critérios a adotar quanto ao método de reciclagem
terão normas técnicas elaboradas pelo SISNAMA.Artigo 169 dispõe que as
empresas exclusivamente recicladoras gozará de privilégios fiscais e
tributários, cujas normas específicas deverão ser editadas pelo Governo
Federal, Estadual, Municipal e DF.
LEGISLAÇÃO
Ajude a Aprovar
Para Eletro-Eletrônicos, Isopor, tintas e
solventes, entre outros.
Projeto de iniciativa do legislativo, a Política Nacional de
Resíduos Sólidos, estabelece os princípios, objetivos e
instrumentos, com destque para a redução da quantidade e
nocividade dos resíduos sólidos, a descentralização político-
administrativa e a responsabilidade pós-consumo.
Para ler a íntegra da PNRS acesse www.kapaz.com.br
LEGISLAÇÃO – Vamos
pensar...
Para Cartuchos e disquetes, Remédios e Venenos de
uso domiciliar
Não existe nenhuma lei ou projeto de lei
Autores:
Alunos da Disciplina de
Gestão Ambiental na Empresa - Semestre 2001/1
Escola de Administração/UFRGS
Alessandra Pess
Alessandro Rabollo Barbosa
Carlos Maurício Ruivo Machado
Caroline de Oliveira Orth
Clarissa Fensterseifer
Diego Baseggio Rech
Eduardo Luce Glitz
Elise Streck Silveira
Fábio Backes
Felipe Costa Ramos
Fernando Luiz Boff
Frederico Bastos Hildebrand
Getúlio Sangalli Reale
Gustavo Dametto Signori
Henrique Camara da Silveira
Inácio Mecking
Jean Rafael Almeida
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Joselito Reis Junqueira
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Lucio Luis Sehn
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O que fazer com nosso lixo: guias para descarte correto

  • 1. O QUE FAZER COM NOSSO LIXO?
  • 2. ......produtos altamente tóxicos e poluentes são despejados por nós no meio ambiente, as vezes sem termos consciência. A despreucupação das autoridades se reflete na falta de conhecimento da população, resultando nos grandes danos causados dia após dia. Através dessa cartilha procuramos mostrar que existe muita coisa errada por aí.... E pouca coisa certa!!
  • 4. PROBLEMA? Baterias e pilhas têm em suas composições metais pesados altamente tóxicos, como cádmio, níquel, chumbo e mercúrio. Depois de utilizadas, a maioria é jogada em aterros sanitários ou lixões a céu aberto. Além de poluir o meio ambiente, contaminar o solo e as águas, causam males aos homens, como problemas renais, mentais, pulmonares e até a morte.
  • 5. Mecanismos de reutilização, reciclagem, tratamento e disposição final estão sendo pesquisadas e colocadas em prática pelas indústrias fabricantes. As pilhas têm um tempo de degradação de 100 a 500 anos. Já para os metais pesados, este tempo é infinito, ou seja, eles se transformam, mas continuam existindo, já que são de difícil absorção pela natureza. Se dermos o destino correto a elas, estaremos contribuindo não só com o meio ambiente, mas com nossa própria saúde. POR QUE SEPARAR?
  • 6. Recolha suas pilhas e baterias usadas que não sejam alcalinas (baterias de celular....) e leve-as a qualquer estabelecimento que comercialize estes produtos. Eles vão encaminhar aos fabricantes, que darão o destino correto, sem prejudicar o meio ambiente ou o ser humano. Já as pilhas alcalinas podem ser depositadas no lixo domiciliar, pois já estão de acordo com as normas estabelecidas. O QUE FAZER?
  • 8. PROBLEMA • CARTUCHOS E DISQUETES SÃO CADA VEZ MAIS UTILIZADOS E CADA VEZ MAIS DESCARTADOS
  • 9. POR QUE SEPARAR? Sugere-se a recarga dos cartuchos, tendo em vista que: • para fabricar um cartucho de Inkjet/Toner é necessário, em média de 2 a 5 litros de petróleo; • o plástico usado em cada cartucho de impressora leva mais de dez séculos para se decompor; • a reciclagem reduz resíduos sólidos: são economizados mais de 38.000 toneladas de plásticos e metal a cada ano; • gera empregos e incentiva a economia nacional; • reduz os custos que pode chegar a 60% do valor do novo; • reduz o lixo não biodegradável; • há economia de energia nos processos produtivos, etc... Os benefícios da reciclagem dos metais e plásticos dos diquetes são inúmeros como: • economia de energia; • recursos naturais; • aumento da vida útil dos aterros sanitários; • incentivo as indústrias recicladoras.
  • 10. O QUE FAZER? DISQUETES Caso não haver mais utilização, separá-lo como lixo seco, com o objetivo de reciclar o plástico e o metal neles existentes. CARTUCHOS Sempre que possível buscar empresas que prestam o serviço de recarga. Caso não haver a possibilidade de recarga o mesmo deve ser separado como lixo seco, com o objetivo de reciclar o plástico. Consulte uma das empresas recicladoras Recarga Tintas Mil e Um Fones: 3219-1001, 3223-1661
  • 12. PROBLEMA  Crescimento acentuado do setor de eletro- eletrônicos;  Os aparelhos elétricos e eletrônicos provocam graves danos ambientais durante a fase de gestão dos resíduos;  Não existe a obrigação do tratamento preventivo;  Uma das práticas mais arriscadas para o meio ambiente é a de incineração destes tipos de lixo;  Projeto de lei sobre eletro-eletrônicos.
  • 13. Principais substâncias tóxicas e danos APARELHO SUBSTÂNCIA EFEITO / DANO gás refrigerante R12 (aparelhos c/ mais de 7 anos) destruição da camada de ozônio e contribuição para o efeito estufa gás refrigerante R134a (aparelhos c/ menos de 7 anos) contribuição para o efeito estufa Condicionadores de Ar gás refrigerante R22 contribuição para o efeito estufa Forno microondas chumbo (soldas das placas de circuito) danifica as células cerebrais, podendo ser letal chumbo (em forma de óxido, encontrado no vidro do tubo) danos ao sistema nervoso e sanguíneo bário (laterais do vidro) fraqueza muscular e danos no coração cádmio (camada luminosa da parte frontal) acumulação nos rins mercúrio danos ao sistema nervoso, renal e reprodutivo feminino berílio cancerígeno cromo provoca alterações no DNA Refrigeradores Televisores e Monitores Computadores e componentes
  • 14. O QUE FAZER? • Os produtores e o governo ainda não possuem um sistema de recolhimento dos aparelhos sucateados; • Tentar revender; • Assistências técnicas aceitam aparelhos danificados para o aproveitamento de peças; • Entidades assistenciais aceitam doações de qualquer produto que possa ser doado ou consertado; • Antes de descartar o AC e o refrigerador, deve-se chamar uma autorizada para a retirada do gás refrigerante; • O mais importante é NÃO COLOCAR JUNTO AO LIXO COMUM. • Caso você não consiga descartá-lo, guarde-o.
  • 15. Entidades/Contatos • Videojob fone: 051 3311-1500 – aceita monitores, video games, video cassetes, DVDs, televisores. • Luzitana Assistência técnica Ltda. Fone: 051 3343-1879 – aceita refrigeradores e condicionadores de ar. • Mensageiro da Caridade – Fone 3223-2555
  • 17. PROBLEMA? O isopor(EPS) é constituído de 98% de ar, ocupando muito espaço nos lixões e aterros sanitários; O custo de reciclagem não compensa economicamente, pois só 2% de seu volume pode ser aproveitado.
  • 18. POR QUE SEPARAR? Vantagens Ambientais : diminuição do espaço físico nos lixões; Vantagens Sociais : geração de empregos; Vantagens Econômicas : diminuição de custos na construção civil.
  • 19. O QUE FAZER? Utilizar produtos alternativos, como a Bioespuma; Utilizar na fabricação de concreto leve.
  • 20. BIOESPUMA • Erro Tipo I - probabilidade 0.05 • Erro Tipo II - probabilidade 0.1 • NQA - Nível de Qualidade Aceitável • LTPD - Tolerância de porcentagem de Defeitos • Erro Tipo I - probabilidade 0.05 • Erro Tipo II - probabilidade 0.1 • NQA - Nível de Qualidade Aceitável • LTPD - Tolerância de porcentagem de Defeitos
  • 22. PROBLEMA O descarte de lâmpadas fluorescentes pode representar um sério risco para o meio ambiente e para a saúde humana por conterem mercúrio. Quando essas lâmpadas são rompidas o mercúrio é expelido, contaminando o ecossistema e os seres vivos. Se jogadas no aterro, contaminará o solo e logo o lençol freático, podendo chegar à cadeia alimentar do homem.
  • 23. POR QUE SEPARAR? Vantagens Ambientais Minimizar o volume de mercúrio descarregado no meio ambiente com a conseqüente redução do risco de contaminação do mesmo e dos seres vivos, inclusive o homem.  Vantagens Sociais Criação de consciência ambiental e de responsabilidade do indivíduo perante a sociedade. Divulgação dos serviços prestados pelos centros de reciclagem para a comunidade em geral.  Vantagens Econômicas Desenvolver formas de aumentar a vida útil das lâmpadas, por exemplo, evitando iluminação desnecessária.
  • 24. O QUE FAZER? Como a cidade de Porto Alegre separa lâmpadas fluorescentes na coleta seletiva, devemos depositá-las separadamente do restante do lixo para que elas sejam enviadas para a reciclagem.
  • 25. Pneus
  • 26. PROBLEMA Por serem de lenta degradação e acumuladores de água, os pneus tornam-se foco de proliferação de insetos e pequenos animais. Em função disso, não devem ser jogados em aterros sanitários, terrenos abandonados, rios, etc.. Além disso, os pneus não devem ser queimados, pois na queima liberam gases tóxicos, poeiras e outras substâncias que agridem o meio ambiente. Como são de fácil combustão, o acúmulo de pneus em lixões pode ocasionar incêndios.
  • 27. POR QUE SEPARAR? Vantagens Ambientais: através de um processo ambientalmente adequado de reciclagem dos pneus velhos, os problemas ambientais referentes à liberação de gases tóxicos pela queima de pneus, assim como, a poluição visual provocada pelo acúmulo de pneus em aterros sanitários estariam solucionados. Vantagens Sociais: a reciclagem acabaria também com o problema de acúmulo de água dentro dos pneus velhos. Pneus sem uso que estão expostos à chuva ou jogados em lixões propiciam um habitat ideal para a proliferação de insetos e pequenos animais que provocam doenças, como por exemplo, o mosquito da dengue. Vantagens Econômicas: o reaproveitamento dos pneus considerados sem utilidade depois de sua vida útil normal sem sombra de dúvida cria uma nova cadeia produtiva. Com isso são geradas novas riquezas e novos postos de trabalho.
  • 28. O QUE FAZER? No momento ainda não há uma maneira capaz de acabar definitivamente com o problema de pneus descartados no país. Porém, existe uma série de empresas de reciclagem de pneus que estão se estabelecendo no Brasil. Estas empresas irão utilizar diversas técnicas para reaproveitar os pneus velhos. Enquanto aguarda-se a definição das formas de coleta, recomendamos que os pneus velhos sejam armazenados em lugar seco e que não traga risco de incêndio. Se estiverem expostos a chuva, recomendamos que os pneus sejam furados ou cortados para que não acumulem água.
  • 30. PROBLEMA O descarte dos remédios para humanos e animais domésticos
  • 31. POR QUE SEPARAR? A importância em descartar produtos farmacêuticos e/ou veterinários, quando não mais necessários, é de reduzir os riscos de contaminação por quebra ou violação da embalagem ou por uso indevido, caso das crianças e/ou pessoas mal informadas.
  • 32. O QUE FAZER? Observar a data de validade do produto: •Dentro da validade orientar sua destinação para quem possa fazer uso, sejam pessoas ou entidades. •Fora da validade sugere-se descartar seu conteúdo via vaso sanitário e destinar sua embalagem de acordo com a sua natureza. Obs: Existe uma farmácia comunitária que recebe medicamentos, dentro do prazo de validade, para doá-los a quem possa precisar. Funciona na Igreja do Rosário, situada na rua Vigário José Inácio no centro de Porto Alegre.
  • 34. PROBLEMA Se não reciclado as latas levam 100 anos para se decomporem. A cada Kg de alumínio reciclado, cinco Kg de bauxita são poupados. A reciclagem do alumínio, proporciona economia de 95% de Energia Elétrica. Levam 1 milhão de anos para degradar. As embalagens plásticas lançadas indevidamente no ambiente, contribuem para entupimentos, agridem a fauna aquática. O PET demora mais de 100 anos para se dissolver
  • 35. POR QUE SEPARAR? Todas as indústrias fabricantes recebem o vidro e o consideram um insumo melhor do que a própria matéria-prima. De uma embalagem de vidro é possível produzir outra idêntica, s/ nenhum tipo de perda durante o processo. Melhoria sensíveis no processo de decomposição da matéria orgânica, Economia de energia elétrica e petróleo, geração de empregos e menor preço para o consumidor (30%) Por ser totalmente reciclável, é possível se produzir os mesmos produtos que a matéria virgem.
  • 36. O QUE FAZER ? Deve se manter separada e colocada em sacos de lixos separados do lixo orgânico. Se você não mora em um bairro atendido pela Coleta Seletiva, leve até um ponto de recolhimento do DMLU. Lavar e coloca no lixo reciclável mesmo que estejam quebrados, podem ser reciclados, a exceção do lixo hospitalar, cujo destino é incineração Antes de serem encaminhadas para reciclagem devemos retirar os outros componentes feitos de outros materiais: tampas, rótulos, por meio de lavagem
  • 38. PROBLEMA? TINTAS E SOLVENTES SÃO EXTREMAMENTE TÓXICOS. AINDA NÃO EXISTE NENHUM TIPO DE COLETA SELETIVA
  • 39. POR QUE SEPARAR? ALÉM DE POUPAR O MEIO AMBIENTE DE REAGENTES EXTREMAMENTE TÓXICOS, A SAÚDE DA POPULAÇÃO NÃO ESTARÁ EM RISCO
  • 40. O QUE FAZER? As tintas a base de água devem ficar na lata aberta durante algum tempo para que o oxigênio reaja, aí você pode jogar fora, pois são inofensivas. Mas, os outros tipos de tintas e os solventes você deve usar até o final conforme as instruções na embalagem, ou então guardar no recipiente original em lugar seguro, longe de crianças e animais. Nunca despeje tintas e solventes no esgoto, cursos de água, plantas ou no solo, pois esta atitude trará graves conseqüências, podendo provocar intoxicação e morte de plantas, animais e, principalmente, seres humanos.
  • 42. PROBLEMA • Contaminação – do solo, – lençol freático, – fauna e flora • Envenenamento
  • 43. POR QUE SEPARAR? • ELIMINAR QUALQUER RISCO DE CONTAMINAÇÃO
  • 44. O QUE FAZER? • Não reutilizar as embalagens • Acondicionar em sacos individuais e descartar no lixo reciclável • Em caso de envenenamento Centro de Informações Toxicológicas do Rio Grande do Sul 0800-780200
  • 45. O que diz a lei ?
  • 46. LEGISLAÇÃO Art. 225. Todos tem direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defende-lo e preserva-lo para as presentes e futuras gerações.   Constituição da República Federativa do Brasil Promulgada em 5 de outubro de 1988
  • 47. LEGISLAÇÃO (pilhas e baterias) Resolução do Conama (Conselho Nacional de Meio Ambiente) de 30.06.1999. Que as pilhas e baterias, após o seu esgotamento energético, deverão ser devolvidas pelos usuários aos estabelecimentos que as comercializam e/ou à rede de assistência técnica autorizada. Além disso, estabelece a quantidade de metais pesados que as pilhas comuns devem possuir. Se estiverem dentro dos limites previstos, estas podem ser depositadas junto ao lixo doméstico, em aterros sanitários licenciados.
  • 48. LEGISLAÇÃO RS (lâmpadas fluorescentes, pilhas) Apenas regulamentações para o descarte de lâmpadas fluorescentes quando oriundas de empresas. O governo do Estado do Rio Grande do Sul sancionou a lei 11.019, de 23 de setembro de 1997 (alterada pela Lei 11.187, de 07 de julho de 1998) que veda o descarte de pilhas que contenham mercúrio metálico, lâmpadas fluorescentes, baterias de telefones celulares e demais artefatos que contenham metais pesados em lixo doméstico ou comercial.
  • 49. LEGISLAÇÃO (pneus) Resolução Comana, de 26.08.1999 determina que as empresas fabricantes e importadoras de pneus ficam obrigadas a coletar e dar destinação final, ambientalmente adequada, aos pneus descartados no território nacional. A partir de 01.01. 2002 para cada quatro pneus novos colocados no mercado nacional, um pneu descartado deverá ser recolhido. Em 2003 serão recolhidos dois pneus descartados para cada quatro novos pneus. Até que em 2005 serão recolhidos cinco pneus descartados para cada quatro novos pneus produzidos ou importados. É importante salientar que a partir de 02.12.1999 está proibida a disposição de pneus descartados em aterros sanitários, mar, rios, lagos ou riachos, terrenos baldios ou alagadiços, e queima a céu aberto.
  • 50. LEGISLAÇÃO (latas, vidro e PET) Art. 164 - A reciclagem de resíduos deve ser adotada quando ocorrerem alternativamente as seguintes hipóteses: I- considerada economicamente viável e quando exista um mercado, ou este possa ser criado para as substâncias produzidas e os custos que isso requer não sejam desproporcionais em comparação com os custos que a disposição final requereria; II- considerada tecnicamente possível mesmo que requeira pré-atendimento do resíduo; III- considerada ambientalmente conveniente. Parágrafo Único - A reciclagem deve ocorrer de forma apropriada e segura, de acordo com a natureza do resíduo, e de forma a não ferir os interesses públicos, nem aumentar a concentração de poluentes. Artigo 104 dispõe que os critérios a adotar quanto ao método de reciclagem terão normas técnicas elaboradas pelo SISNAMA.Artigo 169 dispõe que as empresas exclusivamente recicladoras gozará de privilégios fiscais e tributários, cujas normas específicas deverão ser editadas pelo Governo Federal, Estadual, Municipal e DF.
  • 51. LEGISLAÇÃO Ajude a Aprovar Para Eletro-Eletrônicos, Isopor, tintas e solventes, entre outros. Projeto de iniciativa do legislativo, a Política Nacional de Resíduos Sólidos, estabelece os princípios, objetivos e instrumentos, com destque para a redução da quantidade e nocividade dos resíduos sólidos, a descentralização político- administrativa e a responsabilidade pós-consumo. Para ler a íntegra da PNRS acesse www.kapaz.com.br
  • 52. LEGISLAÇÃO – Vamos pensar... Para Cartuchos e disquetes, Remédios e Venenos de uso domiciliar Não existe nenhuma lei ou projeto de lei
  • 53. Autores: Alunos da Disciplina de Gestão Ambiental na Empresa - Semestre 2001/1 Escola de Administração/UFRGS Alessandra Pess Alessandro Rabollo Barbosa Carlos Maurício Ruivo Machado Caroline de Oliveira Orth Clarissa Fensterseifer Diego Baseggio Rech Eduardo Luce Glitz Elise Streck Silveira Fábio Backes Felipe Costa Ramos Fernando Luiz Boff Frederico Bastos Hildebrand Getúlio Sangalli Reale Gustavo Dametto Signori Henrique Camara da Silveira Inácio Mecking Jean Rafael Almeida Jeferson Thomas Joselito Reis Junqueira Juliano Rauber Lucas Möller Luciana Ratkiewicz Boeira Lucio Luis Sehn Luiza Viégas Marcelo de Souza Marcelo Muzykant Wagner Marco Antônio Milioli Borgo Pablo Mirales Lorenz Patrícia Mundstock Paulo Alexandre da Silva Paulo Ricardo Fraga Bonzanini Paulo Roberto Chedid Ricardo Luis Zanotelli Gabriel Rosângela Vargas Pedroso Telmo Machado Costa Vanessa Rios Heck

Notas do Editor

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