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Enfermagemna
Prevençãodo Câncer
de Colo Uterino
Profª Ma. Andréa Pereira
Enfermagem na Prevenção do Câncer de
Colo Uterino (CCU)
Promoção da
Saúde
Raciocínio
clínico
EPIDEMIOLOGIA
(Mulheres)
01.
Estimativas mundiais:
•quarto tipo de câncer mais comum entre as
mulheres (570 mil casos novos).
•Causa de óbito de 311 mil mulheres, sendo que 85%
desses óbitos ocorrem em países em
desenvolvimento. (INCA, 2021)
FATORES DE RISCO
Infecção pelo papilomavírus humano (HPV);
•Tabagismo,
•Idade da primeira relação,
•Número de parceiros sexuais,
•Multiparidade,
•Imunocomprometimento e
•Uso de contraceptivos orais
● órgão do aparelho reprodutor feminino que está situado no abdome
inferior, por trás da bexiga e na frente do reto e é dividido em corpo e
colo.
● O colo é a porção inferior do útero e se localiza dentro do canal vaginal.
ANATOMIA E FISIOLÓGIA DO ÚTERO
● O colo do útero apresenta uma parte interna, chamado canal cervical
ou endocérvice, que é revestido por uma camada única de células
cilíndricas produtoras de muco – epitélio colunar simples.
● A parte externa, mantém contato com a vagina, é chamada de
ectocérvice e é revestida por um tecido de várias camadas de
células planas – epitélio escamoso e estratificado.
ANATOMIA E FISIOLÓGIA DO ÚTERO
● Entre esses dois epitélios, encontra-se a junção
escamocolunar (JEC), que é uma linha que pode estar
tanto na ecto como na endocérvice, dependendo da situação
hormonal da mulher.
ANATOMIA E FISIOLÓGIA DO ÚTERO
● O epitélio colunar fica em contato com um ambiente vaginal ácido, hostil
à essas células.
● Assim, células subcilíndricas, de reserva, bipotenciais, por meio de
metaplasia, se transformam em células mais adaptadas – escamosas –,
dando origem a um novo epitélio, situado entre os epitélios originais,
chamado de terceira mucosa ou zona de transformação.
ANATOMIA E FISIOLÓGIA DO ÚTERO
● Nessa região, pode ocorrer obstrução
dos ductos excretores das glândulas
endocervicais subjacentes, dando
origem a estruturas císticas sem
significado patológico, chamadas de
Cistos de Naboth.
ZONA DE TRANSFORMAÇÃO
É nessa zona em que se localizam
mais de 90% das lesões cancerosas
do colo do útero
COLO DO ÚTERO
•Epitélio pavimentoso estratificado (escamoso),
da ectocérvice (CONTÉM GLICOGÊNIO);
•Epitélio cilíndrico, do canal cervical;
•Junção escamocolunar.
21
● Na infância e no período pós-menopausa, geralmente, a
JEC situa-se dentro do canal cervical.
● No período da menacme, fase reprodutiva da mulher,
geralmente, a JEC situa-se no nível do orifício externo ou
para fora desse – ectopia ou eversão.
ANATOMIA E FISIOLÓGIA DO ÚTERO
ANATOMIA E FISIOLÓGIA DO ÚTERO
CÂNCER DE COLOUTERINO
Replicação desordenada do epitélio
de revestimento do órgão,
comprometendo o tecido subjacente e
podendo invadir estruturas e órgãos
contíguos ou a distância.
CÂNCER DE COLOUTERINO
LOCALIZAÇÃO
• 85% na zona de transformação ;
• 10% no epitelio escamoso original;
• 5% no epitelio glandular .
TIPOS
• Carcinoma epidermoide(acomete
epitélio Escamoso:80% dos casos);
• Adenocarcinoma: tipo mais raro
(acomete o epitélio Glandular)
HISTÓRIA NATURAL DA DOENÇA
Infecção pelo HPV é causa necessária para o
desenvolvimento do câncer do colo do útero;
100 tipos de HPVs foram identificados e tiveram seus genoma
mapeados: 40 tipos podem infectar o trato genital inferior e 12 a
18 tipos são considerados oncogênicos para o colo uterino;
Entre os HPVs de alto risco oncogênico, os tipos 16 e 18 estão
presentes em 70% dos casos de câncer do colo uterino.
01.
infeccão pelo HPV apresenta-se na maioria das vezes de forma
assintomática, com lesões subclínicas (inaparentes) visíveis apenas
após aplicação de reagentes, como o ácido acético e a solução de
Lugol, e por meio de técnicas de magnificação (colposcopia).
MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS
02.
As lesões clínicas podem ser únicas ou múltiplas, restritas ou difusas, de
tamanho variável, planas ou exofíticas, sendo também conhecidas como
condiloma acuminado, verruga genital ou crista de galo.
MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS
As localizações mais frequentes são a vulva, o períneo, a região perianal, a vagina
e o colo do útero.
Podem ser dolorosas, friáveis e/ou pruriginosas.
03 LESÕES PRECURSORAS
MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS
São assintomáticas, podendo ser detectadas por meio da realização
periódica do exame citopatológico e confirmadas pela colposcopia e
exame histopatológico.
04 CÂNCER DO COLO DO ÚTERO
No estágio invasor da doença os principais sintomas são sangramento vaginal
(espontâneo, após o coito ou esforço), leucorreia e dor pélvica, que podem estar
associados com queixas urinárias ou intestinais nos casos mais avançados
•Redução de fatores
de risco;
•Vacinação
• Papanicolaou;
• Exames coadjuvantes
Prevenção
Primária
Prevenção
Secundária
Educação
em Saúde
Vacina contra oHPV
INDICAÇÕES
• Meninas: 9 a 14 anos
• Brasil é o primeiro país da América do Sul e o sétimo do
mundo a oferecer a vacina contra o HPV para meninos em
programas nacionais de imunizações (11 a 14 anos)
TIPOS E DOSE
• Quadrivalente (6,11, 16, 18), duas doses: 0 e seis meses
Prevenção Secundária
Efetivo para o controle do câncer de colo uterino;
Amplamente utilizado;
Rápido e simples;
Baixo custo;
EXAME PAPANICOLAOU (COLPOCITOLÓGICO)
;
-Vulnerável a erros de coleta e de preparação da lâmina;
-Subjetividade na interpretação dos resultados;
- ↑especificidade
- ↓sensibilidade
TIPOS DE CITOLOGIA
Years
old
Years
old
Citologia em meio líquido
•Custo;
•Sensibilidade e
Especificidade
Citologia
Convencional
CITOLOGIA EM MEIO LÍQUIDO
- Interpretação mais rápida;
- Menos exames insatisfatórios;
- Testagem adicional para DNA-HPV
PREVENÇÃO SECUNDÁRIA
1 • Incentivo ao PAPANICOLAOU;
2 • Recrutamento da população-alvo;
3 • Consultas de RETORNO;
4 • Busca ativa de FALTOSAS;
5 • Condutas clínicas de seguimento;
6 • Garantia de qualidade dos procedimentos;
(ANTTILA
et
al,
2009;
NICULA
et
al,
2009)
RECOMENDAÇÕES
• Deve ser de três anos, após dois
exames anuais consecutivos e
negativos (A);
Intervalo entre
os exames
• Aos 25 anos de idade para as
mulheres com início sexual (A);
Início da coleta
do exame
• Aos 64 anos, finalizada com pelo menos
dois exames negativos consecutivos nos
últimos cinco anos (B);
Finalização
da coleta
SITUAÇÕES ESPECIAIS
Seguir
recomendações de
periodicidade e faixa
etária como as
demais mulheres (A)
Rastreadas de
acordo com as
orientações para as
demais mulheres (A)
Excluídas do
rastreamento, se
exames anteriores
normais, desde que
histerectomia por
lesões benignas (A)
GESTANTES PÓS MENOPAUSA HISTERECTOMIZADAS
SITUAÇÕES ESPECIAIS
Semestrais no primeiro ano após a
relação;
• Se normais, seguimento anual.
Imunossuprimidas
• Não há indicação para
rastreamento nesse grupo;
Virgens
CUIDADOS ANTERIORES ÀCOLETA
Tomar banho antes do exame;
Aparar pêlos pubianos e axilares;
A utilização de lubrificantes, espermicidas ou medicamentos vaginais deve ser evitada
por 48 horas antes da coleta, pois essas substâncias recobrem os elementos
celulares dificultando a avaliação microscópica.
O exame não deve ser feito no período menstrual, pois a presença de sangue pode
prejudicar o diagnóstico citopatológico.
Deve-se aguardar o quinto dia após o término da menstruação;
Certificar que a cliente esvaziou a bexiga.
Não ter relação sexual, nem mesmo com camisinha, dois dias antes do exame.
(BRASIL, 2013)
CONSULTA DEENFERMAGEM
 Escuta ativa
 Individualizada
Abordagem
integral
CONSULTA DEENFERMAGEM
ENTREVISTA:
Identificação
Aspectos sociodemográficos
Queixas e duração
Antecedentes pessoais e
familiares
Hábitos de vida
Antecedentes ginecológicos
eobstétricos
Antecedentes sexuais
•Menarca, coitarca, menopausa, informações sobre o desenvolvimento puberal.
•Data da última menstruação (DUM), regularidade dos ciclos, número médio
de dias, duração e quantidade do fluxo menstrual.
•Anticoncepção. História obstétrica.
•Vida sexual. dispareunia sangramento pós-coital.
•Sintomas climatéricos (fogachos, atrofia urogenital, perda da libido, alterações
cutâneas).
•Queixas mamárias, urinárias e tratamentos ginecológicos prévios.
ENTREVISTA
PREENCHIMENTO COMPLETODAREQUISIÇÃO
DOEXAME CITOPATOLÓGICO
Lembrar que : um campo em branco é um dado
não colhido !
● Todas as informações são importantes !
● Atenção aos campos de Código da Unidade
de Saúde e nome da Unidade de Saúde .
● Atenção aos dados do Endereço da paciente .
● Preenchimento com Letra Legível
EXAME FÍSICO
• Completo, com especial atenção abdome, à PA, ao
peso e altura e impressões gerais.
Fazem parte:
• Exame de mamas
• Exame pélvico
• Posicionamento: litotomia em mesa ginecológica.
Paciente despida, coberta com avental de abertura
posterior e lençol para cobrir parcialmente o abdome
e membros inferioreS
EXAME PÉLVICO
POSICIONAMENTO E INSPEÇÃO VULVAR E PERINEAL
EXAME ESPECULAR
• Lâmina de vidro com extremidade fosca;
• Frasco Porta Lâminas;
• Álcool a 96% ou spray de polietilenoglicol;
• Espéculo de Collins;
• Espátula de Ayre;
• Escova endocervical;
• Pinça de Cheron;
• Bolas de algodão;
• Formulários de requisição do exame citopatológico;
• Fita adesiva de papel para a identificação dos frascos;
• Lápis grafite ou preto nº 2;
• Luvas de procedimento, óculos, foco.
✓Identificação do porta
lâmina;
✓Identificação da lâmina na
região fosca: (Iniciais do nome
da mulher e número do
prontuário da mulher na
unidade)
*(a lápis grafite -FIXADOR)
IDENTIFCAÇÃO DA LÂMINA
* Mesa ginecológica;
* Escada de dois degraus;
* Mesa auxiliar;
*Foco de luz com cabo
flexível;
*Biombo ou local reservado
para troca de roupa;
* Cesto de lixo;
* Espaço físico adequado.
EQUIPAMENTOS DA SALA DE COLETA
46
47
48
49
50
51
52
Procedimento
• Lâmina previamente identificada;
• Esfoliação da superfície externado colo com a espátula de
Ayre. Introduzir o braço alongado da espátula no canal
endocervical e a parte côncava raspa a mucosa da
ectocérvice e faz a rotação completa(360graus);
• Fazer a rotação com a escovinha endocervical;
• Esfregaço é disposto com fina espessura na lâmina
COLETA CITOLÓGICA- PCCU
53
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55
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57
Parte Fosca Ectocérvice Endocérvice
ARETIRADADOESPÉCULO...
Umavezterminadotodosospassosdacoletatracionar
levemente oespéculoliberandoocolo, emseguidafechandoe
retirandodocanalvaginal nosentidoobliquo.
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PREENCHERNAREQUISIÇÃODEEXAMECITOPATOLÓGICO
TODOSOSDADOSOBSERVADOSDURANTEACOLETADO
PREVENTIVO
Aspecto docolouterino
Características doconteúdovaginal
Lesõeseulceraçõesexistentes
Ectopia
Áreasdesangramento
Etc.
64
COR: transparente, branco, cinza, verde,
amarelo.
CONSISTÊNCIA: elástico, leitoso,
grumoso, bolhoso.
QUANTIDADE: escasso, moderado,
abundante
AVALIAÇÃO DO CONTEÚDO VAGINAL
66
67
68
69
70
71
72
RECOMENDAÇÕES INICIAIS APÓS O RESULTADO DE CITOLOGIA ANORMAL
73
RECOMENDAÇÕES INICIAIS APÓS O RESULTADO DE CITOLOGIA ANORMAL
74
Inspeção Visual com
Ácido Acético
&
Teste de Schiller
63
64
Limpar o colo uterino com algodão seco;
Pincelar o colo uterino e fundo de saco vaginal com
solução de ácido acético a 5% (coagulação protéica);
Esperar 2 minutos e pesquisar atentamente a presença
de lesões acetobrancas;
Teste sensível e pouco específico;
Detecta lesões sugestivas de HPV.
INSPEÇÃO VISUAL COM ÁCIDO ACÉTICO
6
6
6
7
80
81
82
Embebe-se bola de algodão com a solução de lugol e molha o colo.
Verifica-se as alterações da mucosa do colo
uterino devido ao grau de impregnação das células com
a solução de lugol.
O epitélio escamoso imaturo e metaplásico fixam
pouco lugol. Epitélio anormal não capta a substância.
83
TESTE DE SCHILLER
Resultados: Schiller positivo (Iodo negativo)
Schiller negativo (Iodo positivo
84
85
7
4
Fonte – Projeto Saúde Sexual e
87
Orientaçõessobreoexamecolhido,abordagemdas IST”s,encaminhamentoao
ginecologistaquandonecessárioesalientaraimportância doretornoparao
resultado.
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  • 2. Enfermagem na Prevenção do Câncer de Colo Uterino (CCU) Promoção da Saúde Raciocínio clínico
  • 3. EPIDEMIOLOGIA (Mulheres) 01. Estimativas mundiais: •quarto tipo de câncer mais comum entre as mulheres (570 mil casos novos). •Causa de óbito de 311 mil mulheres, sendo que 85% desses óbitos ocorrem em países em desenvolvimento. (INCA, 2021)
  • 4. FATORES DE RISCO Infecção pelo papilomavírus humano (HPV); •Tabagismo, •Idade da primeira relação, •Número de parceiros sexuais, •Multiparidade, •Imunocomprometimento e •Uso de contraceptivos orais
  • 5. ● órgão do aparelho reprodutor feminino que está situado no abdome inferior, por trás da bexiga e na frente do reto e é dividido em corpo e colo. ● O colo é a porção inferior do útero e se localiza dentro do canal vaginal. ANATOMIA E FISIOLÓGIA DO ÚTERO
  • 6. ● O colo do útero apresenta uma parte interna, chamado canal cervical ou endocérvice, que é revestido por uma camada única de células cilíndricas produtoras de muco – epitélio colunar simples. ● A parte externa, mantém contato com a vagina, é chamada de ectocérvice e é revestida por um tecido de várias camadas de células planas – epitélio escamoso e estratificado. ANATOMIA E FISIOLÓGIA DO ÚTERO
  • 7.
  • 8. ● Entre esses dois epitélios, encontra-se a junção escamocolunar (JEC), que é uma linha que pode estar tanto na ecto como na endocérvice, dependendo da situação hormonal da mulher. ANATOMIA E FISIOLÓGIA DO ÚTERO
  • 9.
  • 10. ● O epitélio colunar fica em contato com um ambiente vaginal ácido, hostil à essas células. ● Assim, células subcilíndricas, de reserva, bipotenciais, por meio de metaplasia, se transformam em células mais adaptadas – escamosas –, dando origem a um novo epitélio, situado entre os epitélios originais, chamado de terceira mucosa ou zona de transformação. ANATOMIA E FISIOLÓGIA DO ÚTERO
  • 11. ● Nessa região, pode ocorrer obstrução dos ductos excretores das glândulas endocervicais subjacentes, dando origem a estruturas císticas sem significado patológico, chamadas de Cistos de Naboth. ZONA DE TRANSFORMAÇÃO É nessa zona em que se localizam mais de 90% das lesões cancerosas do colo do útero
  • 12. COLO DO ÚTERO •Epitélio pavimentoso estratificado (escamoso), da ectocérvice (CONTÉM GLICOGÊNIO); •Epitélio cilíndrico, do canal cervical; •Junção escamocolunar. 21
  • 13. ● Na infância e no período pós-menopausa, geralmente, a JEC situa-se dentro do canal cervical. ● No período da menacme, fase reprodutiva da mulher, geralmente, a JEC situa-se no nível do orifício externo ou para fora desse – ectopia ou eversão. ANATOMIA E FISIOLÓGIA DO ÚTERO
  • 15. CÂNCER DE COLOUTERINO Replicação desordenada do epitélio de revestimento do órgão, comprometendo o tecido subjacente e podendo invadir estruturas e órgãos contíguos ou a distância.
  • 16. CÂNCER DE COLOUTERINO LOCALIZAÇÃO • 85% na zona de transformação ; • 10% no epitelio escamoso original; • 5% no epitelio glandular . TIPOS • Carcinoma epidermoide(acomete epitélio Escamoso:80% dos casos); • Adenocarcinoma: tipo mais raro (acomete o epitélio Glandular)
  • 17. HISTÓRIA NATURAL DA DOENÇA Infecção pelo HPV é causa necessária para o desenvolvimento do câncer do colo do útero; 100 tipos de HPVs foram identificados e tiveram seus genoma mapeados: 40 tipos podem infectar o trato genital inferior e 12 a 18 tipos são considerados oncogênicos para o colo uterino; Entre os HPVs de alto risco oncogênico, os tipos 16 e 18 estão presentes em 70% dos casos de câncer do colo uterino.
  • 18. 01. infeccão pelo HPV apresenta-se na maioria das vezes de forma assintomática, com lesões subclínicas (inaparentes) visíveis apenas após aplicação de reagentes, como o ácido acético e a solução de Lugol, e por meio de técnicas de magnificação (colposcopia). MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS
  • 19. 02. As lesões clínicas podem ser únicas ou múltiplas, restritas ou difusas, de tamanho variável, planas ou exofíticas, sendo também conhecidas como condiloma acuminado, verruga genital ou crista de galo. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS As localizações mais frequentes são a vulva, o períneo, a região perianal, a vagina e o colo do útero. Podem ser dolorosas, friáveis e/ou pruriginosas.
  • 20. 03 LESÕES PRECURSORAS MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS São assintomáticas, podendo ser detectadas por meio da realização periódica do exame citopatológico e confirmadas pela colposcopia e exame histopatológico. 04 CÂNCER DO COLO DO ÚTERO No estágio invasor da doença os principais sintomas são sangramento vaginal (espontâneo, após o coito ou esforço), leucorreia e dor pélvica, que podem estar associados com queixas urinárias ou intestinais nos casos mais avançados
  • 21. •Redução de fatores de risco; •Vacinação • Papanicolaou; • Exames coadjuvantes Prevenção Primária Prevenção Secundária Educação em Saúde
  • 22. Vacina contra oHPV INDICAÇÕES • Meninas: 9 a 14 anos • Brasil é o primeiro país da América do Sul e o sétimo do mundo a oferecer a vacina contra o HPV para meninos em programas nacionais de imunizações (11 a 14 anos) TIPOS E DOSE • Quadrivalente (6,11, 16, 18), duas doses: 0 e seis meses
  • 24. Efetivo para o controle do câncer de colo uterino; Amplamente utilizado; Rápido e simples; Baixo custo; EXAME PAPANICOLAOU (COLPOCITOLÓGICO) ; -Vulnerável a erros de coleta e de preparação da lâmina; -Subjetividade na interpretação dos resultados; - ↑especificidade - ↓sensibilidade
  • 25. TIPOS DE CITOLOGIA Years old Years old Citologia em meio líquido •Custo; •Sensibilidade e Especificidade Citologia Convencional
  • 26. CITOLOGIA EM MEIO LÍQUIDO - Interpretação mais rápida; - Menos exames insatisfatórios; - Testagem adicional para DNA-HPV
  • 27. PREVENÇÃO SECUNDÁRIA 1 • Incentivo ao PAPANICOLAOU; 2 • Recrutamento da população-alvo; 3 • Consultas de RETORNO; 4 • Busca ativa de FALTOSAS; 5 • Condutas clínicas de seguimento; 6 • Garantia de qualidade dos procedimentos; (ANTTILA et al, 2009; NICULA et al, 2009)
  • 28. RECOMENDAÇÕES • Deve ser de três anos, após dois exames anuais consecutivos e negativos (A); Intervalo entre os exames • Aos 25 anos de idade para as mulheres com início sexual (A); Início da coleta do exame • Aos 64 anos, finalizada com pelo menos dois exames negativos consecutivos nos últimos cinco anos (B); Finalização da coleta
  • 29. SITUAÇÕES ESPECIAIS Seguir recomendações de periodicidade e faixa etária como as demais mulheres (A) Rastreadas de acordo com as orientações para as demais mulheres (A) Excluídas do rastreamento, se exames anteriores normais, desde que histerectomia por lesões benignas (A) GESTANTES PÓS MENOPAUSA HISTERECTOMIZADAS
  • 30. SITUAÇÕES ESPECIAIS Semestrais no primeiro ano após a relação; • Se normais, seguimento anual. Imunossuprimidas • Não há indicação para rastreamento nesse grupo; Virgens
  • 31. CUIDADOS ANTERIORES ÀCOLETA Tomar banho antes do exame; Aparar pêlos pubianos e axilares; A utilização de lubrificantes, espermicidas ou medicamentos vaginais deve ser evitada por 48 horas antes da coleta, pois essas substâncias recobrem os elementos celulares dificultando a avaliação microscópica. O exame não deve ser feito no período menstrual, pois a presença de sangue pode prejudicar o diagnóstico citopatológico. Deve-se aguardar o quinto dia após o término da menstruação; Certificar que a cliente esvaziou a bexiga. Não ter relação sexual, nem mesmo com camisinha, dois dias antes do exame. (BRASIL, 2013)
  • 32. CONSULTA DEENFERMAGEM  Escuta ativa  Individualizada Abordagem integral
  • 33. CONSULTA DEENFERMAGEM ENTREVISTA: Identificação Aspectos sociodemográficos Queixas e duração Antecedentes pessoais e familiares Hábitos de vida Antecedentes ginecológicos eobstétricos Antecedentes sexuais
  • 34. •Menarca, coitarca, menopausa, informações sobre o desenvolvimento puberal. •Data da última menstruação (DUM), regularidade dos ciclos, número médio de dias, duração e quantidade do fluxo menstrual. •Anticoncepção. História obstétrica. •Vida sexual. dispareunia sangramento pós-coital. •Sintomas climatéricos (fogachos, atrofia urogenital, perda da libido, alterações cutâneas). •Queixas mamárias, urinárias e tratamentos ginecológicos prévios. ENTREVISTA
  • 35. PREENCHIMENTO COMPLETODAREQUISIÇÃO DOEXAME CITOPATOLÓGICO Lembrar que : um campo em branco é um dado não colhido ! ● Todas as informações são importantes ! ● Atenção aos campos de Código da Unidade de Saúde e nome da Unidade de Saúde . ● Atenção aos dados do Endereço da paciente . ● Preenchimento com Letra Legível
  • 36. EXAME FÍSICO • Completo, com especial atenção abdome, à PA, ao peso e altura e impressões gerais. Fazem parte: • Exame de mamas • Exame pélvico • Posicionamento: litotomia em mesa ginecológica. Paciente despida, coberta com avental de abertura posterior e lençol para cobrir parcialmente o abdome e membros inferioreS
  • 37. EXAME PÉLVICO POSICIONAMENTO E INSPEÇÃO VULVAR E PERINEAL
  • 38. EXAME ESPECULAR • Lâmina de vidro com extremidade fosca; • Frasco Porta Lâminas; • Álcool a 96% ou spray de polietilenoglicol; • Espéculo de Collins; • Espátula de Ayre; • Escova endocervical; • Pinça de Cheron; • Bolas de algodão; • Formulários de requisição do exame citopatológico; • Fita adesiva de papel para a identificação dos frascos; • Lápis grafite ou preto nº 2; • Luvas de procedimento, óculos, foco.
  • 39. ✓Identificação do porta lâmina; ✓Identificação da lâmina na região fosca: (Iniciais do nome da mulher e número do prontuário da mulher na unidade) *(a lápis grafite -FIXADOR) IDENTIFCAÇÃO DA LÂMINA
  • 40.
  • 41.
  • 42. * Mesa ginecológica; * Escada de dois degraus; * Mesa auxiliar; *Foco de luz com cabo flexível; *Biombo ou local reservado para troca de roupa; * Cesto de lixo; * Espaço físico adequado. EQUIPAMENTOS DA SALA DE COLETA
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  • 48. 48
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  • 52. 52 Procedimento • Lâmina previamente identificada; • Esfoliação da superfície externado colo com a espátula de Ayre. Introduzir o braço alongado da espátula no canal endocervical e a parte côncava raspa a mucosa da ectocérvice e faz a rotação completa(360graus); • Fazer a rotação com a escovinha endocervical; • Esfregaço é disposto com fina espessura na lâmina COLETA CITOLÓGICA- PCCU
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  • 54. 54
  • 55. 55
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  • 57. 57
  • 58.
  • 59. Parte Fosca Ectocérvice Endocérvice
  • 60.
  • 64. 64 COR: transparente, branco, cinza, verde, amarelo. CONSISTÊNCIA: elástico, leitoso, grumoso, bolhoso. QUANTIDADE: escasso, moderado, abundante AVALIAÇÃO DO CONTEÚDO VAGINAL
  • 65.
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  • 67. 67
  • 68. 68
  • 69. 69
  • 70. 70
  • 71. 71
  • 72. 72 RECOMENDAÇÕES INICIAIS APÓS O RESULTADO DE CITOLOGIA ANORMAL
  • 73. 73 RECOMENDAÇÕES INICIAIS APÓS O RESULTADO DE CITOLOGIA ANORMAL
  • 74. 74
  • 75. Inspeção Visual com Ácido Acético & Teste de Schiller 63
  • 76. 64 Limpar o colo uterino com algodão seco; Pincelar o colo uterino e fundo de saco vaginal com solução de ácido acético a 5% (coagulação protéica); Esperar 2 minutos e pesquisar atentamente a presença de lesões acetobrancas; Teste sensível e pouco específico; Detecta lesões sugestivas de HPV. INSPEÇÃO VISUAL COM ÁCIDO ACÉTICO
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  • 78. 6 6
  • 79. 6 7
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  • 82. 82
  • 83. Embebe-se bola de algodão com a solução de lugol e molha o colo. Verifica-se as alterações da mucosa do colo uterino devido ao grau de impregnação das células com a solução de lugol. O epitélio escamoso imaturo e metaplásico fixam pouco lugol. Epitélio anormal não capta a substância. 83 TESTE DE SCHILLER Resultados: Schiller positivo (Iodo negativo) Schiller negativo (Iodo positivo
  • 84. 84
  • 85. 85
  • 86. 7 4 Fonte – Projeto Saúde Sexual e
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