08 o templo e as duas testemunhas

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  • Compreendo os pontos mas não me parece correta a explicação; em rumo aos fatos atuais percebe-se que a Babilônia que era quem dominava e contaminava; agora transferida a quem seduz o mundo inteiro com suas feitiçarias e etc é EUA; já sobre o Egito ou Sodoma é o Vaticano (Roma) cidade das sete colinas onde o senhor deles foi crucificado ou seja, Pedro foi crucificado lá e é o senhor simbólico deles (os papas); A mulher é os EUA e a Besta com sete cabeça e dez chifres o Vaticano...
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08 o templo e as duas testemunhas

  1. 1. O TEMPLO E AS DUAS TESTEMUNHAS I. TEXTO BÁSICO: Apoc. 11. II. O TEMPLO. Apoc. 11:1,2. A. O templo a ser medido – uma obra de cuidadosa investigação e verificação. “Aqueles que estiveram procurando pela verdade encontraram provasindiscutíveis da existência de um santuário no Céu... “No trono no Céu, o lugar da morada de Deus, Seu trono estáestabelecido em justiça e juízo... “Aqueles que seguiram a luz progressiva da palavra da profecia viramque em lugar da vinda a esta terra no fim dos 2300 dias em 1844, Cristoentão entrou no santíssimo do santuário celestial”. SP., vol. 4, pp. 261,266. “ ‘Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário serápurificado.’ Dan. 8:14. ... Ficara demonstrado que esses dias proféticosterminariam no outono de 1844. ... “Mas o tempo indicado passou e o Senhor não apareceu. ... “Nesse cálculo, tudo era claro e harmonioso, exceção feita de não seter visto em 1844 nenhum acontecimento que correspondesse à purificaçãodo santuário. ... “Com fervorosa oração examinaram sua atitude e estudaram asEscrituras para descobrir onde haviam errado. ... “Acharam, porém, na Bíblia uma completa explicação do assunto dosantuário, quanto à sua natureza, localização e serviços... “O assunto do santuário foi a chave que desvendou o mistério dodesapontamento de 1844.” – GC., 409-411, 423. B. O templo – o santuário celestial. Apoc. 4:1,2; 8:1-3. C. Os adoradores – aqueles que são fiéis a Deus. D. O átrio a não ser medido – a Terra.
  2. 2. O Templo e as Duas Testemunhas 2 “...Cristo...conquanto seja sumo sacerdote e mediador no santuáriocelestial, é apresentado andando de um lado para o outro lado entre as Suasigrejas terrestre...Ele é o verdadeiro vigia da casa do Senhor, o verdadeiroguarda dos átrios do templo”. – A.A., pp. 585,586. “Os crentes da terra e os seres do céu que nunca caíram constituemuma igreja. Cada inteligência do céu está interessada na assembléia dossantos que se reúnem na terra para adorar a Deus. No átrio interior do céu,eles ouvem o testemunho das testemunhas de Cristo no átrio exterior nestaterra”. – 6 T., p. 366. E. A cidade santa pisada a pés por quarenta e dois meses – a igreja verdadeira. 4 SP., p. 188. II. AS DUAS TESTEMUNHAS ESMAGADAS À TERRA QUE DE NOVO SE LEVANTARAM. Apoc. 11:3-13 A. Testemunhas de Deus – Velho e Novo Testamentos. João 5:39. “As duas testemunhas representam as Escrituras Sagradas do Antigo eNovo Testamentos”. – GC., p. 267. B. A profecia vestida de saco por mil duzentos e sessenta dias – 538-1798 A.D. Apoc. 11:3. Comp. Dan. 7:25; Apoc. 11:2; 12:6; 14; 13:5. “A supressão das Escrituras sob o domínio de Roma, os terríveisresultados de tal supressão, e a exaltação final da palavra de Deus, sãovividamente apresentadas pelo lápis profético. A João exilado na solitáriaPatmos foi dada uma visão dos 1260 anos durante os quais foi permitido aopoder papal pisar a palavra de Deus e oprimir Seu povo. Disse o anjo doSenhor: ‘... e pisarão a cidade santa (a igreja verdadeira) por quarenta edois meses. E darei poder às minhas duas testemunhas, e profetizarão porduzentos e sessenta dias, vestidas de saco’. Os períodos mencionados aquisão os mesmos, representando igualmente o tempo em que as fiéistestemunhas de Deus permaneceram num estado de obscuridade... “Não obstante as testemunhas estivessem vestidas de saco,continuaram a profetizar através de todo o período de 1260 anos”. 4 SP., pp.188,190.
  3. 3. O Templo e as Duas Testemunhas 3 “Durante a maior parte deste período, as testemunhas de Deuspermaneceram em estado de obscuridade. O poder papal procurava ocultardo povo a Palavra da verdade e colocar diante dele testemunhas falsas paracontradizerem o testemunho daquela. Quando a Bíblia foi proscrita pelaautoridade religiosa e secular; quando seu testemunho foi pervertido,fazendo homens e demônios todos os esforços para descobrir como desviarda mesma o espírito do povo; quando os que ousavam proclamar suassagradas verdades eram perseguidos, traídos, torturados, sepultados nascelas das masmorras, martirizados por sua fé, ou obrigados a fugir para afortaleza das montanhas e para as covas e cavernas da Terra - entãoprofetizavam as fiéis testemunhas vestidas de saco. Contudo, continuaramcom seu testemunho por todo o período de 1.260 anos. ... “O período em que as duas testemunhas deveriam profetizar vestidasde saco, finalizou-se em 1798. ... “Fora a política de Roma, sob profissão de reverência para com aBíblia, conservá-la encerrada numa língua desconhecida, ocultando-a dopovo. Sob seu domínio as testemunhas profetizaram ‘vestidas de saco’.” –GC., 267, 268, 269. C. As oliveiras e os castiçais. Apoc. 11:4. 1. As duas oliveiras. Zac. 4:2-14; Sal. 119:105; TM., p.510; P.J., p. 408. 2. os dois castiçais. Sal. 119:105; C.S. p.286 D. O poder das duas testemunhas 1. Matar aqueles que as ferissem. Apoc. 11:5; 22:18, 19. “....Os homens não poderão impunemente espezinhar a Palavra deDeus. ... “Todos os que exaltem suas próprias opiniões acima da revelaçãodivina, todos os que mudem o sentido claro das Escrituras para acomodá-loà sua própria conveniência, ou pelo motivo de se conformar com o mundo,estão a trazer sobre si terrível responsabilidade. A Palavra escrita, a lei deDeus, aferirá o caráter de todo homem, e condenará a todos a quem estainfalível prova declarar em falta.” – GC., 268,
  4. 4. O Templo e as Duas Testemunhas 4 2. Poder para fechar o céu para que não chova. Apoc. 11:6. Comparar I Reis 17;1; Lucas 4:25; Tiago 5:17,18. 3.Poder para trazer pragas sobre a terra. Apoc. 11:6. E. A besta do abismo a lhes fazer guerra e a matá-los. Apoc,11:7. 1. Satanás, a besta do abismo. Apoc. 20:2,3. “Quando acabarem [estiverem acabando] seu testemunho." O períodoem que as duas testemunhas deveriam profetizar vestidas de saco, finalizou-se em 1798. Aproximando-se elas do termo de sua obra em obscuridade,deveria fazer guerra contra elas o poder representado pela "besta que sobedo abismo". Em muitas das nações da Europa os poderes que governaramna Igreja e no Estado foram durante séculos dirigidos por Satanás, porintermédio do papado. Aqui, porém, se faz referência a uma novamanifestação do poder satânico.” – GC., 268. 2. Seus corpos a jazer na rua. Apoc 11:8,9. a. A grande cidade, Sodoma e Egito. Apoc. 8:8 “A ‘grande cidade’ em cujas ruas as testemunhas foram mortas, e ondeseus corpos mortos jazeram, é ‘espiritualmente’ o Egito. De todas as naçõesapresentadas na história bíblica, o Egito, de maneira mais ousada, negou aexistência do Deus vivo e resistiu aos Seus preceitos. Nenhum monarca jáse aventurou a rebelião mais aberta e arrogante contra a autoridade do Céudo que o fez o rei do Egito. Quando, em nome do Senhor, a mensagem lhefora levada por Moisés, Faraó orgulhosamente, respondeu: ‘Quem é oSenhor cuja voz eu ouvirei, para deixar ir Israel? Não conheço o Senhor,nem tão pouco deixarei ir Israel.’ Êxo. 5:2. Isto é ateísmo; e a naçãorepresentada pelo Egito daria expressão a uma negação idêntica àsreivindicações do Deus vivo, e manifestaria idêntico espírito de incredulidadee desafio. A ‘grande cidade’ é também comparada ‘espiritualmente’ comSodoma. A corrupção de Sodoma na violação da lei de Deus, manifestou-seespecialmente na licenciosidade. E esse pecado também deveria sercaracterística preeminente da nação que cumpriria as especificações destetexto. “Segundo as palavras do profeta, pois, um pouco antes do ano 1798,algum poder de origem e caráter satânico se levantaria para fazer guerra à
  5. 5. O Templo e as Duas Testemunhas 5Escritura Sagrada. E na terra em que o testemunho das duas testemunhasde Deus deveria assim ser silenciado, manifestar-se-ia o ateísmo de Faraó ea licenciosidade de Sodoma. “Essa profecia teve exatíssimo e preciso cumprimento na história daFrança.” – GC., 269. b. Onde nosso Senhor foi crucificado. Apoc. 11:8. “ ‘Onde o seu Senhor também foi crucificado.’ Essa especificação daprofecia também foi cumprida pela França. Em nenhum país fora o espíritode inimizade contra Cristo ostentado mais surpreendentemente. Em nenhumpaís encontrara a verdade mais atroz e cruel oposição. Na perseguição quea França infligiu aos que professavam o evangelho, crucificou a Cristo napessoa de Seus discípulos.” – GC., 271. c. Três dias e meio, ou anos. Apoc. 11:9. “Durante a Revolução, em 1793, ‘o mundo pela primeira vez ouviu umaassembléia de homens, nascidos e educados na civilização, e assumindo odireito de governar uma das maiores nações européias, levantar a voz emcoro para negar a mais solene verdade que a alma do homem recebe, erenunciar unanimemente à crença na Divindade e culto à mesma’. ... “O poder ateísta que governou na França durante a Revolução ereinado do terror, desencadeou contra Deus e Sua santa Palavra umaguerra como jamais o testemunhara o mundo. O culto à Divindade foraabolido pela Assembléia Nacional. Bíblias eram recolhidas e publicamentequeimadas com toda a manifestação de escárnio possível.” – GC., pp. 269,270, 273. ACONTECIMENTOS DE 1793 – INÍCIO DOS TRÊS ANOS E MEIO 5 de Agosto Adoção do calendário republicano por voto da Convenção. Abolição da era cristã. O ciclo semanal substituído pela década 7 de Novembro Inauguração em Convenção do culto da Razão.
  6. 6. O Templo e as Duas Testemunhas 6 10 de Novembro O Concílio da Comuna ordena a celebração do culto da Razão na Catedral de Notre Dame. Declaração em Concílio de que os livros pios da Igreja Católica “bem como o Antigo e o Novo Testamentos, já tinham sido queimados em uma grande fogueira na praça do Templo da Razão, todas as tolices que levara a raça humana a praticar”. 21 de Novembro A Convenção presta o juramento de que dali em diante não reconhecerá outro culto a não ser o da Razão, Liberdade, Igualdade e República. 23 Novembro O Concílio decreta que todas as igrejas e templos de todas as religiões e cultos em Paris sejam fechados de uma vez. 3. Para se alegrarem e regozijarem sobre eles. Apoc. 11:10. “...A França incrédula fizera silenciar a voz reprovadora das duastestemunhas de Deus. A Palavra da verdade jazeu morta em suas ruas, e osque odiavam as restrições e exigências da lei de Deus estavam jubilosos. Oshomens publicamente desafiavam o rei dos Céus.” – GC., 274. F. Reaparecem para a vida. Apoc. 11:11, 12. 1. Depois de três dias e meio. “...Foi em 1793 que os decretos que aboliam a religião cristã e punhamde parte a Escritura Sagrada, passaram na Assembléia francesa. Três anose meio mais tarde foi adotada pelo mesmo corpo legislativo uma resoluçãoque anulava esses decretos, concedendo assim tolerância às Escrituras.” –GC., 287. ACONTECIMENTOS DE 1797 – FIM DOS TRÊS DIAS E MEIO Maio O Concílio de Quinhentos aponta uma comissão para preparar uma nova lei do culto religioso.
  7. 7. O Templo e as Duas Testemunhas 7 17 de Junho A Comissão apresenta seu relatório ao Concílio. Camille Jordan presidente da Comissão, diz em seu relatório: “A religião é necessária à prosperidade e felicidade da nação”. A fé em Deus é uma garantia melhor de ordem pública do que as melhores leis. A vontade do povo a este respeito é unânime, constante e irresistível. A religião, com suas perspectivas imortais, é a única consolação de um país nos lances de uma revolução. Ë a única fonte verdadeira de ordem e da moral. Temos criado milhares de leis nestes últimos poucos anos. Que fizeram elas por nós, senão ensangüentar este Império amado com crise e destruição? E por que? Porque a lei que ensina discernir entre o direito e o errado, a única lei que empresta valor a todas as outras leis, foi arrancada dos corações do povo. Recriem todas as formas de crença, esta lei nos corações, e os legisladores terão pouco a fazer. A idéia de prescrever todas as religiões da França é uma idéia ímpia. Por isto, permiti que todos os nossos compatriotas estejam completamente seguros; permiti que todos, Católicos e Protestantes, considerem isto como sendo o desejo do legislador e o desejo da lei, de estarem livres para seguir a religião de seus corações. Deixai-me repetir-lhes em vosso nome a sagrada promessa: Liberdade a Todas as Formas de Culto na França”. O Concílio por consentimento geral concorda com a liberdade do culto. 2. Chamada para o céu. “...Desde que a França fez guerra às duas testemunhas de Deus, elastêm sido honradas como nunca dantes. Em 1804 foi organizada a Sociedade
  8. 8. O Templo e as Duas Testemunhas 8Bíblica Britânica e Estrangeira. Seguiram-se-lhe organizações semelhantescom numerosas filiais no continente europeu. Em 1816 fundou-se aSociedade Bíblica Americana.” – GC., 287. IV. O TERREMOTO E A QUEDA DA CIDADE. Apoc. 11:13. A. Um grande terremoto. “...Quando a França publicamente rejeitou a Deus e pôs de parte aEscritura Sagrada, os homens ímpios e os espíritos das trevas exultaramcom a consecução do objetivo havia tanto acalentado - um reino livre dasrestrições da lei de Deus. ... Mas da transgressão de uma lei justa e retadeve inevitavelmente resultar a miséria e ruína. ... Os que haviam escolhidoservir à rebelião, foram deixados a colher seus frutos, até que a Terra seencheu de crimes demasiado horrendos para que a pena os descreva. Dasprovíncias devastadas e cidades arruinadas ouviu-se um grito terrível - gritode amargurada angústia. A França foi abalada como se fosse por umterremoto.” – GC., 286. B. Queda de um décimo parte da cidade. Apoc. 16:19; 17:18,5; 18:21 “Haverá um terremoto, e a décima parte da cidade será subvertida.Notai que o terremoto, isto é, a grande alteração das coisas na terra doPapado, deve ocorrer naquele tempo somente na décima parte da cidade,que haverá de cair: pois este será o efeito deste terremoto. “Agora , qual é, pois, a décima parte da cidade que haverá de cair?Segundo a minha opinião, não podemos duvidar que seja a França. Estereino é a parte, ou o pedaço, mais considerável, dos dez pontos, ou estados,que uma vez formaram a grande cidade de Babilônia... Esta décima parte dacidade cairá, com respeito ao papado; quebrar-se-á com Roma, e com areligião Romana”. – Peter Jurieu, The Accomplishment of the ScriptureProphecies, Part II, pp. 264,265, Londres,1687. C. Sete mil mortos. Tradução literal: “Foram mortos em o terremoto, nomes de homens, milhares sete”.
  9. 9. O Templo e as Duas Testemunhas 9 Tradução de Young: “E mortos no terremoto foram nomes de homens – sete mil”. D. O remanescente atemorizado. V. É PASSADO O SEGUNDO AIZ O TERCEIRO VIRÁ EM BREVE. Apoc. 11:14. BIBLIOGRAFIA Aluard, François, The French Revolution Barnes, Albert, Notes on the Book of Revelation, 299-332 Bollman, Calvin P., “God’s Two Witnesses”, R&H, May 31, 1298, 5 Bourne, H.E., The Revolutionary Period in Europe Bunch, Taylor G., Studies in the Revelation, 154-169 Croly, George, The apocalypse of St. John, 127-145 Dalrymple, Gwynne, “The trial and Triumph of the Scriptures”, ST, Dec. 22, 1942, 8 _____, “When the Bible was Banned”, ST, Dec. 15, 1942, 8 Elliott, E.B., Horae Apocalyptieae, II, 181-496 Exell, Joseph, The Biblical Illustrator, 417-428 French, W.R., “Christ in the holy Place”, R&H, Aug. 6, 1931, 4 Haskell, Stephen n., “Revelation 11, R&H, Jan.15, 1901, 39 ________, The Story of the Seer of Patmos, 191-208 Hazen, C.D., The French Revolution and Napoleon Lenski, R.R.H., The interpretation of St. John’s Revelation, 326-360 Lord, David N., An exposition of the Apocalypse, 249-307 Loughborough, J.N., “The Two Witnesses”, R&H, Jan. 14, 1862, 53; Jan. 31, 1862, 61; April 4, 1882, 210; April 11, 1882, 225; April 18, 1882, 242 Magan, P.T., “Which Spiritually Is Called Sodom”, R&H, Nov. 3, 1896, 694; Nov.10, 1896, 710, etc., to Aug. 10, 1897, 498 Mathews, Shailer, The French Revolution Oliphant, T.L., Rome and Reform
  10. 10. O Templo e as Duas Testemunhas 10 Pressense, E., de, The Church and the French Revolution Reed, Lucas Albert, “Reaping Chaos and the Pit”, ST. Oct. 1, 1929, 13 Reid, William J., Lectures on the Revelation, 228-250 Rose, J. H., The Revolutionary and Napoleonic Era Scott, C. Anderson, Revelation, 216-226 Seiss, J. A., The Apocalypse, II, 149-270 Sloane, W.M., The French Revolution and Religious Reform Smith, Justin A., Commentary on the Revelation, 150-165 Smith, Uriah, Daniel and the Revelation, 531-547 Spicer, W.A., “The Triumph of the Two Witnesses”, R&H, Aug. 1, 8, 1912, 6 _____, “The Two Witnesses”, R&H, March 25, 1858, 145 Spurgeon, Wm. A., “The Two Witnesses in Prophecy”, M, May, 1940, 9; June, 1940, 22; July, 1940, 11 White, Ellen G., O Grande Conflito, 265-288, 409-460 _____, Spirit of Prophecy, IV, 188-193, 258-267 Wordsworth, Chr., The New Testament, 214-222

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