Abortamentoh

434 visualizações

Publicada em

wdferrre

Publicada em: Saúde e medicina
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
434
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
1
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
4
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Abortamentoh

  1. 1. Abortamento
  2. 2. Etapas da evolução gestacional
  3. 3. Concepto na 9ª semana de gestação
  4. 4. Concepto na 12ª semana de gestação
  5. 5. Abortamento: incidência • Incidência: 15% de todas as gestações terminam espontaneamente entre 4-20 semanas. • O abortamento pode ser espontâneo ou provocado
  6. 6. Abortamento: classificação segundo a idade gestacional Abortamento precoce: até 12 semanas de gestação ¾ dos casos Abortamento tardio: após 12 semanas
  7. 7. Abortamento: etipatogenia (1) Alterações cromossomiais (60%) Ovopatias Anomalias do ovo Placentopatias Patologia das membranas ( amnionite, corionite, rpm, etc) Gemelidade
  8. 8. Alterações cromossomiais no abortamento
  9. 9. Alterações cromossomiais no abortamento
  10. 10. Abortamento: etiopatogenia (Grelle& Beethoven, 1981)
  11. 11. Infecções passíveis de causar abortamento Viroses Brucelose (Brucella abortus) titulagem + > 1/80 Listeriose (listeria monocytogenes) titulagem + > 1/160 Sífilis ( abortamento tardio) Toxoplasmose (formas agudas; imunoflorescência)
  12. 12. Formas clínicas do abortamento 1- Ameaça de abortamento (abortamento evitável) 2- Trabalho de abortamento (abortamento inevitável) 3- Abortamento incompleto (complicado, pode se infectar) 4- Abortamento completo 5- Abortamento retido 6- Abortamento habitual 7- Incompetência istmo cervical
  13. 13. Abortamento incompleto: retenção de restos ovulares ( diagnóstico histeroscópico)
  14. 14. Características dos diversos tipos de abortamento
  15. 15. Propedêutica no abortamento Exame clínico Dosagens hormonais Ultrassonografia
  16. 16. Causas uterinas
  17. 17. Hemorragias ginecológicas durante a gravidez • Causas de sangramento vaginal que podem confundir com abortamento
  18. 18. Sinéquia central Sinéquia central
  19. 19. Sinéquia intra-uterina Sinéquia intra-uterina
  20. 20. Histerossalpingografia após lise histeroscópica da sinéquia
  21. 21. Mioma submucoso
  22. 22. Cavidade uterina normal e mioma submucoso
  23. 23. Volumoso mioma submucoso
  24. 24. Anomalias uterinas
  25. 25. Achados histeroscópicos no abortamento habitual • VALOR DA HISTEROSCOPIA NA SEMIÓTICA DO ABORTAMENTO HABITUAL • Melki LAH, Oliveira MAP, Aranha R, Tostes Filho W, Oliveira HC • Disciplina de Ginecologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Rio de Janeiro, Brasil • Objetivos: Avaliar os achados histeroscópicos nos casos de abortamento habitual (AH) que compromete 0,2 a 0,3% de todas as gestações. • Resultados: 1) histeroscopia normal 35%(7); 2) sinéquia intra-uterina 20% (4); 3) distorsão intracavitária (achatamento) 10% (2); 4) mioma submucoso + estenose do OI 5% (1) ; 5) mioma submucoso + pólipo endometrial 5% (1); 6) útero subseptado 5% (1); 7) estenose de OI 10%; 8) estenose de OI + sinéquia cervical 5% (1); 9) estenose + sinéquia + pólipo cervical 5% (1); total 100% (20). • Conclusões: O exame histeroscópico foi de grande valia porque não só pode afastar fidedignamente causas uterinas de AH, como, também, ao diagnosticar de visu lesões e distorções intracavitárias e lesões e alterações cervicais, torna possível o planejamento fidedigno e tratamento oportuno das mesmas.
  26. 26. Conduta na ameaça de abortamento Repouso físico Tranquilidade psicológica Abstnência sexual Antiespasmódico se necessário
  27. 27. Conduta no abortamento inevitável Hemorragia intensa Imediato esvaziamento após prévia dilatação se necessário Winteragem complementada pela curetagem ou vácuo- aspiração Hemorragia discreta Colo não praticável Infusão de solução ocitócica Colo praticável Esvasiamento uterino
  28. 28. Abortamento terapêutico
  29. 29. Abortamento terapêutico
  30. 30. Abortamento terapêutico
  31. 31. Abortamento terapêutico em gestação avançada
  32. 32. Conduta no abortamento incompleto Esvaziamento uterino Winteragem Curetagem ou Vácuo-aspiração
  33. 33. Conduta no abortamento infectado Remoção de restos ovulares mais Miotônicos ( ocitocina 40 UI em 500 ml de soro glicosado 20 gotas/minuto; methergin) Correção da volemia ( soro ou sangue) Prevenção da aloimunização em pacientes Rh negativo quando indicada Antibioticoterapia de amplo espectro em posologia elevada Cefalotina 2 g EV a cada 6 horas Metronidazol 1 g EV a cada 8 horas Gentamicina 2mg/kg de peso EV, a cada 8 horas ( casos com peritonite) Profilaxia antitetânica
  34. 34. Conduta no abortamento retido Formas clínicas Retensão de ovo morto ou missed abortion Ovo anembrionado ou ovo cego Após a morte fetal a expulsão se dá habitualmente em menos de 4 semanas O risco de coagulopatia (hipofibrinogenemia) aumenta após esse período Conduta Interromper a gravidez (técnica segundo a idade gestacional); exame prévio da situação hematológica.
  35. 35. Conduta na incompetência istomocervical (operação de Shirodkar)
  36. 36. CILINDRO AMPLO- Capacidade para 60cc PRESSÃO DE VÁCUO ADEQUADA- 600 mm Hg
  37. 37. • TRATAMENTO DO ABORTAMENTO INCOMPLETO POR ASPIRAÇÃO • MANUAL OU CURETAGEM • PEDRO PAULO PEREIRA*, ANDRÉ LUIZ MALAVASI LONGO DE OLIVEIRA, FÁBIO ROBERTO CABAR, ADRIANO R. ARMELIN, CARLOS ALBERTO MAGANHA, MARCELO ZUGAIB • Trabalho realizado na Clínica Obstétrica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da U MÉTODOS. Cinqüenta pacientes no grupo AMIU e 50 pacientes no grupo D&C foram incluídas prospectivamente de maneira aleatória. Critérios de inclusão: abortamento espontâneo, idade gestacional de até 13 semanas, colo pérvio, espessura endometrial maior que 15 mm, estado afebril, hemoglobina superior a 10 g/dl. Amostras sangüíneas foram colhidas antes e após os procedimentos cirúrgicos para controle dos níveis de hemoglobina; anestesia foi realizada em todos os casos. O tempo para realização de cada procedimento cirúrgico foi cronometrado. RESULTADOS. Os grupos eram semelhantes quanto à idade gestacional (9,93±2,40; 9,73±2,58, p 0,71), espessura endometrial antes da cirurgia (22,14±4,80; 22,68±5,68, p 0,65). Não foram observadas complicações cirúrgicas ou anestésicas em nenhum grupo. Os tempos de realização do procedimento e internação foram significativamente menores nas pacientes do grupo AMIU (3,71; 10,18 min, p < 0,001) (14,18; 23,06 h, p 0,03). O decréscimo nos níveis de hemoglobina após o procedimento cirúrgico foi maior no grupo D&C (p= 0,02). CONCLUSÃO. A AMIU possibilita menor perda sangüínea, requer menor tempo de realização do procedimento e menor tempo de internação hospitalar. Entretanto, ambos os procedimentos cirúrgicos mostraram-se eficientes para o tratamento de abortamentos incompletos no primeiro trimestre da gestação, não havendo complicações após a realização dos tratamentos.

×