Escolas sustentáveis construindo o futuro da educação

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Proposta de busca da Escola Sustentável e da Educação para a Sustentabilidade com a construção de um "Sistema Escolar de Sustentabilidade", utilizando-se como ferramentas a Agenda 21 Escolar e o Plano de Sustentabilidade.

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Escolas sustentáveis construindo o futuro da educação

  1. 1. Seminário de Educação Inclusiva – Três Corações 20 de novembro de 2014 ESCOLAS SUSTENTÁVEIS Construindo o futuro da Educação Francisco Antonio Romanelli
  2. 2. Desenvolvimento sustentável & Agenda 21 Antes, algumas considerações sobre
  3. 3. DESENVOLVIMENTO é um mecanismo econômico que expressa o crescimento de uma região
  4. 4. O DESENVOLVIMENTO depende da extração de riquezas junto à natureza para satisfazer o conforto do ser humano e as suas necessidades
  5. 5. A NATUREZA, no entanto, tem um limite de riquezas a oferecer, sem que se prejudique em seu equilíbrio natural de sustentação de todas as formas viventes do planeta
  6. 6. Quando a exploração ultrapassa as possibilidades de recuperação da NATUREZA, o DESENVOLVIMENTO é não sustentado
  7. 7. O DESENVOLVIMENTO não sustentado desequilibra o sistema natural e o mecanismo de distribuição de rendas: o resultado é a devastação do ambiente e aumento da pobreza e da miséria
  8. 8. DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL é aquele que propicia o crescimento enquanto preserva a NATUREZA e melhora as condições sociais da população, garantindo ambiente saudável e adequado para as PRESENTES E FUTURAS GERAÇÕES
  9. 9. AGENDA 21 é o instrumento internacionalmente adotado que tem como objetivo elaborar e implementar um plano de desenvolvimento sustentável
  10. 10. AGENDA 21 LOCAL é um processo de Agenda 21 que atua em uma área previamente limitada em seus contornos geográficos
  11. 11. AGENDA 21 LOCAL DO MUNICÍPIO tem como área de atuação as divisas do Município
  12. 12. AGENDA 21 é administrada por um FÓRUM PERMANENTE: um grupo de pessoas representando diversos segmentos do poder PÚBLICO e da SOCIEDADE CIVIL
  13. 13. O FÓRUM PERMANENTE é um COLEGIADO instituído dentro de critérios de GESTÃO DEMOCRÁTICA PARTICIPATIVA e a ele compete fazer o diagnóstico da situação socioambiental do Município e elaborar o PLANO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
  14. 14. O PLANO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, baseado em diagnóstico participativo, aponta as vulnerabilidades ambientais e sociais do Município e o caminho a se percorrer para conseguir condições ideais à existência humana
  15. 15. A responsabilidade de implantar o PLANO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL é de toda a comunidade envolvida: PODER PÚBLICO, SETOR ECONÔMICO e SOCIEDADE CIVIL
  16. 16. “O homem tem o direito fundamental à liberdade, igualdade e adequadas condições de vida, num meio ambiente cuja qualidade permita uma vida de dignidade e bem estar, e tem a solene responsabilidade de proteger e melhorar o meio ambiente, para a presente e as futuras gerações” Declaração de Estocolmo sobre o Meio Ambiente Humano 1972. Princípio 1
  17. 17. “Os seres humanos estão no centro das preocupações com o desenvolvimento sustentável. Têm direito a uma vida saudável e produtiva, em harmonia com a natureza” Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento 1992. Princípio 1
  18. 18. “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações” Constituição da República Federativa do Brasil. Art. 225
  19. 19. as considerações sobre Educação ambiental & sustentabilidade Agora, Quais são as diferenças ?
  20. 20. A dimensão ambiental é um dos suportes da sustentabilidade. Quando educamos ambientalmente para um mundo “ecologicamente equilibrado”, estamos em busca de um sistema escolar sustentável.
  21. 21. O QUE É Educação ambiental? SÃO OS processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem, através de processos educativos formais e não formais: •valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente que é “bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade”.
  22. 22. O QUE É Educação ambiental? Educação ambiental: componente e s s e n c i a l e p e rma n e n t e da educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, “em TODOSos níveis e modalidades do processo educativo, em caráter FORMA L e NÃO-FORMAL”.
  23. 23. QUANDO SE FALA em meio ambiente ecologicamente equilibrado é de se ter em mente que esse equilíbrio só surgirá da firme sustentação no tripé da sustentabilidade: 1) Natureza preservada 2) Desenvolvimento econômico e 3) Justiça social Respeitando-se a diversidade e a cultura
  24. 24. É impossível um modelo sustentável que não respeite a diversidade
  25. 25. ... ou a Cultura
  26. 26. PORTANTO, fazer educação ambiental é fazer educação para a sustentabilidade. Em um sistema insustentável não há povo ambientalmente educado nem preservação do patrimônio ambiental, seja natural, artificial, cultural, do trabalho, das relações sociais ou individual
  27. 27. Dificilmente, um aluno ou professor desconhece os princípios básicos da conservação ambiental: não destruir nem agredir seres naturais e natureza, cuidar do meio ambiente e preservar as riquezas naturais, economizar água e energia; utilizá-los moderadamente, poupar a vida, plantar árvores e proteger o ambiente vivo, não gerar resíduos em excesso e destiná-los, não poluir, não sujar, não queimar, não grafitar, não estragar, Etc. etc. etc...
  28. 28. Os cidadãos em geral, por causa dos meios de comunicação de massa ou por causa do que os filhos lhes ensinam, estão cientes da importância de preservar o ambiente. Qualquer cidadão abordado em vias públicas é capaz de pontuar com precisão onde se encontram os problemasque assolam o meio ambiente.
  29. 29. Não há mais como se falar em destruição ambiental ingênua
  30. 30. NO ENTANTO, a situação não melhorou e aparentemente não mudará em prazo curto de tempo. Está passando da Hora de R e f l e t i r : Se todos estão cientes da gama e da gravidade dos problemas ambientais, por que a situação continua piorando? Se todos querem paz, por que tanta violência ? A resposta é óbvia mas não tem solução fácil: a sociedade se escora em paradigmas equivocados. Mudar a realidade, ou transformá-la em uma realidade mais adequada, passa pelo imperativo de refazer os paradigmas .
  31. 31. É necessário que se construa um processo eficiente de Sustentabilidade É um dos princípios básicos da Educação Ambiental (Lei 9795/99, Art. 4.º): “São princípios básicos da educação ambiental: [...] II - a concepção do meio ambiente em sua totalidade, considerando a interdependência entre o meio natural, o sócio-econômico e o cultural, sob o enfoque da sustentabilidade”) A sustentabilidade idealizada só será realizadaquando, desconstruindo os paradigmas imperantes no agora, construirmos novos e mais adequados paradigmas para o daqui a pouco.
  32. 32. A educação ambiental não é novidade nos currículos e grades escolares. É disciplina inter, multi e transdisciplinar, transversal e obrigatória em todos os níveis de ensino no Brasil. É responsabilidade de todos, inclusive da coletividade. A expressão EA surgiu pela primeira vez em 1965, em uma Conferência de Educação na Grã-Bretanha e, depois disso, sempre esteve presente nas discussões sobre meio ambiente e sustentabilidade.
  33. 33. Chegou ao sistema jurídico brasileiro em 1981, de maneira definitiva, pela Lei 6938/81 que institui a Política Nacional de Meio Ambiente prevendo Educação Ambiental em todos os níveis de ensino . A Constituição da República de 1988 consagrou a educação ambiental como obrigação do poder público, dever da coletividade e direito de todos. A Educação Ambiental obrigatória está na Lei de Diretrizes e Base da Educação desde 1996 e incorporou os Parâmetros Curriculares Nacionais em 1997. Consta do Plano Nacional de Educação. A Lei 9795/99 instituiu a política nacional de educação ambiental.
  34. 34. E a Escola Sustentável: É POSSÍVEL? A Educação Ambiental pretende despertar a consciência socioambiental do educando e com isso contribuir para: frear a destruição em curso, recuperar o ambiente, enfrentar as crises iminentes através de uma nova postura de relacionamento ambiental . Essa nova postura é a que se espera vir de mecanismos de desenvolvimento de sustentabilidade.
  35. 35. Cabe à escola desenvolver UM NOVO MODELO DE ENSINO como resposta às transformações necessárias do agora; adequado às necessidades intelectuais do presente e adequado à gestão da política econômica, ambiental e social do futuro imediato tendo por missão evitar os graves e perversos resultados das crises socioambientais próximas.
  36. 36. Persistindo o modelo atual, equivocado, não há perspectiva de se ter Ambiente equilibrado necessário à sadia qualidade de vida
  37. 37. Vamos refletir : Alguns paradigmas modernos: Educação Ambiental é um “tema atual”. À escola cabe promovê-la. O Estado tem que elaborar o currículo escolar adequado. O professor de geografia, biologia ou ciências é que deve passar os conteúdos. Os adultos não conseguem aprender, por isso, o importante é educar as crianças. Alguém tem que conscientizar (ou sensibilizar) as pessoas. O que falta ao mundo é paz.
  38. 38. É preciso um novo olhar sobre os atuais paradigmas
  39. 39. Esses são entendimentos sedimentados pelo pensamento que, ainda hoje, tem forte influência na área de Educação Ambiental, no âmbito escolar, governamental ou na sociedade.
  40. 40. É preciso consciência plena da necessidade de se tomar novos rumos
  41. 41. O pensamento coletivo se constrói em estratos de conclusões que vão se firmando como verdades perceptíveis, dada sua repetição e confirmação permanentes e consistentes, e que são os enunciados de nossos paradigmas. Isso nos leva ao aumento da resiliência psicológica e, consequentemente, à psicoadaptação a situações constituídas, ainda que indesejadas ou pouco cômodas.
  42. 42. 42 O pensamento “petrificado” propicia percepção equivocada da realidade
  43. 43. CONTINUANDO A REFLETIR... Na área de educação, em geral, e na da educação ambiental, em particular, não poderia ser diferente. A partir do instante em que se falou da necessidade de se promover educação ambiental de forma abrangente, as construções paradigmáticas peculiares não cessaram de ter lugar. Toda escola hoje promove, dentro de seus mecanismos de ensino-aprendizagem e segundo os ditames legais, educação ambiental consistente.
  44. 44. Paradigmas estabelecidos tendem a fazer o ser humano agir como os macacos da experiência
  45. 45. 45 ... e a se tornar insensível aos problemas sociais e ambientais que o afligem
  46. 46. Dificilmente, um aluno desconhece os princípios mais importantes da conservação ambiental: - preservar, recuperar; - economizar (principalmente água e energia); - poupar e proteger a vida; - reduzir, reaproveitar e reciclar os resíduos; - descartar corretamente os demais; - consumir conscientemente; - não poluir; - não queimar e por aí a fora...
  47. 47. 47 A percepção meramente intelectual dos problemas ambientais pode inspirar atitudes equivocadas
  48. 48. Os cidadãos em geral, instruídos pelos meios de comunicação de massa estão cientes da importância de preservar o ambiente: qualquer cidadão abordado em vias públicas é capaz de pontuar onde se encontram os maiores problemas que prejudicam o meio natural.
  49. 49. 49 O cidadão está ciente da quantidade e da qualidade dos problemas ambientais e sociais
  50. 50. NO ENTANTO, a situação básica não mudou e aparentemente não mudará em prazo de tempo curto. Voltemos a REFLETIR: se todos estão cientes da gravidade dos problemas ambientais, por que a situação continua piorando? Se todos querem paz, por que tanta violência? A resposta é óbvia mas não tem solução fácil: a sociedade se escora em paradigmas equivocados. Mudar a realidade, ou transformá-la em uma realidade melhor, passa por: os paradigmas tem que ser revistos e refeitos.
  51. 51. 51 O conhecimento, por si só, não constrói a solução quando não se muda o paradigma
  52. 52. Há urgência em se construir um processo amplo e global de sustentabilidade, princípio basilar da educação ambiental: Lei 9795/99, Art. 4o “São princípios básicos da educação ambiental: [...] II - a concepção do meio ambiente em sua totalidade, considerando a interdependência entre o meio natural, o sócio-econômico e o cultural, sob o enfoque da sustentabilidade” (destacou-se). A sustentabilidade só será viável quando, desconstruindo os paradigmas imperantes no agora, construirmos novos e mais adequados paradigmas para o daqui a pouco.
  53. 53. Atitudes emergentes e incisivas devem ser tomadas na busca da sustentabilidade
  54. 54. A educação ambiental deve compor os currículos educacionais de maneira inter, multi e transdisciplinar, de forma transversal, e é obrigatória a todos os níveis de ensino no Brasil, além de ser responsabilidade de todos, inclusive da coletividade. O conceito começou a tomar forma a partir de 1965, quando a expressão surgiu pela primeira vez em uma Conferência de Educação na Grã-Bretanha e sempre esteve presente nas discussões sobre meio ambiente e sustentabilidade em todo o planeta.
  55. 55. Em busca da Escola Sustentável: Construindo um sistema de educação para a sustentabilidade
  56. 56. A sustentabilidade exige a reestruturação do sistema humano em nova maneira de pensar e agir
  57. 57. ESCOLA SUSTENTÁVEL: É POSSÍVEL? A Educação Ambiental visa a maturidade da consciência socioambiental do educando para reduzir a destruição em curso, recuperar o ambiente degradado e enfrentar as crises iminentes resultantes da excessiva exploração do ambiente natural e do esgarçamento do tecido social. Essa é a postura que se espera dos mecanismos de construção da sustentabilidade na escola.
  58. 58. O novo modelo de pensamento e ação somente poderá vir da escola sustentável
  59. 59. PORTANTO, PODE-SE CONCLUIR QUE: cabe à escola preparar mentes adequadas a desenvolver e suportar um novo sistema global de governo, desenvolvimento, preservação ambiental e melhoria social. Assim, nada mais apropriado do que se falar em sustentabilidade da escola e em educação para a sustentabilidade.
  60. 60. A adoção de medidas de recuperação ambiental e social é urgente
  61. 61. Isso implica em UM NOVO MODELO DE ENSINO que seja (i) resposta às transformações necessárias às necessidades intelectuais do presente, (ii) adequado à gestão da política econômica, ambiental e social do futuro imediato que tem por missão evitar os graves e perversos resultados das crises de (e que se agravarão cada vez mais na persistência do atual modelo equivocado).
  62. 62. Somente a harmonia entre as partes é que pode recuperar o todo
  63. 63. PARA ISSO, a escola deverá criar um conjunto de mecanismos internos adequados, aqui denominado Sistema Escolar de Sustentabilidade (mas que a escola poderá nomear como melhor lhe aprouver), que, embasado em novos e adequados paradigmas, possa propiciar a construção de um programa amplo estratégico de planejamento e práxis, escorados em dois instrumentos: na Agenda 21 Escolar e no Plano Escolar de Desenvolvimento Sustentável.
  64. 64. O “SISTEMA” deverá estabelecer: 1 - metodologia que respeite conteúdos multi, inter e transdisciplinares (recomenda-se a inclusão de educação filosófica, cívica, social, ambiental e econômica); 2 - práxis holística integrada adequada às suas propostas e aos seus objetivos; 3 - mapeamento e demarcação clara de área de influência e atuação; 4 - sensibilização ampla dentro da área de influência e atuação; 5 - métodos e atividades permanentes de avaliação, reflexão, revisão dos conteúdos e correção de rumos.
  65. 65. O equilíbrio adequado entre os componentes ambiental, social e econômico é que trará a sustentabilidade
  66. 66. PRIMEIRO PASSO: DESVELAR E REVER OS PARADIGMAS ATUANTES Revelar, rever, desmontar, remontar paradigmas vigentes e criar novos paradigmas é essencial. A adoção de nomenclatura específica é desimportante. Conceitos inéditos surgirão e, com eles, nova metodologia, novos instrumentos e nova nomenclatura. Cabe a cada conjunto escolar, com a sabedoria que lhe é peculiar, rearranjar a nomenclatura que lhe pareça apropriada e que dê maior valia e viço a sua empreitada.
  67. 67. Modelos formais novos acabam sendo enquadrados na ótica dos paradigmas antigos
  68. 68. Lembrando-se que Adotar nomes adequados à sustentabilidade é um processo coletivo de introspecção, de renascimento verbal da escola, de automatização de um novo pensar filosófico, amparo da práxis pertinente ao processo; o caminho que se vai fazendo e construindo no curso da caminhada em busca do mundo sustentável.
  69. 69. [...] Caminhante, são tuas pegadas o caminho e nada mais; caminhante, não há caminho, se faz caminho ao andar Ao andar se faz caminho e ao voltar a vista atrás se vê a senda que nunca se há de voltar a pisar Caminhante não há caminho senão marcas no mar... [...] Antônio Machado (1875 – 1939). “Cantares”
  70. 70. Caminhos novos, aparentemente inviáveis, muitas vezes são os que levam ao destino necessário
  71. 71. Para facilitar, Adota-se alguns nomes adaptados, como “família escolar”, identificando o modelo da escola holística, esférica, global, com trânsito de conhecimentos-saberes-aprendizagens veiculados em todos os sentidos e composto tanto por seus corpos administrativo, docente, discente, como pela família do educando, pela comunidade de entorno e pelos laços espirituais e culturais que a todos liga, diferentemente da escola tradicional (estratificada, de forma piramidal, com a administração no topo e o corpo discente na base).
  72. 72. A família escolar deve se afastar do paradigma piramidal e buscar um paradigma holístico, circular e esférico
  73. 73. Também, “parceiro interativo” para designar o aluno, educando, já que a ele, como repertório de saberes particulares e construtor autônomo de conhecimentos, se atribui a interação com toda a comunidade da família escolar, de forma cooperativa capaz de partilhar saberes em benefício do conjunto.
  74. 74. Na construção do processo de educação sustentável é importante existir a interação e a permuta de saberes
  75. 75. O caminho a ser trilhado é novo, mas deve ser definitivo. O trabalho é permanente e constante. Retornos ao ponto de partida são possíveis e, em algum momento, importantes, às vezes inevitáveis e até desejáveis, mas a busca da sustentabilidade é perene. Os instrumentos adotados para a viagem, em forma de Agenda 21 Escolar somada ao Plano Escolar de Desenvolvimento Sustentável, ou outros elaborados pela família escolar ou por ela renomeados, são ferramentais apropriados para dar segurança à viagem que a escola empreende.
  76. 76. Os rumos antigos são inequivocamente inadequados. Há necessidade de adotar novos caminhos
  77. 77. Ainda que a busca por um novo destino seja cheia de surpresas e empecilhos, a escola viajará segura através desses instrumentos. Antes de se buscar a sustentabilidade, há que se reconstruir o veículo adequado para a viagem. O veículo hoje utilizado é construído de materiais já ultrapassados – pensamentos e paradigmas – que, certamente, não resistirão às intempéries da viagem, nem atravessarão oceanos e desertos das inúmeras tribulações e problemas escolares. Isso porque seus mecanismos de viagem sempre o conduzem a um mesmo lugar, apenas viajando em círculos e, por mais que caminhem, sempre retornarão ao ponto de partida.
  78. 78. É imprescindível fugir da “ditadura” dos paradigmas impostos por interesses particulares
  79. 79. Uma maneira razoável De construir um novo veículo, com materiais atuais e adequados, é buscar os paradigmas em que hoje estamos assentados, revê-los, desmontá-los, retificá-los e edificar novos paradigmas, com maior potencial de trabalho: paradigmas dos novos horizontes de uma escola transformadora e criadora.
  80. 80. Grupos de interesses particulares, sem compromisso com a sustentabilidade, tendem a desvirtuar o sentido de paradigmas adequados
  81. 81. SEGUNDO PASSO - REENGENHARIA PARADIGMÁTICA: REMONTANDO PARADIGMAS PARA A SUSTENTABILIDADE A escola deverá fazer uma autoanálise, um exame de consciência, para denunciar a si mesma seus paradigmas ultrapassados e indesejáveis. Colocar-se sob análise crítica de seus integrantes: diretoria, administração, apoio, educandos (parceiros interativos), familiares, sociedade em que se insere, enfim de todos os membros da família escolar. Isso não é fácil; somos nós mesmos os criadores e fomentadores do modelo antigo, dos paradigmas ultrapassados que se antepõem como obstáculos à nova jornada.
  82. 82. Paradigmas equivocados não dão suporte adequado aos processos de sustentabilidade
  83. 83. A família escolar, tem critérios de reflexão e autocrítica bastante sensíveis e, a cada momento, mais aprimorados. Há um evidente processo de transformação em curso e tal transformação busca encontrar espaço adequado na criação de novos modelos aos paradigmas do futuro. A cada passo caminhado, horizontes, fronteiras e paisagens novas vão se descortinando e compondo o novo mundo ideal.
  84. 84. Novas condições, adequadas à vida saudável, advirão de novos hábitos
  85. 85. Começando o desmonte... Primeiro: educar para a sustentabilidade não é simplesmente “fazer “ educação ambiental. O conceito de sustentabilidade é mais amplo que isso. A gestão adequada do ambiente natural é imprescindível, mas é apenas uma parte do todo. Assim, a educação ambiental já presente nas grades curriculares deverá empoderar-se do pensamento sustentável e transformar a educação ambiental já praticada em educação para a sustentabilidade.
  86. 86. As transformações podem começar pela reengenharia de paradigmas atuais
  87. 87. Segundo: para se objetivar no ensino, a Educação para a Sustentabilidade não precisa ser imposta e orientada via normatização legal. A mente dos educandos do hoje e suas inúmeras necessidades vitais do agora, a transformação científica e filosófica, a severa destruição dos sistemas naturais e sociais, a degradação do pensamento econômico têm mais agilidade que os mecanismos políticos. As normas dificilmente antecipam os rumos de solução das necessidades, mas, habitualmente, correm na retaguarda dos problemas que advém do desenrolar delas. Muitas das vezes, com muito atraso. Assim, a escola não pode ficar à espera, aguardando movimentação oficial.
  88. 88. As leis e a atuação política sempre são anacrônicas. A necessidade de transformação é imediata
  89. 89. Terceiro: a escola tem que reconhecer sua força política. Sustentabilidade passa pela consciência do papel de construtora, criadora, modificadora, transformadora de normas e regras legais, de filosofias basilares e de movimentações sociais positivas. Há que se ver como o organismo vivo e poderoso que é, composto não apenas por ordens e emanações superiores, mas pela soma de todas as suas partes físicas, psíquicas e de interação com o meio social, econômico, natural, cultural em que se situa. A família escolar há de se constituir forte o bastante para colaborar com a transformação dos rumos da política e da economia para destinos sustentáveis.
  90. 90. A sociedade escolar tem força política suficiente para constranger os poderes dominantes e fazê-los direcionar seu potencial para a solução de problemas socioambientais
  91. 91. A família escolar é viva É um organismo pluricelular capacitado a metabolizar conhecimento e práticas positivas consequentes, multiplicá-los e evoluir-se continuamente. Os educadores, oxigenados pela vida da escola, perceberão que, na interação com os educandos, também se educam; os educandos, da mesma forma, perceberão que o ensino é vivo e lhes transfere vida interior, capacitando-os a usufruir de melhor qualidade de vida e de vida mais saudável, a engajarem-se com embasamento teórico e técnico em movimentos sociais e políticos e a transformar eficientemente o velho e construir sabiamente o novo mundo.
  92. 92. Os velhos paradigmas têm que ser substituídos por novas atitudes
  93. 93. Quarto: atribuir às crianças de hoje a responsabilidade de consertar o mundo de amanhã é falácia cruel. É obrigação dos adultos entregar um mundo recuperado e saudável para toda forma de vida. Ensinar as crianças para que criem o futuro sustentável porque os adultos já não têm chances de se educar é um dos paradigmas mais perigosos que impedem o acesso ao mundo sustentável. O ensino do agora compõe a mente do daqui a pouco e daqui a pouco a criança será outra: as crianças de hoje crescerão e se transformarão em adultos. Não existe “criancêz” eterna. O adulto de amanhã, formado com a mente de hoje, será mera cópia do adulto de hoje e repetirá os mesmos equívocos.
  94. 94. É obrigação da atual geração entregar um mundo adequado à vida das novas gerações
  95. 95. Quinto: o sistema ensino-aprendizagem é cooperativo. É uma situação interativa entre educadores e parceiros interativos ou “educandos”; é uma troca de saberes e experiências entre eles, em diálogo amplo e honesto do qual também participam, como atores essenciais, as pessoas e os fatores econômicos, sociais e ambientais formadores da relação dialógica. Há de se ter consciência de que o ato de ensinar também o é de aprendizagem, cabendo ao educador a humildade da sabedoria de encontrar conhecimentos que o enriqueçam cada vez mais até mesmo na inércia, na estultícia, no descaso ou no desacato do educando. Afinal, o chamado “mau aluno” é o mesmo que constrói o “bom professor”.
  96. 96. Os paradigmas mudam, mas as dificuldades educacionais permanecem. As novas soluções constroem o educador
  97. 97. Sexto: todo aluno quer aprender e aprende. É um ser aberto ao conhecimento e dele tem sede. Os problemas de deficiência de aprendizagem são patologias do sistema educativo e do sistema social; não são falhas individualizadas. Na família escolar tem-se consciência que o indivíduo em formação tem linguagem peculiar. Ele dialoga de alguma forma e essa forma nem sempre é uma daquelas padronizadas pelo conjunto. Aos demais componentes dessa família cabe, pela experiência acumulada e pelos saberes dos quais empoderaram-se, encontrar a linguagem universal do diálogo.
  98. 98. O necessário diálogo entre educador e educando exige sempre novas linguagens
  99. 99. Sétimo: a parca situação financeira da escola não justifica a escusa em buscar sustentabilidade. A sustentabilidade não é privilégio único de quem tem condições financeiras de bancar os custos com as diversas etapas do processo. Em primeiro lugar temos que perceber que o paradigma do só se faz com dinheiro é um desses que estamos tentando ultrapassar. Alterar o modo de pensar e agir, apropriar-se de conhecimentos e de experiências, edificar práxis valorosas, não custa dinheiro. Custa energia mental, boa vontade, autocrítica, empenho, valores não mensuráveis por mecanismo monetário e, como diz a máxima popular, não há dinheiro que pague .
  100. 100. A falta de recursos econômicos não pode impedir a escola de construir a educação sustentável
  101. 101. Neste mundo, onde riqueza contrasta com escombros, o desafio da escola é formar as mentes do futuro imediato para que, ao tomarem a posse do governo mundial, possam afastar o risco do naufrágio iminente dos sistemas econômico, social e ambiental globais, à custa de reengenharia intelectual e criação de novos modelos de vida e paradigmas filosóficos. As transformações do presente pedem a transformação paradigmática dos educandos. À escola incumbe a excelsa missão de ser a plataforma de transformação de tal amplitude.
  102. 102. Modelos antigos podem ser rearranjados para permitir a nova educação
  103. 103. TERCEIRO PASSO – ENCONTRANDO A SUSTENTABILIDADE: É ESSA A FERRAMENTA DA TRANSFORMAÇÃO? O conceito de sustentabilidade é singelo e elementar: um modelo de sistema de ocupação do planeta que possa satisfazer as necessidades das gerações presentes sem comprometer a sobrevivência das futuras, com compromissos de preservação ambiental, justiça social, economicamente viável, e que respeite a diversidade particular e cultural dos muitos povos que entrelaçam interesses no mundo globalizado.
  104. 104. Modelos sustentáveis são imprescindíveis à sobrevivência da espécie humana
  105. 105. A Agenda 21 É a principal ferramenta na construção da sustentabilidade. É um conjunto de medidas com prazo de execução “agendado” (por isso o nome Agenda) durante o século XXI (por isso, 21) para se chegar ao desenvolvimento sustentado. Foi edificada com base em inúmeras pesquisas e estudos que vieram à luz antes e durante a Conferência Rio Eco 92 e consubstanciada em um documento volumoso. Nesse documento, previu-se a construção de Agendas diversas: a global, que submeteria os países signatários e as locais – que seriam as agendas internas das nações: municipais, corporativas, de regiões específicas, de bairros etc.
  106. 106. Não há tempo a perder. Todos devem construir imediatamente sua agenda socioambiental
  107. 107. Previu-se, também, a construção de Agenda voltada à educação socioambiental, necessária ao novo modelo de sustentabilidade e à aplicação prática e eficiente desse modelo. As metas, metodologia, mecanismos de reflexão e revisão, cronograma, programas de financiamento etc. que sustentam qualquer processo de agenda 21 devem constar de um plano estratégico, denominado Plano de Desenvolvimento Sustentável.
  108. 108. A educação para a sustentabilidade é a mais importante estratégia de sobrevivência da espécie
  109. 109. O plano de desenvolvimento está para a agenda assim como o projeto arquitetônico está para o edifício em construção, com a diferença que, enquanto a agenda é um edifício cuja construção se aprimora, mas nunca termina, o plano é projeto de uma arquitetura sempre em transformação e, por isso, sempre estará se atualizando.
  110. 110. Atualizações periódicas das estratégias de sustentabilidade são imprescindíveis
  111. 111. Comecemos ... pela preparação do terreno. Esse corpo prático de obras faz parte dos movimentos de início da Agenda. Primeiramente, busquemos nosso alvará de construção, nossa formalização legal. Se a iniciativa for da própria escola, o ato, quase que seguramente, será também a portaria, baixada pela reitoria, pelo diretor ou, quando for o caso, por conselho – ou órgão similar – autorizado a tanto. Esse “alvará” de início de obras é o marco inicial, ou pedra fundamental de todo o processo. Nada impede que um único educador isolado resolva construir um processo de sustentabilidade em sua sala, mas os efeitos de um trabalho singular, a despeito de relevantes, serão acanhados em relação ao todo do ambiente escolar.
  112. 112. As aparências muitas vezes confundem o entendimento do conceito
  113. 113. A próxima ação será a constituição de um comitê provisório (multidisciplinar), com a função de mediar etapas preliminares dos trabalhos até que se possa estabelecer um fórum permanente de discussões ou debates. Esse comitê poderá ser nomeado pelo órgão responsável, que celebrou o marco inicial formal do processo, ou construído através de reuniões de onde se extraiam voluntários ou membros eleitos, após debates de esclarecimento e apoio. Não há número adequado de membros para a composição do comitê, cabendo a cada estabelecimento verificar sua utilidade. Apenas, para maior eficácia, deverá ser composto por membros dos diversos segmentos da família escolar.
  114. 114. Pontos de vista são tomados de acordo com os ângulos de visada. A visão multidisciplinar consegue ver de forma mais completa
  115. 115. A seguir, investidos das credenciais concedidas, os “engenheiros” do início da obra passarão à demarcação dos limites da construção. Aqui será criada a família escolar: determina-se uma área de abrangência, geograficamente além dos muros escolares, na qual serão incluídos todos os membros da família, física, espiritual e psicologicamente, e se estabelece uma estratégia inicial de atividades.
  116. 116. É importante que sejam definidos os limites espaciais e temporais da agenda de sustentabilidade
  117. 117. No começo, a principal dessas atividades será a sensibilização geral e completa de toda a área de abrangência. O processo de sensibilização é gradativo e, geralmente, já evoluído dentro do estabelecimento escolar nas atividades de educação ambiental. Ou seja, aquelas atividades de educação ambiental praticadas no âmbito escolar, quase em sua totalidade, estão no patamar da sensibilização: palestras, mostras de vídeos, de arte, científicas ou técnicas, cuidados com os resíduos, panfletagem, aulas típicas, passeata, blitz educativa etc. etc. Cabe ao comitê provisório, nesse passo, cuidar para que a abrangência da sensibilização seja ampla e eficiente.
  118. 118. Para a sensibilização ampla, é importante o entrosamento com toda a comunidade participante
  119. 119. O andar seguinte a ser construído, é o do diagnóstico participativo. O grupo de construtores – o comitê provisório – mediará busca geral e abrangente, dentro da área (física, educacional e psicológica) de atuação delimitada, com participação ampla, de situações que precisam ou possam ser melhoradas, ou que devam ser desconstruídas, criadas ou recriadas para que o processo de sustentabilidade tenha suporte sólido. Os diagnósticos participativos poderão ser obtidos através de questionários ou de encontros, reuniões, debates, seminários, pesquisas etc., e tentarão encontrar os focos críticos de vulnerabilidade social, familiar e escolar, os problemas que deles derivaram, o momento em que surgiram, as perspectivas de como solucioná-los.
  120. 120. O diagnóstico participativo deve ser claro e objetivo para que se evitem múltiplas interpretações
  121. 121. Em seguida, passa-se a mediação das tarefas a um fórum permanente de discussões e debates e o comitê provisório é dissolvido. A metodologia para se estabelecer o fórum é pertinente a cada estabelecimento, observados seus interesses e suas particularidades (aliás, como todo o processo de construção da Agenda), mas, sugere-se que seja o mais universal possível, constituído por pessoas representativas de todos os segmentos presentes na família escolar: educadores, administradores escolares, corpo pedagógico, educandos, pais, responsáveis, sociedade de entorno, empreendimentos econômicos, órgãos públicos etc.
  122. 122. O fórum permanente deve procurar objetivos convergentes utilizando-se de consenso
  123. 123. Ao fórum caberá, por meio de discussões amplas e abrangentes, transformar o resultado dos diagnósticos participativos no Plano de Desenvolvimento Escolar Sustentável. A palavra mágica das reuniões do fórum é “Consenso”. A complexidade do plano dependerá das potencialidades da família escolar, nos diversos aspectos e – inclusive e principalmente – no grau da consciência sustentável desenvolvida pelo conjunto. Assemelha-se a um projeto de trabalho (e o arcabouço de um bom projeto educativo, razoavelmente adaptado, poderá servir de esqueleto ao Plano). Aqui, é importante estabelecer prioridades.
  124. 124. Em equipes multidisciplinares é comum visões divergentes. As divergências devem ser sanadas pelo fórum, através de consenso
  125. 125. Partirá do diagnóstico já obtido, como justificativa, e rumará em busca da sustentabilidade necessária, como objetivo, enriquecendo, à maneira da elaboração de projetos, os passos a serem seguidos com metas, ações, compromissos, financiamentos, cronogramas, planos de revisão e retomada de rumos etc., sempre procurando alcançar um sentido prático de solução ou melhoria das situações vulneráveis diagnosticadas.
  126. 126. A agenda socioambiental e o plano de sustentabilidade devem ser sempre reavaliados e readaptados a situações novas
  127. 127. A Agenda poderá ser mediada por um fórum e o Plano por outro, paralelamente. Enquanto o plano se desenvolve por um lado, por outro, a agenda estará sendo reescrita, de acordo com a análise reflexiva de ambos os momentos e as necessidades que surgiram no percurso. Ou, ao contrário, poderão ser mediados por um único fórum. O processo inteiro é sempre coletivo e o coletivo dos membros do processo é que sempre lhe darão forma e vida.
  128. 128. A agenda e o plano de sustentabilidade são agentes e consequentes deles mesmos. São interagentes. Um não existe sem o outro
  129. 129. Importante lembrar que a Agenda e o Plano não são estanques, limitados, estratificados, segmentados. O processo nunca termina; é cíclico e permanente em moto contínuo, enriquecendo-se das experiências e conhecimentos obtidos no caminho a cada volta. Deve ser holístico, reflexivo, revisto frequentemente; ratificado, retificado, confirmado ou alterado, mas sempre vivo e sempre participativo. Exames críticos de consciência periódicos são importantes: erramos? Onde? Quando? Por quê? Podemos rever, refazer, retificar, reconstruir...?
  130. 130. Obrigado pela atenção (fotos, gravuras e charges capturadas na internet, através do portal Google Imagens. Sem referência de autoria) faromanelli@gmail.com 35-9905.5246
  131. 131. REFERÊNCIAS & INDICAÇÕES: BARCELOS, Valdo. Educação ambiental: Sobre princípios, metodologias e atitudes. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008. P. 20, 45, 56,78. CAPRA, Fritjof. As conexões ocultas: Ciência para uma vida sustentável. 3 ed. São Paulo: Cultrix, 2003. P. 141-167. CARVALHO, Isabel Cristina de Moura. Invenção e auto-invenção na construção psicossocial da identidade: A experiência constitutiva do educador ambiental. In GUIMARÃES, Mauro. Caminhos da Educação Ambiental: Da forma à ação. Campinas, SP: Papirus, 2006. P. 40-41. DIAS, Genebaldo Freire. Educação ambiental: Princípios e práticas. 9 ed. (revista e ampliada). São Paulo: Gaia, 2004. GRUPO DE TRABAJO PROVINCIAL DE AGENDA 21 ESCOLAR DE ALBACETE. Guía de agenda 21 Escolar. Disponível em: <http://agenda21escolar.absostenible.es>. Acesso em: 02 jun. 2012. GUERRA, Rafael Torquemada. A educação ambiental numa escola pública: Erros e acertos de uma caminhada. In PEDRINI, Alexandre de Gusmão (org). Metodologias em educação ambiental. Petrópolis, RJ: Vozes, 2007. P. 126-127. MEDINA, Naná Mininni. O desafio da formação de professores para educação ambiental. In SANTOS, Cleuza Pereira dos (Coord.). Educação Ambiental: Ação e conscientização para um mundo melhor. Belo Horizonte, MG: Secretaria da Educação. Coleção Lições de Minas, v. XVII. P. 71-72. ROMANELLI, Francisco Antonio. Agenda 21 escolar: Um poderoso instrumento de educação socioambiental. Disponível em: <http://issuu.com/faromanelli/docs/agenda_21_esco-lar>. Acesso em: 02 jun. 2012.

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