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  1. 1. www.dizjornal.com Niterói 24/05 a 07/06/14 2ª Quinzena Nº 105 de Maio Edição Online para Um Milhão e Duzentos Mil LeitoresDiz: Todo Mundo Gosta Zona Sul, Oceânica e Centro de Niterói D i r e t o r R e s p o n s á v el: E d g a r d F o n s e c a 16 Mil Exemplares Impressos GabrielaLise*beleza:AloanLopes*foto:JulioCerino Bye, bye Brasil... Página 03
  2. 2. www.dizjornal.com Niterói 24/05 a 07/06/14 - O escritor Guina Ramos chega com novo livro nas melhores prateleiras do ramo: “A outra face das fotos - reminiscências e elucubrações sobre a arte e a prática do fotojornalismo”. Vale conferir! - “Seraf e os Artefatos Místicos”, livro de Gabriel Edgar, será lançado dia 25 de maio, domingo, às 10h, dentro do projeto cultural “Escritores ao ar Livro”, na Praça Getúlio Vargas, em Icaraí. - A BPN-Biblioteca Pública de Niterói (Praça da República, s/ nº - Centro) apresenta o Grupo Aquarela Animações, dia 29 de maio, 5ª feira, às 15h. Tem fantoche e contação de histó- rias com Aline Sanches e Ricardo Leal, para toda a garotada! Entrada franca. - A Galeria de Arte La Salle (Rua Gastão Gonçalves, nº 79 - Santa Rosa - Niterói) apresenta, até 30 de maio, o evento Inter Arte - exposição de arte sustentável - com a participação 2 Cultura Paulo Roberto Cecchetti prcecchetti@ig.com.br annaperet@gmail.com DIZ pra mim... (que eu conto) Anna Carolina Peret Edição na internet para Hum milhão de leitores Tilda Swinton (“Precisamos Falar So- bre o Kevin” e “Adaptação”) e Matt Damon (“O Ultimato Bourne” e “Os Infiltrados”). Vale destacar também o diretor. O extremamente excêntrico e filosófico, Terry Gilliam, que sempre pretende confundir e não esclarecer. Bons exemplos lotam seu currículo, como “Os 12 Macacos”, “Os Irmãos Grimm” e “Contraponto”. Dessa vez, não foi diferente: ele prometeu inovar na proposta. E conseguiu! Outra película interessante que chega aos cinemas é “Uma Longa Queda” (“A Long Way Down”, no original). Por muito pouco, o filme não foi di- reto para as prateleiras das locadoras, sem passar pelas telonas. Ainda bem que a distribuidora mudou os planos. A produção gira em torno de quatro pessoas solitárias que decidem come- ter suicídio na noite de Ano Novo. Elas se encaminham para o alto de um prédio para confirmar seus propósitos, porém, não ima- ginavam que acabariam se encontrando e formando um “grupo” – será que podemos chamar assim? – que, deixando de lado qualquer tipo de convencionalidade, come- çam a perceber razões para não mais pen- sar em abreviar a vida. Para ser sincera, foi um filme no qual consegui rir e chorar ao O cinema está abarrotado de block- busters; já notaram? Trata-se de uma onda enorme, provável tsuna- mi de filmes bem Hollywoodianos, de finais bastante previsíveis e elenco estrelado. Não estou dizendo que tais filmes não sejam bons. Assisti a todos e são realmente legais. Tenho que aplaudir de pé “O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro” e “Capitão América 2 - O Soldado Invernal”. Além disso, “Noé” e “Divergente” são bons e também merecem destaque. Porém, na verdade, prefiro imaginar logo o que vem pela frente. O que esperar do futuro? O mês de maio também está recheado de produções norte-americanas. Contudo, um pouco menos previsíveis que as supraci- tadas. Uma das novidades é “O Teorema Zero” (“The Zero Theorem”, no original). Protagonizado por Christoph Waltz – ven- cedor do Oscar por “Django Livre” – que dá vida a um gênio dos computadores que aceita participar de um projeto no qual es- tará focado em desvendar o propósito da existência – se é que este existe. A questão é que, além de ser um habilidoso hacker, Waltz é também um ser humano, que se apaixona, se distrai, enfim... Deixa-se en- volver pelo mundo ao redor, o que pode ameaçar seu projeto. O elenco é fasci- nante! Só para dar água na boca, citarei: mesmo tempo. Primeiro, pois, vemos que não somos tão fortes como imaginamos. E segundo, porque, quando percebemos que não somos tão fabulosos é que precisamos ser ainda mais durões e inabaláveis. Vale a pena o ingresso – e uma lição de vida! Também adorei me divertir com Cameron Diaz (“Vanilla Sky” e “As Panteras”) em “Mulheres ao Ataque” (“The Other Wo- man”, no original). É muito bom ver, de uma forma leve, como mulheres podem ser muito poderosas e inteligentes. É inspira- dor! E, nesse caso, também é cômico. De fato, Cameron nasceu para comédia, o que todos já sabem desde “Quem Vai Ficar com Mary?”, filme de 1998. Cada vez mais ma- dura, ela brilha – e, sem querer, ofusca as amigas de elenco – ao contar sua decepção em descobrir que seu namorado é casado! Só que sua personagem não viverá um “fi- nal convencional”. Ela terá como aliadas a esposa e outra amante dele. Mulheres uni- das contra o lindo Nikolaj Coster-Waldau, ninguém menos que Jaime Lannister da sé- rie “Game of Thrones”. Cabe também ficar atento às produções na- cionais. Regina Duarte e Bárbara Paz prota- gonizam “Gata Velha Ainda Mia”, contan- do a história de uma escritora excêntrica, que depois de aposentada, decide voltar a escrever. Além dessa produção, um do- cumentário merece destaque: “Olho Nu”. Como apaixonada por MPB, tenho uma queda por Ney Matogrosso e, no filme, retrata-se desde sua infância até seu apo- geu. Cabe destacar a riqueza do material utilizado: todos os arquivos, shows, clipes e entrevistas são fantásticos. É um “maio eclético”: nem tão americani- zado como o mês anterior, nem tão alterna- tivo como desejamos. Na medida, porém, para este belo outono. Bons filmes! Na Medida de André Mendes, Riba Froz, Cristina Buriche, entre outros. - Na próxima semana, começa o 4º Salão da Leitura de Niterói e a Editora da UFF participa com uma série de eventos. Serão nove títulos programados para lançamento e a Editora da UFF leva ao Caminho Niemeyer discussões acerca de temas como racismo no futebol, os impactos políticos da Copa do Mundo e a violência nas escolas, entre outros. O evento acontece de 31 de maio a 08 de junho. Informações (21) 2629.5289. - A mestra Nicoleta Rebel foi uma das 22 mulheres de Niterói que recebeu Moção de Aplausos na Câmara Municipal, em maio último. Parabéns! - O Cine Jazz UFF, já em sua 3ª edição, comemora um ano de existência trazendo o pianista Gilson Peranzzetta, dia 29 de maio, 5ª feira, às 19 horas. O evento ainda contará com um vídeo raríssimo do grupo Horace Silver Quartet, gravado em Copenhague, em 1958. Im-per-dí-vel! Local: Museu do Ingá (Rua Presidente Pedreira, nº 78). - A escritora, jornalista, publicitária e poeta Rita Magnago lança seu segundo livro de poemas, ‘Porque a vida pul- sa’, dia 8 de junho de 2014, domingo, a partir das 10 ho- ras da manhã, na Praça Getúlio Vargas, dentro do projeto cultural Escritores ao Ar Livro, ponto tradicional da cultura niteroiense. - Há doze anos jun- tos, Elza Guérin e Martin Palisse são os malabaristas funda- dores da companhia Circo Bang Bang Post, que faz apresentação única no Teatro Mu- nicipal de Niterói (Rua XV de novembro, nº 35 - Centro), dia 24 de maio, às 18 horas.
  3. 3. www.dizjornal.com Niterói 24/05 a 07/06/14 3 Documento dizjornal@gmail.com Edição na internet para Hum milhão de leitores Bye, Bye Brasil! O Medo Venceu a Esperança. Apesar de desencorajada e subestimada a divulgação da grave situação brasileira, não se pode negar os acontecimentos que vão esgarçando o tecido social das nossas orga- nizações. O medo é muito maior, em todos os níveis, mais que em todas as épocas da nossa história. Há no ar uma grave ameaça de descontrole total a qualquer hora, e o submundo perverso que se criou nas nossas E xistem indicativos óbvios deste go- verno em copiar e alinhar-se a mo- delos de países como a Coreia do Norte, Cuba e Venezuela, além de outros. A insegurança jurídica e a mais pesada car- ga tributária do mundo e quase nenhum retorno em benefícios públicos, inverte a possibilidade de desenvolvimento e estabili- dade. Muito pior, cobra-se demasiadamen- te para vermos desvios de financiamento de dinheiro brasileiro para financiar grande porto em Cuba, perdão de dívidas de países africanos, falsos investimentos de refino de petróleo, obras superfaturadas e desneces- sárias, etc.; enquanto, o país a mingua, pa- dece da falta absoluta de segurança pública, sucateamento das escolas e hospitais. Instalou-se a cultura da fuga rápida antes que nada reste. Quem tem profissão e al- gum recurso, ou está deixando o país, ou se prepara para fazê-lo. A empresa Paquetá, dona de marcas como a Ortopé, tem 12.500 funcionários. Fe- chou uma das suas unidades industriais no Rio Grande do Sul para prejuízo de cen- tenas de trabalhadores que ficaram desem- pregados. Transferiu-se para República Do- minicana. A empresa alega que a intenção é manter a competitividade e crescimento, desde que no Brasil a carga tributária e os custos são muito altos. A federação dos trabalhadores do setor já fala em perigo de desindustrialização. A exportação brasilei- ra recua seguidamente e os empresários aos poucos reconhecem a inviabilidade da industrial brasileira, pesada e lenta, sem a menor chance de competir no mercado ex- terno. Na contra mão, o Brasil importa cada vez mais, (como se comporta a Venezuela) de países competitivos que estão expur- gando as empresas brasileiras do mercado externo. Os brasileiros encontram as portas abertas dos Estados Unidos e embar- cam numa investida financeira com altas probabilidades de su- cesso, acima de 90% de apro- vação garantida. Além disso, recebem o “green card” (direi- to de permanência) temporário por dois anos e depois disso ganham a residência permanen- te; e dentro do prazo de cinco anos, recebem a cidadania ame- ricana. O brasileiro que possui patrimônio entre 500 mil a um milhão está fazendo estas trans- ferências com grande frequência. Na maioria, os interessados são pessoas que foram vítimas da violência, principalmente em São Paulo e Rio de Janeiro e, agora, desejam encontrar um lugar mais seguro para viver e educar os fi- lhos. Alguns sofrem de síndrome do pânico porque não se sentem seguros no Brasil. São pessoas que foram sequestradas, tiveram suas casas ou em- presas roubadas mais de uma vez e agora querem nova forma de vida. A instabilidade institucional de um governo que só estimu- la o aparelhamento de todos os espaços, pelos Sindicatos ilegítimos e de aluguel e Centrais Sindicais aliadas. Além de movi- mentos sem legitimidade, mas que aderem ao poder como força miliciana; apavoram a quem deseja liberdade e quer ter seu teto conquistado com garantias. O receio de in- vasões estimuladas e o aparelhamento de milícias mercenárias agravam a instabilidade e o medo. Enquanto isso, a partir do dia 5 de julho, as cidades brasileiras irão receber 80 mil presos que se encontram cumprindo pena no sistema penitenciário. Nesta data entra em vigor a Lei 12.403/11 aprovada pelo Congresso e sancionada pela presidente Dilma Rousseff; a lei estabelece que cri- mes com penas máximas abaixo de quatro anos de detenção não serão mais passíveis de pena de prisão, mas apenas de punições alternativas como serviços comunitários e outras. Desacato à autoridade, agressões sem grandes consequências, atentado ao pudor, estelionato barato, assédio sexual e até crimes como furto e outros serão en- quadrados nos benefícios da nova lei. In- vertem a ordem para favorecerem os seus “companheiros” que descobertos em seus delitos, possam contar com portas de es- cape e manutenção da república dos favo- recidos, pela desonestidade, ociosidade e lealdade alugada. O Ministério da Justiça informa ou que os presos libertados serão monitorados por meio de tornozeleiras eletrônicas, que não oferecem garantia alguma contra a prática de outros crimes. Isso se alguns não resol- verem tirá-las. Ficarão apenas sem monito- ramento, mas, como é crime brando, nada acontecerá. Esta foi a forma encontrada para “reduzir a população carcerária”. Enquanto isso, dezenas de garotos maco- nheiros e drogaditos cotidianos, mas, ino- fensivos, continuam cumprindo pena por “crime hediondo”, muitos processos com falhas diversas, tanto nos inquéritos e desa- tenções da justiça, classificando estes usu- ários como traficantes. É o país da inversão de valores e de distorções na leitura da rea- lidade. O Brasil é um país surreal. O crime organizado tomou outras propor- ções. A resistência e a conquista de grandes equipamentos de guerra pelos traficantes de drogas instabilizam as cidades e depri- mem as polícias, sempre em desvantagem logística e de armamentos. Outra parte do crime organizado instalou-se nas grandes corporações e órgãos mistos e de gover- no, desviando bilhões, através de lavagem de dinheiro, superfaturamento em obras faraônicas e inúteis. Financiam deputados e senadores para os protegerem e “fabrica- rem leis” que os favoreçam e mantenham o poder criminoso em ascensão. O nosso sistema eleitoral é falho e monta- do para favorecer a quem estiver no poder. Fica impossível haver lisura e democracia com os seus pilares institucionais enfiados na podridão da lama moral e da legalidade. Desta forma, não há esperança. Restará desfazer-se dos bens possíveis, fazer as malas, recolher o que for possível levar e bater em retirada. Bye, bye, Brasil, que está se tornando fração, ação de bandidos e analfabetos populistas, com disposição para delinquir, ferir e matar quem interfira nesta trajetória bandida do “salve-se quem puder”. Finalmente, o medo venceu a esperança. bases virá sedento de sangue e ódio desen- freado para tomar tudo, e de todos. O governo brasileiro, nestes últimos 12 anos, deu todos os indicativos de como de- sordenar um país. Talvez por incompetência e ganância, pelo sistema de aparelhamento do Estado por pessoas despreparadas para as funções e com desejos inescrupulosos de enriquecimento galopante e compulsivo. Instalou-se uma subcasta ressentida dividin- do a nação em fatias de espoliação. Uma colonização às avessas, com impostos im- pagáveis para a coroa que subverte e desvia os nossos capitais, inclusive morais. Não há mais respeito e nem moral alguma e todos que se instalam se locupletarem insidiosa- mente.
  4. 4. www.dizjornal.com Niterói 24/05 a 07/06/14 4 Informes Expediente Edgard Fonseca Comunicação Ltda. Rua Otavio Carneiro 143/704 Niterói/RJ. Diretor Responsável: Edgard Fonseca Editor: Edgard Fonseca Registro Profíssional MT 29931/RJ Distribuição e circulação: Ernesto Guadelupe Diagramação: Eri Santana Impressão: Tribuna RJ Tiragem 16.000 exemplares Redação do Diz End: Rua Cônsul Francisco Cruz, nº 3 Centro - Niterói, RJ Tel: 3628-0552 | 36285252 | 9613-8634 Correspondência para Administração Rua Cônsul Francisco Cruz, nº 3 Centro - Niterói, - CEP 24.020-270 dizjornal@gmail.com www.dizjornal.com Os artigos assinados são de integral e absoluta responsabilidade dos autores. D! NutriçãoEdição na internet para Hum milhão de leitores clara.petrucci@dizjornal.com | Instagram: Clara Petrucci Pterostilbeno: Quem é Esse? E le é um nutriente, parente do resve- ratrol, encontrado nas uvas. O pte- rostilbeno é um potente antioxidante encontrado no mirtilo, ou blueberry, como preferir. Essa substância tem algumas di- ferenças do seu parente, o resveratrol. Ele possui maior biodisponibilidade, chega até as células com maior facilidade e é eliminado do organismo mais lentamente. Estudos mostram inúmeros benefícios dessa substância, como: prevenção do enrijeci- mento das artérias (aterosclerose), reduz o acúmulo de LDL (colesterol ruim) e, como antioxidante, previne o envelhecimento e o estresse oxidativo das células. Consequente- mente, previne inúmeras doenças da idade avançada como Alzheimer, reduz o índice de açúcar no sangue (glicemia), prevenindo o diabetes tipo II, e ainda há estudos revelando excelentes resultados com atletas. Ainda: recupera e normaliza as funções físicas mais rapidamente; melhora a função energética mitocondrial (produção de ATP); acelera a síntese de óxido nítrico através da via eNOS (óxido nítrico síntese endotelial). Ou seja, a mitocôndria (organela que fornece energia para o corpo) funciona melhor e acelera a produção de óxido nítrico, substância vasodilatadora que desta forma nutre o músculo adequadamente. Há estudos relacionados ao pterostilbeno como preventivo e combatente do câncer: câncer de mama, cólon e próstata, inibindo e induzindo a célula cancerígena a morte, impedindo a proliferação e propagação do câncer. Vamos aguardar comprovações e estudos mais eficazes, mas, desde já, o mirtilo me parece uma ótima sugestão de lanche, que pode ser utilizado em sucos, vitaminas e ainda em saladas...  Essa substância de nome esquisito pelo visto, além de ser antioxidante, é antiinflama- tória e antineoplásica! Vai um mirtilo ou um blueberry aí? Contra a Pedofilia Overeador Jayme Suzuki (PSC), preocupado com a violência sexual con- tra menores em Ni- terói,  apresentou na Câmara projetos rela- tivos a matéria: o que estabelece prioridade obrigatória de vagas em escolas e creches Chegou ao fim o processo no INPI (Instituto Nacional da Proprie- dade Industrial) no qual a famosa marca inglesa Johnnie Walker acusava a Cachaça João Andante de plágio. Resultou desfavorável ao João brasileiro ou à Cachaça João Andante. Os nomes das bebidas são idênticos, embora em idiomas diferentes. Com isso a João Andante encerrará a produção da cachaça com esta marca e viés de marketing. municipais para menores e crianças compatível, que tenham sidos vítimas de violência doméstica e de crimes de pedofilia. De acordo com o projeto, a Secretaria Municipal de Educação de Niterói será responsável pela implan- tação e fiscalização do cumprimento do disposto nesta Lei em todas as escolas e creches integrantes de sua rede. Espera também a aprovação da “Semana de Prevenção e Conscientização contra a Pedofilia. Segundo o vereador que também é poli- cial, um dos maiores problemas para iden- tificar e prender esses criminosos, é a falta de denúncia. Os pais ou parentes da vítima não denunciam por medo ou por vergonha de expor a criança, mas é importante de- nunciar. Adeus a João Andante Foi permitida a venda do pequeno estoque restante (apenas 35 garrafas) antes do fim definitivo da marca, envelhecida por três anos em tonéis de amburana e carvalho, com embalagem e rótulo de cachaça refinada. A marca brasileira deverá lançar uma nova aguardente, batizada agora como O Andante. É provável, usando-se a máxima didá- tica, que a ordem dos fatores não altere o produto. Workshop na Sociedade Fluminense de Fotografia ACopa do Mundo e a Magia do Futebol será tema de um workshop na Socie- dade Fluminense de Fotografia, organizado pelo fotógrafo Alcyr Cavalcanti (foto), no próximo dia 31de maio. Com passagem por revistas e jornais espe- cializados, como Placar e Lance, Alcyr é for- mado em antropologia, foi eleito o melhor fotógrafo esportivo de 1992 e mostrará o trabalho de cobertura fotográfica de eventos como a Copa do Mundo, que ele registrou em 1990, na Itália e das eliminatórias de 1994. A Associação Fluminense de Fotografia fica na Rua Doutor Celestino, 115, Centro de Niterói, e as inscrições podem ser feitas diretamente no local. Mais informações pelo telefone: 2620 -1848.​ Segurança Pública em Audiência na Câmara Será na próxima segunda-feira, dia 26, às 18 horas na Câmara de Vereadores Niterói, a audiência pública que irá discutir a Segurança na Cidade. Várias autoridades da área de segurança pública estadual e municipal estarão presentes. Foram convidados o secre- tário de Segurança do Estado, José Mariano Beltrame; os comandantes da Polícia Militar, Tenente-coronel Gilson Chagas do batalhão de Niterói e Tenente-coronel Carlos Eduardo Sarmento da Costa do batalhão de São Gonçalo; representante da OAB; titulares das de- legacias de Niterói e membros do Conselho Municipal de Segurança.
  5. 5. www.dizjornal.com Niterói 24/05 a 07/06/14 5 InternetJuliana Demier - juliana.demier@gmail.com Edição na internet para Hum milhão de leitores Chegou Spotify Premium E squeça tudo o que você sa- bia sobre ouvir música digital até agora... Enfim, chega ao Brasil, com data de evento de lançamento e tudo mais, o Spotify. Pra quem se liga em música ou já tinha, por exemplo, o Netflix, esse nome já é bem familiar e a espera já era bem grande pra ter acesso a ele. Trata-se do maior serviço de stre- aming de música com um catálogo de mais de 20 milhões de faixas e presente em quase 60 países.  A versão gratuita tem anúncios em áudio entre as músicas e não permite reprodução em múltiplos dispositivos de forma online, o que não deixa o serviço inviá- vel; já que o acervo vale mais que algumas palavras, mas na versão paga, que possui cerca de 10 milhões de assinantes, é possível usar computador, smartphone e tablete; salvar as músicas para ouvi-las de forma offline e não ouvir inserções publicitárias. Além dessas vantagens, os usu- ários do Spotify Premium, essa modalidade paga, mas ainda sem preço fixado por aqui, po- dem sincronizar músicas em até três dispositivos para ouvir desconectados da internet. Pra saber mais sobre eles, hoje a forma mais fácil é através do Facebook Spotify Brasil. Por enquanto, os testes finais são apenas para convidados, mas, com o evento marcado para pró- ximo dia 28 de maio, a esperança é de uma liberação geral do apli- cativo. E falando em música e sem querer disputar com esse mega acervo, fica uma pequena dica pra quem gosta de vídeo clipe de clássicos da música. Trata-se do site de um canal de rá- dio e TV italiano chamado Radio Capital TiVú. No site  http://www.capital.it/ca- pital/tivu/live você tem acesso à programação dessa TV e rádio, que é simplesmente incrível! Vale demais dar uma conferida.
  6. 6. www.dizjornal.com Niterói 24/05 a 07/06/14 6 Edgard Fonseca edgard.fonseca22@gmail.com Edição na internet para Hum milhão de leitores E stá chegando a hora das eleições e nenhuma providência foi tomada na direção de garantir uma votação isenta de fraudes. O ideal seria a emissão de um recibo emitido pela máquina. O Tri- bunal já se posicionou contrário e ainda alega falta de tempo hábil. O presidente do Tribunal Eleitoral é o ministro Dias Toffoli, sabidamente de origem petista e as urnas são, comprovadamente, vulneráveis. Ou seja: vai ficar muito difícil! O presidente do Tribunal propõe a limitação dos gastos com campanhas eleitorais. Seria corretíssimo se todos fossem fiscalizados e punidos com igualdade. Entretanto, corre- mos o risco de haver rigor apenas com as oposições, enquanto os “companheiros” fi- carão liberados para conquistarem votos na base do poder financeiro. Aliados do poder serão protegidos, enquanto a oposição so- frerá os rigores da lei. Ocorreu-me a ideia de cada eleitor usar o seu celular e fotografar a urna em uso com o número e nome dos candidatos votados. No Mundo dos Bilhões Em seguida, deveria enviar as fotos por e-mail para um site que criaríamos para fazer uma contagem paralela. Não tería- mos exatidão, pois nem todos fariam o envio, mas, daria para monitorar os números mais próximos. Acabaríamos de vez com a prática de surru- piarem a totalidade dos votos de algumas urnas, assim como serviria para deixar claro que não iriam nos fraudar descara- damente. Os governistas estão desespe- rados com a possibilidade pró- xima de perderem a totalidade das eleições, e não deixariam de fazer qualquer coisa para continuar no poder, independente dos atos imorais e indecentes que tenham que praticar. Este país totalmente aparelhado e sob con- trole está propício e a beira de um golpe de Estado. É importante mudar a configuração da câmara dos deputados e a cota de se- nadores. Eles serão os principais atores de confirmação e aprovação de leis que garan- tam um golpe que nos levará a “supremacia do pensamento único”. Precisamos através do voto limpo criar uma oposição consis- tente: independentemente do vencedor para a presidência da república. Temos que ter voz e atuação no Congresso. Precisamos recompor os padrões mo- rais e a proporcionalidade das ações. Nos dias atuais só se fala em rombos de bilhões. No passado, roubavam-se milhões; e não muito distante, Fer- nando Collor de Mello caiu em des- graça por números incomparáveis aos da atualidade. Uma caminhonete Elba da Fiat deflagrou um escândalo que resultou no seu impedimento. Hoje, só num dos escândalos da Petrobrás acusa-se o desvio de 10 bilhões. Al- guém que detém “graciosamente” uma cifra tão alta, não se esquivará de oferecer 100 milhões para livrar-se de uma acusação como esta. Significa apenas um por cento do montante, e é uma soma grande o bastante para “entortar” cabeças e a moral de muita gente. Equivale a ganhar fartamente, três ou quatro vezes na loteria com prêmio da Sena acumulada. Estes ratos de plantão não medirão esfor- ços nem atitudes criminosas para calar e corromper quem quer que seja. A Moeda de Troca A pontamos para perda de significa- dos e valores que nos orientam. A Câmara de Vereadores de Niterói, assim como em muitas em todo Brasil, des- virtuam o sentido da homenagem do “Ti- tulo de Cidadão Niteroiense”. Pela lógica, os agraciados devem merecê-los por terem vivido com méritos pessoais e dirigidos à cidade que o acolhe como filho e cidadão. O título representa o reconhecimento pú- blico da pessoa que é merecedora da cida- dania, até por pequenos méritos, a exemplo de um engraxate de rua, que vindo do in- terior e passou muitos anos humildemente limpando sapatos, mas, interagindo gen- tilmente com as pessoas, se integrando a paisagem social da cidade. Merece por sua amistosa e irrepreensível conduta ser um “cidadão da cidade”. Entretanto, o que vemos é o uso do título para bajulações despropositadas e desca- racterização do objetivo, tornando-se moe- da de troca para as mais diversas intenções. Em história recente, receberam o título a presidente Dilma Rousseff, Marta Suplicy, senador Marcelo Crivella e o deputado Ro- mário. Em que pese a notoriedade destas pessoas, não significa que devam ser “con- vertidos em niteroienses”. Eles nada têm a ver com a cidade! A bajulação da pre- sidente (que certamente não sabe apontar no mapa onde fica Niterói) resultou na sua ausência, descaracterização e desperdício do propósito. “Gastaram vela boa com de- funto ruim...” Embora nada tenha contra o senador Cri- vella, não reco- nheço razões e desconheço qualquer bene- fício que ele, enquanto sena- dor ou religio- so tenha feito à cidade. É esta ausência de mé- ritos que ape- quena o título, desmerecendo e esvaziando o valor de quem o recebeu merecidamente. Desconheço qualquer benefício que o Ro- mário tenha feito ao município. Entretanto, desses todos, é o único que vejo circular pela cidade. Frequenta festas em Itacoatiara e pode eventualmente ser encontrado num fast-food de São Francisco. Esse, (Romário) pelo menos, interage; visivelmente frequen- ta e já declarou repetidamente sua simpatia por Niterói, onde tem muitos amigos. Recente e equivocadamente, como foi o caso do senador Crivella, o vereador pastor Ronaldo, evidenciando o seu desconheci- mento da dinâmica social da cidade, propõe o oferecimento do título de Cidadão Niteroiense ao polêmico pastor Silas Malafaia; que como se sabe, não tem nenhuma identificação com a cidade nem mé- ritos locais para receber a home- nagem. Durante uma po- lêmica e dividida decisão, foi apro- vada a titulação, com seis votos contrários e oito a favor. As bancadas do PSOL e PT votaram con- tra e justificaram respeitosamente, através dos vereadores Leonardo Giordano e Paulo Eduardo Gomes, que o pastor Silas Malafaia é sabidamente homofóbico e intolerante re- ligioso, o que contraria as posições ideo- lógicas e pessoais desses seis vereadores. Os oito vereadores favoráveis, (fora o pre- sidente Bagueira que não vota), na minha percepção, votaram por “gentileza” ao pas- tor Ronaldo. Inclusive, ainda durante a ses- são, questionei o voto de um atuante vere- ador e recebi como resposta: “votei apenas para apoiar o pastor Ronaldo. Se eu votar contra ele numa medida menos importante como essa, numa próxima vez, quando eu precisar que ele vote comigo, ele vai votar contra mim “... Reconheço que o vereador foi pragmático e acomodou maduramente as suas possi- bilidades futuras, mas, aí reside a grande questão. Entendo a necessidade de apoiar o colega para fazer aliança e auferir pro- pósitos maiores, mas, perpetua-se a bana- lização do ato. Quem recebeu o título por méritos reais deve se sentir diminuído e até insultado. Tem gente que não gostaria de ser comparado com determinadas pessoas, especialmente sem méritos ou mesmo com uma imensa bagagem negativa. É lamentável a desfiguração do propósito. O ideal seria acabar com essa modalidade de homenagem, pois só se presta para bar- ganhas e bajulações interesseiras. Pastor Silas Malafaia
  7. 7. www.dizjornal.com Niterói 24/05 a 07/06/14 7 Edição na internet para Hum milhão de leitores Por razões como a do Título de Cida- dão e outras medalhas, temos na cul- tura brasileira e muito mais evidenciada em Niterói, uma verdadeira fixação por títulos. Pouco importa o valor que tenham, ou que sejam até falsos. São por aberrantes com- portamentos como esses que se prolifera na cidade a “indústria da titulação fajuta”. Já comentei em outra oportunidade o dis- parate ambulante da assinatura de um “pre- sidente de entidade”, uma instituição que não se sabe se tem uma sede na cidade de Niterói, mas, a assinatura megalômana ou intencionalmente capciosa, diz: “Presidente Nacional da Associação Tarará, Tarará de Niterói”. Faz parecer que esta “entidadezi- nha” de Niterói, tem sedes em todo Brasil. A Ilusão da Comenda Em minha opinião, uma intencional indução a erro. Reveste-se de uma importância ine- xistente, como os paramentos e trajes que usam, que mais parece um baile de fanta- sias; o que não deixa de ser! Desconhecedores das origens e adequação dos trajes, misturam tudo e mais parecem um grupo de Folia de Reis, onde as “Co- mendas Salteadas”, lembram o “General da Banda” ou o “Diabo Falante da Folia Popu- lar”. Um ultraje a rigor. Uma parafernália picareta! Alertaram-me que se tratava de um caso de loucura e outras pessoas adoecidas (e extremamente vaidosas) embarcavam nesta “canoa de piração”, fazendo parecer um oba-oba carnavalesco de estranha e mórbi- da embriaguez. Na semana retrasada, recebi um e-mail que denuncia a manobra. Convidam para que as pessoas se inscrevam para receber a co- menda; ou seja, vão entrar nesta loucura toda para virar “Comendadores”. Aí, perguntamos? Comendador com que investidura? E quem outorga a comenda, o faz com que mérito ou autoridade? Gracio- sa é que não é! Está na hora da polícia investigar a venda de falsos títulos. Isto me parece exploração da boa fé. E tem gente por aí, comprando essas “Comendas” e as fantasias; e o que é pior, assinando Comendador Fulano de Tal... Ridículos e dignos de pena. Além de neces- sitados de afirmação pessoal, “bancam os trouxas”, num batalhão de “Alices no País das Picaretagens Maravilhosas”. Brincadei- ra... Estão aparecendo deformações do nosso maior símbolo, que é a bandeira nacional. São misturas gráficas e tonalidades misturan- do, dissimuladamente, a bandeira da Venezuela. É um desrespeito a nossa cidadania brasileira, ver em camisetas, flâmulas e chaveiros, sob pretextos diversos, incluindo a “semelhança dos povos e regime”, numa clara campanha de propaganda, em- butida em efeitos subliminares. Somos a nação brasileira, soberana e in- dependente. Não somos um joguete boli- variano, nem satélite da Coreia do Norte, Mas, o Que é Isso? de Cuba ou de qualquer outra ditadura de pensamento único. Somos uma nação plural e distinta. Mas, devagar e sorratei- ramente, os defensores da entrega nacional estão acostumando o povo para um golpe que eles sonham dar. Em Prol do Cristo Redentor Uma feijoada light, regada com samba na Casa da Amizade arrecadou fundos para compra de um fogão industrial para o Abrigo Cristo Redentor. A instituição, que funciona em São Gonçalo, abriga 190 internos com o consumo individual de seis refeições diárias. A presidente da Casa da Amizade Odilza Vital e suas vices Lecyr Lobo e Vera Mo- rett trabalharam com afinco para o sucesso do evento. ZAPS... ... O vereador Bruno Lessa (PSDB) de Niterói aprovou o projeto de lei que obriga a Prefeitura, através do seu órgão competente, a divulgar na Internet alvarás de funciona- mento de locais com capacidade superior a 150 pessoas, como teatros, cinemas, entre outros. O projeto vai garantir maior segurança aos frequentadores desses locais que poderão ser vistoriados pela internet. ... O juiz da 17ª Vara de Fazenda Federal do Rio de Janeiro, Eugênio Rosa de Araú- jo, reconsiderou suas declarações onde havia dito que candomblé e umbanda não são considerados religiões e sim cultos. Entretanto, manteve a sentença onde os vídeos na internet que desrespeitam essas religiões, continuarão na Web. Ficou tudo no mesmo... Julianan, Igor e Vitor Coqueiro, Adriane, Leonardo, Gabriela e Pedro Guimarães Casamento de Adriane e Leonardo GuimarãesRaquel e Julio Cerino Mariana Abicalil, Odilza Vital e Daniela Abicalil
  8. 8. www.dizjornal.com Niterói 24/05 a 07/06/14 8 Renda Fina Aniversariantes da Edição Edição na internet para Hum milhão de leitores Fátima Mader Sergio Caldieri Tetê Suzuki Rudinei Paludo Eduardo Caminha Casamento de Jorge Picciani 35 Anos do Steak House Posse no Sindilojas Vereador Bruno Lessa e Charbel Tauil, novo presidente do Sindicato dos Lojistas de NiteróiElton Fourrier, Aninha e Amalia Baião Hortencia da Silva Oliveira Hortencia e Jorge Picciani Adriana Ancelmo, Maria Lucia Jardim e o governador Luiz Fernando Pezão Marcelo Borgongino
  9. 9. www.dizjornal.com Niterói 24/05 a 07/06/14 9 Terapeuta Holística thatiana.ncunha@gmail.com T! News contato@erisveltonsantana.com erisveltonsantana.com E! Games Rua Miguel de Frias, 40 - Icaraí, Niterói - (21) 2717-9117 Marcelo Gonçalves em Niterói D iretamente de São Paulo, o conceituado terapeuta holístico Marcelo Gonçalves (foto) esta- rá em Niterói até o dia 29 de maio para uma série de ativi- dades. Além de lançar seu li- vro “Conexão para a alma”, irá ministrar palestras gratuitas, atendimentos e oficina. Entre as palestras teremos “Vi- das passadas e as influências das linhas de tempo”, dia 26 (segunda-feira) e “Elementais e Evolução”, dia 28 (quarta- feira). Ambas com início às 19h30, na Ama- ral Peixoto, 207, sala 818. Centro. Em “Vidas passadas e as influências das linhas de tempo” serão abordados como são impor- tantes, por meio da Apometria e também da Regressão, os processos nas vidas passadas e como isso influência o presente e o futuro. Serão abordados também, entre outras, os períodos da vida ligados aos setênios e como junto a isso se desdobram às chamadas crises dos sete anos. A influência dos elementais em diversos ni- velamentos de consciência, a estagnação ou evolução diante das energias que atraímos, das nossas criações e também das quais nos tornamos dependentes de muitas formas se- rão explicados em “Elementais e Evolução”. Já nos atendimentos, Mapa Terapêutico e Mapa Cósmico, sendo que o primeiro trata-se de um trabalho por meio da observação do mapa astrológi- co, numerológico e quando necessário, se faz a captação de vidas passadas para apontar o uso dos florais, apometria, radiônica, ou outras técnicas identifica- das como sendo de melhor resultado a cada caso, orien- tando assim, com base nos mapas e captações, o melhor tratamento e orientações. Questões referentes à ges- tação, nascimento, traumas, padrões, bloqueios e com- portamentos desarmônicos também serão tratadas. Já o Mapa Cósmico-Sintoni- zação funciona como o pró- prio nome sugere, por meio de sintonização e captação para acessar uma série de informações sobre a condi- ção evolutiva, individual e coletiva, expondo assim a trajetória espiritual e o ma- nancial de estrutura que trás cada SER a estar neste aqui e agora. Eventualmente são acessadas informações como condição Mônadica, Origem Cósmica, evolução espiritual, Missão individual e cole- tiva, condição encarnacional, ancestralidade, vidas passadas e karma. E, para finalizar, a “Oficina Proteção - Ener- gias e Consciência” será hoje, dia 24, das 14 às 18 horas. Serão tratadas técnicas de limpeza mental, emocional e espiritual com o uso de meditação e projeção mental, ervas e banhos, pedras e cristais, florais e sugestões de mandalas e suas ativações para proteção do ambiente, como casa, salas de atendimen- to, ambiente doméstico ou afins. Imperdível! Maiores informações no site www.thempuz. com.br ou pelos telefones 2601-8520. Namastê! Morri! E agora? A morte e só o princípio. Já dizia Imhontep antagonista do filme “A múmia. Essa frase clássica resume basicamente o tema da coluna desta edição. Trata-se da nova aposta da “Square Enix”, um jogo no qual você investiga seu próprio as- sassinato. Bem-vindo a “Murdered: Soul Suspect”. Se a morte é sinônimo de fim na maioria dos jogos, em “Murdered: Soul Suspect” ela é o começo. No papel do policial fan- tasma Ronan O’Connor, tudo começa quando o já finado vê um corpo estendi- do no meio de uma rua. Ronan começa a investigar seu próprio assassinato, contudo um investigador morto trabalha de forma diferente de um vivo. Como um espírito, Ronan não con- segue interagir com objetos físicos, po- rém pode atravessar paredes e possuir os vivos. Ao entrar no corpo, ele pode usar a visão e audição, sugerir ideias e pensamentos na mente do vivo. Ronan também é capaz de ler a mente do possuído, porém nada de brincar de marionete com as pessoas. A única testemunha do assassinato, uma garota chamada Joy, que acaba se tornan- do assistente de Ronan na investigação. Por se tratar de uma medium, Joy pode ver e ouvir o espírito do ex- policial, e faz o papel de ponte entre Ronan e o mundo dos vivos. “Murdered: Soul Sus- pect” se passa em dois lugares: em Salem, uma pequena cidade no es- tado de Massachusetts, nos EUA, e na Salem do plano de espiritual. No mundo físico, a ci- dade é famosa pelo caso das “Bruxas de Salem”. A Salem do plano espiritual é uma espécie de purgatório, um lugar repleto de espíritos e demônios que se alimentam consumindo os espíri- tos. Esses demônios são os inimigos do protagonista do jogo. Para derro- tar a maioria deles, Ronan precisa possuir o corpo desses seres e des- truir sua essência de dentro para fora. A mecânica do jogo é o já conhecido “aponte e clique”. Jogadores são convi- dados a clicar nas pistas espalhadas pelo cenário e coletar informações usando os poderes de Ronan. Para avançar no jogo, é preciso reunir toda essa informação e chegar a conclusões. “Murdered: Soul Suspect” chega no dia 3 de junho para Xbox 360, Xbox One, PS3, PS4 e PC. Até a próxima! Acupuntura, Yoga, Meditação, Shiatsu, Reiki, RPG Respiração e Drenagem Linfática
  10. 10. www.dizjornal.com Niterói 24/05 a 07/06/14 10 Fernando Mello - fmelloadv@gmail.com Fernando de Farias Mello De Volta ao Primitivismo Usual O utro dia, estava num normal, diário e esperado engarrafamento na Av. Ro- berto Silveira, quando assisti a uma cena urbana deplorável. Um ser inferior, que se acha superior, estava conduzindo uma “espaçonave feita para usar na fazenda” (o nome disso é pick up gigante), e colou atrás do pequeno Gol. Tudo ali, na- quele engarrafamento onde ninguém pode ir pra lugar nenhum. Quando o trânsito começou a andar, o ser in- ferior deu uma fechada em meu carro, arran- cando e fazendo fumaça naquele antiquado motor diesel que vendem por uma fortuna para este tipo de “esperto”, para em segui- da fechar o pequeno Gol, que teve que frear bruscamente. Não satisfeito, o ser inferior ameaçou dar uma marcha à ré para “assustar” o motorista do Gol. Ele estava com o vidro aberto. O bra- ço para fora mostrava um cigarro e a música alta demonstrava o estado de espírito daque- le idiota: agitado, mau, aborrecido, fumante desvairado e se sentindo superior por estar num carro maior e “mais caro”. Depois eu vi que o motorista do Gol era, na verdade, uma motorista e estava acompanha- da de mais 2 pessoas. Nervosa, a motorista deixou o carro pular para frente e encostou na “maravilhosa” caminho- nete do ser inferior que, de um pulo, desceu do carro gritando, com os olhos arregalados para a assustada motorista que estava congelada. Quando eu já estava fa- zendo menção de descer do meu carro (não para brigar, diga-se, mas pra dizer “calma minha gen- te”), vejo que do banco de trás do Gol desce uma jovem de uns 15 anos, bonita, que grita: meu irmão, o que houve com você? Voltou a se drogar? O tal ser inferior ao olhar para a jovem, abai- xou a cabeça, resmungou um “tudo bem” e voltou para o seu carro. A moça foi até a jane- la do carro e percebi que falava algo baixinho para o malvado. Depois, se virou e ao retornar para o carro, falou alto: desculpem, é o meu irmão, mas está se tratando. Passei ao lado da motorista que estava aos prantos, nervosa com tudo. Uma cena urbana, dantesca e atual. Estamos todos movidos à base da ignorância, da falta de respeito ao próximo e perto de pessoas com verdadeiras armas nas mãos. A nossa sociedade se transformou numa refe- rência do nada, do equívoco, da impaciência e totalmente desnorteada. Casamentos acabam por motivos simples e fúteis. Brigas no trânsito acabam em agres- sões e mortes. Impacientes destroem agências bancárias e muitos se aproveitam da impuni- dade para brigar, xingar e agir maliciosamente. Não estou aqui para falar mal de vocês, mas para falar mal da gente, porque também me incluo nesse erro, digamos, existen- cial. Nossa sociedade está vivendo numa democracia há 3 décadas. E, cá entre nós, usufruímos muito mal da tal liber- dade. Confundimos isto tudo dentro de um liquidificador sem tempo para parar. Muitos acham que podem fazer o que querem porque “faz parte da liberda- de”. Isso é uma imensa confusão e ig- norância, porque o princípio básico da liberdade é respeitar o direito do pró- ximo. Somente assim construímos uma socie- dade harmônica, correta, na qual uns respeitam os outros, respeitando as leis e sendo livres para viverem em plena felicidade, trabalhando, educando os filhos e se divertindo. Famílias se perderam na violência e ignorância e outras se fecharam dentro dos casulos da internet ou igrejas. Do que adianta mandar beijinhos pelas redes sociais, se ao vivo você não consegue se expressar direito ou não sabe o que fazer quando se vê contrariado. As pessoas se transformaram em seres reati- vos demais e reagem com violência. Sem leis, polícia e justiça ainda no século 21, somos o que somos. Fernando Mello, Advogado www.fariasmelloberanger.com.br e-mail: fmelloadv@gmail.com SEUS PROBLEMAS NÃO PRECISAM VIRAR UMA NOVELA. EXIJA. RECLAME. DENUNCIE. CONTE COM O ALÔ ALERJ.
  11. 11. www.dizjornal.com Niterói 24/05 a 07/06/14 Pela Cidade 11 Edição na internet paraHum milhão de leitores Leitor Biométrico para Idosos R ealmente não há explicação plausível para o uso de leito- res biométricos nos ônibus de Niterói. Como se não bastasse o cadastramen- to para obtenção de um cartão que também é lido na entrada do passageiro, instalaram os leitores bio- métricos, mais um compli- cador na vida dos idosos. Eles não conseguem com desenvoltura lidar com as duas requisições, atrapalhados e até constrangidos, dificul- tam a entrada de outros passageiros, pois a roleta só é liberada após todo o “trâmi- te de identificação”. Será que as empre- sas acham que existem idosos dispostos a fraudar seus passes livres, repassando a outros amigos? Ainda que existissem, seria um ou outro, que no final das contas nada representaria de prejuízo aos empresários, considerando os transtornos dos demais passageiros pagantes, e sujeitos ao mau serviço, da demora das filas de acesso. O vereador Bruno Lessa (PSDB) denunciou o Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro (SETRERJ) pela implantação nos ônibus de leitores biométricos para idosos acima dos Ururau Pançudo Foi lançado na 8ª Bienal do Livro de Cam- pos dos Goytacazes, no stand da Acade- mia Campista de Letras, o livro “Ururau Pan- çudo”, de autoria de Sylvia Paes e Carmen Gomes, com ilustrações de Alicio Gomes. É o primeiro livro de uma série que trata do Patrimônio Cultural Imaterial da cidade de Campos numa linguagem infantil utilizando também o linguajar local. A lenda do Ururau fala de um imenso jacaré que existiria nas curvas do Rio Paraíba. Conta a lenda no ano de 1786, a filha de um coro- nel muito rico se apaixonou por um cortador de cana muito pobre. O coronel não aceitou a paixão por um homem sem posses. Deu fim àquele amor, jogando o rapaz no rio Paraíba do Sul, bem em frente ao Convento da Lapa, onde o rio faz uma curva e dá à cidade de Campos, uma de suas mais belas paisagens. Daí surgiu a lenda do Ururau da Lapa. Os outros livros da série tratam do Jongo, da Mana Chica, dos doces, das rendas e do indígena Goitacá. Contato com a autora: sylviampaes@gmail.com. Panoramic Portfolio Foi inaugurada no dia  23 de maio, no Bistrô MAC em Nite- rói a exposição Panoramic Portfo- lio do fotógrafo  Renato Moreth, que capturou imagens em viagens, no cotidiano e em casamentos. A mostra traz parte de suas fotos ti- radas em diversos países ao redor do globo, a partir de negativos panorâmicos em preto e branco. Esta é a quinta montagem da ex- posição, que foi recentemente exi- bida no Paraná, além de Recife e Nova Iorque. O Bistrô MAC fica na Praia da Boa Viagem, s/nº, subsolo do Museu de Arte Contemporânea de Nite- rói – MAC. Cidadão Niteroiense Oinspetor de Administração e Seguran- ça Penitenciária, Norberto Ferreira de Moraes, recebeu o título de Cidadão Nite- roiense pelo trabalho na ressocialização de presos, em diversos presídios de Niterói, quando da sua passagem na direção dessas unidades prisionais. A cerimônia ocorreu no gabinete da presi- dência da Câmara de Vereadores de Niterói e a entrega da titulação foi feita pelo presi- dente Paulo Bagueira. 65 anos, usuários da gratuidade. A denúncia foi feita no Ministério Público Estadual e, segundo o parlamentar, pelo Estatuto do Idoso, artigo 39, da lei 10. 741/03, idosos precisam apresentar so- mente um documento pessoal que com- prove a idade para ter acesso à gratuidade. “Está na Lei. Idosos têm o direito à gra- tuidade em ônibus, em qualquer transporte público, e para isso basta apresentar um documento pessoal. Qualquer outra exi- gência é um desrespeito, uma maneira de criar dificuldades. Até o preenchimento de dados, as empresas já exigiram dos idosos, reclama.” O vereador recorreu ao Ministério Público para que se cumpra o previsto no Estatuto. Dr. Helder Machado Urologia Tratamento de Cálculo Renal a Raio Laser Rua Dr. Celestino, 26 Centro - Niterói. Tels:2620-2084 /2613-1747 Clínica Atendemos UNIMED eParticular Atendimento 24H pelo tels: 8840-0001e9956-1620 Renato Cariello, Norberto de Moraes e Paulo Bagueira Sergio Gomes Gabriel Petrucci
  12. 12. www.dizjornal.com Niterói 24/05 a 07/06/14Em Foco dizjornal@gmail.com 12 Edição na internet para Hum milhão de leitores As Peças do Tabuleiro Político em Niterói Quando analisamos uma eleição, fa- lamos do momento. A indagação é: se fosse hoje, qual seria o resultado? Amanhã será sempre outra situação. Um úni- co fato muda tudo, alterando as peças, como num tabuleiro de xadrez. Esta semana, o acordo entre o PMDB de Jor- ge Picciani e Luiz Fernando Pezão e o PDT de Jorge Roberto Silveira e Felipe Peixoto, mudou muito o cenário político e os rumos da próxima eleição. Ficou acertada a chapa de Pezão- Governa- dor e Felipe Peixoto, como vice. Pode parecer simples, mas, um emaranhado de possibilida- des se abre. Felipe Peixoto é deputado Esta- dual e pré-candidato a Federal, numa dobra- dinha na grande Niterói e alguns municípios com o deputado Estadual Comte Bittencourt. Felipe disputou a Prefeitura de Niterói nas últimas eleições e perdeu por poucos votos e atingiu uma expressiva votação. Comte Bit- tencourt fez oposição ao governador Sergio Cabral (PMDB) até o último instante da ges- tão deste, até que renunciasse e Pezão assu- misse o cargo. A verdade é que, neste governo do PMDB que aí se encontra, quem deveras trabalhou foi Luiz Fernando Pezão, suprindo todas as ausências do titular, fosse por estar constan- temente viajando ao exterior, ou mesmo por dever de ofício. Pezão foi um vice-governador que comandou as obras e representou efeti- vamente o Estado. O PMDB do Rio de Janeiro, na voz do seu líder maior, Jorge Picciani, está apoiando a candidatura à presidencia de Aécio Neves (PSDB), embora o vice-presidente atual da República seja do PMDB. Existe uma mensa- gem dupla, pois Pezão e Sergio Cabral con- tinuam conversando com a Presidente Dilma, que por sua vez, quer todos os palanques, mas, demonstra especial preferência pelo senador Marcelo Crivella (PRB), membro da Igreja Universal, do pastor Edir Macedo, leia- se TV Record. Felipe Peixoto é no momento o representante da oposição em Niterói, sendo considerado o candidato a prefeito com mais chances para disputar as eleições municipais de 2016. Se continuasse candidato a deputado Federal, na dupla com Comte Bittencourt, provavelmen- te seria eleito e ficaria reservada a vaga para disputar a prefeitura de Niterói. Tornando- se vice-governador, e já se comprometeu declarando ao DIZ, com exclusividade, que trará o gabinete do vice-governador para o Palácio do Ingá e que não será um vice apenas representativo. Será, como foi o Pezão, com responsabilidades por áreas do governo e voz de mando. Para Niterói será muito bom. Uma espécie de resgate parcial da perda da condição de capital do Estado. Felipe já fez algo parecido quando foi secretário Estadual de Pesca e Abasteci- mento, trazendo a sede da secretaria para Niterói. Entretanto, O PPS de Comte Bit- tencourt, apoia a candidatura de Eduardo Campos, embora o PPS do Rio de Janeiro esteja apoiando Aécio Neves. Comte ficou sem o parceiro federal e para aproximar- se de Pezão dependerá de um rompimento de Cabral e Pezão com a Presidente Dilma e apoiarem declaradamente Aécio Neves. Por outro lado, se Pezão não ganhar esta elei- ção, Felipe Peixoto ficará sem mandato, que o enfraqueceria e conjuntamente a legenda do PDT de Niterói. O PDT municipal fica- ria sem um mandato. O ideal seria que Jorge Roberto Silveira se candidatasse a deputado para garantir um mandato à legenda com base em Niterói. Dizem que Jorge rejeita esta possibilidade, principalmente a ser federal, que o retiraria do convívio familiar e da cidade. Vir candidato a Es- tadual, em tese, po- deria fazer concor- rência ao seu aliado Comte Bittencourt. Muito embora, com a força eleitoral que dis- põe o Jorge Roberto, teria espaço para eleger os dois, sem prejuízo para a cidade que corre o risco de ficar sem oposição ao PT. Por outro lado o PSD de Kassab, de André Correia e Sergio Zveiter, também desejava a vaga de vice-governador na chapa do Pezão. Com este acordo com o PDT, o PMDB terá que compensar o PSD, dando-lhe a vaga de senador, que certamente o candidato será Ronaldo Cesar Coelho. Sergio Cabral, que havia se declarado pretendente da vaga ao senado, cederá o lugar, vindo a disputar uma vaga na Câmara Federal. O tabuleiro gira e se move. Veremos nos pró- ximos lances o que virá para Niterói, através dos seus representantes. Felipe Peixoto e Luiz Fernando Pezão Jorge Roberto Silveira

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