Fotogrametria terceira parte

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Fotogrametria terceira parte

  1. 1. Universidade de Brasília Instituto de Geociências – IGDisciplina – Topografia e Fotogrametria Tópico: Fotogrametria Prof. Edilson Bias
  2. 2. MARCAS FIDUCIAIS
  3. 3. PONTO PRINCIPAL E PONTO CONJUGADO As fotografias aéreas, obtidas a partir de câmaras métricas, possuem quatro marcas, precisamente definidas, denominadas MARCAS FIDUCIAIS, que servem para a localização do PONTO PRINCIPAL em cada foto. O PONTO PRINCIPAL de uma foto, identificado na foto seguinte ou anterior, recebe o nome de PONTO PRINCIPAL CONJUGADO.
  4. 4. DESLOCAMENTO RADIAL Deformações ocorrem a partir do distanciamento do centro da foto (ponto principal). Estas deformações aumentam radialmente a partir deste centro.
  5. 5. DESLOCAMENTO RADIAL
  6. 6. DESLOCAMENTO RADIAL
  7. 7. FOTOINTERPRETAÇÃO CHAVEA chave da fotointepretação é o uso de um guia, o qual ajudaos fotointérpretes a identificar rapidamente as característicasfotográficas.Essas chaves são baseadas em descrições e ilustraçõestópicas de objetos de uma determinada categoria.
  8. 8. FOTOINTERPRETAÇÃOA determinação do tipo de chave e o método de apreciação a ser usadodependem:1.Do número de objetos, as condições para o reconhecimento;2.Da variabilidade normalmente encontrada dentro de cada classificação.De uma maneira geral as chaves são mais facilmente construídas quandoas características da superfície terrestre foram idealizadas pelo homem(exemplo: casas residenciais, edifícios, estradas, pontes, etc.).São de difíceis confecções quando se deve estudar as característicaspara vegetação natural e as formas da Terra. Para a interpretação dascaracterísticas naturais, é essencial treinamento e trabalho de campo,para a obtenção da experiência necessária, podendo assim o profissionalproduzir trabalhos consistentes
  9. 9. FOTOINTERPRETAÇÃOA habilidade em fotointerpretar é desenvolvida pelo estudo ededução, para aumentar hábitos de observação de objetosfamiliares, da terra ou de pontos elevados. Muitos de nóstiveram a oportunidade de observar a Terra através do vôo deum avião. Nessa oportunidade todos procuram reconhecer osobjetos da superfície terrestre.
  10. 10. CONSTRUÇÃO DE OVERLAY
  11. 11. FOTOINTERPRETAÇÃO - CHAVES
  12. 12. FOTOINTERPRETAÇÃOPara a extração destas informações, alguns elementos devem serconsiderados, como: TONALIDADE OU COR, FORMA, TAMANHO, PADRÃO,TEXTURA E ASSOCIAÇÃO. TONALIDADE ou COR ASSOCIAÇÃO
  13. 13. FOTOINTERPRETAÇÃOFORMA TAMANHO: especialmente importante quando considerado em termos absolutos e relativos, pode fornecer importantes pistas a respeito da feição de interesse.
  14. 14. PADRÃO FOTOINTERPRETAÇÃO TEXTURA
  15. 15. FOTOINTERPRETAÇÃO ELEMENTOS ORIENTATIVOSCulturas, pomares, pastos, etc.: são geralmente limitados por áreas ourios, o que facilita a interpretação.Essa áreas são também caracterizadas pelas estradas, trilha de gado,represas para irrigação e drenagem e pelo conjunto de construções típicasde áreas rural.Nas áreas cultivadas as sombras aparecem com diversas tonalidades decinza, predominando as tonalidades claras.Assim toda vegetação baixa, como a grama, bem como o milho no iníciode seu desenvolvimento aparece com tonalidade cinza claro e textura fina.o milho quando totalmente desenvolvido aparece na fotografia comtonalidade escura e textura grosseira.
  16. 16. FOTOINTERPRETAÇÃO ELEMENTOS ORIENTATIVOSÁreas com pastagem, áreas gramadas e campos: aparecem com tonalidadeclara e textura suave.Florestas densas aparecem com tonalidade escura enquanto que uma florestaem início de desenvolvimento aparece com tonalidade clara.O aparecimento de diferentes formas indica a presença de uma floresta mista.Rios, ribeirões e riachos:são identificados pela sinuosidade, uniformidade detom e pelas características topográficas.Lagos, reservatórios, tanques e pântanos: são identificados pela suauniformidade e tonalidade escura das águas, exceto nos pontos onde háreflexão do sol. Os pântanos têm como principal característica um excesso deumidade, e a tonalidade da terra é bem escura.As estradas de ferro: aparecem como linhas finas, retas, mudando de direçãoatravés de curvas suaves. As estradas de rodagem são facilmente distinguidasnas fotografias aéreas. O que é difícil de se identificar é o tipo de pavimentação.Essa identificação só é possível em fotografias de escala grande. Estradassinuosa indicam que a região é montanhosa.
  17. 17. FOTOINTERPRETAÇÃO ELEMENTOS ORIENTATIVOSLinha de transmissão: são identificadas pelas características de que, aoatravessar certas regiões, é observada uma área limpa, sem árvores,mostrando a passagem da linha de transmissão.Cemitérios: são identificados pela aparência esquemática das árvores,arbustos e caminhos.Identificação de escolas: depende principalmente da forma geométrica damesma e das características que se encontram nas vizinhanças.Igrejas: são identificadas principalmente devido a sua estrutura deconstrução, seu tamanho, formato e pela torre com cruz no topo.
  18. 18. FOTOINTERPRETAÇÃO EstereoscopiaA estereoscopia é um fenômeno natural que ocorre quando umapessoa olha simultaneamente duas imagens que foram tiradas damesma cena mas de pontos diferentes, fazendo com que cadaimagem seja vista com um olho. O resultado é a percepção daprofundidade, ou terceira dimensão.A visão estereoscópica é ocasionada pelo fato dos olhos humanosestarem separados um do outro em aproximadamente 65mm. Destaforma o olho direito recebe um imagem um pouco diferente da querecebe o olho esquerdo, quando observam o mesmo objeto.Da fusão das duas imagens no cérebro, resulta não só a imagem,mas também a sensação de profundidade.
  19. 19. FOTOINTERPRETAÇÃOA sensação de profundidade pode ser obtida por dois tipos de visão:Visão monocular ou monoscópica - a percepção da profundidade éobservada com um único olho.Visão binocular ou estereocópica: a menor distância para seperceber profundidade é em média 25,4cm e a máxima distância éaproximadamente 600,0m.Processos para obter visão estereoscópica:1.Estereoscopia2.Visão anaglífica
  20. 20. FOTOINTERPRETAÇÃOVISÃO ANAGLÍFICA Esta visão anaglifa da galeria de Malaspina no sudeste do Alaska. Foi criada através de uma imagem LANDSAT e um modelo de eleveção gerado pelo sistema topográfico SRTM e permite uma visão estereoscópica do terreno (3D). © NASA/JPL/NIMA.
  21. 21. FOTOINTERPRETAÇÃOEstereoscópio de lente ou de bolsoConsta de uma armação simples de metal suportando um par delentes, de maneira a manter os olhos trabalhandoindependentemente e suas linhas de visão aproximadamenteparalelas. Possuem as lentes com um poder de ampliação que variade 1,25 a 4 X.
  22. 22. FOTOINTERPRETAÇÃOEstereoscópio de espelhos:Consiste fundamentalmente de dois espelhos, inclinados de 45º emrelação ao plano horizontal das fotografias, em dois prismas de 45ºou dois espelhos menores e duas lentes que permitem acomodar avista ao infinito. Os espelhos são as partes mais importantes doconjunto.,
  23. 23. FOTOINTERPRETAÇÃO
  24. 24. RESTITUIÇÃO AEROFOTOGRAMÉTRICAA restituição, por sua vez, consiste nas operações de transferênciade informações, dos fotogramas, para a confecção de uma carta ouplanta topográfica de uma região ou trecho dela. Restituidores Digitais Restituidor Analógico

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