RUA JOSUÉ
GUIMARÃES, Nº 81:
BIBLIOTECA
Evelise Rosa Faraco de Oliveira –
Mestranda e Acervista ALJOG/UPF
Orientador: Migue...
Introdução
Trabalhar com bibliotecas de
escritores é uma forma de entrarmos no
espaço de criação do artista. Ao descobrir
...
Capítulo 1
A CASA DO AUTOR: ESPAÇO DE
LEITURA E CRIAÇÃO
1.1 O Dono dos livros: vida e obra
1.2 A Bilbioteca particular: de...
Capítulo 2
O LUGAR DAS PALAVRAS: TEXTOS,
LIVROS E MEMÓRIA
2.1 Leitura e Dialogismo
2.2 Linguagem e Interação
2.3 O plurili...
2.1 Leitura e Dialogismo
A leitura de um texto depende da compreensão do
enunciado. O enunciado, realizado pelo autor, car...
2.2 Linguagem e Interação
Na obra, Marxismo e Filosofia da Linguagem, Bakhtin
concebe a comunicação como um processo inter...
2.3 O Plurilinguismo no Romance
O Romance, composto pela voz “do outro” se diferencia
da poesia. Apresenta confrontos dial...
Capítulo 3
O LIVRO ESCRITO: DEPOIS DO
ÚLTIMO TREM E O DIÁLOGO COM O
FANTÁSTICO
3.1 Antes do Depois…
3.2 O fantástico em De...
A obra inspiradora
Relações dialógicas
Capítulo 4
OS LIVROS LIDOS: A HORA DOS
RUMINANTES E PEDRO PÁRAMO
4.1 A obra presente: A hora dos
ruminantes
4.2 A obra aus...
A obra ausente, não encontrada na
biblioteca de Josué Guimarães, mas
provável referência na constituição de
Depois do últi...
Considerações Finais
Foco no ambiente de criação do autor;
Trabalho com os livros no Aljog/UPF;
Reconhecimento da Literatu...
Referências
ACERVO LITERÁRIO JOSUÉ GUIMARÃES. Disponível em: www.upf.br/aljog/.
Acesso em 20 nov. 2012
AUTORES GAÚCHOS. Jo...
BAKHTIN, M. Questões de literatura e de estética: a teoria do romance. SãoPaulo:
Hucitec, 2010.
___. Estetica da criacao v...
FERREIRA, Jorge; GOMES, Angela de Castro. 1964: o golpe que derrubou um
presidente, pôs fim ao regime democrático e instit...
LOPEZ, Telê Ancona. A CRIAÇÃO LITERÁRIA NA BIBLIOTECA DO
ESCRITOR<http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?pid=S0009-
6725...
RETTENMAIER, Miguel. A cegueira das utopias e desencantos da memória. Passo
Fundo: Editora da Universidade de Passo Fundo,...
VEIGA, José Jacinto. A Hora dos Ruminantes. 37. ed. Rio de Janeiro: Bertrand
Brasil, 2010
ZILBERMAN, Regina; RÖSING, Tania...
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Slides apresentados como parte da defesa da dissertação Rua Josué Guimarães, nº 81: biblioteca, Mestrado em Letras.

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Rua Josué Guimarães, nº 81: biblioteca

  1. 1. RUA JOSUÉ GUIMARÃES, Nº 81: BIBLIOTECA Evelise Rosa Faraco de Oliveira – Mestranda e Acervista ALJOG/UPF Orientador: Miguel Rettenmaier– Coordenador ALGOG/UPF
  2. 2. Introdução Trabalhar com bibliotecas de escritores é uma forma de entrarmos no espaço de criação do artista. Ao descobrir este lugar que foi de leitura do autor, ingressamos em um território acessível a poucos. Ali há um espaço de mistérios e intenções, de descobertas por parte do autor.
  3. 3. Capítulo 1 A CASA DO AUTOR: ESPAÇO DE LEITURA E CRIAÇÃO 1.1 O Dono dos livros: vida e obra 1.2 A Bilbioteca particular: descrição exploratória
  4. 4. Capítulo 2 O LUGAR DAS PALAVRAS: TEXTOS, LIVROS E MEMÓRIA 2.1 Leitura e Dialogismo 2.2 Linguagem e Interação 2.3 O plurilinguismo no romance
  5. 5. 2.1 Leitura e Dialogismo A leitura de um texto depende da compreensão do enunciado. O enunciado, realizado pelo autor, carregado de sentidos, fará com que a compreensão do leitor, dependa também da sua posição perante o enunciado. As respostas surgirão conforme a bagagem de sentidos que traz dentro da sua mala, aqui no papel ativo de leitor.
  6. 6. 2.2 Linguagem e Interação Na obra, Marxismo e Filosofia da Linguagem, Bakhtin concebe a comunicação como um processo interativo, muito mais amplo do que a mera transmissão de informações. Para ele a linguagem e a interação social. Ó sujeito, ao falar ou escrever, deixa em seu texto marcas profundas de sua sociedade, seu núcleo familiar, suas experiências, além de pressuposições sobre o que o interlocutor gostaria ou não de ouvir ou ler, tendo em vista também seu contexto social.
  7. 7. 2.3 O Plurilinguismo no Romance O Romance, composto pela voz “do outro” se diferencia da poesia. Apresenta confrontos dialógicos, coloca-se frente a frente com os personagens para discutir, criticar, desenvolver novas ideias e conceitos. Em sua existência histórica vai se remodelando conforme seus diversos grupos sócio-ideológicos, entre correntes, escolas, círculos, etc. Estas diferentes formas de apresentar-se, transforma o discurso em plurilinguismo.
  8. 8. Capítulo 3 O LIVRO ESCRITO: DEPOIS DO ÚLTIMO TREM E O DIÁLOGO COM O FANTÁSTICO 3.1 Antes do Depois… 3.2 O fantástico em Depois…
  9. 9. A obra inspiradora
  10. 10. Relações dialógicas
  11. 11. Capítulo 4 OS LIVROS LIDOS: A HORA DOS RUMINANTES E PEDRO PÁRAMO 4.1 A obra presente: A hora dos ruminantes 4.2 A obra ausente: Pedro Páramo 4.3 Relendo os livros de Josué
  12. 12. A obra ausente, não encontrada na biblioteca de Josué Guimarães, mas provável referência na constituição de Depois do último trem. Pedro Páramo, do autor Juan Rulfo. Aqui, há a ideia de que a biblioteca de um autor não se restringe aos exemplares materialmente catalogáveis, dispostos em suas estantes.
  13. 13. Considerações Finais Foco no ambiente de criação do autor; Trabalho com os livros no Aljog/UPF; Reconhecimento da Literatura Fantástica dos autores: Josué Guimarães, José J. Veiga e Juan Rulfo.
  14. 14. Referências ACERVO LITERÁRIO JOSUÉ GUIMARÃES. Disponível em: www.upf.br/aljog/. Acesso em 20 nov. 2012 AUTORES GAÚCHOS. Josué Guimarães: escrever é um ato de amor. Porto Alegre: Instituto Estadual do Livro, 2006. BACHELARD, Gaston. A poética do espaço. Tradução Antônio de Pádua Danesi. São Paulo: Martins Fontes, 2ª ed. 2008. BORDINI, Maria da Glória. Os acervos de escritores sulinos e a memória literária brasileira. UNESP – FCLAs – CEDAP, v.4, n.2, p. 35-54, jun. 2009. Revista Patrimônio e Memória. Disponível em <http://pem.assis.unesp.br/index.php/pem/article/view/54/501> Acesso em 14 de jun. de 2013. BECKER, Paulo; RÖSING, Tania. Memória: Jornadas Literárias de Passo Fundo, 20 anos de História. Passo Fundo: Editora UPF/Edelbra, 2001. BRITO, José Domingos de. Disponível em: <http://www.tirodeletra.com.br/biografia/JoseJ.Veiga.htm> Acesso em: 12 de jan. 2015.
  15. 15. BAKHTIN, M. Questões de literatura e de estética: a teoria do romance. SãoPaulo: Hucitec, 2010. ___. Estetica da criacao verbaĺ ̧ ̃ . Sao Paulo: Martins Fontes, 2011.̃ ___. Marxismo e filosofia da linguagem: problemas fundamentais do metodó sociologico na ciencia da linguagem.́ ̂ 8. ed. São Paulo: Hucitec, 1997. ___. Problemas da Poetica de Dostoievskí ́ . Trad. Paulo Bezerra. 1a. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitaria, 1981.́ CHABAT, Jorge. Disponível em: <http://www.eluniversal.com.mx/editoriales/35629.html>. Acesso em: 14 de jan. 2015. DURANTE, Erica. La biblioteca de escritor frente al mundo global. Manuscrítica 24, 2013. <http://www.revistas.fflch.usp.br/manuscritica/article/view/1467/1300> Acesso em 13 de ago. de 2014
  16. 16. FERREIRA, Jorge; GOMES, Angela de Castro. 1964: o golpe que derrubou um presidente, pôs fim ao regime democrático e instituiu a ditadura no Brasil. 1ª ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2014. FUENTES, Waldemar Verdugo. Versión final publicada en Arts&History-México, febrero de 2002 y en la revista Norte/Sur, México, Argentina, Chile: septiembre 2003. FURTADO, Filipe. A construção do fantástico na narrativa. Lisboa: Livros Horizonte, 1980. GUIMARÃES, Josué. Depois do último trem. 10. ed. Porto Alegre: L&PM, 2007. JORNADAS LITERÁRIAS. Disponível em http://www.jornadasliterarias.upf.br/verConteudo.php?cod=346 Acesso em 7 de set. de 2013  
  17. 17. LOPEZ, Telê Ancona. A CRIAÇÃO LITERÁRIA NA BIBLIOTECA DO ESCRITOR<http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?pid=S0009- 67252007000100016&script=sci_arttext>Acesso em 13 ago. de 2014 ____. "A biblioteca de Mário de Andrade: seara e celeiro da criação". In: Zular, Roberto, org. Criação em processo: Ensaios de crítica genética. São Paulo, Iluminuras/ Fapesp, 2002, p. 45-72. PINO, Claudia Amigo. A Beleza da Rasura. In: Zular, Roberto, org. Criação em processo: Ensaios de crítica genética. São Paulo, Iluminuras/ Fapesp, 2002, p. 298-301.  PRODANOV, Cleber Cristiano; FREITAS, Ernani Cesar de. Metodologia do trabalho científico: Métodos e técnicas da Pesquisa do Trabalho Acadêmico. Novo Hamburgo:  Feevale, 2009. 
  18. 18. RETTENMAIER, Miguel. A cegueira das utopias e desencantos da memória. Passo Fundo: Editora da Universidade de Passo Fundo, 2011. RÖSING, Tania; Rettenmaier, Miguel. 30 anos de Jornadas Literárias/ESTUDOS, Ed. Comemorativa. Passo Fundo: Editora da Universidade de Passo Fundo, 2011. RULFO, Juan. Pedro Páramo. Madrid: Cátedra, 1995. SAMOYAULT, Tiphaine. Intertextualidade. São Paulo: HUCITEC. 2008. SOUZA, Agostinho Potenciado de, Um olhar crítico sobre o nosso tempo (Uma  leitura da obra de José J. Veiga). Departamento de Teoria Literária do Instituto de  Estudos de Linguagem da Universidade Estadual de Campinas. Campinas, 1987.  
  19. 19. VEIGA, José Jacinto. A Hora dos Ruminantes. 37. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2010 ZILBERMAN, Regina; RÖSING, Tania M. K. Leitura e escola: velha crise, novas alternativas. 1. ed. São Paulo: Global, 2009. ZILBERMAN, Regina. Brasil: cultura e literatura dos anos 80. Porto Alegre: Ornagon, 1991.

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