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EDUCAÇÃO AMBIENTAL: INSTRUMENTO DE FORMAÇÃO DE CIDADÃO CONSCIENTE ÉTICO NAS RELAÇÕES SOCIAIS

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A visão de mundo utilitarista, inconsequente ameaça a extinção dos recursos naturais nas suas mais variadas formas de vida, aliada a constatação de diversos problemas relacionados à natureza e diante das transformações climáticas no cenário mundial cobra-se respostas e soluções para a reversão da problemática da degradação ambiental. O objetivo deste trabalho monográfico é demonstrar a importância de um trabalho pedagógico voltado para educação ambiental e formação de pessoas sendo implantada a nível elementar do ensino fundamental, visto que, crianças e jovens estão desenvolvendo a capacidade intelectual, cultural e senso crítico. Para tanto, um trabalho pedagógico relacionado a temas ambientais não só como assunto de disciplina específica e isolada, mas, por um conjunto de ações educativas da instituição de ensino que levem os alunos a vivenciar no dia a dia, relações sociais, tolerância, consciência e cultura ecológica de respeito à vida. A educação ambiental compreende processos, por meio dos quais os indivíduos e as coletividades constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências para a conservação do meio ambiente, tratando como bem de uso comum do povo, essencial para melhor qualidade de vida e sustentabilidade. Também deve ser entendida como educação política, no sentido de que ela reivindica e prepara os cidadãos pra exigir justiça social, cidadania nacional e planetária, autogestão e ética nas relações sociais e com a natureza. Por meio do processo educativo criam-se condições para que a população assuma maior autonomia sobre sua vida, ou seja, também envolve a organização da população para lutar em prol da participação e como cidadãos exigir seus direitos na construção de políticas públicas saudáveis e cumprir com os deveres independentes da classe social que estejam inseridos na sociedade desta forma poder sonhar com um futuro melhor para seus filhos e descendentes. A condução da disciplina de educação ambiental deve, portanto, contemplar e valorizar aspectos da comunidade local em relação ao meio ambiente, com produção de material didático apropriado, reciclagem de professores, estimulo infanto-juvenil no enfrentamento dos problemas existentes na comunidade local, para que estes se tornem adultos conscientes e expandam seu conhecimento além da comunidade em que vivem.

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EDUCAÇÃO AMBIENTAL: INSTRUMENTO DE FORMAÇÃO DE CIDADÃO CONSCIENTE ÉTICO NAS RELAÇÕES SOCIAIS

  1. 1. Revista Ciências da Educação 1 Maceió, ano I, vol. 02, n. 01, Abr./Jun. 2014 EDUCAÇÃO AMBIENTAL: INSTRUMENTO DE FORMAÇÃO DE CIDADÃO CONSCIENTE ÉTICO NAS RELAÇÕES SOCIAIS Everaldo Pedrosa da Costa Sobrinho* Everaldopedrosa@live.com RESUMO A visão de mundo utilitarista, inconsequente ameaça a extinção dos recursos naturais nas suas mais variadas formas de vida, aliada a constatação de diversos problemas relacionados à natureza e diante das transformações climáticas no cenário mundial cobra-se respostas e soluções para a reversão da problemática da degradação ambiental. O objetivo deste trabalho monográfico é demonstrar a importância de um trabalho pedagógico voltado para educação ambiental e formação de pessoas sendo implantada a nível elementar do ensino fundamental, visto que, crianças e jovens estão desenvolvendo a capacidade intelectual, cultural e senso crítico. Para tanto, um trabalho pedagógico relacionado a temas ambientais não só como assunto de disciplina específica e isolada, mas, por um conjunto de ações educativas da instituição de ensino que levem os alunos a vivenciar no dia a dia, relações sociais, tolerância, consciência e cultura ecológica de respeito à vida. A educação ambiental compreende processos, por meio dos quais os indivíduos e as coletividades constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências para a conservação do meio ambiente, tratando como bem de uso comum do povo, essencial para melhor qualidade de vida e sustentabilidade. Também deve ser entendida como educação política, no sentido de que ela reivindica e prepara os cidadãos pra exigir justiça social, cidadania nacional e planetária, autogestão e ética nas relações sociais e com a natureza. Por meio do processo educativo criam-se condições para que a população assuma maior autonomia sobre sua vida, ou seja, também envolve a organização da população para lutar em prol da participação e como cidadãos exigir seus direitos na construção de políticas públicas saudáveis e cumprir com os deveres independentes da classe social que estejam inseridos na sociedade desta forma poder sonhar com um futuro melhor para seus filhos e descendentes. A condução da disciplina de educação ambiental deve, portanto, contemplar e valorizar aspectos da comunidade local em relação ao meio ambiente, com produção de material didático apropriado, reciclagem de professores, estimulo infanto-juvenil no enfrentamento dos problemas existentes na comunidade local, para que estes se tornem adultos conscientes e expandam seu conhecimento além da comunidade em que vivem.
  2. 2. Revista Ciências da Educação 2 Maceió, ano I, vol. 02, n. 01, Abr./Jun. 2014 PALAVRAS-CHAVE: Meio Ambiente; Educação; Conscientização; Cidadania. *Mestrando em Ciências da Educação pela UNASUR, Graduado em Gestão Ambiental pela UNOPAR. RESUMEN La visión utilitaria del mundo, imprudente amenaza la extinción de los recursos naturales en sus más variadas formas de vida, juntada con el hallazgo de varios problemas relacionados con la naturaleza y la cara del cambio climático en los cargos de escenario mundial son respuestas y soluciones al problema de la degradación del medio ambiente de inversión. El objetivo de esta monografía es demostrar la importancia del trabajo hacia la educación ambiental de la enseñanza y la formación de personas siendo desplegadas en la escuela primaria, ya que los niños y los jóvenes está desarrollando la capacidad intelectual, pensamiento crítico y cultural. Con este fin, un trabajo de enseñanza relacionadas con cuestiones ambientales no sólo como una cuestión de disciplina específica y aislada, sino por un conjunto de actividades educativas de la institución educativa que conducen a los estudiantes a experimentar la vida cotidiana, las relaciones sociales, tolerancia, conciencia y cultura ecológica de respeto a la vida. Educación ambiental incluye los procesos por los cuales individuos y comunidades construyen los valores sociales, conocimiento, habilidades, actitudes y habilidades para la conservación del medio ambiente, así como tratar el uso común es esencial para mejorar la calidad de vida y sostenibilidad. También debe entenderse como educación política, en el sentido que se afirma y prepara a los ciudadanos para exigir justicia social, ciudadanía nacional y global, autogestión y ética en las relaciones sociales con la naturaleza. A través del proceso educativo, se crea las condiciones para la
  3. 3. Revista Ciências da Educação 3 Maceió, ano I, vol. 02, n. 01, Abr./Jun. 2014 población a asumir una mayor autonomía sobre su vida, es decir también implica la organización de la población a luchar en aras de la participación y exigir sus derechos como ciudadanos en la construcción de políticas públicas saludables y cumplir con las funciones independientes de clase social que se inserta en esta manera la sociedad puede soñar un futuro mejor para sus hijos y descendientes. La conducta de la disciplina de la educación ambiental, por tanto, debe contemplar y apreciar los aspectos de la comunidad local en relación con el medio ambiente, con la producción de materiales didácticos apropiados, profesor de readaptación, animar a los niños y jóvenes para abordar los problemas existentes en la comunidad local para que se conviertan en adultos conscientes y ampliar sus conocimientos más allá de la comunidad donde viven. PALABRAS CLAVE: Medio ambiente; Educación; Sensibilización; Ciudadanía.
  4. 4. Revista Ciências da Educação 4 Maceió, ano I, vol. 02, n. 01, Abr./Jun. 2014 1. INTRODUÇÃO Nas cidades e comunidades a escola é um dos meios de comunicação responsáveis pela educação do indivíduo e conseqüentemente da sociedade, uma vez que há o repasse de informações, isso gera um sistema dinâmico e abrangente a todos. A humanidade despertou para a necessidade de preservar o meio ambiente e impedir a destruição da própria espécie. O aquecimento global, o degelo das calotas polares, a necessidade de reciclagem, o calor e o frio em excesso, escassez de água. Os temas ambientais ocupam espaço na mídia e em debates nos vários seguimentos da sociedade. Sendo em ambientes educativo como as universidades e as escolas, são meios de estímulos as mudanças de comportamento e desenvolver consciência ecológica das futuras gerações. É preciso diminuir os impactos negativos do ser humano sobre o mundo através de atitudes pessoais e coletivas para salvar o mundo da ameaça cada vez mais real de um colapso. A visão de mundo utilitarista e inconseqüente ameaça a extinção dos recursos da natureza nas suas mais variadas formas de vida, assim como o fim de várias espécies, diante da crescente extração de material do meio ambiente necessária ao
  5. 5. Revista Ciências da Educação 5 Maceió, ano I, vol. 02, n. 01, Abr./Jun. 2014 desenvolvimento da sociedade. É dessas ameaças e das constatações dos diversos problemas ambientais que advém a atenção dada hoje à questão ambiental. Sob esta perspectiva, a crise ambiental pode ser entendida como uma crise civilizatória (VELLOSO, 2006). A ciência e a tecnologia facilitaram a vida do homem em relação ao trabalho, elevando padrões sociais aumentando assim o poder econômico das classes dominantes favorecendo uma minoria das populações mundiais enquanto a grande maioria permanece na extrema pobreza e miséria, sofrendo as conseqüências das variantes dos desastres ambientais. Isso se deve ao atual modelo de desenvolvimento, o qual se baseia na desigualdade e não beneficia igualmente a todos desse progresso. Segundo Guimarães (2004) a crescente população pobre dos países em desenvolvimento, que trava luta diária para a satisfação das necessidades básicas da vida, aumenta as pressões sobre o meio ambiente. Excluídas do processo de crescimento econômico, não tem sua pobreza aliviada e como conseqüência sofrem com o agravamento das condições de saúde e saneamento. Além do impressionante crescimento demográfico, pela urbanização sem planejamento e pelo processo de industrialização que teve o começo com o extrativismo mineral e vegetal, onde os índices de violência, marginalização social e desemprego historicamente só aumentam com o passar do tempo chegando a níveis alarmantes, principalmente nos países chamados subdesenvolvidos. Segundo Layrargues (2002) a crise ambiental tem origem no sistema cultural da indústria, cujo paradigma norteador da estratégia desenvolvimentista, pauta-se pelo mercado competitivo como instância reguladora da sociedade fornece visão de
  6. 6. Revista Ciências da Educação 6 Maceió, ano I, vol. 02, n. 01, Abr./Jun. 2014 mundo unidimensional, utilitarista e economista, onde, o ser humano ocidental percebe-se numa relação de superioridade e domínio da natureza. Diante das transformações climáticas ambientais cobra-se uma resposta e soluções para a reversão do atual cenário de degradação ambiental em que os indivíduos que formam as sociedades atuais percebam-se como sujeitos coletivos que podem intervir na realidade, constituindo novas relações com a natureza. É neste movimento histórico que a Educação Ambiental pode se tornar uma estratégia fundamental para que essa nova percepção seja alcançada. O artigo 225 da Constituição Federal, ao estabelecer o "meio ambiente ecologicamente equilibrado" como direito dos brasileiros, "bem de uso comum e essencial à sadia qualidade de vida", também, atribui ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para os presentes e futuras gerações (BRASIL, 1988). No centro das discussões o resgate pelo respeito à vida com justiça ambiental, sustentabilidade, diversidade, eqüidade no convívio dos seres e o ambiente. E que o Estado e a sociedade organizada façam-se presentes quanto à qualidade da educação oferecidos a população, suas necessidades e aflições atuais. Para tanto um trabalho pedagógico voltado para as crianças e adulto que abrange temas ambientais não só como assunto de matéria especifica e isolada, mas, por um conjunto de ações educativas da instituição de ensino. Que levem os alunos a vivencia no dia a dia das relações sociais, em boas praticas de convivo, tolerância, desenvolvendo consciência e a cultura ecológica de respeito á vida.
  7. 7. Revista Ciências da Educação 7 Maceió, ano I, vol. 02, n. 01, Abr./Jun. 2014 E como a proposta dessa monografia é demonstrar a importância de um trabalho pedagógico voltado para educação ambiental e formação de pessoas sendo implantada a nível elementar do ensino fundamental. Visto que crianças e jovens estão desenvolvendo capacidade intelectual, cultural e senso crítico nas formas de comunicação da relação entre escola e a comunidade voltada ao meio ambiente e suas relações. Utilizando método formal e não formal de ensino que vai dos livros didáticos as excursões ou passeios educativos aos parques e as áreas de preservação e conservação ambiental interando os alunos das teorias e das praticas. Oferecendo uma visão ampla dos assuntos abordados em torno de pontos de vistas diferentes com a proposta de haver questionamentos do que hoje existe, se é bom ou ruim e o que pode ser mudado como também ser modificado dessa realidade para um futuro melhor das próximas gerações. Com o crescimento da população intensificou-se as questões do meio ambiente como uma problemática na atualidade. Meio ambiente, saúde, cidadania e qualidade de vida são temas que vem sendo discutido na sociedade, porém há uma grande distancia entre o discurso e a pratica. É necessário refletir sobre a transformação que se almeja, pois se referindo à questão ambiental suas causas estão relacionadas às mudanças que o homem seguindo a lógica capitalista provocou no meio em que vive. A educação ambiental compreende processos por meio dos quais o individuo e as coletividades constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências para a conservação do meio ambiente, tratando como bem do uso comum do povo e essencial para melhor qualidade de vida e sustentabilidade.
  8. 8. Revista Ciências da Educação 8 Maceió, ano I, vol. 02, n. 01, Abr./Jun. 2014 Diante do exposto conclui-se que, a educação ambiental inserida nas escolas é importante para conscientizar os alunos e as comunidades no desenvolvimento de hábitos saudáveis e o consumo consciente. E que deva ser ensinado pelos pais ás crianças no convívio familiar e em seu desenvolvimento como seres humanos que aprendam desde cedo a respeitar, entender e atuar como agentes de preservação e conservação do ambiente, formando assim cidadãos capazes de modificar o meio em que vivem. Atividades desenvolvidas nas escolas com crianças e jovens em defesa do meio ambiente, fazem com que estas assimilem de forma mais concisa a compreensão do tema meio ambiente e principalmente da responsabilidade de cada individuo pelo local em que vive. Entretanto, a comunidade também deve ser envolvida nas atividades realizadas pelas escolas, quando relacionadas á geração de renda por meio do reaproveitamento de matérias recicláveis, e economia de recursos naturais. REFERÊNCIAS BRASIL. Constituição da Republica Federativa do Brasil 1988. Brasília, DF; Senado Federal; 1988. GUIMARÃES, M. Educação Ambiental Crítica. In: Identidades da educação ambiental brasileira / Ministério de Meio Ambiente. Diretoria de Educação Ambiental; Philippe Pomier Layrargues (coord.). Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 2004.
  9. 9. Revista Ciências da Educação 9 Maceió, ano I, vol. 02, n. 01, Abr./Jun. 2014 LAYRARGUES, P. P. A crise ambiental e suas implicações na educação; In: Quintas J. S. (Org.) Pensando e praticando educação ambiental na gestão do meio ambiente. 2ª ed. Brasília: Edições IBAMA, 2002. VELLOSO, C. S. Educação Ambiental na rede pública do município do Rio de Janeiro: Concepções, problemas e desafios. 2006. 191f. Dissertação (Mestrado em Educação)- Universidade Federal do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 2006.

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