INTRODUÇÃOO PROBLEMA DO LIXO NAS GRANDES CIDADES O crescimento populacional desordenado nos últimos tempos, trouxe consigo vários tipos de problemas, inclusive para o meio ambiente. Como a geração de lixo em grandes quantidades e a falta de controle no descarte de resíduos tóxicos. Segundo dados do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) cerca de 1% do lixo das cidades é constituído por resíduos sólidos urbanos, contendo elementos de alta toxidade e metais pesados como:
INTRODUÇÃOO PROBLEMA DO LIXO NAS GRANDES CIDADES mercúrio, chumbo, cobre, zinco, cádmio, manganês, ní-quel e lítio. Esses resíduos estão presentes em objetos como: latas de tintas e inseticidas, termômetros, lâm-padas fluorescentes, baterias, pilhas, etc. Todos os dias, milhares desses produtos são jogados no lixo pela população, que na maior parte das vezes, desconhece as consequências da presença desses elementos no meio ambiente, ou não encontra uma alternativa mais adequada para o descarte dos mesmos.
ÍTENS PRODUZIDOS EM 2008:Pilhas = 800 milhões/ano (representando 6 pilhas por habitante)Baterias automotivas = 12 mihões/anoBaterias industriais = 200 mil/anoBaterias comuns = 17 milhões/anoCelulares = 65 mihões/ano Fonte: ABINEE (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica).
SOMENTE OS CELULARESNo Brasil há 86,67 linhas a cada cem habitantes.Brasil supera 166 milhões de linhas móveis em setembroIsso aconteceu em setembro de 2009 (166,1 milhões de linhas móveis do Serviço Móvel Pessoal - SMP).Fonte: Folha Online. Data: 2009-10-22. ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações). ABINEE (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica).ÍTENS PRODUZIDOS EM 2009:
ÍTENS PRODUZIDOS EM 2009:Serviço móvel pessoal = 98%Outros (via terminais de dados (3G): modens de notebooks, máquinas de débito e cartões de crédito) = 2%
DADOS DA CONTAMINAÇÃOTodos os anos no Brasil são desperdiçados R$ 4,6 bilhões porque não se recicla tudo o que poderia. Somente a cidade de São Paulo produz mais de 12.000 ton. de lixo por dia, com este lixo, em uma semana dá para encher um estádio para 80.000 pessoas.60% dos municípios do país não têm aterro sanitário.96% dos resíduos produzidos vão para o meio ambiente sem nenhum cuidado.
DADOS DA CONTAMINAÇÃO1% do lixo urbano é composto de elementos tóxicos e metais pesados.Deve-se lembrar que uma só pilha contamina o solo durante 50 anos.65% das doenças no Brasil são devido à má gestão dos resíduos lançados no meio ambiente diariamente. Fonte: Laboratório de Engenharia Sanitária e Ambiental da Universidade Federal de Viçosa (UFV) – MG. IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas). CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente).
CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOSCLASSE 1 - Resíduos Perigosos: São os que apresentam periculosidade ou uma das seguintes características:Inflamabilidade,
Corrosividade,
  Reatividade,
  Toxidade ou
Patogenicidade.CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOSCLASSE 2 - Resíduos Não Inertes:  São os que podem ter propriedades tais como:   Combustibilidade,
  Biodegradabilidade ou Solubilidade em água. Os resíduos domésticos são assim classificados.
CLASSE 3 - Resíduos Inertes: São aqueles que submetidos a um contato estático ou dinâmico com a água destilada ou desionizada, à temperatura ambiente, não têm nenhum de seus componentes solubilizados em concentrações superiores aos padrões de potabilidade da água.CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS
ATERRO INDUSTRIAL (Resíduos de Classe I)Maior exigência de controle ambiental.Capas impermeabilizantes mais fortes e seguras.Compartimentalização e dreno sentinela.Não pode emanar gases nem produzir chorume.Drenagem superficial da água.TIPOS DE ATERROS
TIPOS DE ATERROS
TIPOS DE ATERROS
TIPOS DE ATERROS
TIPOS DE ATERROS
TIPOS DE ATERROS
TIPOS DE ATERROS
ATERRO SANITÁRIO (Resíduos de Classe II)Também chamado aterro simples, a curto prazo, é o mais barato. Já o aterro sanitário, acompanhado do tratamento e reciclagem, é uma das mais corretas e lucrativas formas de se resolver o problema. Exige tratamento do chorume e monitoramento permanente.TIPOS DE ATERROS
TIPOS DE ATERROS
TIPOS DE ATERROSDISPOSIÇÃO A CÉU ABERTO (LIXÃO)Esse modelo está presente em 60% das cidades do Brasil. Recebendo diariamente 96% das 200.000 ton. de resíduos domésticos produzidos no país. Sem receber nenhum cuidado ou tratamento especial, são lançados a céu aberto. O lixão compromete dessa forma a saúde pública, relacionados com a proliferação de vetores de doenças.
TIPOS DE ATERROSA maioria dos municípios do Brasil possui grandes áreas comprometidas por causa dessa prática. Segundo o Laboratório de Engenharia Sanitária e Ambiental da Universidade Federal de Viçosa (UFV) - MG, a má gestão destes resíduos é responsável por 65% das doenças no Brasil. Fonte: CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente).UFV (Universidade Federal de Viçosa).
TIPOS DE ATERROS
TIPOS DE ATERROS
TIPOS DE ATERROS
OS MAIORES PRODUTORES DE RESÍDUOS TÓXICOS  Metalúrgicas
  Indústrias de eletro-eletrônicos
  Fundições
  Indústria química
  Indústria de couro
  Indústria de borrachaO CONAMANossas leis federais e estaduais estabelecem o princípio do poluidor-pagador, ou seja, quem gera o problema é também responsável por sua solução.O CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente) estabeleceu uma resolução que entrou em vigor no dia 11 de setembro de 2008 (Resolução n° 257/99). Que determina aos comerciantes que façam a coleta. Definiu que até 2010, todos os pontos de venda de pilhas e baterias do país devem ter postos de coleta para receber os produtos usados pelos consumidores.
No entanto, a resolução 257/99 do CONAMA libera o descarte de pilhas comuns em aterros sanitários licenciados. Embora proíba lançar estes mesmos resíduos “in natura” (a céu aberto); em corpos d’água, praias, manguezais, terrenos baldios, poços, cavidades subterrâneas, redes de drenagem de águas pluviais, esgotos, eletricidade ou telefone, além de queimá-los a céu aberto ou em recipientes não adequados (art. 8º).O CONAMA
O CONAMAEntretanto, o art. 13º permite que se joguem as pilhas e baterias que atenderem aos limites previstos no art. 6º junto ao lixo doméstico, em aterros sanitários licenciados.A resolução não considera que 60% dos municípios do país não têm aterro sanitário e que 96% dos resíduos produzidos diariamente vão para o meio ambiente sem nenhum cuidado.
 As atuais empresas que compõem o Grupo Técnico de Pilhas da ABINEE (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica). Formado pelas marcas: Duracell, Energizer, Eveready, Kodak, Panasonic, Philips, Rayovac e Varta.O CONAMA
O CONAMA Elementos químicos liberados: 0,010% em peso de mercúrio 0,015 em peso de cádmio0,200% em peso de chumbo
DOENÇAS CAUSADAS
DOENÇAS CAUSADAS
DOENÇAS CAUSADAS
DOENÇAS CAUSADAS
DOENÇAS CAUSADAS
DOENÇAS CAUSADAS
DOENÇAS CAUSADAS
DOENÇAS CAUSADAS
CUIDADOS COM AS PILHAS O MANUSEIOPilhas novas: Cuidado com o uso correto dos polos (negativo e positivo), todos os aparelhos, jogos, brinquedos, etc., devem conter a informação do fabri-cante nesse sentido. Não usar ou guardar pilhas velhas com pilhas novas ou de sistema e-letroquímicos diferentes (alcali-nas c/ pilhas comuns).
 O MANUSEIONão remover o invólucro das pilhas (parte metálica protetora). Evite deixar as pilhas dentro dos equipamentos por muito tempo. Caso não esteja utilizando-as, guarde-as em local separado e fora do alcance de crianças.CUIDADOS COM AS PILHAS
CUIDADOS COM AS PILHAS PARA O DESCARTEAntes de depositar suas pilhas nas caixas de coleta, deve-se isolar o lado negativo do positivo com uma fita isolante. Se a bateria estiver com algum vazamento, é só envolve-la com um papel, colocá-la dentro de um plástico e por fim isolá-la (se possível, utilize luvas e óculos de proteção).
CUIDADOS COM AS PILHAS PARA O DESCARTELogo após, lave as mãos com água abundante; se ocorrer irritação procure um médico imediatamente.
RECICLAGEM PROCESSOA reciclagem é um processo industrial que converte o lixo descartado (matéria-prima secundária) em produto semelhante ao inicial, ou serve de matéria prima para a confecção de novos. A reciclagem poupa energia, recursos naturais e traz de volta ao ciclo produtivo o que é jogado fora.
 BENEFÍCIOS:* Contribui para diminuir a poluição do solo, água e ar.* Melhora a limpeza da cidade e a qualidade de vida da população.* Prolonga a vida útil de aterros sanitários.* Melhora a produção de compostos orgânicos. * Gera empregos para a população menos qualificada.RECICLAGEM
RECICLAGEMBENEFÍCIOS:* Gera receita com a comercialização dos recicláveis.* Estimula a concorrência, uma vez que produtos gerados a partir dos reciclados são comercializados em paralelo àqueles gerados a partir de matérias-primas virgens.* Contribui para a valorização da limpeza pública e para formar uma consciência ecológica.
RECICLAGEMO que é feito com os produtos reciclados?
RECICLAGEMMetais Pesados: retirados das pilhas e baterias, os sais e óxidos metálicos podem ser utilizados nas indústrias de refratários, tintas para pisos, pigmentos, vasos, cerâmicas e nas indústrias químicas em geral.Plástico dos celulares: Reaproveitado na indústria plástica.
RECICLAGEMPra onde vão os materiais?Suzaquim– IndústriasQuímicas Ltda. Suzano - SP Única empresa do Brasil que recicla pilhas e baterias de celulares. Atuando a mais de nove anos no ramo, a Suzaquim tem capacidade para reciclar 250 ton./mês de pilhas, celulares e baterias.

Projeto Verde Perto

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    INTRODUÇÃOO PROBLEMA DOLIXO NAS GRANDES CIDADES O crescimento populacional desordenado nos últimos tempos, trouxe consigo vários tipos de problemas, inclusive para o meio ambiente. Como a geração de lixo em grandes quantidades e a falta de controle no descarte de resíduos tóxicos. Segundo dados do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) cerca de 1% do lixo das cidades é constituído por resíduos sólidos urbanos, contendo elementos de alta toxidade e metais pesados como:
  • 3.
    INTRODUÇÃOO PROBLEMA DOLIXO NAS GRANDES CIDADES mercúrio, chumbo, cobre, zinco, cádmio, manganês, ní-quel e lítio. Esses resíduos estão presentes em objetos como: latas de tintas e inseticidas, termômetros, lâm-padas fluorescentes, baterias, pilhas, etc. Todos os dias, milhares desses produtos são jogados no lixo pela população, que na maior parte das vezes, desconhece as consequências da presença desses elementos no meio ambiente, ou não encontra uma alternativa mais adequada para o descarte dos mesmos.
  • 4.
    ÍTENS PRODUZIDOS EM2008:Pilhas = 800 milhões/ano (representando 6 pilhas por habitante)Baterias automotivas = 12 mihões/anoBaterias industriais = 200 mil/anoBaterias comuns = 17 milhões/anoCelulares = 65 mihões/ano Fonte: ABINEE (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica).
  • 5.
    SOMENTE OS CELULARESNoBrasil há 86,67 linhas a cada cem habitantes.Brasil supera 166 milhões de linhas móveis em setembroIsso aconteceu em setembro de 2009 (166,1 milhões de linhas móveis do Serviço Móvel Pessoal - SMP).Fonte: Folha Online. Data: 2009-10-22. ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações). ABINEE (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica).ÍTENS PRODUZIDOS EM 2009:
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    ÍTENS PRODUZIDOS EM2009:Serviço móvel pessoal = 98%Outros (via terminais de dados (3G): modens de notebooks, máquinas de débito e cartões de crédito) = 2%
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    DADOS DA CONTAMINAÇÃOTodosos anos no Brasil são desperdiçados R$ 4,6 bilhões porque não se recicla tudo o que poderia. Somente a cidade de São Paulo produz mais de 12.000 ton. de lixo por dia, com este lixo, em uma semana dá para encher um estádio para 80.000 pessoas.60% dos municípios do país não têm aterro sanitário.96% dos resíduos produzidos vão para o meio ambiente sem nenhum cuidado.
  • 8.
    DADOS DA CONTAMINAÇÃO1%do lixo urbano é composto de elementos tóxicos e metais pesados.Deve-se lembrar que uma só pilha contamina o solo durante 50 anos.65% das doenças no Brasil são devido à má gestão dos resíduos lançados no meio ambiente diariamente. Fonte: Laboratório de Engenharia Sanitária e Ambiental da Universidade Federal de Viçosa (UFV) – MG. IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas). CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente).
  • 9.
    CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOSCLASSE1 - Resíduos Perigosos: São os que apresentam periculosidade ou uma das seguintes características:Inflamabilidade,
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    Patogenicidade.CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOSCLASSE2 - Resíduos Não Inertes: São os que podem ter propriedades tais como: Combustibilidade,
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    Biodegradabilidadeou Solubilidade em água. Os resíduos domésticos são assim classificados.
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    CLASSE 3 -Resíduos Inertes: São aqueles que submetidos a um contato estático ou dinâmico com a água destilada ou desionizada, à temperatura ambiente, não têm nenhum de seus componentes solubilizados em concentrações superiores aos padrões de potabilidade da água.CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS
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    ATERRO INDUSTRIAL (Resíduosde Classe I)Maior exigência de controle ambiental.Capas impermeabilizantes mais fortes e seguras.Compartimentalização e dreno sentinela.Não pode emanar gases nem produzir chorume.Drenagem superficial da água.TIPOS DE ATERROS
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    ATERRO SANITÁRIO (Resíduosde Classe II)Também chamado aterro simples, a curto prazo, é o mais barato. Já o aterro sanitário, acompanhado do tratamento e reciclagem, é uma das mais corretas e lucrativas formas de se resolver o problema. Exige tratamento do chorume e monitoramento permanente.TIPOS DE ATERROS
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    TIPOS DE ATERROSDISPOSIÇÃOA CÉU ABERTO (LIXÃO)Esse modelo está presente em 60% das cidades do Brasil. Recebendo diariamente 96% das 200.000 ton. de resíduos domésticos produzidos no país. Sem receber nenhum cuidado ou tratamento especial, são lançados a céu aberto. O lixão compromete dessa forma a saúde pública, relacionados com a proliferação de vetores de doenças.
  • 26.
    TIPOS DE ATERROSAmaioria dos municípios do Brasil possui grandes áreas comprometidas por causa dessa prática. Segundo o Laboratório de Engenharia Sanitária e Ambiental da Universidade Federal de Viçosa (UFV) - MG, a má gestão destes resíduos é responsável por 65% das doenças no Brasil. Fonte: CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente).UFV (Universidade Federal de Viçosa).
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    OS MAIORES PRODUTORESDE RESÍDUOS TÓXICOS Metalúrgicas
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    Indústriade borrachaO CONAMANossas leis federais e estaduais estabelecem o princípio do poluidor-pagador, ou seja, quem gera o problema é também responsável por sua solução.O CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente) estabeleceu uma resolução que entrou em vigor no dia 11 de setembro de 2008 (Resolução n° 257/99). Que determina aos comerciantes que façam a coleta. Definiu que até 2010, todos os pontos de venda de pilhas e baterias do país devem ter postos de coleta para receber os produtos usados pelos consumidores.
  • 36.
    No entanto, aresolução 257/99 do CONAMA libera o descarte de pilhas comuns em aterros sanitários licenciados. Embora proíba lançar estes mesmos resíduos “in natura” (a céu aberto); em corpos d’água, praias, manguezais, terrenos baldios, poços, cavidades subterrâneas, redes de drenagem de águas pluviais, esgotos, eletricidade ou telefone, além de queimá-los a céu aberto ou em recipientes não adequados (art. 8º).O CONAMA
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    O CONAMAEntretanto, oart. 13º permite que se joguem as pilhas e baterias que atenderem aos limites previstos no art. 6º junto ao lixo doméstico, em aterros sanitários licenciados.A resolução não considera que 60% dos municípios do país não têm aterro sanitário e que 96% dos resíduos produzidos diariamente vão para o meio ambiente sem nenhum cuidado.
  • 38.
     As atuais empresasque compõem o Grupo Técnico de Pilhas da ABINEE (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica). Formado pelas marcas: Duracell, Energizer, Eveready, Kodak, Panasonic, Philips, Rayovac e Varta.O CONAMA
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    O CONAMA Elementos químicosliberados: 0,010% em peso de mercúrio 0,015 em peso de cádmio0,200% em peso de chumbo
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    CUIDADOS COM ASPILHAS O MANUSEIOPilhas novas: Cuidado com o uso correto dos polos (negativo e positivo), todos os aparelhos, jogos, brinquedos, etc., devem conter a informação do fabri-cante nesse sentido. Não usar ou guardar pilhas velhas com pilhas novas ou de sistema e-letroquímicos diferentes (alcali-nas c/ pilhas comuns).
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     O MANUSEIONão removero invólucro das pilhas (parte metálica protetora). Evite deixar as pilhas dentro dos equipamentos por muito tempo. Caso não esteja utilizando-as, guarde-as em local separado e fora do alcance de crianças.CUIDADOS COM AS PILHAS
  • 50.
    CUIDADOS COM ASPILHAS PARA O DESCARTEAntes de depositar suas pilhas nas caixas de coleta, deve-se isolar o lado negativo do positivo com uma fita isolante. Se a bateria estiver com algum vazamento, é só envolve-la com um papel, colocá-la dentro de um plástico e por fim isolá-la (se possível, utilize luvas e óculos de proteção).
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    CUIDADOS COM ASPILHAS PARA O DESCARTELogo após, lave as mãos com água abundante; se ocorrer irritação procure um médico imediatamente.
  • 52.
    RECICLAGEM PROCESSOA reciclagem éum processo industrial que converte o lixo descartado (matéria-prima secundária) em produto semelhante ao inicial, ou serve de matéria prima para a confecção de novos. A reciclagem poupa energia, recursos naturais e traz de volta ao ciclo produtivo o que é jogado fora.
  • 53.
     BENEFÍCIOS:* Contribui paradiminuir a poluição do solo, água e ar.* Melhora a limpeza da cidade e a qualidade de vida da população.* Prolonga a vida útil de aterros sanitários.* Melhora a produção de compostos orgânicos. * Gera empregos para a população menos qualificada.RECICLAGEM
  • 54.
    RECICLAGEMBENEFÍCIOS:* Gera receitacom a comercialização dos recicláveis.* Estimula a concorrência, uma vez que produtos gerados a partir dos reciclados são comercializados em paralelo àqueles gerados a partir de matérias-primas virgens.* Contribui para a valorização da limpeza pública e para formar uma consciência ecológica.
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    RECICLAGEMO que éfeito com os produtos reciclados?
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    RECICLAGEMMetais Pesados: retiradosdas pilhas e baterias, os sais e óxidos metálicos podem ser utilizados nas indústrias de refratários, tintas para pisos, pigmentos, vasos, cerâmicas e nas indústrias químicas em geral.Plástico dos celulares: Reaproveitado na indústria plástica.
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    RECICLAGEMPra onde vãoos materiais?Suzaquim– IndústriasQuímicas Ltda. Suzano - SP Única empresa do Brasil que recicla pilhas e baterias de celulares. Atuando a mais de nove anos no ramo, a Suzaquim tem capacidade para reciclar 250 ton./mês de pilhas, celulares e baterias.