Es1 5 pre-projeto_intervenção_cláudia

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Es1 5 pre-projeto_intervenção_cláudia

  1. 1. UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁSUNIDADE UNIVERSITÁRIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA LICENCIATURA EM INFORMÁTICA PROJETO INOVAÇÃO METODOLÓGICA Escola Campo: Escola Estadual Melquíades Victor de Oliveira Estagiária: Cláudia Sousa da Silva Profa. Supervisora de Estágio: Camila Leite Pereira Aragarças – GO, Julho de 2012.
  2. 2. CLÁUDIA SOUSA DA SILVAPROJETO INOVAÇÃO METODOLÓGICA Pré-projeto de Intervenção Pedagógica apresentado à Universidade Estadual de Goiás, Unidade de Educação a Distância, como requisito parcial para a conclusão do Estágio Supervisionado I do Curso de Licenciatura em Informática. Aragarças – GO, julho de 2012.
  3. 3. SUMÁRIOINTRODUÇÃO........................................................................................................ 04OBJETIVO GERAL ................................................................................................ 06OBJETIVOS ESPECÍFICOS ................................................................................... 06METODOLOGIA..................................................................................................... 07RESULTADOS ESPERADOS ................................................................................. 08REFERÊNCIAS ....................................................................................................... 09
  4. 4. 4 INTRODUÇÃO Atualmente são inúmeras as razões do sucesso ou fracasso escolar dos alunos. Dentreos fatores o mais importante são a forma como as aulas são ministradas, ditas comomonótonas, cansativas e pouco criativas. Diante da problemática relacionada ao processoensino aprendizagem, as escolas estaduais brasileiras enfrentam grandes desafios. É comumhoje que alunos cheguem ao terceiro ano do Ensino Médio sem estarem completamentealfabetizados, que não sabem ler, temos ainda aqueles que sabem ler e pouco escrevem, entreoutras dificuldades como a produção, interpretação e raciocínio lógico. Tais dificuldades é um fator que grande preocupação para a escola, no qual espelhafuturamente no IDEB - Índice de Desenvolvimento da Educação Básica. Sabemos que se nãotrabalharmos para superar estas dificuldades não conseguiremos oferecer um ensino dequalidade e coerente com os objetivos da educação brasileira. Foi pensando nestes problemas que proponho uma prática educativa aliada astecnologias midiáticas com o objetivo de desenvolver atividades que venha promover oraciocínio lógico e ações voltadas para o aprendizado do aluno, como o auxílio semanalatravés de fichas de planejamento de aulas com produção textual, interpretação de textos,atividades de raciocínio lógico integrado com uso de tecnologias midiáticas eencaminhamento para reforço com o professor regente e professor de apoio. Assim, o presente pré-projeto tem como proposta desenvolver um trabalho deacompanhamento pedagógico sistematizado através de ações que tem como objetivo principalatacar os problemas relacionados ao ensino aprendizagem. Com isso mais do que nunca asociedade exige que a escola cumpra bem a sua função e hoje não e possível pensar emeducação sem agregar as novas tecnologias por isso, se faz necessário no âmbito escolarambientes de aprendizagem baseados na introdução dessas tecnologias. Como afirma(FRÓES): “Os recursos atuais da tecnologia, os novos meios digitais: a multimídia, a Internet, a telemática trazem novas formas de ler, de escrever e, portanto, de pensar e agir. O simples uso de um editor de textos mostra como alguém pode registrar seu pensamento de forma distinta daquela do texto manuscrito ou mesmo datilografado, provocando no indivíduo uma forma diferente de ler e interpretar o que escreve, forma esta que se associa, ora como causa, ora como consequência, a um pensar diferente.”
  5. 5. 5 Fagundes complementa a ideia de que as tecnologias são essências no processoeducativo, uma vez que afirma que as tecnologias digitais estão realizando transformaçõesprofundas nos processos de aprendizagem e nas mudanças da escola. Isso nos conduz a ideiade que o uso das tecnologias na educação propicia a interdisciplinaridade, estimula aparticipação cooperativa e solidária, promove a autonomia e a responsabilidade da autoria epesquisa nos educandos. Dessa forma, fica evidente que o professor é o ator/elemento responsável pelatransformação e inovação da educação. Cabe a ele superar os limites impostos pela sociedademoderna e se adequar e especializar-se em busca de novas metodologias que venhamcontemplar o interesse e a motivação dos estudantes, superar a disciplina e produzir cidadãosconscientes, participativos e responsáveis para a construção de uma sociedade justa eigualitária. Assim Paulo Freire diz que: (...) É preciso, sobretudo, e aí já vai um desses saberes indispensáveis, que o formando, desde o princípio mesmo de sua experiência formadora, assumindo-se como sujeito também da produção do saber, se convença definitivamente de que ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua produção ou a sua construção. (Freire, 2009, p.22). Em síntese, podemos afirmar que, cada vez mais se torna necessário o uso dainformática no cotidiano da sala de aula. Sua agregação nas metodologias dos planos de aulavem sendo necessária e tem aumentado de maneira rápida entre nós. A informática é parte docotidiano dos nossos alunos, e é urgente que todos os educadores tomem consciência dessaurgência frente às tecnologias e as exigências do mundo moderno, sendo este um recursoincrível e eficiente no processo de ensino aprendizagem.
  6. 6. 6 OBJETIVO GERAL Desenvolver no educando o conhecimento de suas capacidades afetivas, físicas ecognitivas para agir com perseverança na busca de conhecimento e no exercício da cidadaniadesenvolvendo assim uma maior motivação e aprofundamento dos conteúdos a seremdesenvolvidos através da pesquisa exercendo a autonomia na busca pelo saber. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Motivar nos alunos o interesse pela pesquisa; Desenvolver nos alunos a aprendizagem grupal; Promover a interação entre alunos, professores e comunidade escolar; Acompanhar com o professor o planejamento semanal; Definir e aplicar as habilidades para o uso dos recursos midiáticos; Sugerir e orientar o professor na elaboração do planejamento diário; Repassar orientações para alunos e professores com dificuldades em manusear os recursos midiáticos; Sensibilizar a comunidade escolar quanto ao seu compromisso com o uso pedagógico dos recursos tecnológicos; Socializar informações sobre a importância do uso do computador como nova ferramenta didática no processo ensino-aprendizagem; Sensibilizar para a utilização adequada do uso do computador, estabelecendo as diferenças entre informática e informática educativa. Proporcionar ao professor a aquisição de conhecimentos e convicção quanto às vantagens e os riscos das metodologias informáticas a adotar na escola; Sugerir ao professor familiarização com o hardware e os softwares educativos para que eles possam desenvolver competências na aplicação da Informática Educativa nas suas práticas pedagógicas. Fazer com que os alunos encontrem na Informática, ajuda para aprenderem conteúdos estudados na escola;
  7. 7. 7 METODOLOGIA As atividades serão direcionadas usufruindo dos recursos que a unidade escolar possuida seguinte maneira: 1° Momento: Durante o trabalho coletivo será disponibilizado uma hora para aapresentação do pré-projeto pela estagiária. 2° Momento: Serão realizados durante a formação continuada dos professorestreinamentos através de oficinas para que o professor possa manusear os computadores,conhecer os softwares educacionais e planejamento de suas aulas. 3° Momento: O desenvolvimento das atividades acontecerá com os professores dosperíodos matutino e noturno, onde a aluna estagiária se responsabilizará peloacompanhamento das ações dos educadores com auxilio do coordenador pedagógico atravésde agendamento das atividades. 4° Momento: Os professores regentes irão definir temas a serem trabalhados nolaboratório de informática. Tais temas envolvem conteúdos de sala de aula, os quais seiniciam na própria sala e culminam no laboratório ou vice-versa. O acompanhamento dasações previstas será através dos planos de aulas dos professores. 5º Momento: A avaliação das ações desenvolvidas ocorrerá durante as aulasministradas pelo professor.
  8. 8. 8 RESULTADOS ESPERADOS Espero que as atividades desenvolvidas na unidade escolar sirvam como suporte, nasuperação das principais dificuldades dos estudantes, no que se refere à aprendizagem e aogosto pelo saber. Essa expectativa é positiva, uma vez que compartilhamos na escola de umclima de cooperação e engajamento de todos os educadores para a construção de uma novaprática educativa voltada para o novo e rumo às novas experiências educativas. Ao desenvolver atividades com o uso das tecnologias acredito que o aluno estagiáriovenha ampliar os seus conhecimentos, alcançando níveis mais elevados de abstração, criandoestratégias de reflexão acarretando consequências positivas, no que consiste, a adaptação dasexigências do mundo moderno, assim como pleno exercício da cidadania e do trabalho. A ideia do uso das tecnologias em sala de aula possibilita a melhoria da qualidade eeficiência do processo de ensino e aprendizagem criando meios para o enriquecimento dopensamento, do raciocínio lógico, assim como o desenvolvimento cognitivo do alunoformando-o para o exercício social atuante para a formação da cidadania. “Como a escola é um organismo vivo e tende a influenciar na vida de seus participa ntes, a Informática Educativa tem o objetivo de abrir as janelas do mundo para seus alunos, professores e sua comunidade”. Paulo Freire
  9. 9. 9 REFERÊNCIASBRASIL. Sociedade da Informação no Brasil. Livro Verde. Brasília: Ministério daCiência e Tecnologia, 2000.http://projeducamericana.info/2007/10/17/primeiros-projetos-de-informatica-educativa/http://pt.scribd.com/doc/17780701/PROJETO-DO-LABORATORIO-DE-INFORMATICA-EDUCATIVAhttp://www.universidadenova.ufba.br/twiki/pub/GEC/RepositorioProducoes/artigo_bonilla__mesa_inclusao_digital.pdfMORAES, Maria Candida. Subsídios para fundamentação do Programa Nacionalde Informática na Educação (Proinfo). Brasília, SEED/MEC, jan/1997.REVISTA NOVA ESCOLA. São Paulo: Ed. Abril, setembro de 2006. P.30.

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