SOCIAL-LITES & TWINSUMERS2011 é o ano do consumidor. Nunca ele teve tanto poder sobre as marcas.O valor da opinião de um “...
CASE 1: Bola (ou pele?) foraA Arezzo lançou sua nova coleção de inverno, a Pelemania, afirmandoestar seguindo as tendência...
CASE 2: Doce presenteA União, marca top of mind de açúcar, inovou ao lançar a linha UniãoLight, também de açúcar.Prevendo ...
É claro que o futebol – a paixão nacional - não poderia ficar de fora dessa. Grandestimes, como o São Paulo e o Corinthian...
4: Corinthians – a Repúblicado futebolSim, chega ao mundo o mais novo país: República Popular do Corinthians.Duvida? E se ...
EMERGING GENEROSITYA importância da generosidade está em tão amplo crescimento a nívelmundial que chega a nomear a atual g...
CASE 1: Cardume generosoApós as enchentes, que atingiram a Região Serrana do Rio de Janeiro,causando mortes e deixando div...
CASE 2: Yes, we can!“Razões para acreditar. Os bons são maioria”, é o novo tema dacampanha “Abra a Felicidade” da Coca-Col...
CASE 3: Todo mundo protegeQuem disse que chinelo não tem a ver com conservação da natureza? AsHavaianas criaram a linha IP...
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  1. 1. SOCIAL-LITES & TWINSUMERS2011 é o ano do consumidor. Nunca ele teve tanto poder sobre as marcas.O valor da opinião de um “cidadão comum” nunca esteve tão em alta.Os jovens não aceitam mais ser passivos. Eles querem ser ouvidos, elesquerem interagir com as marcas e seus valores e posturas. E vêm se firmandocada vez mais no papel de curadores dos conteúdos disponibilizados na web.Se aproveitando disso, as marcas vêm gerando conteúdos cada vez maisinteressantes e com potencial de replicação nas redes sociais e no boca-a-boca, gerando, dessa forma, uma mídia espontânea e praticamente semcustos.Porém nem tudo são flores quando tratamos desses jovens, ainda maisquando eles estão tão bem armados com suas poderosas redes sociais – e nãotêm medo de usá-las. O fortalecimento delas no mundo surge como umarevolução: os jovens se identificam também através de seus perfis virtuais, quefuncionam como vitrines do que gostam e pensam, megafones superpotentesde suas opiniões.Sabendo dessa potencialidade, as marcas tiram proveito disso: elas aproveitampara ouvir o que seus consumidores têm a dizer, procurando fornecer aquiloque os interessa, procurando agradá-los.Mas quem disse que eles só têm coisas boas a dizer? Aqui nós vamos ver deque maneira a publicidade no Brasil tem pegado carona nas redes sociais eonde ela caiu do cavalo – e feio.
  2. 2. CASE 1: Bola (ou pele?) foraA Arezzo lançou sua nova coleção de inverno, a Pelemania, afirmandoestar seguindo as tendências da moda.Só não contavam com um levante contra a marca – que usou nas peçaspele de raposa e coelho originais. Boicotes foram propostos em blogs e nofacebook; no twitter, o assunto foi um dos mais comentados no momentodo lançamento.Resultado: a Arezzo recolheu todas as peças da coleção em que foramutilizadas pele de raposa (as de coelho, curiosamente, continuam sendocomercializadas, discretamente).Adendo: a Colcci com peles de animais e a resposta a ela já vem surgindona internet. está seguindo pelo mesmo caminho. Lançou sua coleção deinverno
  3. 3. CASE 2: Doce presenteA União, marca top of mind de açúcar, inovou ao lançar a linha UniãoLight, também de açúcar.Prevendo as dúvidas dos consumidores com relação a um açúcar light, amarca lançou o desafio “Duvido você acreditar”. Quem duvida do sabordo lançamento pode ir até a página do facebook da campanha epreencher um formulário. Feito isso, voilá, você recebe em casa um docefeito com União Light para provar que o sabor é o mesmo.Uma ferramenta que leva a extremos a interatividade com osconsumidores, para que eles façam a divulgação do produto.
  4. 4. É claro que o futebol – a paixão nacional - não poderia ficar de fora dessa. Grandestimes, como o São Paulo e o Corinthians, aproveitaram o clima de interação digital esede por informação e exclusividade para se aproximarem de seus torcedores: Case 3: Gol do 12° jogador O desafio: provar que a torcida do São Paulo era a melhor. O acordo: Se houvesse 123.000 tuítes com o hastag #novositesoberano, o novo site do clube entraria no ar. O resultado: Em apenas 8:30h, os torcedores teriam mostrado toda a sua fidelidade e, orgulhosos, ganhavam uma página fresquinha do seu time do coração. A campanha para relançamento digital do clube foi desenvolvida pela Agência Gringo junto com o Departamento de Comunicação do São Paulo. Valorizando o relacionamento com o torcedor e apostando na força da sua representatividade na web - com blogs de torcedores e com o segundo twitter mais seguido do Brasil - o Tricolor lança a campanha. O tema ficou por mais de 8 horas entre os Trending Topics Mundiais do Twitter. Uma vitória com gostinho de goleada.
  5. 5. 4: Corinthians – a Repúblicado futebolSim, chega ao mundo o mais novo país: República Popular do Corinthians.Duvida? E se ele tiver Legislação, documentos para os cidadãos, bandeira,Embaixada, dinheiro, heróis da História do País e Presidente?Foi assim que a Nike homenageou o centenário do Sport Club Corinthians.Junto à F/Nazca, fundou uma República, providenciou tudo o que erapreciso para oficializar a criação de um país e garantiu, com a mídia, aadesão em massa dos torcedores apaixonados. Com isso, uniucorinthianos de todo o mundo e ganhou o prêmio “Idea of the Year”,promovido entre os mais de 140 escritórios da Saatchi & Saatchi. Umdetalhe: a campanha gerou R$ 13 milhões em mídia espontânea.
  6. 6. EMERGING GENEROSITYA importância da generosidade está em tão amplo crescimento a nívelmundial que chega a nomear a atual geração: Geração G deGenerosidade. As pessoas estão cansadas da ganância das empresas,do apenas vender e ter – comportamento que fica claro com a crisefinanceira de 2008. Assim, o que atualmente dita a relação entreconsumidor e mercado é a empatia, a simpatia, a proteção e adoação.Aqui no Brasil não é diferente. Segundo o Instituto Ethos, “omovimento de valorização da responsabilidade social empresarialganhou forte impulso na década de 90, através da ação de entidadesnão governamentais, institutos de pesquisa e empresas sensibilizadaspara a questão”.Os jovens brasileiros estão cada vez mais apreensivos sobre o futuroda Terra e do país e desejam que as empresas “cumpram um novopapel no processo de desenvolvimento: sejam agentes de uma novacultura, sejam atores de mudança social, sejam construtores de umasociedade melhor”. (Instituto Ethos – Responsabilidade Social noBrasil)Então, agora, vamos conferir o que as nossas empresas têm feito paraentrar nessa tendência. O que importa aqui é o coração e mão abertaspara a generosidade!
  7. 7. CASE 1: Cardume generosoApós as enchentes, que atingiram a Região Serrana do Rio de Janeiro,causando mortes e deixando diversas famílias desabrigadas , o PeixeUrbano, primeiro site de compra coletiva do Brasil, se uniu a ONG MoveRio a fim de fazer uma campanha de doações para ajudar a região.No site, foram feitas doações de R$ 10,00 e todo o valor foi repassadoao Move Rio, sem qualquer dedução. Para tal, o Peixe Urbano arcou comtodos os custos operacionais (descontos das operadoras dos cartões decrédito). Além disso, ao se cadastrar para efetuar a doação, o usuáriopôde optar por não se cadastrar para receber e-mails das ofertas dosite. Resultado: 14.163 pessoas doaram através do site. O Peixe do Bemfez sua caridade e tomou todo cuidado para que não achassem que eleestava se dando bem com essa ação.
  8. 8. CASE 2: Yes, we can!“Razões para acreditar. Os bons são maioria”, é o novo tema dacampanha “Abra a Felicidade” da Coca-Cola. Como um manifesto afavor de uma visão positiva da vida, a campanha tenta nos deixarmelhor com relação ao mundo em que vivemos, contradizendo o quemuitos pessimistas afirmam.Para transmitir essa mensagem, a Coca-Cola fez um levantamento quemostram como os comportamentos e sentimentos positivos são maisabundantes do que o negativismo.Campanha muito bonita, que traz sentimentos bons: assim, a Coca-Colanos demonstra que está ao nosso lado para nos fazer enxergar queainda podemos acreditar em um mundo melhor, porque ao contrário doque muitas vezes falamos, os bons são a maioria.
  9. 9. CASE 3: Todo mundo protegeQuem disse que chinelo não tem a ver com conservação da natureza? AsHavaianas criaram a linha IPÊ para ajudar o Instituto de PesquisasEcológicas, que se dedica à conservação da fauna e da flora brasileira.Para criar a interação e motivar a participação do público, a empresa colocouo site à venda. Isso mesmo. O site é montado com pecinhas de madeirareflorestada, formando uma mini-floresta. De lá mesmo, o usuário foiconvidado a dar um lance no Mercado Livre e ganhar o cenário na caixa –além de sandálias Havaianas, é claro. O leilão aconteceu e 100% do valor domaior lance foi para o IPÊ.Além da brincadeira, 7% do valor de cada sandália também é destinado aoIPÊ - uma ajuda fundamental para a implementação da maioria dos projetosda ONG.

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