Mini Curso Reciclagem de Plásticos - Mercado da Reciclagem

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Mini Curso Reciclagem de Plásticos - Mercado da Reciclagem

  1. 1. Reciclagem de Plásticos Polilab Consultoria Fernando J. Novaes Mercado da Reciclagem Dezembro de 2010 1
  2. 2. Instrutor Fernando José Novaes, é Engenheiro Químico pela Escola de Engenharia de Lorena José Quí - USP, com Especialização em Polímeros pela Universidade Federal de São Carlos, Especializaç Polí possui cursos de aperfeiçoamento no Brasil, Estados Unidos e Holanda. Em 1985 aperfeiç ingressou na Volkswagen Planta de Taubaté, onde foi Supervisor do Laboratório Taubaté Laborató de Materiais e da Auditoria da Qualidade. Em 1996, iniciou a Polilab Consultoria Polilab com êxito em trabalhos de desenvolvimento de materiais, pesquisa, gestão de pesquisa, mercado e implantação de sistemas da qualidade. Foi professor convidado da implantaç cadeira de materiais poliméricos na então Faculdade Estadual de Engenharia polimé Química de Lorena, em 1995/96. No período de 1998 a 2002, novamente na Quí perí Volkswagen, em São Bernardo do Campo na Engenharia do Produto, exerceu a exerceu responsabilidade de conceituar, em materiais poliméricos, os projetos de peças polimé peç plásticas e liderar a homologação para materiais em novos projetos. Consultor, plá homologaç possui vários anos de experiência concentradas em desenvolvimento do produto, vá produto, desenvolvimento sustentável, qualidade e produção, nos segmentos automotivo, sustentá produç petroquímico e produção seriada. petroquí produç 2
  3. 3. Minha experiência com reciclagem - Summa Polímeros Industriais Recuperados - Gestão de Processos, Gestão de Qualidade, Polí Formulações e Desenvolvimento de Produto. Formulaç - Desenvolvimento dos estudos de Gestão da Reciclagem na Quattor Petroquímica Petroquí - Desenvolvimento de pesquisa de campo sobre o mercado de reciclagem na grande SP na Quattor reciclagem Petroquímica Petroquí - Desenvolvimento do estudo de ACV nas 3 Plantas da Quattor Petroquímica 2003 a 2007 Petroquí - Desenvolvimento e atualização dos estudos de ACV nas 3 Plantas da Quattor Petroquímica 2008 atualizaç Petroquí - Responsável na VW pelos objetivos ambientais da Tecnologia do Produto Responsá Participações e Cursos Participaç - Effective LCA with Simapro/Advanced modelling with Simapro, PreConsultants 2008, Amsterdam Simapro/ Simapro, - Conferência Internacional de Avaliação do Ciclo de Vida, CILCA 2007, São Paulo Avaliaç - Seminário Avaliação do Ciclo de Vida dos Produtos e Ecodesign, FIESP 2006, São Paulo Seminá Avaliaç Paulo - Análise do Ciclo de Vida, Câmara Brasil-Alemanha - AHK 2005, São Paulo Aná Brasil- Seminário Impacto da ACV na Competitividade da Indústria Brasileira, MCT 2005, São Paulo Seminá Indú - Seminário Internacional sobre Aplicações da ACV, CETEA/ITAL 2004, Campinas Seminá Aplicaç - Aplicação de diversos treinamento e cursos Aplicaç 3
  4. 4. http://www.polilab.com.br 4
  5. 5. Agenda • Mercado de reciclagem no Brasil • Aspectos legais da reciclagem • • Plásticos Biodegradáveis Ciclo de Vida do Produto - Ecodesign Sustentabilidade Avaliação do ciclo de vida do produto Eco-design 5
  6. 6. O mercad o da reciclagem 6
  7. 7. Capacidade de mercado Números sobre reciclagem no Brasil mostram que o país reaproveita aproximadamente apenas 11% de tudo o que joga na lata de lixo - cinco vezes menos do que nos países desenvolvidos. Isso para falar do pós-consumo, restam ainda a reciclagem industrial e o desenvolvimento para reciclagem técnica, que esta em ritmo de crescimento. 7
  8. 8. O que reciclar do ponto de vista ambiental Características para Reciclabilidade Resinas Termoplásticas Poliolefinas como PE e PP oferecem baixos riscos em relação a impactos ambientais. Têm relaç o maior potencial para reciclagem, utilizam muito poucos aditivos problemáticos, tem aditivos problemá potencial reduzido para formação de dióxidos durante a queima, simplicidade de formaç dió reciclagem e baixos custos. Ranking de acordo com características caracterí perigosas tais como processos de produção, aditivos usados, emissão do produç produto durante o uso, eliminação e eliminaç reciclagem. Fonte: Pirâmide dos Plásticos - Greenpeace Plá 8
  9. 9. Conceitos O que é reciclagem Reciclagem é um conjunto de técnicas que tem por finalidade aproveitar resíduos pós-consumo ou resíduos pós-industriais e reutilizá-los em um ciclo de produção. Isso nos mostra que o resultado de uma série de atividades, pela qual materiais que se tornariam lixo, ou estão no lixo, podem ser desviados, coletados, separados e processados para serem usados como matéria-prima na manufatura de novos produtos e/ou processos. 9
  10. 10. Conceitos O que é reciclagem Reciclagem é a revalorização dos descartes pós-consumo, industriais e não industriais, mediante uma série de operações, que permitam que os materiais sejam reaproveitados como matéria-prima ou como energia. É uma atividade moderna que alia consciência ecológica ao desenvolvimento econômico e tecnológico. 10
  11. 11. Sustentação da reciclagem Técnico Econômico Ambiental Social 11
  12. 12. Sustentação da reciclagem No mundo inteiro, o setor da reciclagem alcança forte solidez, sinalizando inúmeras oportunidades de novos negócios que conciliam, viabilidade técnica, econômica e ganhos socioambientais. No Brasil, os fabricantes de máquinas e equipamentos para sistemas de reciclagem começam a vislumbrar um novo perfil para o setor. A evolução tecnológica desponta nesse universo, hoje ainda marcado pela falta de capacitação da mão-de-obra e pela informalidade. Mas o aumento da procura por processos mais eficientes e controlados, além da implementação da PNRS, tende a mudar esse enredo. No final das contas, as indústrias querem mesmo é lucrar mais com a venda de produtos de melhor qualidade, e acabar com o estigma de que o reciclado deve se restringir a nichos de pouco valor comercial. Isso se aplica a máquinas, processos e desenvolvimento do produto. 12
  13. 13. Sustentação econômica da reciclagem Custo da separação, coleta, transporte, armazenamento e preparação do material antes do processamento; Quantidade de material disponível e condições de limpeza; Proximidade da fonte geradora com o local onde será reciclado o material; Custo do processamento do produto; Características e aplicações do produto resultante; Demanda do mercado para o material reciclado; Existência de tecnologia (processo) para efetuar transformação do resíduo com qualidade necessária. a 13
  14. 14. Alternativas de recuperação Reciclagem Mecânica Reciclagem Mecânica Reciclagem de material Reciclagem de material Reprocessamento num processo Reprocessamento num processo produtivo de resíduos de plásticos resí plá produtivo de resíduos de plásticos para uso no mesmo propósito ou propó para uso no mesmo propósito ou diferentes propósitos, excluindo propó diferentes propósitos, excluindo recuperação de energia. recuperaç recuperação de energia. Material Material reciclado e reciclado e recuperado recuperado por meios por meios físicos. físicos. Reciclagem Química Quí Reciclagem Química Material Material recuperado recuperado por meios por meios químicos. quí químicos. Recuperação Recuperação Recuperação de energia Recuperaç Recuperação de energia Plásticos são feitos a Plá Plásticos são feitos a partir de óleo de partir de óleo de petróleo, que petró petróleo, que proporciona grande proporciona grande poder calorífico semelhante ou calorí poder calorífico semelhante ou maior que o carvão. O que maior que o carvão. O que proporciona a vantagem para proporciona a vantagem para obtenção de energia via combustão. obtenç obtenção de energia via combustão. Combustível de alto Combustí Combustível de alto poder calorífico calorí poder calorífico Quando separado do lixo Quando separado do lixo orgânico, o plástico é um plá orgânico, o plástico é um excelente substituto para o excelente substituto para o combustível fóssil em por combustí fó combustível fóssil em por exemplo indústria de indú exemplo indústria de cimento. cimento. Queima do lixo urbano Queima do lixo urbano A queima do lixo urbano é A queima do lixo urbano é uma alternativa limpa para uma alternativa limpa para produção de energia. produç produção de energia. 14
  15. 15. Rotas para a recuperação e reciclagem Catadores Catadores Coleta do lixo Coleta do lixo Indústrias Indústrias Sucateiros Sucateiros Sucateiros Sucateiros Cooperativas Cooperativas Recicladores Recicladores Produto Produto Reciclado Reciclado Indústria da Indústria da Reciclagem Reciclagem 15
  16. 16. Aplicações na indústria automotiva Desenvolvimento Design orientado para reciclagem Avaliação do ciclo de vida Avaliaç Minimizar erros críticos crí Recuperação Recuperaç Despoluição Despoluiç Aplicação reciclagem Aplicaç Minimizar impactos potenciais Manufatura Utilização de material reciclado Utilizaç Produto verde Redução de custo Reduç Uso Monomaterial Marketing Redução emissões Reduç O mercado automotivo é o principal motivador para inovação quando se refere a materiais plásticos com exigência normativa e inovaç plá suas aplicações. As exigências de redução de emissões, redução de peso, e redução de custo, bem como a utilização de aplicaç reduç reduç reduç utilizaç materiais produzidos a partir de fontes renováveis e de material reciclado, faz desse mercado uma referência para que se renová para desenvolva parceria para esse tipo de produção, pois estar alinhado e capacitado para atender as necessidades e diferenciais produç necessidades do segmento vai fazer a diferença. diferenç 16
  17. 17. Aplicações de PET reciclado nos automóveis A reciclagem de garrafas emprega cerca de 1 milhão de pessoas no Brasil. O país produz anualmente 520 mil toneladas de garrafas pet paí por ano. Desse total, cerca de metade são recicladas e vão parar, parar, novamente na casa e na garagem do consumidor, muitas vezes, sem que se saiba. Esses números fizeram o Brasil se tornar um dos nú países que mais recicla PET no mundo. paí O material gerado pela reciclagem das garrafas é usado em cerca de 200 produtos, entre eles os carpetes que forram a grande parte dos automóveis produzidos no país. São cerca automó paí de 20 milhões de metros de carpete por ano. A indústria automobilística recebe mais da indú automobilí metade da produção das garrafas recicladas. produç Além do automóveis, o material reciclado também é usado para fazer utensílios Alé automó també utensí domésticos, mantas de drenagem para estradas e campos de futebol e ainda fazem parte domé ainda da paixão de mais da metade dos brasileiros, afinal, as redes do gol também são feitas de també garrafas recicladas. Brasil reciclou, em 2008, 253 mil t de resina PET, mantendo sua posição como um dos posiç maiores recicladores mundiais de poliéstes, atrás apenas do Japão. polié stes, atrá Fonte: Centro de Informação Metal Mecânica - http://www.cimm.com.br/portal/noticia/exibir_noticia/6824-boletim-17 Informaç http://www.cimm.com.br/portal/noticia/exibir_noticia/6824- boletim- 17
  18. 18. Introdução Três aspectos vão nortear as informações: Uma referência para resíduos sólidos de pós-consumo, onde a embalagem e outros produtos são maioria e outra para resíduos industriais, numa correlação com empresas recicladoras de São Paulo, e finalmente uma pesquisa da Plastivida para o ano de 2008 em relação ao mercado de reciclagem. 18
  19. 19. Reciclagem pós-consumo Em levantamento do índice global de reciclagem do lixo urbano no Brasil de 2005 realizado pelo CEMPRE, 11% foi o valor obtido como índice de reciclagem. Esse total, revela uma realidade positiva. O volume reciclado passou de 5,2 milhões de toneladas anuais para 5,76 milhões de toneladas no ano, ou seja, uma elevação de quase 11% no total. A taxa de reciclagem da fração seca (77 mil toneladas/dia) do lixo urbano é de cerca de 18%, sendo que 55% do lixo urbano brasileiro é composto de matéria orgânica. A geração de resíduos manteve, de acordo com o IBGE, a mesma marca de 2004: 140 mil toneladas por dia (aproximadamente 0,8 kg/hab/dia). 19
  20. 20. Índice de reciclagem pós-consumo Volume (em ton.) Índice de reciclagem 882.400 49,5% 2.237.000 77,4% Plásticos (exceto PET) Plá 290.000 20% PET 174.000 47% Alumínio (embalagens) Alumí 127.600 96,2% Aço (embalagens) 160.000 29% Vidro (embalagens) 390.000 46% 40.000 23% Pneus 127.000 58% Orgânicos (compostagem) 843.150 3% Material Papel de escritório (ofício branco) escritó (ofí Papelão Longa Vida Fonte: Plastivida - 2004 20
  21. 21. Índice de Reciclagem pós-consumo que retorna como MP Plásticos ao longo dos anos Ano Total Reciclado Índice 2003 5 milhões de toneladas 11% 2004 5,2 milhões de toneladas 10% 2005 5,76 milhões de toneladas 11% Fonte: Plastivida - 2004 21
  22. 22. Reciclagem pós-consumo O Brasil vem melhorando seu posicionamento no mercado de reaproveitamento de plástico. O fechamento dos números de 2005 mostra um incremento de quase 28% no volume reciclado, nos últimos três anos . O índice brasileiro é superior aos de países como França, Suécia e Portugal. Vale também destacar o expressivo aumento no valor da tonelada - em torno de 21% - o que torna essa atividade ainda mais atraente. 22
  23. 23. Reciclagem pós-consumo O aumento do consumo de plástico nos últimos anos é mais um indicador positivo. Atualmente, o consumo per capita de plástico está em 22,5 quilos por ano. Há dez anos era de apenas 11,9 quilos, segundo a Plastivida, uma comissão da Associação Brasileira da Indústria Química formada por empresas comprometidas com a relação entre os plásticos manufaturados e o meio ambiente. 23
  24. 24. Reciclagem pós-consumo Índice de reciclagem de plásticos - 2004 plá Brasil 16,5% Alemanha 97% Espanha 22% França Franç 9,2% Republica Tcheca 34% Bélgica 30% Noruega 21% Polônia 17% Suécia Sué 8,3% Portugal 3,0% China 10% Estados Unidos 21,6% - PET Fontes: *Plastivida/ **Associação Nacional de Embalagens PET/EUA (Napcor)/***Pro Europe - referência ano 2004 24
  25. 25. Geração de resíduo sólido Geração de resíduos sólidos urbanos per capta - 2004 Brasil 0,80 kg/dia Alemanha 1,46 kg/dia Polônia 0,78 kg/dia Suécia Sué 1,04 kg/dia Reino Unido 1,36 kg/dia Itália Itá 1,23 kg/dia Dinamarca 1,55 kg/dia Eslovênia 1,63 kg/dia Fonte: Plastivida 25
  26. 26. Políticas públicas A formulação de políticas públicas que incentivem o trabalho dos catadores organizados em cooperativas é determinante para a ampliação dos benefícios sociais e ambientais da cadeia da reciclagem. Em fevereiro de 2007, um passo importante foi dado nesse sentido com o lançamento, pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), de uma linha de crédito para financiar cooperativas de catadores. O prazo para o encaminhamento de projetos ao BNDES, inicialmente 20 de dezembro, foi prorrogado para 31 de janeiro de 2007. Na primeira fase, foram computadas 59 propostas de cooperativas de todo o Brasil. 26
  27. 27. Dados de negócios • A reciclagem no Brasil movimenta cerca de R$ 7 bi/ano • O setor gera 800 mil empregos diretos entre os catadores • Na indústria, são outros 50 mil empregos. Embora o Brasil seja visto como um país com a indústria do reciclado em crescente desenvolvimento, o setor tem muito campo pela frente. Fonte: Cempre - 2008 27
  28. 28. Evolução de preços 28
  29. 29. Consumo PET Consumo de PET para Embalagens 400.000 350.000 To n 300.000 250.000 200.000 150.000 100.000 50.000 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 Ano Fonte: Abipet 29
  30. 30. Preço material reciclável - Cempre - R$/t Preç reciclá http://www.cempre.org.br/serv_mercado.php http://www.cempre.org.br/serv_mercado.php P = prensado L = limpo I = inteiro Un = unidade 30
  31. 31. Demanda mercado Demanda Mercado Brasileiro ( 2007 vs 2006 – Jan. à Jun.) kton kton kton kton 2.220 2.220 720 7,7% Mercado de Reciclagem Industrial 5% 30.000 kton 2.133,6 2.013,1 1.850 1.850 600 598,2 -0,4% 555,5 12,1% 1.480 1.480 480 3,7% 5,6% 360 240 4,9% 365,8 364,2 263,2 273,1 269,2 6,0% 412,1 1.110 1.110 367,7 740 740 284,3 165,7 173,8 7,5% 370 370 120 26,0 27,9 0 0 2006 2007 PEBD PEBD 2006 2007 PEBDL PEBDL 2006 2007 PEAD PEAD 2006 2007 2006 2007 PP PP Conceito de Demanda Interna = Vendas Internas + VIPE + Importações Importação de Junho 2007 projetada considerando média de janeiro à maio Fonte : COPLAST PS PS 2006 2007 PVC PVC 2006 2007 EVA EVA 2006 2007 TOTAL TOTAL 31
  32. 32. Logística reversa Planeja, opera e controla o fluxo e as informações logísticas correspondentes, do retorno dos bens de pós-venda e de pós-consumo ao ciclo de negócios ou ao ciclo produtivo, distribuição diversas por reversos, naturezas: meios dos agregando-lhes econômico, canais de valor de ecológico, legal, logístico, de imagem corporativa, entre outros. 32
  33. 33. Logística reversa Pós-Consumo Pós-Consumo Logística Logística Reversa Reversa Pós-Venda Pós-Venda Logística reversa, conhecida também por reversível ou verde, é a área da logística que trata, genericamente, do fluxo físico de produtos, embalagens ou outros materiais, desde o ponto de consumo até ao local de origem. 33
  34. 34. Motivação ecológica da logística reversa Modelo para sustentabilidade, Críticas à cultura do consumo, Novas teorias econômicas: Eco desenvolvimentistas, Responsabilidade empresarial para com o meio ambiente, Marketing ambiental... 34
  35. 35. Motivação legal da logística reversa Legislações relativas a coletas e disposição final: Responsabilidade do fabricante pelo recolhimento do produto; índices mínimos de reciclagem; Legislações relativas ao Marketing: Incentivo ao conteúdo de reciclados nos produtos; proibição de embalagens descartáveis; rótulos ambientais;... 35
  36. 36. Percepção da cadeia da logística reversa Logística Logística Reversa de Reversa de Pós-Consumo Pós-Consumo Cadeia de distribuição direta Cadeia de distribuiç distribuição direta --Reciclagem Reciclagem industrial industrial Consumidor Consumidor --Desmanche Desmanche --Seleção Seleção industrial industrial --Reuso Reuso Logística Logística Reversa de Reversa de Pós-Venda Pós-Venda --Destino Destino Bens de pós-venda Bens de pó pós-venda --Coletas Coletas --Consolidação Consolidação --Coletas Coletas Bens de pós-consumo ó Bens dep pós-consumo 36
  37. 37. Design for recycling 37
  38. 38. Aspectos econômicos Diferença de preço das matérias-primas Diferença preço matérias-primas primário e secundárias - Incentivo primário secundárias Redução do consumo de insumos energéticos Redução energéticos Redução da carga tributária Redução tributária 38
  39. 39. Sustentação econômica da reciclagem Custo da separação, coleta, transporte, armazenamento e preparação do material antes do processamento; Quantidade de material disponível e condições de limpeza; Proximidade da fonte geradora com o local onde será reciclado o material; Custo do processamento do produto; Características e aplicações do produto resultante; Demanda do mercado para o material reciclado; Existência de tecnologia (processo) para efetuar transformação do resíduo com qualidade necessária. a 39
  40. 40. Sustentação econômica da reciclagem O que pode ser produzido com plástico reciclado Quem apostar no mercado de reciclagem de plástico não precisa somente vender a matéria-prima reciclada para outras indústrias, pode também pode produzir seus próprio produtos. Veja o que pode ser produzido: - Armários, mesas e cadeiras; - Vassouras, baldes, cabides, escovas e cerdas; - Garrafas* e frascos, sacolas e outros tipos de filmes (exceto para contato direto com alimentos e fármacos); - Bonecas, carrinhos e outros brinquedos; - Bijuterias e objetivos decorativos; - Telhas e painéis de fachada para construção civil; - “Madeira” de plástico; - Peças técnicas - Automotiva, linha branca, eletrodoméstico, etc. 40
  41. 41. Formação do custo da matéria-prima reciclada - Etapa de coleta - Etapa de coleta Custo coleta = Custo de armazenamento + Custo beneficiamento Custo coleta = Custo de armazenamento + Custo beneficiamento Preço (Sucateiro) = Custo coleta + Lucro coletador Preço (Sucateiro) = Custo coleta + Lucro coletador - Etapa do Sucateiro - Etapa do Sucateiro Custo Sucateiro = Custo coleta + Custos interno (Energia,MO,etc.) Custo Sucateiro = Custo coleta + Custos interno (Energia,MO,etc.) Preço de venda = Custo coleta + Custo Sucateiro + Lucro Preço de venda = Custo coleta + Custo Sucateiro + Lucro - Etapa de Reciclagem - Etapa de Reciclagem Custo do Reciclador = Custo coleta + Custo Sucateiro + Custos Custo do Reciclador = Custo coleta + Custo Sucateiro + Custos internos internos Preço de venda = Custo do Reciclador + Lucro Preço de venda = Custo do Reciclador + Lucro 41
  42. 42. Exemplos de redução consumo energético Alumínio Alumínio - Primário = 15 kWh/kg ... - Primário = 15 kWh/kg ... - Secundário = 0,75 kWh/kg - Secundário = 0,75 kWh/kg » 95% economia 95% economia Plástico Plástico - Resina virgem = 6,74 mil kWh/t ... - Resina virgem = 6,74 mil kWh/t ... - Resina reciclada = 1,44 kWh/t - Resina reciclada = 1,44 kWh/t » 80 % economia 80 % economia Papel - Primário = 4,98 mWh/t ... - Primário = 4,98 mWh/t ... - Aparas recicladas = 1,47 mWh/t - Aparas recicladas = 1,47 mWh/t » 70% economia 70% economia 42
  43. 43. Dados reciclagem industrial Tempo de atuação principais empresas de reciclagem grande SP 35 29 30 24 25 22 Anos 20 20 18 17 16 15 9 10 9 10 14,73 10 7 5 0,5 0 Méd ia 13 12 11 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1 Fonte: Polilab Consultoria - 2008 43
  44. 44. Dados reciclagem industrial Faturamento declarado/ano médio de principais empresas de reciclagem na grande SP 35.000.000,00 30.000.000,00 25.000.000,00 R$ 20.000.000,00 15.000.000,00 10.000.000,00 7.622.222,22 5.000.000,00 0,00 Méd ia 9 8 7 6 5 4 3 2 1 Fonte: Polilab Consultoria - 2008 44
  45. 45. Dados reciclagem industrial Número de empregados principais empresas reciclagem grande SP 160 140 120 100 80 66,85 60 40 20 0 M éd ia 13 12 11 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1 Fonte: Polilab Consultoria - 2008 45
  46. 46. Dados reciclagem industrial Capacidade instalada principais empresas reciclagem grande SP 2.500,00 T o n / M ês 2.000,00 1.500,00 1.000,00 831,15 500,00 0,00 M éd ia 13 12 11 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1 Fonte: Polilab Consultoria - 2008 46
  47. 47. Mercado de Reciclagem Fonte: Polilab Consultoria - 2008 47
  48. 48. Mercado de Reciclagem Fonte: Polilab Consultoria - 2008 48
  49. 49. 49
  50. 50. 50
  51. 51. 51
  52. 52. 52
  53. 53. 53
  54. 54. 54
  55. 55. 55
  56. 56. 56
  57. 57. 57
  58. 58. 58
  59. 59. 59
  60. 60. 60
  61. 61. 61
  62. 62. 62
  63. 63. 63
  64. 64. Fatores determinantes para aumentar a reciclagem de plásticos Implantação de Sistema da Qualidade Consistência da qualidade do produto Conhecimento do mercado Implantação de coleta seletiva Mecanização do setor x Coleta humana Educação e capacitação do setor Política lega e fiscal adequada Incremento a pesquisa empresas e universidades e desenvolvimento para Ética ... 64
  65. 65. Links para reciclagem www.abepet.com.br - associação brasileira dos fabricantes de embalagens PET www.plastivida.org.br - comissão da ABIQUIM www.cempre.org.br - compromisso empresarial pela reciclagem www.recicloteca.org.br - centro de informações sobre reciclagem e meio ambiente www.reciclaveis.com.br - portal sobre reciclagem e meio ambiente www.plasticsrecycling.org - associação dos recicladores de plástico pós consumo www.napcor.com - associação comercial da indústria plástica dos EUA e Canadá www.petcore.org - associação européia de recicladores de embalagens PET www.mma.gov.br/sitio 65
  66. 66. Fim desse módulo Você viu aqui: Fim mercado de reciclagem no Brasil desse módulo Aspectos do 66

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