O documento relata sobre grupos que se autoproclamam nobres e artistas de forma inexistente e fraudulenta, criando títulos e condecorações para atrair pessoas e receber pagamentos. Duas hipóteses são levantadas para explicar esses grupos: distúrbios mentais ou má-fé para lucrar com as vaidades das pessoas. O texto critica especialmente os que se vestem como nobres e criam "academias" sem qualquer respaldo, agindo de forma fantasiosa e ridícula.