SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 36
Inovar é a nossa tradição!
… Desde 1929
Carlos Batista – Presidente do Conselho de Administração
Ilha da Madeira
Em números
Caracterização da População
 242,6 mil habitantes
 40% com idades compreendidas entre os 15 e os
39 anos
 65,5 mil famílias
 60% das famílias são constituídas por 2 a 4
pessoas Calheta
5% C. Lobos
13%
Funchal
47%
Machico
9%
S. Cruz
10%
Calheta C. Lobos Funchal Machico
P. Sol P. Moniz P. Santo R. Brava
S. Cruz Santana S. Vicente
Densidade Populacional
 93,1% dos habitantes encontra-se
concentrada na zona Sul da Ilha da Madeira
 Os concelhos do Funchal, Câmara de Lobos,
Santa Cruz e Machico perfazem 78,8% do
total da população
www.insular.pt
Grupo Insular
Área Geográfica
Desde 1995 as unidades produtivas encontram-se concentradas na
Zona Franca Industrial do Caniçal.
Açores
Madeira
Portugal
Madeira
www.insular.pt
INSULAR
SIM SIMAL DMP
Farinhas
Trigo/Milho
É uma das mais antigas empresas madeirenses ligadas ao ramo alimentar.
A sua fundação remonta ao ano de 1929.
A capacidade de adaptação e inovação implementada nos seus 80 anos de
existência, fazem da Insular uma marca de qualidade superior e uma referência no
ramo alimentar.
O Grupo Insular é constituído por 4 Sociedades que prosseguem especificamente
determinado objeto social:
Grupo Insular
Organigrama
Massas e
Bolachas
Distribuidora
www.insular.pt
INSULAR
SIM SIMAL DMP
Grupo Insular
Organigrama
Farinhas Trigo/Milho
Massas e
Bolachas
Distribuidora
www.insular.pt
Farinha de Trigo
Farinha de Milho
Massas
Bolachas
… e alguns subprodutos
MATÉRIA-PRIMA
TRANSFORMAÇÃO
PRODUTOS ACABADOS
INDÚSTRIA ALIMENTAR
Grupo Insular
Sector de Atividade
www.insular.pt
11º Grupo Empresarial e Industrial da Madeira
1º Grupo Empresarial do sector alimentar
É o único produtor local de derivados de cereais na RAM
Grupo Insular
A Insular em números
 Responsável pela movimentação de cerca de 21000 tons de trigo e 600 tons
de milho/ano.
 Tem um volume de produção anual aproximada de 11000 tons de farinhas
para uso industrial, 2750 tons de sêmeas, 2500 tons de sêmolas, 3000 tons
de farinha para uso doméstico, 3800 tons de massas e 300 tons de
bolachas.
 Utiliza 73% da sua capacidade produtiva instalada na Moagem, 16% da
Linha de Massas Compridas, 44% da Linha de Massas Cortadas e 17% dawww.insular.pt
Grupo Insular
Áreas de Negócio
INDÚSTRIA
PANIFICADORA
USO
DOMÉSTICO
Core Business Consumo Imediato
www.insular.pt
Grupo Insular
A Marca
Insular é a marca “umbrella” para um conjunto de produtos, exclusivos no
mercado regional da Madeira e distribuídos pela SIM/DMP:
PRODUTOS PRÓPRIOS
Indústria Panificação Consumo Direto
-Farinhas de Trigo
-Levedura
-Melhorante
-Sêmeas/Rolão
-Milho em Grão
/Estraçoado
-Farinhas de Uso
Doméstico
-Massas
-Bolachas/Biscoitos
PRODUTOS DE
TERCEIROS
COMERCIALIZADOS
SOB A MARCA INSULAR
-Arroz
-Azeite
-Óleo Alimentar
A Insular é uma marca atenta às necessidades e expectativas dos seus
consumidores.
www.insular.pt
Grupo Insular
Mercado de exportação/expedição
Alemanha
Ilha da Madeira
Açores
Portugal
Portugal
- Massas Gama Clássica
- Massas e Bolachas Gama
Vital
- Massas Marca Ignoramus
- Massas e Bolachas Marca
Diese
Açores
- Massas Marca Moaçor
- Farinha de Milho Branco
Espanha
- Massas Marca Eco e Guia
Alemanha
- Massas Marca Vitis
www.insular.pt
1- Projeto Batatinpan
2- Outros Projetos
1- Projeto Batatinpan
Batata-doce: Potencialidades e perspetivas
da cultura na RAM
QUADRO
DE REFERÊNCIA
ESTRATÉGICO
NACIONAL
PORTUGAL.2007.2013
Projeto apoiado pelo programa + Conhecimento II
INTERVIR+ para uma Região cada vez mais europeia
Sociedade Insular de Moagens, S.A.
Banco de Germoplasma ISOPlexis/ Germobanco
Laboratório de Tecnologia e Inovação Industrial
Parceiros do projeto Batatinpan
www.insular.pt
1- Projeto Batatinpan
Desenvolvimento da transformação de
batata-doce para a indústria agroalimentar
www.insular.pt
 A batata-doce é atualmente a 7ª maior cultura agrícola a nível mundial,
sendo cultivada em 111 Países
 Produção mundial
102,7 milhões de toneladas/ano
- 90% tem origem na Ásia
- 5% tem origem em África
- Na Europa, a produção é quase
exclusivamente assegurada por Portugal
1- Projeto Batatinpan
Batata-doce: Importância mundial da cultura
www.insular.pt
País
Produção
t/ano
País
Produção
t/ano
China 76,8 Tanzânia 1,38
Uganda 2,77 Vietname 1,21
Nigéria 2,75 India 1,10
Indonésia 2,10 Japão 1,00
Europa 0,053 Portugal 0,022
Fonte: Centro Internacional da Batata
 A cultura da batata-doce terá sido introduzida na Madeira, durante
o séc. XVII (Silva e de Meneses, 1908)
 Contudo, o seu cultivo já era efetuado nos Açores, em meados do séc.
XVI
(Ferrão, 1992)
 Origem dos recursos genéticos
- Brasil - primeiras introduções documentadas de batata-doce
- Demerara, Guiana Holandesa, em 1845 (Pereira, 1940)
- Outras origens geográficas - introduções posteriores
realizadas pela diáspora madeirense
1- Projeto Batatinpan
Batata-doce: Importância histórica na RAM
www.insular.pt
 A batata-doce, devido à sua rusticidade, constituiu a base da alimentação
dos Madeirenses, desde o século XVII
 Graças às produções estáveis base da segurança alimentar
fonte energética e de nutrientes em tempo de
escassez
 Moeda nas trocas de bens e serviços entre populações rurais e costeiras
 Fonte adicional de rendimento na parca economia rural
 Associada às tradições culturais e culinárias da região
 Era, e é utilizada na panificação, como aditivo na confeção do pão
- substituía o fermento, originando o bolo do caco e a pães de batata
regionais
1- Projeto Batatinpan
Batata-doce: Importância na agricultura
e economia rural da RAM
www.insular.pt
1- Projeto Batatinpan
Batata-doce: Importância na agricultura
e economia rural da RAM
www.insular.pt
Tabela - Produção de batata-doce na RAM, no período de 1976 a 2011, valores estatísticos
médios. Dados da Direção Regional de Estatística da Madeira
Principais ilações
 A cultura da batata-doce tem vindo a perder importância económica
 Esta perda resultará do decréscimo da área agrícola (75%) e da população rural
 Decréscimo acentuado da produção, apesar da recuperação da área de cultivo
 Decréscimo acentuado de produtividade das cultivares parece estar a ocorrer, e
poderá ser resultado de erosão genética e/ou de problemas fitossanitários das
cultivares
Período 1976/80 1981/85 1986/90 1991/95 1996/00 2001/06 2007/11
Produção média, t 60.000,0 42.132,4 20.654,6 12.551,2 10.224,0 6984,0 8004,0
Área de produção, ha - - 86,3 - 93,0 116,8 146,2
Produtividade, t/ha - - 239,3 - 109,9 59,8 54,8
As potencialidades da produção regional podem ser aferidas e avaliadas
a diversos níveis, nomeadamente:
 Representa a maior e mais diversificada produção europeia desta cultura
 Contribui para a função socioeconómica da agricultura regional
a sustentabilidade da económica no meio rural.
 Produz alimento para consumo direto e/ou para restauração, pelo que tem
impacto sobre o setor do turismo e da restauração
 Constitui uma fonte de matéria-prima para confeção de produtos locais ou
regionais com impacto no sector agroalimentar e no turismo
 Possui diversas características e propriedades benéficas para a saúde, que o
transformam num alimento funcional de eleição
1- Projeto Batatinpan
Batata-doce: Potencialidades da produção regional
www.insular.pt
 A batata-doce é uma fonte equilibrada de nutrientes, minerais,
vitaminas, e outros componentes biofuncionais
podem ajudar a combater a subnutrição e alguns dos principais
problemas de saúde pública
 Está comprovada a sua ação:
- Anti-glicémica
- Anticancerígena
- Antioxidante
- Imunológica
- Anti-cegueira (fonte de vitamina A)
1- Projeto Batatinpan
Batata-doce: Potencialidades da produção regional
www.insular.pt
1- Projeto Batatinpan
Batata-doce: Potencialidades da produção regional
www.insular.pt
 Apesar da sua importância, a produção da batata-doce regional não
está ser aproveitada em todas as potencialidades.
Esse aproveitamento implica um esforço de:
- Valorização dos recursos genéticos
- Inovação em torno do setor agroalimentar
- Criação de uma fileira de valor acrescentado, com
responsabilidades partilhadas por parte dos diversos
agentes.
Total, t/ano Valor, m€ Elo da cadeia
Batata-doce 9180
Valor produção 4.590 Agricultor
Valor produção 8.262 Consumidor final
Tabela - Produção de batata-doce (2011), valores e estimativas
1- Projeto Batatinpan
+ Conhecimento
Objetivo geral
 Avaliação nutricional, tecnológica, microbiológica, organolética e agronómica
de variedades de batata-doce regional
Seleção das variedades que possuem características mais apropriadas para
transformação industrial
 Otimização de todo o processo de transformação deste produto agrícola para
panificação e confeitaria
www.insular.pt
 Produto pioneiro no mercado
 Projeto Batatinpan
- “Desenvolvimento da farinha de batata-doce para a indústria de panificação”
- Parceria entre a Sociedade Insular de Moagens e a Universidade da Madeira
- Financiado pelo programa + Conhecimento II do Instituto de Desenvolvimento Empres
 O pão de batata-doce é um produto tradicional apenas produzido na RAM
 Ideal para empresários de panificação, os quais disporão durante todo o ano de um
substituto da batata-doce para o fabrico de pão
Grupo Insular
Farinha de Batata-Doce
www.insular.pt
1- Projeto Batatinpan
Programa de trabalho
Tarefas
 Estudos preliminares
 Estudos e trabalhos complementares
 Aquisição de conhecimentos e capacidades
 Desenvolvimento
 Testes e ensaios
 Divulgação de resultados
www.insular.pt
1- Projeto Batatinpan
Tarefas - Estudos preliminares
www.insular.pt
 Elaboração de um relatório acerca da cultura da batata-doce na
Madeira
dos seus recursos genéticos
perspetivas de valorização
económica
 Resultados esperados
- Relatório sobre as potencialidades e perspetivas de
transformação da produção regional de batata-doce
1- Projeto Batatinpan
Tarefas - Estudos e trabalhos complementares
www.insular.pt
 Envolveu a prospeção
conservação
avaliação
 Desenvolvidos paralelamente pelo ISOPlexis e pela
AAM
 Resultados
- Ensaios agronómicos de batata-doce na UMa
Objetivo: caracterizar e avaliar as variedades
regionais
- Desenvolvimento de técnicas de propagação vegetativa
dos recursos genéticos da batata-doce na
perspetiva de valorização
de material selecionado
1- Projeto Batatinpan
Tarefas – Aquisição de conhecimentos e capacidades
www.insular.pt
 Envolveu a aquisição de conhecimentos e capacidades com vista ao
desenvolvimento do processo de transformação e elaboração do
respetivo manual de boas práticas.
 Resultados obtidos
Os trabalhos permitiram obter como resultados :
- “Seleção” de uma das variedades regionais para transformação
- Determinação de um período de validade dos transformados, mín. de 3 a 6
meses
- Definição das % das misturas para produção do produto industrial de batata-
doce
www.insular.pt
 Envolveu o desenvolvimento experimental do processo de transformação
a avaliação das características composicionais, tecnológicas e
reológicas a otimização do processo de transformação industrial
 Resultados
- Relatório técnico das caraterísticas composicionais, tecnológicas e reológicas
dos
- Ficha técnica do produto
- Relatórios de qualidade nutricional e microbiológica
1- Projeto Batatinpan
Tarefas - Desenvolvimento
produtos desenvolvidos
www.insular.pt
 Desenvolvimento de testes e ensaios
 Avaliação dos transformados e produtos de batata-doce objeto de
desenvolvimento
 Resultados esperados
1- Projeto Batatinpan
Tarefas – Testes e ensaios
- Produção experimental dos primeiros
lotes de transformados de batata-doce
- Análise organolética dos transformados
- Avaliação da aceitabilidade do produto
pelos consumidores
www.insular.pt
 Envolve a promoção de eventos e a divulgação dos resultados junto
da comunidade, e reuniões/conferências de âmbito científico
 Resultados esperados
1- Projeto Batatinpan
Tarefas – Divulgação de resultados
- Realização de atividades relacionadas com a
demonstração do produto
- Realização de conferências no âmbito do
Fórum da panificação
- Apresentação de resultados em conferências
científicas
- Publicação de resultados em revistas
científicas
- Página do projeto na internet
www.insular.pt
Produtos e inovação
- Transformação industrial parcial da produção regional
- Criação de uma gama de produtos de valor acrescentado
- Aproveitamento de subprodutos da cultura de batata-doce
- Criação de produtos biofuncionais, linha de saúde
- Proteção das variedades regionais de batata-doce
- Produção de material de propagação selecionado
1- Projeto Batatinpan
Perspetivas de valorização
da produção regional de batata-doce
www.insular.pt
Diese - Pioneira na introdução do conceito da Alimentação Saudável em
Portugal
2- Outros projetos em curso
Parceria com a Diese
Produto do Ano 2008
Massas integrais com Grainha de Uva
Sabor do Ano 2012
Bolacha Maria Grainha de Uva
Cream Cracker Integral de Sésamo
Bolachas enriquecidas com
fibra dietética solúvel, vitamina
B2, cálcio e ferro.
Produto do Ano 2011
Bolachas integrais
www.insular.pt
Ignoramus – Empresa de distribuição de produtos naturais
saudáveis
Desenvolvimento de produtos que vão de encontro
às necessidades dos consumidores, nomeadamente
com alto teor em fibra.
2- Outros projetos em curso
Parceria com a Ignoramus
www.insular.pt
Bioforma – Empresa madeirense de produtos naturais de qualidade
superior e comprovada.
Desenvolvimento de produtos de valor acrescentado:
- Com ingredientes de origem regional
- Com antioxidantes naturais provenientes da grainha de uva
- Alto teor em fibra
- Fonte de vitaminas e minerais
2- Outros projetos em curso
Parceria com a Bioforma
QUALIDADE INOVAÇÃO RIGOR NA GESTÃO
Grupo Insular
- Para onde vamos?
www.insular.pt
A Insular está inserida num mercado fortemente concorrencial
 Produto (Mp, PSA e PA)
 Processo (Sistema de
Garantia de Qualidade)
 Melhoria contínua
 Produto
 Processo
(Eficiência e
Eficácia)
 Definição de uma estratégia
 Controlo de Gestão
(Acompanhar os orçamentos)
 Controlo de custos
(Relevância da Ajuda Poseima)
 Cumprimento de prazos
(Entregas e Pagamentos)
 Tomar decisões (Reinventar o
negócio downsizing e abandonar
negócios não rentáveis)
Grupo Insular
- Para onde vamos?
www.insular.pt

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Sustentabilidade, Empreendedorismo em Ação
Sustentabilidade, Empreendedorismo em AçãoSustentabilidade, Empreendedorismo em Ação
Sustentabilidade, Empreendedorismo em AçãoRafael Carvalho
 
Aula 1 empreendedorismo - conceitos e caracteristicas.pptm
Aula 1   empreendedorismo - conceitos e caracteristicas.pptmAula 1   empreendedorismo - conceitos e caracteristicas.pptm
Aula 1 empreendedorismo - conceitos e caracteristicas.pptmClaudio Parra
 
eco aula 2 - A administracão rural e o agronegócio
eco aula 2 - A administracão rural e o agronegócioeco aula 2 - A administracão rural e o agronegócio
eco aula 2 - A administracão rural e o agronegócioCarol Castro
 
Inserção Internacional do Agronegócio Brasileiro
Inserção Internacional do Agronegócio BrasileiroInserção Internacional do Agronegócio Brasileiro
Inserção Internacional do Agronegócio BrasileiroVerônica Muccini
 
Slides aula 1 introdução ao empreendedorismo
Slides aula 1   introdução ao empreendedorismoSlides aula 1   introdução ao empreendedorismo
Slides aula 1 introdução ao empreendedorismoGirlany Rino
 
Efeitos agrotoxicos abelhas_silvestres_brasil
Efeitos agrotoxicos abelhas_silvestres_brasilEfeitos agrotoxicos abelhas_silvestres_brasil
Efeitos agrotoxicos abelhas_silvestres_brasilJoão Siqueira da Mata
 
Aula 13 - AGRONEGÓCIO BRASILEIRO
Aula  13 - AGRONEGÓCIO BRASILEIROAula  13 - AGRONEGÓCIO BRASILEIRO
Aula 13 - AGRONEGÓCIO BRASILEIROsionara14
 
Livro fundamentos-de-agronegocios
Livro fundamentos-de-agronegociosLivro fundamentos-de-agronegocios
Livro fundamentos-de-agronegociosLeticia Foratto
 
Apresentação da EMP Consultoria e Treinamentos para Empresas de Segurança
Apresentação da EMP Consultoria e Treinamentos para Empresas de SegurançaApresentação da EMP Consultoria e Treinamentos para Empresas de Segurança
Apresentação da EMP Consultoria e Treinamentos para Empresas de SegurançaEmir Pinho
 
Mapa - Bem Estar Animal
Mapa - Bem Estar AnimalMapa - Bem Estar Animal
Mapa - Bem Estar AnimalBeefPoint
 

Mais procurados (20)

Alimentos
AlimentosAlimentos
Alimentos
 
Sustentabilidade, Empreendedorismo em Ação
Sustentabilidade, Empreendedorismo em AçãoSustentabilidade, Empreendedorismo em Ação
Sustentabilidade, Empreendedorismo em Ação
 
Aula 1 empreendedorismo - conceitos e caracteristicas.pptm
Aula 1   empreendedorismo - conceitos e caracteristicas.pptmAula 1   empreendedorismo - conceitos e caracteristicas.pptm
Aula 1 empreendedorismo - conceitos e caracteristicas.pptm
 
eco aula 2 - A administracão rural e o agronegócio
eco aula 2 - A administracão rural e o agronegócioeco aula 2 - A administracão rural e o agronegócio
eco aula 2 - A administracão rural e o agronegócio
 
Inserção Internacional do Agronegócio Brasileiro
Inserção Internacional do Agronegócio BrasileiroInserção Internacional do Agronegócio Brasileiro
Inserção Internacional do Agronegócio Brasileiro
 
Slides aula 1 introdução ao empreendedorismo
Slides aula 1   introdução ao empreendedorismoSlides aula 1   introdução ao empreendedorismo
Slides aula 1 introdução ao empreendedorismo
 
Introdução a apicultura
Introdução a apicultura Introdução a apicultura
Introdução a apicultura
 
Melhoramento genético de suínos
Melhoramento genético de suínosMelhoramento genético de suínos
Melhoramento genético de suínos
 
Sapucai
SapucaiSapucai
Sapucai
 
Efeitos agrotoxicos abelhas_silvestres_brasil
Efeitos agrotoxicos abelhas_silvestres_brasilEfeitos agrotoxicos abelhas_silvestres_brasil
Efeitos agrotoxicos abelhas_silvestres_brasil
 
Aula 13 - AGRONEGÓCIO BRASILEIRO
Aula  13 - AGRONEGÓCIO BRASILEIROAula  13 - AGRONEGÓCIO BRASILEIRO
Aula 13 - AGRONEGÓCIO BRASILEIRO
 
Meio ambiente x agronegocios
Meio ambiente  x agronegociosMeio ambiente  x agronegocios
Meio ambiente x agronegocios
 
Cunicultura
CuniculturaCunicultura
Cunicultura
 
Livro fundamentos-de-agronegocios
Livro fundamentos-de-agronegociosLivro fundamentos-de-agronegocios
Livro fundamentos-de-agronegocios
 
Slide suínos
Slide suínosSlide suínos
Slide suínos
 
Abelhas
AbelhasAbelhas
Abelhas
 
Apresentação da EMP Consultoria e Treinamentos para Empresas de Segurança
Apresentação da EMP Consultoria e Treinamentos para Empresas de SegurançaApresentação da EMP Consultoria e Treinamentos para Empresas de Segurança
Apresentação da EMP Consultoria e Treinamentos para Empresas de Segurança
 
Hortas
HortasHortas
Hortas
 
Manual de Ordenha
Manual de OrdenhaManual de Ordenha
Manual de Ordenha
 
Mapa - Bem Estar Animal
Mapa - Bem Estar AnimalMapa - Bem Estar Animal
Mapa - Bem Estar Animal
 

Semelhante a Inovar com Batata-doce

235-Bovincultura_NOVO_2022-06-03-142852_yjmr.pdf
235-Bovincultura_NOVO_2022-06-03-142852_yjmr.pdf235-Bovincultura_NOVO_2022-06-03-142852_yjmr.pdf
235-Bovincultura_NOVO_2022-06-03-142852_yjmr.pdfAgneloDouglas
 
D - Como tem evoluído a atividade agrícola em Portugal.pdf
D - Como tem evoluído a atividade agrícola em Portugal.pdfD - Como tem evoluído a atividade agrícola em Portugal.pdf
D - Como tem evoluído a atividade agrícola em Portugal.pdfDomingosSantos40
 
Informe Rural - 15/08/13
Informe Rural - 15/08/13Informe Rural - 15/08/13
Informe Rural - 15/08/13Informe Rural
 
Gestão do agronegócio - a hora e a vez dos administradores
Gestão do agronegócio - a hora e a vez dos administradoresGestão do agronegócio - a hora e a vez dos administradores
Gestão do agronegócio - a hora e a vez dos administradoresÉrlei José de Araújo
 
Miolo nucorte 2014 revista
Miolo nucorte 2014 revistaMiolo nucorte 2014 revista
Miolo nucorte 2014 revistaAgriPoint
 
Tecnologia de produção da framboesa embrapa
Tecnologia de produção da framboesa embrapaTecnologia de produção da framboesa embrapa
Tecnologia de produção da framboesa embrapaEdison Paulo
 
Umbuzeiro (spondias tuberosa) ednei
Umbuzeiro (spondias tuberosa)   edneiUmbuzeiro (spondias tuberosa)   ednei
Umbuzeiro (spondias tuberosa) edneiCETEP, FTC, FASA..
 
Projeto açaí vida verde implantação itapuã 2016
Projeto açaí vida verde   implantação itapuã 2016Projeto açaí vida verde   implantação itapuã 2016
Projeto açaí vida verde implantação itapuã 2016Leonardo Pool
 
Pará, terra do açaí - Oportunidade de Investimentos
Pará, terra do açaí - Oportunidade de InvestimentosPará, terra do açaí - Oportunidade de Investimentos
Pará, terra do açaí - Oportunidade de InvestimentosHerbert Machado
 
Periódico Extensão Rural 2010-2
Periódico Extensão Rural 2010-2Periódico Extensão Rural 2010-2
Periódico Extensão Rural 2010-2Ezequiel Redin
 
Uma palmeira exótica no cenário brasileiro - o coqueiro gigante. Vol.I
Uma palmeira exótica no cenário brasileiro - o coqueiro gigante. Vol.IUma palmeira exótica no cenário brasileiro - o coqueiro gigante. Vol.I
Uma palmeira exótica no cenário brasileiro - o coqueiro gigante. Vol.ILiliam Da Paixão
 
projeto de suinocultura (trabalho do curso de técnico agrícola)
projeto de suinocultura (trabalho do curso de técnico agrícola)projeto de suinocultura (trabalho do curso de técnico agrícola)
projeto de suinocultura (trabalho do curso de técnico agrícola)Luis Deleprane
 
Agricultura Transmontana
Agricultura TransmontanaAgricultura Transmontana
Agricultura TransmontanaOxana Marian
 
A-cultura-da-batata-doce.pdf
A-cultura-da-batata-doce.pdfA-cultura-da-batata-doce.pdf
A-cultura-da-batata-doce.pdfElton Mendes
 
Aula 2 "homem, sociedade e meio ambiente"
Aula 2 "homem, sociedade e meio ambiente"Aula 2 "homem, sociedade e meio ambiente"
Aula 2 "homem, sociedade e meio ambiente"Matheus Yuri
 

Semelhante a Inovar com Batata-doce (20)

235-Bovincultura_NOVO_2022-06-03-142852_yjmr.pdf
235-Bovincultura_NOVO_2022-06-03-142852_yjmr.pdf235-Bovincultura_NOVO_2022-06-03-142852_yjmr.pdf
235-Bovincultura_NOVO_2022-06-03-142852_yjmr.pdf
 
Actividades económicas
Actividades económicasActividades económicas
Actividades económicas
 
Revista_emRede05_DGADR, 2014
Revista_emRede05_DGADR, 2014Revista_emRede05_DGADR, 2014
Revista_emRede05_DGADR, 2014
 
D - Como tem evoluído a atividade agrícola em Portugal.pdf
D - Como tem evoluído a atividade agrícola em Portugal.pdfD - Como tem evoluído a atividade agrícola em Portugal.pdf
D - Como tem evoluído a atividade agrícola em Portugal.pdf
 
Informe Rural - 15/08/13
Informe Rural - 15/08/13Informe Rural - 15/08/13
Informe Rural - 15/08/13
 
Gestão do agronegócio - a hora e a vez dos administradores
Gestão do agronegócio - a hora e a vez dos administradoresGestão do agronegócio - a hora e a vez dos administradores
Gestão do agronegócio - a hora e a vez dos administradores
 
Miolo nucorte 2014 revista
Miolo nucorte 2014 revistaMiolo nucorte 2014 revista
Miolo nucorte 2014 revista
 
Tecnologia de produção da framboesa embrapa
Tecnologia de produção da framboesa embrapaTecnologia de produção da framboesa embrapa
Tecnologia de produção da framboesa embrapa
 
Umbuzeiro (spondias tuberosa) ednei
Umbuzeiro (spondias tuberosa)   edneiUmbuzeiro (spondias tuberosa)   ednei
Umbuzeiro (spondias tuberosa) ednei
 
Cartilha cultivo de_tilápias_em_gaiolas
Cartilha cultivo de_tilápias_em_gaiolasCartilha cultivo de_tilápias_em_gaiolas
Cartilha cultivo de_tilápias_em_gaiolas
 
Projeto açaí vida verde implantação itapuã 2016
Projeto açaí vida verde   implantação itapuã 2016Projeto açaí vida verde   implantação itapuã 2016
Projeto açaí vida verde implantação itapuã 2016
 
Pará, terra do açaí - Oportunidade de Investimentos
Pará, terra do açaí - Oportunidade de InvestimentosPará, terra do açaí - Oportunidade de Investimentos
Pará, terra do açaí - Oportunidade de Investimentos
 
Periódico Extensão Rural 2010-2
Periódico Extensão Rural 2010-2Periódico Extensão Rural 2010-2
Periódico Extensão Rural 2010-2
 
Uma palmeira exótica no cenário brasileiro - o coqueiro gigante. Vol.I
Uma palmeira exótica no cenário brasileiro - o coqueiro gigante. Vol.IUma palmeira exótica no cenário brasileiro - o coqueiro gigante. Vol.I
Uma palmeira exótica no cenário brasileiro - o coqueiro gigante. Vol.I
 
01 manual sq apicultura - completo - 28-03-2008-final
01   manual sq apicultura - completo - 28-03-2008-final01   manual sq apicultura - completo - 28-03-2008-final
01 manual sq apicultura - completo - 28-03-2008-final
 
projeto de suinocultura (trabalho do curso de técnico agrícola)
projeto de suinocultura (trabalho do curso de técnico agrícola)projeto de suinocultura (trabalho do curso de técnico agrícola)
projeto de suinocultura (trabalho do curso de técnico agrícola)
 
Agricultura Transmontana
Agricultura TransmontanaAgricultura Transmontana
Agricultura Transmontana
 
A-cultura-da-batata-doce.pdf
A-cultura-da-batata-doce.pdfA-cultura-da-batata-doce.pdf
A-cultura-da-batata-doce.pdf
 
Dia de Campo - Itabirito, MG
Dia de Campo - Itabirito, MGDia de Campo - Itabirito, MG
Dia de Campo - Itabirito, MG
 
Aula 2 "homem, sociedade e meio ambiente"
Aula 2 "homem, sociedade e meio ambiente"Aula 2 "homem, sociedade e meio ambiente"
Aula 2 "homem, sociedade e meio ambiente"
 

Mais de PTMacaronesia

Turismo Madeira Objetivos 2020
Turismo Madeira Objetivos 2020 Turismo Madeira Objetivos 2020
Turismo Madeira Objetivos 2020 PTMacaronesia
 
Turismo marino y gobernanza.
Turismo marino y gobernanza.Turismo marino y gobernanza.
Turismo marino y gobernanza.PTMacaronesia
 
Açores. Destino Turístico Amigo Do Ambiente
Açores. Destino Turístico Amigo Do AmbienteAçores. Destino Turístico Amigo Do Ambiente
Açores. Destino Turístico Amigo Do AmbientePTMacaronesia
 
Cetecima turismo costero
Cetecima turismo costeroCetecima turismo costero
Cetecima turismo costeroPTMacaronesia
 
Iso plexis.mac acores.fbtnautico051015
Iso plexis.mac acores.fbtnautico051015Iso plexis.mac acores.fbtnautico051015
Iso plexis.mac acores.fbtnautico051015PTMacaronesia
 
Forum biodiversidade nautica_terceira_dram_10_2015
Forum biodiversidade nautica_terceira_dram_10_2015Forum biodiversidade nautica_terceira_dram_10_2015
Forum biodiversidade nautica_terceira_dram_10_2015PTMacaronesia
 
Gabriel 2015 biodiversidadee_turismonautico
Gabriel 2015 biodiversidadee_turismonauticoGabriel 2015 biodiversidadee_turismonautico
Gabriel 2015 biodiversidadee_turismonauticoPTMacaronesia
 
Atividades Náuticas
Atividades NáuticasAtividades Náuticas
Atividades NáuticasPTMacaronesia
 
Estrategia atlantic excellence sailing
Estrategia atlantic excellence sailingEstrategia atlantic excellence sailing
Estrategia atlantic excellence sailingPTMacaronesia
 
Turismo Marino en Canarias
Turismo Marino en CanariasTurismo Marino en Canarias
Turismo Marino en CanariasPTMacaronesia
 
Fórum de Biodiversidades e Turismo Náutico
Fórum de Biodiversidades e Turismo NáuticoFórum de Biodiversidades e Turismo Náutico
Fórum de Biodiversidades e Turismo NáuticoPTMacaronesia
 
Biodiversidade Marinha Dos Açores 2015
Biodiversidade Marinha Dos Açores 2015Biodiversidade Marinha Dos Açores 2015
Biodiversidade Marinha Dos Açores 2015PTMacaronesia
 
Banco de Germoplasma ISOPlexis
Banco de Germoplasma ISOPlexisBanco de Germoplasma ISOPlexis
Banco de Germoplasma ISOPlexisPTMacaronesia
 
Investigación para el desarrollo de la Agricultura CIRAD
Investigación para el desarrollo de la Agricultura CIRADInvestigación para el desarrollo de la Agricultura CIRAD
Investigación para el desarrollo de la Agricultura CIRADPTMacaronesia
 
Escenarios de Financiación
Escenarios de FinanciaciónEscenarios de Financiación
Escenarios de FinanciaciónPTMacaronesia
 
Presentación sobre lácteos
Presentación sobre lácteosPresentación sobre lácteos
Presentación sobre lácteosPTMacaronesia
 
Investigación sobre reutilización de desechos agrícolas e industrias agroalim...
Investigación sobre reutilización de desechos agrícolas e industrias agroalim...Investigación sobre reutilización de desechos agrícolas e industrias agroalim...
Investigación sobre reutilización de desechos agrícolas e industrias agroalim...PTMacaronesia
 
Apresentação socipamo
Apresentação socipamoApresentação socipamo
Apresentação socipamoPTMacaronesia
 
Empresa de Cervejas da Madeira
Empresa de Cervejas da MadeiraEmpresa de Cervejas da Madeira
Empresa de Cervejas da MadeiraPTMacaronesia
 

Mais de PTMacaronesia (20)

Turismo Madeira Objetivos 2020
Turismo Madeira Objetivos 2020 Turismo Madeira Objetivos 2020
Turismo Madeira Objetivos 2020
 
Pt mac edias
Pt mac ediasPt mac edias
Pt mac edias
 
Turismo marino y gobernanza.
Turismo marino y gobernanza.Turismo marino y gobernanza.
Turismo marino y gobernanza.
 
Açores. Destino Turístico Amigo Do Ambiente
Açores. Destino Turístico Amigo Do AmbienteAçores. Destino Turístico Amigo Do Ambiente
Açores. Destino Turístico Amigo Do Ambiente
 
Cetecima turismo costero
Cetecima turismo costeroCetecima turismo costero
Cetecima turismo costero
 
Iso plexis.mac acores.fbtnautico051015
Iso plexis.mac acores.fbtnautico051015Iso plexis.mac acores.fbtnautico051015
Iso plexis.mac acores.fbtnautico051015
 
Forum biodiversidade nautica_terceira_dram_10_2015
Forum biodiversidade nautica_terceira_dram_10_2015Forum biodiversidade nautica_terceira_dram_10_2015
Forum biodiversidade nautica_terceira_dram_10_2015
 
Gabriel 2015 biodiversidadee_turismonautico
Gabriel 2015 biodiversidadee_turismonauticoGabriel 2015 biodiversidadee_turismonautico
Gabriel 2015 biodiversidadee_turismonautico
 
Atividades Náuticas
Atividades NáuticasAtividades Náuticas
Atividades Náuticas
 
Estrategia atlantic excellence sailing
Estrategia atlantic excellence sailingEstrategia atlantic excellence sailing
Estrategia atlantic excellence sailing
 
Turismo Marino en Canarias
Turismo Marino en CanariasTurismo Marino en Canarias
Turismo Marino en Canarias
 
Fórum de Biodiversidades e Turismo Náutico
Fórum de Biodiversidades e Turismo NáuticoFórum de Biodiversidades e Turismo Náutico
Fórum de Biodiversidades e Turismo Náutico
 
Biodiversidade Marinha Dos Açores 2015
Biodiversidade Marinha Dos Açores 2015Biodiversidade Marinha Dos Açores 2015
Biodiversidade Marinha Dos Açores 2015
 
Banco de Germoplasma ISOPlexis
Banco de Germoplasma ISOPlexisBanco de Germoplasma ISOPlexis
Banco de Germoplasma ISOPlexis
 
Investigación para el desarrollo de la Agricultura CIRAD
Investigación para el desarrollo de la Agricultura CIRADInvestigación para el desarrollo de la Agricultura CIRAD
Investigación para el desarrollo de la Agricultura CIRAD
 
Escenarios de Financiación
Escenarios de FinanciaciónEscenarios de Financiación
Escenarios de Financiación
 
Presentación sobre lácteos
Presentación sobre lácteosPresentación sobre lácteos
Presentación sobre lácteos
 
Investigación sobre reutilización de desechos agrícolas e industrias agroalim...
Investigación sobre reutilización de desechos agrícolas e industrias agroalim...Investigación sobre reutilización de desechos agrícolas e industrias agroalim...
Investigación sobre reutilización de desechos agrícolas e industrias agroalim...
 
Apresentação socipamo
Apresentação socipamoApresentação socipamo
Apresentação socipamo
 
Empresa de Cervejas da Madeira
Empresa de Cervejas da MadeiraEmpresa de Cervejas da Madeira
Empresa de Cervejas da Madeira
 

Inovar com Batata-doce

  • 1. Inovar é a nossa tradição! … Desde 1929 Carlos Batista – Presidente do Conselho de Administração
  • 2. Ilha da Madeira Em números Caracterização da População  242,6 mil habitantes  40% com idades compreendidas entre os 15 e os 39 anos  65,5 mil famílias  60% das famílias são constituídas por 2 a 4 pessoas Calheta 5% C. Lobos 13% Funchal 47% Machico 9% S. Cruz 10% Calheta C. Lobos Funchal Machico P. Sol P. Moniz P. Santo R. Brava S. Cruz Santana S. Vicente Densidade Populacional  93,1% dos habitantes encontra-se concentrada na zona Sul da Ilha da Madeira  Os concelhos do Funchal, Câmara de Lobos, Santa Cruz e Machico perfazem 78,8% do total da população www.insular.pt
  • 3. Grupo Insular Área Geográfica Desde 1995 as unidades produtivas encontram-se concentradas na Zona Franca Industrial do Caniçal. Açores Madeira Portugal Madeira www.insular.pt
  • 4. INSULAR SIM SIMAL DMP Farinhas Trigo/Milho É uma das mais antigas empresas madeirenses ligadas ao ramo alimentar. A sua fundação remonta ao ano de 1929. A capacidade de adaptação e inovação implementada nos seus 80 anos de existência, fazem da Insular uma marca de qualidade superior e uma referência no ramo alimentar. O Grupo Insular é constituído por 4 Sociedades que prosseguem especificamente determinado objeto social: Grupo Insular Organigrama Massas e Bolachas Distribuidora www.insular.pt
  • 5. INSULAR SIM SIMAL DMP Grupo Insular Organigrama Farinhas Trigo/Milho Massas e Bolachas Distribuidora www.insular.pt
  • 6. Farinha de Trigo Farinha de Milho Massas Bolachas … e alguns subprodutos MATÉRIA-PRIMA TRANSFORMAÇÃO PRODUTOS ACABADOS INDÚSTRIA ALIMENTAR Grupo Insular Sector de Atividade www.insular.pt
  • 7. 11º Grupo Empresarial e Industrial da Madeira 1º Grupo Empresarial do sector alimentar É o único produtor local de derivados de cereais na RAM Grupo Insular A Insular em números  Responsável pela movimentação de cerca de 21000 tons de trigo e 600 tons de milho/ano.  Tem um volume de produção anual aproximada de 11000 tons de farinhas para uso industrial, 2750 tons de sêmeas, 2500 tons de sêmolas, 3000 tons de farinha para uso doméstico, 3800 tons de massas e 300 tons de bolachas.  Utiliza 73% da sua capacidade produtiva instalada na Moagem, 16% da Linha de Massas Compridas, 44% da Linha de Massas Cortadas e 17% dawww.insular.pt
  • 8. Grupo Insular Áreas de Negócio INDÚSTRIA PANIFICADORA USO DOMÉSTICO Core Business Consumo Imediato www.insular.pt
  • 9. Grupo Insular A Marca Insular é a marca “umbrella” para um conjunto de produtos, exclusivos no mercado regional da Madeira e distribuídos pela SIM/DMP: PRODUTOS PRÓPRIOS Indústria Panificação Consumo Direto -Farinhas de Trigo -Levedura -Melhorante -Sêmeas/Rolão -Milho em Grão /Estraçoado -Farinhas de Uso Doméstico -Massas -Bolachas/Biscoitos PRODUTOS DE TERCEIROS COMERCIALIZADOS SOB A MARCA INSULAR -Arroz -Azeite -Óleo Alimentar A Insular é uma marca atenta às necessidades e expectativas dos seus consumidores. www.insular.pt
  • 10. Grupo Insular Mercado de exportação/expedição Alemanha Ilha da Madeira Açores Portugal Portugal - Massas Gama Clássica - Massas e Bolachas Gama Vital - Massas Marca Ignoramus - Massas e Bolachas Marca Diese Açores - Massas Marca Moaçor - Farinha de Milho Branco Espanha - Massas Marca Eco e Guia Alemanha - Massas Marca Vitis www.insular.pt
  • 11. 1- Projeto Batatinpan 2- Outros Projetos
  • 12. 1- Projeto Batatinpan Batata-doce: Potencialidades e perspetivas da cultura na RAM QUADRO DE REFERÊNCIA ESTRATÉGICO NACIONAL PORTUGAL.2007.2013 Projeto apoiado pelo programa + Conhecimento II INTERVIR+ para uma Região cada vez mais europeia
  • 13. Sociedade Insular de Moagens, S.A. Banco de Germoplasma ISOPlexis/ Germobanco Laboratório de Tecnologia e Inovação Industrial Parceiros do projeto Batatinpan www.insular.pt
  • 14. 1- Projeto Batatinpan Desenvolvimento da transformação de batata-doce para a indústria agroalimentar www.insular.pt
  • 15.  A batata-doce é atualmente a 7ª maior cultura agrícola a nível mundial, sendo cultivada em 111 Países  Produção mundial 102,7 milhões de toneladas/ano - 90% tem origem na Ásia - 5% tem origem em África - Na Europa, a produção é quase exclusivamente assegurada por Portugal 1- Projeto Batatinpan Batata-doce: Importância mundial da cultura www.insular.pt País Produção t/ano País Produção t/ano China 76,8 Tanzânia 1,38 Uganda 2,77 Vietname 1,21 Nigéria 2,75 India 1,10 Indonésia 2,10 Japão 1,00 Europa 0,053 Portugal 0,022 Fonte: Centro Internacional da Batata
  • 16.  A cultura da batata-doce terá sido introduzida na Madeira, durante o séc. XVII (Silva e de Meneses, 1908)  Contudo, o seu cultivo já era efetuado nos Açores, em meados do séc. XVI (Ferrão, 1992)  Origem dos recursos genéticos - Brasil - primeiras introduções documentadas de batata-doce - Demerara, Guiana Holandesa, em 1845 (Pereira, 1940) - Outras origens geográficas - introduções posteriores realizadas pela diáspora madeirense 1- Projeto Batatinpan Batata-doce: Importância histórica na RAM www.insular.pt
  • 17.  A batata-doce, devido à sua rusticidade, constituiu a base da alimentação dos Madeirenses, desde o século XVII  Graças às produções estáveis base da segurança alimentar fonte energética e de nutrientes em tempo de escassez  Moeda nas trocas de bens e serviços entre populações rurais e costeiras  Fonte adicional de rendimento na parca economia rural  Associada às tradições culturais e culinárias da região  Era, e é utilizada na panificação, como aditivo na confeção do pão - substituía o fermento, originando o bolo do caco e a pães de batata regionais 1- Projeto Batatinpan Batata-doce: Importância na agricultura e economia rural da RAM www.insular.pt
  • 18. 1- Projeto Batatinpan Batata-doce: Importância na agricultura e economia rural da RAM www.insular.pt Tabela - Produção de batata-doce na RAM, no período de 1976 a 2011, valores estatísticos médios. Dados da Direção Regional de Estatística da Madeira Principais ilações  A cultura da batata-doce tem vindo a perder importância económica  Esta perda resultará do decréscimo da área agrícola (75%) e da população rural  Decréscimo acentuado da produção, apesar da recuperação da área de cultivo  Decréscimo acentuado de produtividade das cultivares parece estar a ocorrer, e poderá ser resultado de erosão genética e/ou de problemas fitossanitários das cultivares Período 1976/80 1981/85 1986/90 1991/95 1996/00 2001/06 2007/11 Produção média, t 60.000,0 42.132,4 20.654,6 12.551,2 10.224,0 6984,0 8004,0 Área de produção, ha - - 86,3 - 93,0 116,8 146,2 Produtividade, t/ha - - 239,3 - 109,9 59,8 54,8
  • 19. As potencialidades da produção regional podem ser aferidas e avaliadas a diversos níveis, nomeadamente:  Representa a maior e mais diversificada produção europeia desta cultura  Contribui para a função socioeconómica da agricultura regional a sustentabilidade da económica no meio rural.  Produz alimento para consumo direto e/ou para restauração, pelo que tem impacto sobre o setor do turismo e da restauração  Constitui uma fonte de matéria-prima para confeção de produtos locais ou regionais com impacto no sector agroalimentar e no turismo  Possui diversas características e propriedades benéficas para a saúde, que o transformam num alimento funcional de eleição 1- Projeto Batatinpan Batata-doce: Potencialidades da produção regional www.insular.pt
  • 20.  A batata-doce é uma fonte equilibrada de nutrientes, minerais, vitaminas, e outros componentes biofuncionais podem ajudar a combater a subnutrição e alguns dos principais problemas de saúde pública  Está comprovada a sua ação: - Anti-glicémica - Anticancerígena - Antioxidante - Imunológica - Anti-cegueira (fonte de vitamina A) 1- Projeto Batatinpan Batata-doce: Potencialidades da produção regional www.insular.pt
  • 21. 1- Projeto Batatinpan Batata-doce: Potencialidades da produção regional www.insular.pt  Apesar da sua importância, a produção da batata-doce regional não está ser aproveitada em todas as potencialidades. Esse aproveitamento implica um esforço de: - Valorização dos recursos genéticos - Inovação em torno do setor agroalimentar - Criação de uma fileira de valor acrescentado, com responsabilidades partilhadas por parte dos diversos agentes. Total, t/ano Valor, m€ Elo da cadeia Batata-doce 9180 Valor produção 4.590 Agricultor Valor produção 8.262 Consumidor final Tabela - Produção de batata-doce (2011), valores e estimativas
  • 22. 1- Projeto Batatinpan + Conhecimento Objetivo geral  Avaliação nutricional, tecnológica, microbiológica, organolética e agronómica de variedades de batata-doce regional Seleção das variedades que possuem características mais apropriadas para transformação industrial  Otimização de todo o processo de transformação deste produto agrícola para panificação e confeitaria www.insular.pt
  • 23.  Produto pioneiro no mercado  Projeto Batatinpan - “Desenvolvimento da farinha de batata-doce para a indústria de panificação” - Parceria entre a Sociedade Insular de Moagens e a Universidade da Madeira - Financiado pelo programa + Conhecimento II do Instituto de Desenvolvimento Empres  O pão de batata-doce é um produto tradicional apenas produzido na RAM  Ideal para empresários de panificação, os quais disporão durante todo o ano de um substituto da batata-doce para o fabrico de pão Grupo Insular Farinha de Batata-Doce www.insular.pt
  • 24. 1- Projeto Batatinpan Programa de trabalho Tarefas  Estudos preliminares  Estudos e trabalhos complementares  Aquisição de conhecimentos e capacidades  Desenvolvimento  Testes e ensaios  Divulgação de resultados www.insular.pt
  • 25. 1- Projeto Batatinpan Tarefas - Estudos preliminares www.insular.pt  Elaboração de um relatório acerca da cultura da batata-doce na Madeira dos seus recursos genéticos perspetivas de valorização económica  Resultados esperados - Relatório sobre as potencialidades e perspetivas de transformação da produção regional de batata-doce
  • 26. 1- Projeto Batatinpan Tarefas - Estudos e trabalhos complementares www.insular.pt  Envolveu a prospeção conservação avaliação  Desenvolvidos paralelamente pelo ISOPlexis e pela AAM  Resultados - Ensaios agronómicos de batata-doce na UMa Objetivo: caracterizar e avaliar as variedades regionais - Desenvolvimento de técnicas de propagação vegetativa dos recursos genéticos da batata-doce na perspetiva de valorização de material selecionado
  • 27. 1- Projeto Batatinpan Tarefas – Aquisição de conhecimentos e capacidades www.insular.pt  Envolveu a aquisição de conhecimentos e capacidades com vista ao desenvolvimento do processo de transformação e elaboração do respetivo manual de boas práticas.  Resultados obtidos Os trabalhos permitiram obter como resultados : - “Seleção” de uma das variedades regionais para transformação - Determinação de um período de validade dos transformados, mín. de 3 a 6 meses - Definição das % das misturas para produção do produto industrial de batata- doce
  • 28. www.insular.pt  Envolveu o desenvolvimento experimental do processo de transformação a avaliação das características composicionais, tecnológicas e reológicas a otimização do processo de transformação industrial  Resultados - Relatório técnico das caraterísticas composicionais, tecnológicas e reológicas dos - Ficha técnica do produto - Relatórios de qualidade nutricional e microbiológica 1- Projeto Batatinpan Tarefas - Desenvolvimento produtos desenvolvidos
  • 29. www.insular.pt  Desenvolvimento de testes e ensaios  Avaliação dos transformados e produtos de batata-doce objeto de desenvolvimento  Resultados esperados 1- Projeto Batatinpan Tarefas – Testes e ensaios - Produção experimental dos primeiros lotes de transformados de batata-doce - Análise organolética dos transformados - Avaliação da aceitabilidade do produto pelos consumidores
  • 30. www.insular.pt  Envolve a promoção de eventos e a divulgação dos resultados junto da comunidade, e reuniões/conferências de âmbito científico  Resultados esperados 1- Projeto Batatinpan Tarefas – Divulgação de resultados - Realização de atividades relacionadas com a demonstração do produto - Realização de conferências no âmbito do Fórum da panificação - Apresentação de resultados em conferências científicas - Publicação de resultados em revistas científicas - Página do projeto na internet
  • 31. www.insular.pt Produtos e inovação - Transformação industrial parcial da produção regional - Criação de uma gama de produtos de valor acrescentado - Aproveitamento de subprodutos da cultura de batata-doce - Criação de produtos biofuncionais, linha de saúde - Proteção das variedades regionais de batata-doce - Produção de material de propagação selecionado 1- Projeto Batatinpan Perspetivas de valorização da produção regional de batata-doce
  • 32. www.insular.pt Diese - Pioneira na introdução do conceito da Alimentação Saudável em Portugal 2- Outros projetos em curso Parceria com a Diese Produto do Ano 2008 Massas integrais com Grainha de Uva Sabor do Ano 2012 Bolacha Maria Grainha de Uva Cream Cracker Integral de Sésamo Bolachas enriquecidas com fibra dietética solúvel, vitamina B2, cálcio e ferro. Produto do Ano 2011 Bolachas integrais
  • 33. www.insular.pt Ignoramus – Empresa de distribuição de produtos naturais saudáveis Desenvolvimento de produtos que vão de encontro às necessidades dos consumidores, nomeadamente com alto teor em fibra. 2- Outros projetos em curso Parceria com a Ignoramus
  • 34. www.insular.pt Bioforma – Empresa madeirense de produtos naturais de qualidade superior e comprovada. Desenvolvimento de produtos de valor acrescentado: - Com ingredientes de origem regional - Com antioxidantes naturais provenientes da grainha de uva - Alto teor em fibra - Fonte de vitaminas e minerais 2- Outros projetos em curso Parceria com a Bioforma
  • 35. QUALIDADE INOVAÇÃO RIGOR NA GESTÃO Grupo Insular - Para onde vamos? www.insular.pt A Insular está inserida num mercado fortemente concorrencial  Produto (Mp, PSA e PA)  Processo (Sistema de Garantia de Qualidade)  Melhoria contínua  Produto  Processo (Eficiência e Eficácia)  Definição de uma estratégia  Controlo de Gestão (Acompanhar os orçamentos)  Controlo de custos (Relevância da Ajuda Poseima)  Cumprimento de prazos (Entregas e Pagamentos)  Tomar decisões (Reinventar o negócio downsizing e abandonar negócios não rentáveis)
  • 36. Grupo Insular - Para onde vamos? www.insular.pt