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UNIÃO EUROPEIA                 www.euromedialiteracy.eu
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INGLATERRAhttp://www.culture.gov.uk/images/publications/digitalbritain-finalreport-jun09.pdf
A promoção das habilidades de media literacy traz as seguintesvantagens: Capacita as pessoas para achar informações mais ...
Barreiras imediatas que precisam ser vencidas para a política vingar: O público precisa perceber os benefícios do engajam...
Perfis de acesso segundo o Ofcom:•Os engajados (engaged) possuem uma forte relação comdispositivos tecnológicos e estão en...
INGLATERRA             http://themea.org/
INGLATERRA             www.manifestoformediaeducation.co.uk
INGLATERRAhttp://www.bbc.co.uk/filmnetwork/filmmaking/guide/
FRANÇA         www.clemi.org/fr/portugais/
ARGENTINA        www.me.gov.ar/escuelaymedios/
ARGENTINA Argentina – 1984 – Programa “Escola e Mídia” “A democracia havia sido restabelecida em 1983 e as crianças que ti...
Jeff Weidner / Associated Press - 1989http://pt.wikipedia.org/wiki/Protesto_na_Pra%C3%A7a_da_Paz_Celestial_em_1989
CHINA Reforma curricular em 2004 introduziu os “estudos liberais” (liberal studies) eobjetivos específicos para o ensino ...
A PROPOSTA DA UNESCO
MARCOS HISTÓRICOS1977 – Comissão Internacional para o Estudo dos Problemas da Comunicação“Relatório Mc Bride” – Um mundo e...
AgradecimentosPrefácioIntroduçãoProposta de Currículo em MódulosManual para ProfessoresManual para EstudantesManual para P...
Parte 1 – Matriz Curricular e competênciasParte 2 – Módulos Centrais e ComplementaresMÓDULO 1 – Cidadania, Liberdade de Ex...
AFINAL, O QUE É MÍDIA EDUCAÇÃO?
DEFINIÇÕESUNESCO Capacidade de compreender o papel e as funções da mídia emsociedades democráticas; Capacidade de compre...
COMO FAZER?
CASOS PRÁTICOS
BRITISH BOARD OF FILM CLASSIFICATION (BBFC) – INSTITUIÇÕES DE MÍDIAMaterial dividido em quatro seções, que trazem informaç...
BRITISH BOARD OF FILM CLASSIFICATION (BBFC) - SIMULAÇÃOhttp://medialiteracybrasil.net/2012/01/05/por-dentro-da-classificac...
EMC – ANÁLISE TEXTUAL
ABOUT FACE – REPRESENTAÇÃOwww.about-face.org
FORMAÇÃO DE PROFESSORES
UFTM – FORMAÇÃO DE PROFESSORESLINGUAGEM – REPRESENTAÇÃO – INSTITUIÇÕES DE MÍDIAATIVIDADE 1Assistir as propagandas da séri...
UFTM – FORMAÇÃO DE PROFESSORESLINGUAGEM – REPRESENTAÇÃO – INSTITUIÇÕES DE MÍDIAATIVIDADE 2 Usando o material, analisar a ...
UFTM – FORMAÇÃO DE PROFESSORESLINGUAGEM – REPRESENTAÇÃO – INSTITUIÇÕES DE MÍDIAATIVIDADE 3 Considere o público-alvo da pr...
OBRIGADA                                                         Desenho do cineasta Tim BurtonAlexandra Bujokas de Siquei...
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Apresentação para palestra proferida na mesa de discussão "Instituicoes Midiaticas e Responsabilidade Social", durante o @ Encontro de Comunicacao e Educacao" da Universidade Estadual de Ponta Grossa, PR, em 4 de maio de 2012.

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  1. 1. Experiências internacionais emliteracia e responsabilidade social Esta apresentação e todo o material citado estão disponíveis no blog: midiaeducacaonomundo-uepg2012.blogspot.com.br
  2. 2. MEDIA LITERACYMÍDIA-EDUCAÇÃOEDUCOMUNICAÇÃOLITERACIA MIDIÁTICAALFABETIZAÇÃO MIDIÁTICA Por que estudar a mídia na escola? Por que cobrar das instituições de mídia sua parcelade responsabilidade com esse tipo de educação?
  3. 3. ARTIGO XIX DA DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS“Toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e ideias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras”
  4. 4. MEDIA LITERACY / MÍDIA-EDUCAÇÃO ACESSAR USAR AVALIAR Grande mídia Criar e remixar Desmontar a X informação com mensagem ePequeno público algum propósito olhar por dentro esclarecido Regulação Educação Regulação Educação
  5. 5. ESTADOS UNIDOSPromovendo a consciência sobre a liberdade de expressãoCentro Internacional para Mídia e Agenda Pública - Universidade de Maryland (EUA) Fonte: MOELLER, Susan. Nurturing Freedom of Expression through Teaching Global Media Literacy. In ONU / UNESCO / ALLIANCE OF CIVILIZATIONS / GRUPO COMUNICAR. Mapping Media Education Policies in the World. Nova Yorque: ONU, 2009. http://www.salzburg.umd.edu/salzburg/new/
  6. 6. CANADÁwww.aml.ca Entidade atuante desde 1978 Mantém uma rede de profissionais interessados em promover a mídia-educaçãoRealiza conferências e oficinas para professores, profissionais de mídia, familiares e jovensPublica materiais e relatórios Promove a “National Media Literacy Week” – evento anual com conferências eatividades em escolas, meios de comunicação parceiros e organizaçõesnão-governamentais. A cada ano a semana elege um tema para ser debatido e estudado nasescolas. Em 2012, a NMLW ocorrerá de 5 a 9 de novembro e tema será “Questões de Privacidade”.
  7. 7. UNIÃO EUROPEIA www.euromedialiteracy.eu
  8. 8. INGLATERRA POLÍTICA PÚBLICA DE MEDIA LITERACY 2000 – A New Future for Communications Contexto , desafios e propostas para conduzir a migração para plataformas digitais: abundância, convergência, interatividade e interesse público; Comunicação digital: uma esfera central para a economia, para a vida democrática, para a cultura, o lazer e a educação 2003 – Communications Act Deve ser tarefa do Ofcom realizar as ações para promover melhor compreensão pública sobre: 1. A natureza e das características do material publicado pelos meios de comunicação ; 2. Processos de produção de conteúdo; 3. Formas de acesso e controle 2004 – Ofcom’s strategy and priorities for promoting media literacy: a statement 1. liderar a realização de ações que melhorem o acesso e a consciência do público; 2. investigar o quão literados em mídia são os diversos segmentos da população; 3. organizar as etapas da política de media literacy – classificação e parcerias
  9. 9. INGLATERRAhttp://www.culture.gov.uk/images/publications/digitalbritain-finalreport-jun09.pdf
  10. 10. A promoção das habilidades de media literacy traz as seguintesvantagens: Capacita as pessoas para achar informações mais rapidamente doque se o fizessem por meios tradicionais (livros, arquivos de jornaisetc); Amplia as oportunidades para encontrar trabalho e aprimoramentoprofissional; Amplia a oferta de oportunidades educacionais; Facilita o compartilhamento de conhecimento; Facilita a comunicação com família e amigos; Desenvolve redes sociais que, de outro modo, não teriam comoser criadas; Economiza dinheiro, já que é possível fazer comparações de custosno varejo; Melhora o engajamento cívico, porque facilita o contato compolíticos, especialmente locais;Dá mais independência aos portadores de deficiências físicas quecomprometem a locomoção; Reduz o tempo e o custo de transações e uso de serviços públicos;Fornece novas oportunidades para o exercício da criatividade epara a livre expressão.
  11. 11. Barreiras imediatas que precisam ser vencidas para a política vingar: O público precisa perceber os benefícios do engajamento digital; As habilidades e conhecimentos sobre mídia devem ser popularizados; É preciso garantir que as pessoas tenham capacidade de avaliaçãocrítica; Consequentemente, é preciso disseminar educação sobre mídia; É preciso ter garantida a oferta de orientações e serviços, segurança eprivacidade online; Os serviços devem ser possíveis de serem comprados e mantidos,mesmo por pessoas com baixa renda; É preciso promover uso ético da mídia; Pessoas com deficiência também devem ter acesso garantido.
  12. 12. Perfis de acesso segundo o Ofcom:•Os engajados (engaged) possuem uma forte relação comdispositivos tecnológicos e estão entusiasmados com osbenefícios que esses aparatos trazem para as suas vidas;•2. Os pragmáticos (pragmatists) também fazem amplo uso dosdispositivos, mas de um modo mais funcional e menosentusiasmado;•3. Os “economizadores” (economisers) tendem a ser pessoasjovens, que mantém uma relação positiva com a mídia, masfazem uso limitado por causa dos custos (mais da metade dessepúblico tem baixa renda ou não tem trabalho);•Os hesitantes (hesitants) têm consciência de que não estãoaproveitando os benefícios e vantagens que o acesso àstecnologias traz, mas, ainda assim, tendem a menosprezá-la,porque a insegurança fala mais alto;•Os resistentes (resistors) têm uma relação muito fraca eprecária com as tecnologias e não vêem razão para deixar de serassim. A maioria tem mais de 65 anos.
  13. 13. INGLATERRA http://themea.org/
  14. 14. INGLATERRA www.manifestoformediaeducation.co.uk
  15. 15. INGLATERRAhttp://www.bbc.co.uk/filmnetwork/filmmaking/guide/
  16. 16. FRANÇA www.clemi.org/fr/portugais/
  17. 17. ARGENTINA www.me.gov.ar/escuelaymedios/
  18. 18. ARGENTINA Argentina – 1984 – Programa “Escola e Mídia” “A democracia havia sido restabelecida em 1983 e as crianças que tinham vivido sob um rígido regime militar precisavam aprender o sentido da liberdade de expressão, liberdade de imprensa e direito à informação” Objetivos do programa:  Formar professores em cursos presenciais e online  Promover atividades para escolas, incentivando a produção de conteúdos midiáticos  Criar oportunidades institucionais para a livre expressão dos jovens – “Jornalista por um dia”  Sensibilizar a comunidade, em especial os pais, para a importância de orientar os filhos na sua relação com as mídias MORDUCHOWICZ, Roxana. When Media Education is State Policy. In ONU / UNESCO / ALLIANCE OF CIVILIZATIONS / GRUPO COMUNICAR. Mapping Media Education Policies in the World. Nova Yorque: ONU, 2009.
  19. 19. Jeff Weidner / Associated Press - 1989http://pt.wikipedia.org/wiki/Protesto_na_Pra%C3%A7a_da_Paz_Celestial_em_1989
  20. 20. CHINA Reforma curricular em 2004 introduziu os “estudos liberais” (liberal studies) eobjetivos específicos para o ensino de chinês e inglês, entre eles fomentar acriatividade, incentivando a leitura de uma vasta diversidade de textos. A proposta pedagógica é aplicar um abordagem mais interativa, centrada noaluno e baseada na busca de informações, através de processos de codificaçãoe decodificação de mensagens midiáticas e engajamento na produção deconteúdos, usando as mídias A mídia-educação se torna um recurso para desenvolver a cidadania, aapreciação estética, o engajamento social, a auto-estima e o consumoconscienteFonte: CHEUNG, C.K. Education reform as an agent of change: the development of media literacy in Hong Kongduring the last decade. In ONU / UNESCO / ALLIANCE OF CIVILIZATIONS / GRUPO COMUNICAR. Mapping MediaEducation Policies in the World. Nova Yorque: ONU, 2009.
  21. 21. A PROPOSTA DA UNESCO
  22. 22. MARCOS HISTÓRICOS1977 – Comissão Internacional para o Estudo dos Problemas da Comunicação“Relatório Mc Bride” – Um mundo e muitas vozes1980 - International Programme for the Development of Communication (IPDC)Mídias comunitáriasQualificação da oferta (gatekeepers) e qualificação da demanda (cidadãos)1982 - Simpósio Internacional sobre Mídia-Educação em Grunwald2006 – Media Education – A kit for teachers, students, parents and professionals2008 – Indicadores de Desenvolvimento da MídiaRegulação – Promoção da diversidade – Discurso democrático – Capacitação - Infraestrutura2011 – Unesco Media and Information Literacy Curriculum
  23. 23. AgradecimentosPrefácioIntroduçãoProposta de Currículo em MódulosManual para ProfessoresManual para EstudantesManual para PaisManual para relações éticas com osProfissionaisManual para Letramento em InternetQuestões FrequentesGlossário deTermos selecionados para Mídia-educaçãoReferências, Recursos e Boas PráticasColaboradores
  24. 24. Parte 1 – Matriz Curricular e competênciasParte 2 – Módulos Centrais e ComplementaresMÓDULO 1 – Cidadania, Liberdade de Expressão, Acesso àInformação, Discurso Democrático e Aprendizagem ao longo davidaMÓDULO 2: Compreendendo as notícias, o sistema midiático e aética na informaçãoMÓDULO 3: Representação na mídia e acesso à informaçãoMÓDULO 4: Linguagem midiática e informaçãoMÓDULO 5: PublicidadeMÓDULO 6: Novas mídias e mídias tradicionaisMÓDULO: Mudanças e oportunidades da internetMÓDULO 8: Competência em informação e habilidades de uso debibliotecasMÓDULO 9: Comunicação, Alfabetização Midiática e Aprendizagem– módulo de recaptulaçãoMÓDULO 10: AudiênciaMÓDULO 11: Mídia, tecnologia e a aldeia global
  25. 25. AFINAL, O QUE É MÍDIA EDUCAÇÃO?
  26. 26. DEFINIÇÕESUNESCO Capacidade de compreender o papel e as funções da mídia emsociedades democráticas; Capacidade de compreender mecanismos internos de funcionamentoda mídia; Saber avaliar criticamente o conteúdo da mídia à luz do seu papelsocial; Capacidade de se engajar em ações de participação democrática,promoção da liberdade de expressão e participação cívica; Ser capaz de atualizar habilidades necessárias para produzirconteúdo como usuário.Fonte: Media and Information Literacy Curriculum for Teachers – UNESCO, 2011
  27. 27. COMO FAZER?
  28. 28. CASOS PRÁTICOS
  29. 29. BRITISH BOARD OF FILM CLASSIFICATION (BBFC) – INSTITUIÇÕES DE MÍDIAMaterial dividido em quatro seções, que trazem informações sobre o processode trabalho, descrevem o modo como o BBFC atuou em casos específicos esimulam situações para que o usuário decida sobre as classificações aplicáveisem alguns exemplos reais.
  30. 30. BRITISH BOARD OF FILM CLASSIFICATION (BBFC) - SIMULAÇÃOhttp://medialiteracybrasil.net/2012/01/05/por-dentro-da-classificacao-de-conteudos/
  31. 31. EMC – ANÁLISE TEXTUAL
  32. 32. ABOUT FACE – REPRESENTAÇÃOwww.about-face.org
  33. 33. FORMAÇÃO DE PROFESSORES
  34. 34. UFTM – FORMAÇÃO DE PROFESSORESLINGUAGEM – REPRESENTAÇÃO – INSTITUIÇÕES DE MÍDIAATIVIDADE 1Assistir as propagandas da série “Hope ensina” Ler as reportagens sobre o caso da propaganda “Hope Ensina” Discutir o caso e emitir uma opinião: quem é contra e quem é a favor da iniciativa daSecretaria de Políticas para as Mulheres? Com base em que argumentos cada membrodo grupo sustenta sua opinião?
  35. 35. UFTM – FORMAÇÃO DE PROFESSORESLINGUAGEM – REPRESENTAÇÃO – INSTITUIÇÕES DE MÍDIAATIVIDADE 2 Usando o material, analisar a linguagem da propaganda: que elementos poderiamfazer dela uma mensagem sexista? Propor outras soluções para anunciar os produtos da Hope, usando a mesmamodelo.
  36. 36. UFTM – FORMAÇÃO DE PROFESSORESLINGUAGEM – REPRESENTAÇÃO – INSTITUIÇÕES DE MÍDIAATIVIDADE 3 Considere o público-alvo da propaganda da Hope e crie uma propaganda de até 30segundos que use a modelo Gisele Bündchen para anuncia os produtos da marca, masque não gere a mesma polêmica do sexismo. Como seria essa propaganda? Descreva asimagens e o texto que você usaria.ATIVIDADE 3 Navegar pelo site do Conselho Autorregulamentação Publicitária (Conar) e conhecera proposta desse órgão para a regulação da propaganda no Brasil; Ler o resumo da decisão do Conar sobre o caso da propaganda “Hope Ensina”; Ler os artigos 19 a 21 (Respeitabilidade) do Código de Autorregulamentaçãopublicitária, que regem o teor das reclamações feitas pela SPM e pelas outras 42reclamações de consumidores; e o artigo 27 do Regimento Interno do Conselho deÉtica Responder a questão do fórum 1: você concorda com a decisão doConar? Em quais argumentos você baseia sua opinião?
  37. 37. OBRIGADA Desenho do cineasta Tim BurtonAlexandra Bujokas de SiqueiraCentro de Educação a Distância e Aprendizagem com Tecnologiasda Informação e Comunicação (CEAD)Universidade Federal do Triângulo Minero (UFTM)bujokas@uol.com.br

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