SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 3
Baixar para ler offline
FFF L O R E S T A N F E R N A N D E S
R E V I S T A U S P , S Ã O P A U L O ( 2 9 ) : 8 6 - 8 8, M A R Ç O / M A I O 1 9 9 686
N
ada soa mais falso que um político
profissional querer passar-se como
não sendo “político”. Um curriculum
completo faz fé. Alguém que se do-
brou à ditadura, prestou-lhe serviços
(e foi por ela recompensado), anuiu
ao papel de escudeiro de Paulo Salim Maluf
e engalanou-se com o seu reconhecimento de
valor, fruto do PDS em sua fase de “maior
partido do Ocidente” e agente da sua ativida-
de, com uma carreira que abrange postos no
Legislativo e no Executivo, jamais poderia
retratar-se como o avesso do político. Não há
memória histórica no Brasil e essa circuns-
tância favorece a cir-
culação de mentiras
nada convencionais.
Porém,todaopçãoim-
plica um preço político e ideológico. Realizá-
la e negar-se ao crivo da verdade define o pior
tipo de oportunismo político, que infelizmen-
te grassa em nossa terra como tiririca. Porque
repousa em um profissionalismo político tra-
dicionalista, o qual confere ao político a liber-
dade de prometer tudo, de recorrer ao
clientelismo,aopaternalismo,aomandonismo
e, conforme as condições conjunturais, ao
populismo e à demagogia – e depois dar o dito
por não dito, curvando-se ao reacionarismo,
ao conservadorismo, ao culto narcisístico do
ego e do poder. Sujeito diligente da reprodu-
ção da ordem, da associação entre arcaico e
moderno, assim se ca-
racterizaoperfildopo-
lítico tradicionalista
brasileiro,servodesua
F L O R E S T A N F E R N A N D E S
O A R D I L D O S P O L Í T I C O S
Este texto foi publicado originalmente
na Revista USP no
3, em 1989, pp. 143-4.
R E V I S T A U S P , S Ã O P A U L O ( 2 9 ) : 8 6 - 8 8, M A R Ç O / M A I O 1 9 9 6 87
Em Brasília, 1994,
durante o 9º Encontro
Nacional do PT
88 R E V I S T A U S P , S Ã O P A U L O ( 2 9 ) : 8 6 - 8 8, M A R Ç O / M A I O 1 9 9 6
grei e de seus próprios interesses ou alvos pes-
soais.
Pensoqueéimpossívelinterpretaraposição
dosr.FernandoCollordeMellodeoutramanei-
ra, de uma perspectiva psicossociológica. O
politicismocansouopovo,repugnaoscidadãos
revoltados contra a manipulação do poder esta-
tal.Ocandidatoassumiuoantipoliticismoelan-
çou-se à arena eleitoral como ferrenho adversá-
rio do politicismo, ignorando sua longa e com-
provada vocação politicista. Combater Sarney
nãoé,nosdiasquecorrem,aúnicavirtude–nem
mesmo a principal virtude – de um candidato à
Presidência que deva merecer uma escolha re-
fletida. Nenhum político autêntico pode deixar
sem resposta o que significa o Estado de transi-
çãoprolongada(eissoimportaemcondenarum
governodesacreditadoeseuchefenominal).No
entanto, o sr. José Sarney Costa e o sr. Fernando
Collor de Mello não são apenas “farinha do
mesmo saco”. Ambos estão congenitamente
presosaumprovincianismoconstrangedoreapa-
recem,apesardasanimosidadesrecíprocas,como
irmãossiamesesnaartedapolíticatradicionalis-
ta. Não que um revele, hoje, o que o outro será
amanhã. O dilema é mais grave. Ambos são
portadoresdeumamentalidadepolíticaanáloga
e refletem um molde comum, do qual jamais
poderia nascer um estadista e que tem infestado
o Brasil como uma praga devastadora. Desse
ângulo, um se contrapõe ao outro no estilo dos
desentendimentos provincianos e da ordem das
bicadas:oespaçohistóriconãocomportaosdois,
enquanto seus objetivos forem divergentes. De-
pois... Ora, depois, pior para nós!
Étrágicoquesemelhantefigurasejafisgada
para a produção em massa da imagem do candi-
dato ideal à Presidência. Ficamos de novo ata-
dos aos arcaísmos do passado remoto e recente.
Se a farsa continuar e conseguir êxito, perdere-
mosmaisunsdezouvinteanosdenossahistória,
sem falar que a transição lenta, gradual e segura
permanecerá garantida em suas bases político-
administrativas indefinidamente. Não haverá a
sonhadarupturacomoestadodecoisasexisten-
te e tampouco a necessária revolução democrá-
tica se instaurará com a rapidez indispensável.
Continuaremos no mais ou menos, nas ilusões
de mudanças iminentes, que sempre serão pro-
teladas, para “garantir a paz social”. Em suma,
atravésdessesespécimesdepró-homensimpro-
visados as elites das classes dominantes fazem
fria e calculadamente o seu jogo, como se fos-
sem capazes de criar história. Quando o povo
descobrir o engodo, será tarde e as mesmas arti-
manhasserãoreativadassoboutrosartifíciosmais
atraentes,agoragraçasàmodernizaçãoeà“cul-
tura da comunicação em massa”. Será tudo tão
simples?Opovonuncapassarádebigornaama-
lho? E quando isso transcorrer, que cabeças ro-
larão,queinteressesdeclassesterãodesersoter-
rados, que mundo social acabará destruído? O
uso e o abuso de técnicas sociais ultrapassadas
envolvem riscos insondáveis, em um certo mo-
mento, e as forças sociais que constroem a his-
tória de uma nação com desenvolvimento capi-
talistadesigualnãoestãoàvendanempodemser
controladas a partir de um centro inviolável de
poder. Se fosse assim, não haveria Revolução
Russa,RevoluçãoChinesaouRevoluçãoCuba-
na.“Searrependimentomatasse”,aselitescegas
e paralíticas diante dos enigmas históricos en-
frentados por seus estamentos ou por suas clas-
ses e por suas nações ainda exerceriam o mono-
pólio do poder, da riqueza e da cultura...
Voltemos ao tema deste artigo. É cedo para
dizer quem sairá vencedor nas próximas elei-
çõespresidenciais.Porém,nãopossuímosacul-
tura cívica e a estabilidade política dos Estados
Unidos e do Canadá para “pré-fabricar” presi-
dentes ou primeiros-ministros, como se fossem
sabonetes,perfumesouroupasdamoda.“Fabri-
car um presidente”, nas condições concretas do
Brasil atual, constitui uma ação irresponsável e
temerária. Dadas as minhas convicções políti-
cas,deveriaescreverexatamenteoinverso.Mas,
por que provocar riscos prematuros e explosi-
vos, que não servirão para nada, a não ser para
conterosritmosdenossodesenvolvimentoeco-
nômico,tecnológicoecultural?Paraquefomen-
tarsaídasilusórias,queaumentarãoodesespero
dos de baixo e sua exasperação, decuplicando o
desamor ao País e o ódio à política, em troca de
nada? Não é ainda certo que a forjicação de um
candidato pré-fabricado prepondere. Todavia,
paraseinstaurarumademocraciacomdoispólos
contraditórios ativos, um burguês e outro operá-
rio, temos de apagar páginas amargas e demolir
hábitos e técnicas de dominação política ou de
hegemonia cultural que são por si mesmos
destrutivos(e,aindamais,aniquiladoresporseus
efeitosecontinuidade).Nadatenhopessoalmen-
te contra o sr. Fernando Collor de Mello. Entre-
tanto, desde criança aprendi pela experiência o
que significa sua prática e sua fraseologia vazia
“antipoliticistas”. Temos de enveredar por cami-
nhos novos – desafiar o presente e o futuro. As
ambigüidades e as astúcias dos políticos que pre-
tendem pairar “acima das classes” bloqueiam tais
caminhosenoscondenamaocaldeirãoferventede
uma ordem social fechada dentro do mundo sem
humanidade de sua imensidão de iniqüidades.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Público 1 autarquicas democracia 07.01.2013
Público 1 autarquicas democracia 07.01.2013Público 1 autarquicas democracia 07.01.2013
Público 1 autarquicas democracia 07.01.2013Elisio Estanque
 
Entre o populismo e o euroceticismo
Entre o populismo e o euroceticismo Entre o populismo e o euroceticismo
Entre o populismo e o euroceticismo Elisio Estanque
 
A masculinidade roubada
A masculinidade roubadaA masculinidade roubada
A masculinidade roubadaVirna Faustino
 
Como Costa vai engolir a esquerda parlamentar
Como Costa vai engolir a esquerda parlamentarComo Costa vai engolir a esquerda parlamentar
Como Costa vai engolir a esquerda parlamentarGRAZIA TANTA
 
Uma critica construtiva ao sindicalismo
Uma critica construtiva ao sindicalismoUma critica construtiva ao sindicalismo
Uma critica construtiva ao sindicalismoElisio Estanque
 
Uma 'geringonça' para o Brasil?
Uma 'geringonça' para o Brasil?Uma 'geringonça' para o Brasil?
Uma 'geringonça' para o Brasil?Elisio Estanque
 
Jornal insurgência psol
Jornal insurgência psolJornal insurgência psol
Jornal insurgência psolMarcos Silveira
 
Soltar as ideias, libertar a esquerda
Soltar as ideias, libertar a esquerdaSoltar as ideias, libertar a esquerda
Soltar as ideias, libertar a esquerdaElisio Estanque
 
Inconfidência nº 251
Inconfidência nº 251Inconfidência nº 251
Inconfidência nº 251Lucio Borges
 
Carta pessoal de Martha de Freitas Azevedo Pannunzio, criticando a vida polít...
Carta pessoal de Martha de Freitas Azevedo Pannunzio, criticando a vida polít...Carta pessoal de Martha de Freitas Azevedo Pannunzio, criticando a vida polít...
Carta pessoal de Martha de Freitas Azevedo Pannunzio, criticando a vida polít...Caetano
 
A época terrível do brasil onde idiotas dirigem cegos
A época terrível do brasil onde idiotas dirigem cegosA época terrível do brasil onde idiotas dirigem cegos
A época terrível do brasil onde idiotas dirigem cegosFernando Alcoforado
 
Jsnome27a morte do_rei
Jsnome27a morte do_reiJsnome27a morte do_rei
Jsnome27a morte do_reiesbocage
 
Ee juventude bloqueada (i) publico_18.05.17
Ee juventude bloqueada (i) publico_18.05.17Ee juventude bloqueada (i) publico_18.05.17
Ee juventude bloqueada (i) publico_18.05.17Elisio Estanque
 
Declaração final do iv encontro nordeste das organizações anarquistas especif...
Declaração final do iv encontro nordeste das organizações anarquistas especif...Declaração final do iv encontro nordeste das organizações anarquistas especif...
Declaração final do iv encontro nordeste das organizações anarquistas especif...Luis Antonio Araujo
 
Onde pára o socialismo ee publico_02.06.14
Onde pára o socialismo ee publico_02.06.14Onde pára o socialismo ee publico_02.06.14
Onde pára o socialismo ee publico_02.06.14Elisio Estanque
 

Mais procurados (19)

Público 1 autarquicas democracia 07.01.2013
Público 1 autarquicas democracia 07.01.2013Público 1 autarquicas democracia 07.01.2013
Público 1 autarquicas democracia 07.01.2013
 
Entre o populismo e o euroceticismo
Entre o populismo e o euroceticismo Entre o populismo e o euroceticismo
Entre o populismo e o euroceticismo
 
A masculinidade roubada
A masculinidade roubadaA masculinidade roubada
A masculinidade roubada
 
Como Costa vai engolir a esquerda parlamentar
Como Costa vai engolir a esquerda parlamentarComo Costa vai engolir a esquerda parlamentar
Como Costa vai engolir a esquerda parlamentar
 
514 an 10_março_2015.ok
514 an 10_março_2015.ok514 an 10_março_2015.ok
514 an 10_março_2015.ok
 
Uma critica construtiva ao sindicalismo
Uma critica construtiva ao sindicalismoUma critica construtiva ao sindicalismo
Uma critica construtiva ao sindicalismo
 
Uma 'geringonça' para o Brasil?
Uma 'geringonça' para o Brasil?Uma 'geringonça' para o Brasil?
Uma 'geringonça' para o Brasil?
 
Jornal insurgência psol
Jornal insurgência psolJornal insurgência psol
Jornal insurgência psol
 
Soltar as ideias, libertar a esquerda
Soltar as ideias, libertar a esquerdaSoltar as ideias, libertar a esquerda
Soltar as ideias, libertar a esquerda
 
Inconfidência nº 251
Inconfidência nº 251Inconfidência nº 251
Inconfidência nº 251
 
538 an 25 agosto_2015.ok
538 an 25 agosto_2015.ok538 an 25 agosto_2015.ok
538 an 25 agosto_2015.ok
 
Carta pessoal de Martha de Freitas Azevedo Pannunzio, criticando a vida polít...
Carta pessoal de Martha de Freitas Azevedo Pannunzio, criticando a vida polít...Carta pessoal de Martha de Freitas Azevedo Pannunzio, criticando a vida polít...
Carta pessoal de Martha de Freitas Azevedo Pannunzio, criticando a vida polít...
 
A época terrível do brasil onde idiotas dirigem cegos
A época terrível do brasil onde idiotas dirigem cegosA época terrível do brasil onde idiotas dirigem cegos
A época terrível do brasil onde idiotas dirigem cegos
 
Jsnome27a morte do_rei
Jsnome27a morte do_reiJsnome27a morte do_rei
Jsnome27a morte do_rei
 
Ee juventude bloqueada (i) publico_18.05.17
Ee juventude bloqueada (i) publico_18.05.17Ee juventude bloqueada (i) publico_18.05.17
Ee juventude bloqueada (i) publico_18.05.17
 
Declaração final do iv encontro nordeste das organizações anarquistas especif...
Declaração final do iv encontro nordeste das organizações anarquistas especif...Declaração final do iv encontro nordeste das organizações anarquistas especif...
Declaração final do iv encontro nordeste das organizações anarquistas especif...
 
Onde pára o socialismo ee publico_02.06.14
Onde pára o socialismo ee publico_02.06.14Onde pára o socialismo ee publico_02.06.14
Onde pára o socialismo ee publico_02.06.14
 
Tp 191970
Tp 191970Tp 191970
Tp 191970
 
O povo nas ruas (i)
O povo nas ruas (i)O povo nas ruas (i)
O povo nas ruas (i)
 

Destaque

09 químicaorgánica
09 químicaorgánica09 químicaorgánica
09 químicaorgánicaUAJMS
 
Urlaub für pflegende Angehörige: Urlaubspflege mit HUMANIS
Urlaub für pflegende Angehörige: Urlaubspflege mit HUMANISUrlaub für pflegende Angehörige: Urlaubspflege mit HUMANIS
Urlaub für pflegende Angehörige: Urlaubspflege mit HUMANISpr-artcontact
 
[Anthony brinton wolbarst]_looking_within_how_x-r(bookos.org)
[Anthony brinton wolbarst]_looking_within_how_x-r(bookos.org)[Anthony brinton wolbarst]_looking_within_how_x-r(bookos.org)
[Anthony brinton wolbarst]_looking_within_how_x-r(bookos.org)santa2583
 
теоретическое занятие № 2
теоретическое занятие № 2теоретическое занятие № 2
теоретическое занятие № 2Наталья Момот
 
Florestan fernandes nem federacao nem democracia
Florestan fernandes nem federacao nem democraciaFlorestan fernandes nem federacao nem democracia
Florestan fernandes nem federacao nem democraciaDaylson Lima
 
Approaches to risk management banking example slides
Approaches to risk management   banking example slidesApproaches to risk management   banking example slides
Approaches to risk management banking example slidesJohn MX Jkalyn
 

Destaque (9)

09 químicaorgánica
09 químicaorgánica09 químicaorgánica
09 químicaorgánica
 
Urlaub für pflegende Angehörige: Urlaubspflege mit HUMANIS
Urlaub für pflegende Angehörige: Urlaubspflege mit HUMANISUrlaub für pflegende Angehörige: Urlaubspflege mit HUMANIS
Urlaub für pflegende Angehörige: Urlaubspflege mit HUMANIS
 
[Anthony brinton wolbarst]_looking_within_how_x-r(bookos.org)
[Anthony brinton wolbarst]_looking_within_how_x-r(bookos.org)[Anthony brinton wolbarst]_looking_within_how_x-r(bookos.org)
[Anthony brinton wolbarst]_looking_within_how_x-r(bookos.org)
 
теоретическое занятие № 2
теоретическое занятие № 2теоретическое занятие № 2
теоретическое занятие № 2
 
Florestan fernandes nem federacao nem democracia
Florestan fernandes nem federacao nem democraciaFlorestan fernandes nem federacao nem democracia
Florestan fernandes nem federacao nem democracia
 
TBSC Consulting
TBSC ConsultingTBSC Consulting
TBSC Consulting
 
Approaches to risk management banking example slides
Approaches to risk management   banking example slidesApproaches to risk management   banking example slides
Approaches to risk management banking example slides
 
Thami Certificate
Thami CertificateThami Certificate
Thami Certificate
 
Investigium
InvestigiumInvestigium
Investigium
 

Semelhante a O ardil dos políticos tradicionais

Paródia na paróquia – a eleição presidencial
Paródia na paróquia – a eleição presidencial Paródia na paróquia – a eleição presidencial
Paródia na paróquia – a eleição presidencial GRAZIA TANTA
 
Tempo Presente de 02-06-2014
Tempo Presente de  02-06-2014Tempo Presente de  02-06-2014
Tempo Presente de 02-06-2014Donaldson Gomes
 
Inverno de fogo,o despertar do Brasil (revisão)
Inverno de fogo,o despertar do Brasil (revisão)Inverno de fogo,o despertar do Brasil (revisão)
Inverno de fogo,o despertar do Brasil (revisão)Francisco José Bezerra Sá
 
Inverno de fogo,o despertar do Brasil (revisão)
Inverno de fogo,o despertar do Brasil (revisão)Inverno de fogo,o despertar do Brasil (revisão)
Inverno de fogo,o despertar do Brasil (revisão)Francisco José Bezerra Sá
 
Obituário do Ruy Mesquita no Estadão 2: "Haverá sempre moicanos"
Obituário do Ruy Mesquita no Estadão 2: "Haverá sempre moicanos"Obituário do Ruy Mesquita no Estadão 2: "Haverá sempre moicanos"
Obituário do Ruy Mesquita no Estadão 2: "Haverá sempre moicanos"Luciana Moherdaui
 
Inconfidência nº 224 de 29 de fevereiro‏
Inconfidência nº 224 de 29 de fevereiro‏Inconfidência nº 224 de 29 de fevereiro‏
Inconfidência nº 224 de 29 de fevereiro‏Lucio Borges
 
Clube Militar: A Árvore Boa (2)
Clube Militar: A Árvore Boa (2)Clube Militar: A Árvore Boa (2)
Clube Militar: A Árvore Boa (2)Lucio Borges
 
Jornal Inconfidência nº 226 de 30 de abril/2016‏
Jornal Inconfidência nº 226 de 30 de abril/2016‏Jornal Inconfidência nº 226 de 30 de abril/2016‏
Jornal Inconfidência nº 226 de 30 de abril/2016‏Lucio Borges
 
aula_3_Guerra cultural e retórica do ódio crônicas de um Brasil pós-político ...
aula_3_Guerra cultural e retórica do ódio crônicas de um Brasil pós-político ...aula_3_Guerra cultural e retórica do ódio crônicas de um Brasil pós-político ...
aula_3_Guerra cultural e retórica do ódio crônicas de um Brasil pós-político ...TeresaCristinaKobaya
 
aula_3_Guerra cultural e retórica do ódio crônicas de um Brasil pós-político ...
aula_3_Guerra cultural e retórica do ódio crônicas de um Brasil pós-político ...aula_3_Guerra cultural e retórica do ódio crônicas de um Brasil pós-político ...
aula_3_Guerra cultural e retórica do ódio crônicas de um Brasil pós-político ...TeresaCristinaKobaya
 
Cenarios da crise politica no brasil
Cenarios da crise politica no brasilCenarios da crise politica no brasil
Cenarios da crise politica no brasilRoberto Rabat Chame
 
Florestan fernandes nova republica
Florestan fernandes   nova republicaFlorestan fernandes   nova republica
Florestan fernandes nova republicaDaylson Lima
 
O Estado e a mediação política
O Estado e a mediação política O Estado e a mediação política
O Estado e a mediação política GRAZIA TANTA
 
Consumado o golpe de estado por lula e pelo pt com a conivência de dilma rous...
Consumado o golpe de estado por lula e pelo pt com a conivência de dilma rous...Consumado o golpe de estado por lula e pelo pt com a conivência de dilma rous...
Consumado o golpe de estado por lula e pelo pt com a conivência de dilma rous...Fernando Alcoforado
 
O partidismo ufano de francisco assis set_2014
O partidismo ufano de francisco assis set_2014O partidismo ufano de francisco assis set_2014
O partidismo ufano de francisco assis set_2014Elisio Estanque
 

Semelhante a O ardil dos políticos tradicionais (20)

Paródia na paróquia – a eleição presidencial
Paródia na paróquia – a eleição presidencial Paródia na paróquia – a eleição presidencial
Paródia na paróquia – a eleição presidencial
 
Brasil nau dos insensatos
Brasil nau dos insensatosBrasil nau dos insensatos
Brasil nau dos insensatos
 
Tempo Presente de 02-06-2014
Tempo Presente de  02-06-2014Tempo Presente de  02-06-2014
Tempo Presente de 02-06-2014
 
Inverno de fogo,o despertar do Brasil (revisão)
Inverno de fogo,o despertar do Brasil (revisão)Inverno de fogo,o despertar do Brasil (revisão)
Inverno de fogo,o despertar do Brasil (revisão)
 
Inverno de fogo,o despertar do Brasil (revisão)
Inverno de fogo,o despertar do Brasil (revisão)Inverno de fogo,o despertar do Brasil (revisão)
Inverno de fogo,o despertar do Brasil (revisão)
 
Obituário do Ruy Mesquita no Estadão 2: "Haverá sempre moicanos"
Obituário do Ruy Mesquita no Estadão 2: "Haverá sempre moicanos"Obituário do Ruy Mesquita no Estadão 2: "Haverá sempre moicanos"
Obituário do Ruy Mesquita no Estadão 2: "Haverá sempre moicanos"
 
Inconfidência nº 224 de 29 de fevereiro‏
Inconfidência nº 224 de 29 de fevereiro‏Inconfidência nº 224 de 29 de fevereiro‏
Inconfidência nº 224 de 29 de fevereiro‏
 
Clube Militar: A Árvore Boa (2)
Clube Militar: A Árvore Boa (2)Clube Militar: A Árvore Boa (2)
Clube Militar: A Árvore Boa (2)
 
Jornal Inconfidência nº 226 de 30 de abril/2016‏
Jornal Inconfidência nº 226 de 30 de abril/2016‏Jornal Inconfidência nº 226 de 30 de abril/2016‏
Jornal Inconfidência nº 226 de 30 de abril/2016‏
 
aula_3_Guerra cultural e retórica do ódio crônicas de um Brasil pós-político ...
aula_3_Guerra cultural e retórica do ódio crônicas de um Brasil pós-político ...aula_3_Guerra cultural e retórica do ódio crônicas de um Brasil pós-político ...
aula_3_Guerra cultural e retórica do ódio crônicas de um Brasil pós-político ...
 
aula_3_Guerra cultural e retórica do ódio crônicas de um Brasil pós-político ...
aula_3_Guerra cultural e retórica do ódio crônicas de um Brasil pós-político ...aula_3_Guerra cultural e retórica do ódio crônicas de um Brasil pós-político ...
aula_3_Guerra cultural e retórica do ódio crônicas de um Brasil pós-político ...
 
Cenarios da crise politica no brasil
Cenarios da crise politica no brasilCenarios da crise politica no brasil
Cenarios da crise politica no brasil
 
Florestan fernandes nova republica
Florestan fernandes   nova republicaFlorestan fernandes   nova republica
Florestan fernandes nova republica
 
O Estado e a mediação política
O Estado e a mediação política O Estado e a mediação política
O Estado e a mediação política
 
Diz Jornal - Edição 263
Diz Jornal - Edição 263Diz Jornal - Edição 263
Diz Jornal - Edição 263
 
Gomes o brasil de jk
Gomes o brasil de jkGomes o brasil de jk
Gomes o brasil de jk
 
Consumado o golpe de estado por lula e pelo pt com a conivência de dilma rous...
Consumado o golpe de estado por lula e pelo pt com a conivência de dilma rous...Consumado o golpe de estado por lula e pelo pt com a conivência de dilma rous...
Consumado o golpe de estado por lula e pelo pt com a conivência de dilma rous...
 
Caderno de pauta 004
Caderno de pauta 004Caderno de pauta 004
Caderno de pauta 004
 
434 an-03-julho-2013.ok
434 an-03-julho-2013.ok434 an-03-julho-2013.ok
434 an-03-julho-2013.ok
 
O partidismo ufano de francisco assis set_2014
O partidismo ufano de francisco assis set_2014O partidismo ufano de francisco assis set_2014
O partidismo ufano de francisco assis set_2014
 

Mais de Daylson Lima

Oliveira, marcos marques de florestan fernandes; recife, fundação joquim na...
Oliveira, marcos marques de   florestan fernandes; recife, fundação joquim na...Oliveira, marcos marques de   florestan fernandes; recife, fundação joquim na...
Oliveira, marcos marques de florestan fernandes; recife, fundação joquim na...Daylson Lima
 
O ensino da sociologia na escola seundaria brasileira
O ensino da sociologia na escola seundaria brasileiraO ensino da sociologia na escola seundaria brasileira
O ensino da sociologia na escola seundaria brasileiraDaylson Lima
 
Florestan fernandes -_o_significado_do_protesto_negro
Florestan fernandes -_o_significado_do_protesto_negroFlorestan fernandes -_o_significado_do_protesto_negro
Florestan fernandes -_o_significado_do_protesto_negroDaylson Lima
 
Florestan fernandes -_a_sociologia_de_durkheim
Florestan fernandes -_a_sociologia_de_durkheimFlorestan fernandes -_a_sociologia_de_durkheim
Florestan fernandes -_a_sociologia_de_durkheimDaylson Lima
 
Florestan fernandes. em busca do socialismo
Florestan fernandes. em busca do socialismoFlorestan fernandes. em busca do socialismo
Florestan fernandes. em busca do socialismoDaylson Lima
 
Florestan fernandes memoria viva da educacao brasileira
Florestan fernandes memoria viva da educacao brasileiraFlorestan fernandes memoria viva da educacao brasileira
Florestan fernandes memoria viva da educacao brasileiraDaylson Lima
 
Florestan fernandes historia e historias entrevista
Florestan fernandes historia e historias entrevistaFlorestan fernandes historia e historias entrevista
Florestan fernandes historia e historias entrevistaDaylson Lima
 
Florestan fernandes familia patriarcal e suas funcoes economicas
Florestan fernandes familia patriarcal e suas funcoes economicasFlorestan fernandes familia patriarcal e suas funcoes economicas
Florestan fernandes familia patriarcal e suas funcoes economicasDaylson Lima
 
Florestan fernandes ciencias sociais. na otica de um intelectual militante
Florestan fernandes ciencias sociais. na otica de um intelectual militanteFlorestan fernandes ciencias sociais. na otica de um intelectual militante
Florestan fernandes ciencias sociais. na otica de um intelectual militanteDaylson Lima
 
Fernandes, florestan que tipo de republica
Fernandes, florestan que tipo de republicaFernandes, florestan que tipo de republica
Fernandes, florestan que tipo de republicaDaylson Lima
 
Fernandes, florestan o negro no mundo dos brancos
Fernandes, florestan   o negro no mundo dos brancosFernandes, florestan   o negro no mundo dos brancos
Fernandes, florestan o negro no mundo dos brancosDaylson Lima
 
Fernandes, florestan capitalismo dependente e classes sociais na américa la...
Fernandes, florestan   capitalismo dependente e classes sociais na américa la...Fernandes, florestan   capitalismo dependente e classes sociais na américa la...
Fernandes, florestan capitalismo dependente e classes sociais na américa la...Daylson Lima
 
Fernandes, florestan [artigo] padroes-de-dominacao-externa-na-america-latina
Fernandes, florestan   [artigo] padroes-de-dominacao-externa-na-america-latinaFernandes, florestan   [artigo] padroes-de-dominacao-externa-na-america-latina
Fernandes, florestan [artigo] padroes-de-dominacao-externa-na-america-latinaDaylson Lima
 
Fernandes 1968 sociedade de classes e subdesenvolvimento
Fernandes 1968 sociedade de classes e subdesenvolvimentoFernandes 1968 sociedade de classes e subdesenvolvimento
Fernandes 1968 sociedade de classes e subdesenvolvimentoDaylson Lima
 
Democracia e socialismo
Democracia e socialismoDemocracia e socialismo
Democracia e socialismoDaylson Lima
 
Fernandes, florestan [artigo] comunidade-e-sociedade-tonnies-ferdinand-comu...
Fernandes, florestan   [artigo] comunidade-e-sociedade-tonnies-ferdinand-comu...Fernandes, florestan   [artigo] comunidade-e-sociedade-tonnies-ferdinand-comu...
Fernandes, florestan [artigo] comunidade-e-sociedade-tonnies-ferdinand-comu...Daylson Lima
 

Mais de Daylson Lima (18)

Oqueerevolucao
OqueerevolucaoOqueerevolucao
Oqueerevolucao
 
Oliveira, marcos marques de florestan fernandes; recife, fundação joquim na...
Oliveira, marcos marques de   florestan fernandes; recife, fundação joquim na...Oliveira, marcos marques de   florestan fernandes; recife, fundação joquim na...
Oliveira, marcos marques de florestan fernandes; recife, fundação joquim na...
 
O ensino da sociologia na escola seundaria brasileira
O ensino da sociologia na escola seundaria brasileiraO ensino da sociologia na escola seundaria brasileira
O ensino da sociologia na escola seundaria brasileira
 
Florestan fernandes -_o_significado_do_protesto_negro
Florestan fernandes -_o_significado_do_protesto_negroFlorestan fernandes -_o_significado_do_protesto_negro
Florestan fernandes -_o_significado_do_protesto_negro
 
Florestan fernandes -_a_sociologia_de_durkheim
Florestan fernandes -_a_sociologia_de_durkheimFlorestan fernandes -_a_sociologia_de_durkheim
Florestan fernandes -_a_sociologia_de_durkheim
 
Florestan fernandes. em busca do socialismo
Florestan fernandes. em busca do socialismoFlorestan fernandes. em busca do socialismo
Florestan fernandes. em busca do socialismo
 
Florestan fernandes memoria viva da educacao brasileira
Florestan fernandes memoria viva da educacao brasileiraFlorestan fernandes memoria viva da educacao brasileira
Florestan fernandes memoria viva da educacao brasileira
 
Florestan fernandes historia e historias entrevista
Florestan fernandes historia e historias entrevistaFlorestan fernandes historia e historias entrevista
Florestan fernandes historia e historias entrevista
 
Florestan fernandes familia patriarcal e suas funcoes economicas
Florestan fernandes familia patriarcal e suas funcoes economicasFlorestan fernandes familia patriarcal e suas funcoes economicas
Florestan fernandes familia patriarcal e suas funcoes economicas
 
Florestan fernandes ciencias sociais. na otica de um intelectual militante
Florestan fernandes ciencias sociais. na otica de um intelectual militanteFlorestan fernandes ciencias sociais. na otica de um intelectual militante
Florestan fernandes ciencias sociais. na otica de um intelectual militante
 
Fernandes, florestan que tipo de republica
Fernandes, florestan que tipo de republicaFernandes, florestan que tipo de republica
Fernandes, florestan que tipo de republica
 
Fernandes, florestan o negro no mundo dos brancos
Fernandes, florestan   o negro no mundo dos brancosFernandes, florestan   o negro no mundo dos brancos
Fernandes, florestan o negro no mundo dos brancos
 
Fernandes, florestan capitalismo dependente e classes sociais na américa la...
Fernandes, florestan   capitalismo dependente e classes sociais na américa la...Fernandes, florestan   capitalismo dependente e classes sociais na américa la...
Fernandes, florestan capitalismo dependente e classes sociais na américa la...
 
Fernandes, florestan [artigo] padroes-de-dominacao-externa-na-america-latina
Fernandes, florestan   [artigo] padroes-de-dominacao-externa-na-america-latinaFernandes, florestan   [artigo] padroes-de-dominacao-externa-na-america-latina
Fernandes, florestan [artigo] padroes-de-dominacao-externa-na-america-latina
 
Fernandes 1968 sociedade de classes e subdesenvolvimento
Fernandes 1968 sociedade de classes e subdesenvolvimentoFernandes 1968 sociedade de classes e subdesenvolvimento
Fernandes 1968 sociedade de classes e subdesenvolvimento
 
Democracia e socialismo
Democracia e socialismoDemocracia e socialismo
Democracia e socialismo
 
Cpj ff
Cpj ffCpj ff
Cpj ff
 
Fernandes, florestan [artigo] comunidade-e-sociedade-tonnies-ferdinand-comu...
Fernandes, florestan   [artigo] comunidade-e-sociedade-tonnies-ferdinand-comu...Fernandes, florestan   [artigo] comunidade-e-sociedade-tonnies-ferdinand-comu...
Fernandes, florestan [artigo] comunidade-e-sociedade-tonnies-ferdinand-comu...
 

Último

Síndrome de obstrução brônquica 2020.pdf
Síndrome de obstrução brônquica 2020.pdfSíndrome de obstrução brônquica 2020.pdf
Síndrome de obstrução brônquica 2020.pdfVctorJuliao
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
84723012-ACIDENTES- ósseos anatomia humana
84723012-ACIDENTES- ósseos anatomia humana84723012-ACIDENTES- ósseos anatomia humana
84723012-ACIDENTES- ósseos anatomia humanajosecavalcante88019
 
NORMAS PARA PRODUCAO E PUBLICACAO UNIROVUMA - CAPACITACAO DOCENTE II SEMESTRE...
NORMAS PARA PRODUCAO E PUBLICACAO UNIROVUMA - CAPACITACAO DOCENTE II SEMESTRE...NORMAS PARA PRODUCAO E PUBLICACAO UNIROVUMA - CAPACITACAO DOCENTE II SEMESTRE...
NORMAS PARA PRODUCAO E PUBLICACAO UNIROVUMA - CAPACITACAO DOCENTE II SEMESTRE...LuisCSIssufo
 
Sistema _ Endocrino_ hormonios_8_ano.ppt
Sistema _ Endocrino_ hormonios_8_ano.pptSistema _ Endocrino_ hormonios_8_ano.ppt
Sistema _ Endocrino_ hormonios_8_ano.pptMrciaVidigal
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
Revisão ENEM ensino médio 2024 para o terceiro ano
Revisão ENEM ensino médio 2024 para o terceiro anoRevisão ENEM ensino médio 2024 para o terceiro ano
Revisão ENEM ensino médio 2024 para o terceiro anoAlessandraRaiolDasNe
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...Universidade Federal de Sergipe - UFS
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...Universidade Federal de Sergipe - UFS
 

Último (15)

Síndrome de obstrução brônquica 2020.pdf
Síndrome de obstrução brônquica 2020.pdfSíndrome de obstrução brônquica 2020.pdf
Síndrome de obstrução brônquica 2020.pdf
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
84723012-ACIDENTES- ósseos anatomia humana
84723012-ACIDENTES- ósseos anatomia humana84723012-ACIDENTES- ósseos anatomia humana
84723012-ACIDENTES- ósseos anatomia humana
 
NORMAS PARA PRODUCAO E PUBLICACAO UNIROVUMA - CAPACITACAO DOCENTE II SEMESTRE...
NORMAS PARA PRODUCAO E PUBLICACAO UNIROVUMA - CAPACITACAO DOCENTE II SEMESTRE...NORMAS PARA PRODUCAO E PUBLICACAO UNIROVUMA - CAPACITACAO DOCENTE II SEMESTRE...
NORMAS PARA PRODUCAO E PUBLICACAO UNIROVUMA - CAPACITACAO DOCENTE II SEMESTRE...
 
Sistema _ Endocrino_ hormonios_8_ano.ppt
Sistema _ Endocrino_ hormonios_8_ano.pptSistema _ Endocrino_ hormonios_8_ano.ppt
Sistema _ Endocrino_ hormonios_8_ano.ppt
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
Revisão ENEM ensino médio 2024 para o terceiro ano
Revisão ENEM ensino médio 2024 para o terceiro anoRevisão ENEM ensino médio 2024 para o terceiro ano
Revisão ENEM ensino médio 2024 para o terceiro ano
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V24_...
 
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
REVISTA DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS DA TERRA ISSN 1519-5228 - Artigo_Bioterra_V25_...
 

O ardil dos políticos tradicionais

  • 1. FFF L O R E S T A N F E R N A N D E S R E V I S T A U S P , S Ã O P A U L O ( 2 9 ) : 8 6 - 8 8, M A R Ç O / M A I O 1 9 9 686 N ada soa mais falso que um político profissional querer passar-se como não sendo “político”. Um curriculum completo faz fé. Alguém que se do- brou à ditadura, prestou-lhe serviços (e foi por ela recompensado), anuiu ao papel de escudeiro de Paulo Salim Maluf e engalanou-se com o seu reconhecimento de valor, fruto do PDS em sua fase de “maior partido do Ocidente” e agente da sua ativida- de, com uma carreira que abrange postos no Legislativo e no Executivo, jamais poderia retratar-se como o avesso do político. Não há memória histórica no Brasil e essa circuns- tância favorece a cir- culação de mentiras nada convencionais. Porém,todaopçãoim- plica um preço político e ideológico. Realizá- la e negar-se ao crivo da verdade define o pior tipo de oportunismo político, que infelizmen- te grassa em nossa terra como tiririca. Porque repousa em um profissionalismo político tra- dicionalista, o qual confere ao político a liber- dade de prometer tudo, de recorrer ao clientelismo,aopaternalismo,aomandonismo e, conforme as condições conjunturais, ao populismo e à demagogia – e depois dar o dito por não dito, curvando-se ao reacionarismo, ao conservadorismo, ao culto narcisístico do ego e do poder. Sujeito diligente da reprodu- ção da ordem, da associação entre arcaico e moderno, assim se ca- racterizaoperfildopo- lítico tradicionalista brasileiro,servodesua F L O R E S T A N F E R N A N D E S O A R D I L D O S P O L Í T I C O S Este texto foi publicado originalmente na Revista USP no 3, em 1989, pp. 143-4.
  • 2. R E V I S T A U S P , S Ã O P A U L O ( 2 9 ) : 8 6 - 8 8, M A R Ç O / M A I O 1 9 9 6 87 Em Brasília, 1994, durante o 9º Encontro Nacional do PT
  • 3. 88 R E V I S T A U S P , S Ã O P A U L O ( 2 9 ) : 8 6 - 8 8, M A R Ç O / M A I O 1 9 9 6 grei e de seus próprios interesses ou alvos pes- soais. Pensoqueéimpossívelinterpretaraposição dosr.FernandoCollordeMellodeoutramanei- ra, de uma perspectiva psicossociológica. O politicismocansouopovo,repugnaoscidadãos revoltados contra a manipulação do poder esta- tal.Ocandidatoassumiuoantipoliticismoelan- çou-se à arena eleitoral como ferrenho adversá- rio do politicismo, ignorando sua longa e com- provada vocação politicista. Combater Sarney nãoé,nosdiasquecorrem,aúnicavirtude–nem mesmo a principal virtude – de um candidato à Presidência que deva merecer uma escolha re- fletida. Nenhum político autêntico pode deixar sem resposta o que significa o Estado de transi- çãoprolongada(eissoimportaemcondenarum governodesacreditadoeseuchefenominal).No entanto, o sr. José Sarney Costa e o sr. Fernando Collor de Mello não são apenas “farinha do mesmo saco”. Ambos estão congenitamente presosaumprovincianismoconstrangedoreapa- recem,apesardasanimosidadesrecíprocas,como irmãossiamesesnaartedapolíticatradicionalis- ta. Não que um revele, hoje, o que o outro será amanhã. O dilema é mais grave. Ambos são portadoresdeumamentalidadepolíticaanáloga e refletem um molde comum, do qual jamais poderia nascer um estadista e que tem infestado o Brasil como uma praga devastadora. Desse ângulo, um se contrapõe ao outro no estilo dos desentendimentos provincianos e da ordem das bicadas:oespaçohistóriconãocomportaosdois, enquanto seus objetivos forem divergentes. De- pois... Ora, depois, pior para nós! Étrágicoquesemelhantefigurasejafisgada para a produção em massa da imagem do candi- dato ideal à Presidência. Ficamos de novo ata- dos aos arcaísmos do passado remoto e recente. Se a farsa continuar e conseguir êxito, perdere- mosmaisunsdezouvinteanosdenossahistória, sem falar que a transição lenta, gradual e segura permanecerá garantida em suas bases político- administrativas indefinidamente. Não haverá a sonhadarupturacomoestadodecoisasexisten- te e tampouco a necessária revolução democrá- tica se instaurará com a rapidez indispensável. Continuaremos no mais ou menos, nas ilusões de mudanças iminentes, que sempre serão pro- teladas, para “garantir a paz social”. Em suma, atravésdessesespécimesdepró-homensimpro- visados as elites das classes dominantes fazem fria e calculadamente o seu jogo, como se fos- sem capazes de criar história. Quando o povo descobrir o engodo, será tarde e as mesmas arti- manhasserãoreativadassoboutrosartifíciosmais atraentes,agoragraçasàmodernizaçãoeà“cul- tura da comunicação em massa”. Será tudo tão simples?Opovonuncapassarádebigornaama- lho? E quando isso transcorrer, que cabeças ro- larão,queinteressesdeclassesterãodesersoter- rados, que mundo social acabará destruído? O uso e o abuso de técnicas sociais ultrapassadas envolvem riscos insondáveis, em um certo mo- mento, e as forças sociais que constroem a his- tória de uma nação com desenvolvimento capi- talistadesigualnãoestãoàvendanempodemser controladas a partir de um centro inviolável de poder. Se fosse assim, não haveria Revolução Russa,RevoluçãoChinesaouRevoluçãoCuba- na.“Searrependimentomatasse”,aselitescegas e paralíticas diante dos enigmas históricos en- frentados por seus estamentos ou por suas clas- ses e por suas nações ainda exerceriam o mono- pólio do poder, da riqueza e da cultura... Voltemos ao tema deste artigo. É cedo para dizer quem sairá vencedor nas próximas elei- çõespresidenciais.Porém,nãopossuímosacul- tura cívica e a estabilidade política dos Estados Unidos e do Canadá para “pré-fabricar” presi- dentes ou primeiros-ministros, como se fossem sabonetes,perfumesouroupasdamoda.“Fabri- car um presidente”, nas condições concretas do Brasil atual, constitui uma ação irresponsável e temerária. Dadas as minhas convicções políti- cas,deveriaescreverexatamenteoinverso.Mas, por que provocar riscos prematuros e explosi- vos, que não servirão para nada, a não ser para conterosritmosdenossodesenvolvimentoeco- nômico,tecnológicoecultural?Paraquefomen- tarsaídasilusórias,queaumentarãoodesespero dos de baixo e sua exasperação, decuplicando o desamor ao País e o ódio à política, em troca de nada? Não é ainda certo que a forjicação de um candidato pré-fabricado prepondere. Todavia, paraseinstaurarumademocraciacomdoispólos contraditórios ativos, um burguês e outro operá- rio, temos de apagar páginas amargas e demolir hábitos e técnicas de dominação política ou de hegemonia cultural que são por si mesmos destrutivos(e,aindamais,aniquiladoresporseus efeitosecontinuidade).Nadatenhopessoalmen- te contra o sr. Fernando Collor de Mello. Entre- tanto, desde criança aprendi pela experiência o que significa sua prática e sua fraseologia vazia “antipoliticistas”. Temos de enveredar por cami- nhos novos – desafiar o presente e o futuro. As ambigüidades e as astúcias dos políticos que pre- tendem pairar “acima das classes” bloqueiam tais caminhosenoscondenamaocaldeirãoferventede uma ordem social fechada dentro do mundo sem humanidade de sua imensidão de iniqüidades.