Seminário teoria do consumidor

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Seminário sobre a Teoria do Consumidor

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Seminário teoria do consumidor

  1. 1. TEORIA DO CONSUMIDOR<br />
  2. 2. INTRODUÇÃO<br />A Teoria do Consumidor trata fundamentalmente da teoria da escolha individual.<br />A Teoria do Consumidor é sustentada por hipóteses de racionalidade, que é dividida em três partes:<br /><ul><li> Preferências
  3. 3. Restrições
  4. 4. Escolhas</li></li></ul><li> TEORIA DO CONSUMIDOR<br />A Teoria do Consumidor aborda o consumidor como um indivíduo racional, ou seja, ele calcula deliberadamente, escolhe conscientemente e maximiza a sua satisfação ou utilidade do bem/serviço adquirido.<br /> Premissas básicas:<br /><ul><li>Integralidade – todo consumidor tem a capacidade de ordenar suas preferências;
  5. 5. Transitividade – existe Consistência na capacidade de ordenar as preferências;
  6. 6. Monotonicidade – mais de um bem é melhor que menos.</li></li></ul><li>TEORIA DA UTILIDADE <br /> A Teoria da Utilidade permite, através de preceitos simples, quantificar o quão desejável (ou indesejável) é uma determinada situação (mesmo que ela envolva valores que não possam ser expressos por um atributo).<br />Diferentes bens e serviços proporcionam uma utilidade de satisfação aos indivíduos ou consumidores e que são capazes de escolher o mais benéfico no seu ponto de vista.<br />
  7. 7. TEORIA DA UTILIDADE <br /> Em síntese, na Teoria da Utilidade:<br /><ul><li> Sua demanda se fundamenta no comportamento dos consumidores;
  8. 8. As pessoas demandam mercadorias porque seu consumo lhes traz satisfação;
  9. 9. Não há demanda de mercadorias indesejáveis;
  10. 10. A utilidade é a medida de satisfação do consumidor ao adquirir uma mercadoria;
  11. 11. A utilidade total aumenta a medida que aumenta o consumo, mas a contribuição de cada consumo extra é decrescente;</li></li></ul><li>TEORIA DA UTILIDADE <br /><ul><li> A utilidade marginal é o acréscimo à utilidade total decorrente do consumo de uma utilidade adicional;
  12. 12. A Lei da Utilidade Marginal Decrescente é aquela que, a medida que aumenta o consumo de uma mercadoria, a sua utilidade marginal diminui;
  13. 13. Medida de Utilidade é o máximo que um indivíduo está disposto a pagar pelo consumo;
  14. 14. Preço Marginal Reserva: é o preço máximo que o consumidor está disposto a pagar por uma unidade adicional de mercadoria.</li></li></ul><li>TEORIA DA UTILIDADE <br />A Curva de Demanda do Consumidor é a curva que relaciona preço e quantidade adquirida pelo consumidor. <br />PMgR<br />Preço<br /><ul><li>PMgR > Preço Efetivo: estímulo para aumentar o consumo de mercadoria;
  15. 15. PMgR < Preço Efetivo: estímulo para diminuir o consumo de mercadoria;</li></ul>q<br />q’<br />
  16. 16. TEORIA DA ESCOLHA <br /> É uma teoria, que pretende explicar como o consumidor decide quanto vai consumir de cada mercadoria.<br /> Os principais instrumentos para a análise e determinação de consumo são a curva de indiferença e a restrição orçamentária. <br />Pepsi<br />C<br />Curvas de<br />Pepsi<br />Indiferença<br />B<br />500<br />Restrição Orçamentária do Consumidor<br />D<br />B<br />250<br />C<br />I2<br />A<br />I1<br />A<br />50<br />0<br />100<br />Pizza<br />0<br />Pizza<br />
  17. 17. TEORIA DA ESCOLHA <br />Cesta de Mercadorias<br /> É um conjunto de uma ou mais mercadorias associadas às quantidades consumidas de cada uma dessas mercadorias. As cestas de mercadorias são as opções de consumo de um indivíduo.<br />Bem I<br />d<br />b<br />c<br />e<br />a<br />Bem II<br />Racionalidade lógica na preferência dos consumidores: se A é preferível a B e B é preferível a C, então A é preferível a C;<br />
  18. 18. PREFERÊNCIAS DO CONSUMIDOR<br />Uma cesta de consumo é um conjunto de uma ou mais mercadorias. <br />Arroz<br />Feijão<br />Açúcar<br />refrigerante<br />Cerveja<br />arroz<br />refrigerante<br />X<br />CESTA A<br />3 unid de comida + 1 unid de bebida<br />CESTA B<br />2 unid de bebida + 1 unid de comida<br />O consumidor é capaz de ordenar várias cestas em ordem de preferência. De duas cestas quaisquer, x e y, o consumidor é capaz de identificar se x é melhor do que y ou se y é melhor do x ou se as duas cestas são equivalentes em termos de satisfação. <br />
  19. 19. PREFERÊNCIAS DO CONSUMIDOR<br /> Premissas básicas (axiomas):<br /><ul><li> Completas: duas cestas quaisquer podem ser comparadas. Para quaisquer cestas ou ambas (são indiferentes);</li></ul> X e Y, X Y ou Y X<br /><ul><li> Reflexivas: qualquer cesta é certamente tão boa quanto uma cesta idêntica. ;</li></ul>X X<br /><ul><li> Transitivas: se </li></ul>X Y e Y Z, então X Z<br />
  20. 20. PREFERÊNCIAS DO CONSUMIDOR<br />B<br /> O axioma da transitividade é crucial para a teoria do consumidor. Sem ele, não é possível identificar a cesta preferida. <br />Bebidas<br />(unid/sem)<br />E<br />H<br />X Y; Y Z; Z X<br />X Y Z X<br />A<br />O consumidor prefere a cesta A, a todas as cestas da área azul, enquanto todas as cestas da área verde são preferidas a A.<br />G<br />D<br />Os consumidores, normalmente, preferem quantidades maiores de uma mercadoria<br />Alimentos<br />(unid/sem)<br />
  21. 21. Pepsi<br />Nova linha orçamentária<br />B<br />Efeitosubstituição<br />Efeito substituição<br />EFEITO RENDA E SUBSTITUIÇÃO<br />Uma mudança nos preços traz duas conseqüências:<br /><ul><li> Um efeito renda;
  22. 22. Um efeito substituição </li></ul>Pepsi<br />Nova linhaorçamentária<br />1…Um aumento da rendadesloca<br />a linhaorçamentáriapara a <br />direita…<br />Novo ótimo<br />3. …e o consumo<br />de pepsi.<br />Ótimo inicial<br />Ótimoinicial<br />I2 <br />A<br />Linha<br />Orçamentária<br />inicial<br />I1<br />Linhaorçamentáriainicial<br />I1<br />Pizza<br />0<br />Pizza<br />0<br />2. …aumentando o consumo de pizza…<br />
  23. 23. EFEITO RENDA E SUBSTITUIÇÃO<br />
  24. 24. PREFERÊNCIAS DO CONSUMIDOR E CURVA DE INDIFERENÇA<br /> Representa todas as combinações de bens que proporcionam o mesmo nível de satisfação a uma pessoa.<br />Bebidas<br /> Qualquer cesta de consumo localizada acima e à direita de uma curva de indiferença é preferida a qualquer cesta de consumo localizada sobre a curva de indiferença.<br />Alimentos<br />
  25. 25. CURVA DE INDIFERENÇA<br />É a curva que descreve um conjunto de cestas de consumo indiferentes para o consumidor;<br /> Todas as cestas de mercadorias consideradas “não desejáveis” estarão localizadas abaixo e à esquerda da curva de indiferença.<br />Bem I<br />x<br />Melhor<br />a<br />b<br />c<br />y<br />Não<br />desejável<br />Bem II<br />Bem I<br />Bem II<br />
  26. 26. CURVA DE INDIFERENÇA<br />Mapa da Indiferença<br /> É o conjunto de curvas de indiferença que descrevem as preferências de uma pessoa com relação a todas as combinações de mercadorias.<br />Uma curva de indiferença tem sempre uma inclinação negativa.<br />Bem I<br />a<br />x<br />b<br />c<br />y<br />Bem II<br />
  27. 27. CURVA DE INDIFERENÇA<br />As cestas A , B e D proporcionam a mesma satisfação<br />Bebidas<br />(unidades por semana)<br />B<br />50<br /><ul><li> A cesta E é preferida a qualquer cesta em U1;
  28. 28. Cestas em U1 são preferidas a H e G</li></ul>E<br />40<br />H<br />A<br /> CURVA DE INDIFERENÇA<br />30<br />G<br />D<br />20<br />U1<br />10<br />Alimento<br />(unidades por semana)<br />10<br />20<br />30<br />40<br />
  29. 29. CURVA DE INDIFERENÇA<br />Quantidade<br />de biscoitos<br />de amendoim<br />Quantidade<br />de leite<br />(copos)<br />12<br />Preferências<br />Substitutos PerfeitosComplementares Perfeitos<br />10<br />A<br />8<br />5<br />C<br />6<br />I4<br />4<br />B<br />I3<br />3<br />4<br />I2<br />2<br />2<br />I1<br />1<br />I2<br />I1<br />0<br />0<br />12<br />10<br />8<br />6<br />4<br />5<br />4<br />3<br />2<br />Quantidade<br />de biscoitos<br />de chocolate<br />2<br />1<br />Quantidade<br />de biscoitos<br />quando o consumidor está disposto a substituir um bem pelo outro a uma taxa constante<br />quando o consumidor consome o bem em proporções fixas. <br />
  30. 30. CURVA DE INDIFERENÇA<br />Miolo<br />“não desejável”<br />Chuchu<br />“neutro”<br />Bem “não desejável” Bem Neutro<br />Batata Frita<br />Batata Frita<br />Quando menos da mercadoria “não desejável” é melhor. O maior consumo do bem “não desejável” tem que ser compensado por maior do bem desejável.<br />Quando o consumidor não se interessa pelo bem de forma alguma. <br />
  31. 31. TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO<br />TMS = V/ A <br /> Mensura a quantidade de uma mercadoria que o consumidor está disposto a abrir mão para obter mais da outra mercadoria, sem alterar seu grau de satisfação.<br />Vestuário<br />(unid/semana)<br />A<br />16<br />TMS = 6 <br />14<br />12<br />-6<br />10<br />B<br />1<br />8<br />-4<br />TMS = 2 <br />D<br />6<br />1<br />E<br />-2<br />4<br />1<br />-1<br />E<br />2<br />1<br />Alimento<br />(unid/semana)<br />5<br />1<br />2<br />3<br />4<br />
  32. 32. TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO<br />TMS = V/ A <br /><ul><li> A TMS é, normalmente, um número negativo. Porém, muitos se referem a ela pelo valor absoluto (Varian);
  33. 33. A Taxa Marginal de Substituição é decrescente ao longo da curva de indiferença;
  34. 34. Interpretação da TMS – diferença entre “estar disposto a pagar” (depende das preferências) e o que irá pagar (depende do preço, determinado pelo mercado).</li></li></ul><li>TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO<br />Preferência do consumidor (a): ALTA TMS<br />Estilo<br />Estes consumidores estão disposto a abrir mão de boa dose de estilo para obter desempenho adicional<br />-6<br />1<br />Desempenho<br />
  35. 35. TAXA MARGINAL DE SUBSTITUIÇÃO<br />Estilo<br />Preferência do consumidor (b): BAIXA TMS<br />Estes consumidores estão dispostos a abrir mão de boa dose de desempenho para obter estilo adicional<br />-6<br />3<br />Desempenho<br />
  36. 36. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA<br />TEORIA DO CONSUMIDOR- http://admeconomics.blogspot.com/2009/10/teoria-do-consumidor-baseado-nos.html Acesso em 11/04/2011;<br />TEORIA DO CONSUMIDOR (Cap. 10 e 11 – Krugman & Wells Cap. 3 – Pyndick & Rubinfeld Cap. 3 - Varian) <br />MICROECONOMIA: PRINCÍPIOS BÁSICOS( VARIAN, H.) Rio de Janeiro: Campus,1994. <br />MICROECONOMIA (PINDYCK, R. S. RUBINFELD, D.L.) São Paulo: Makron Books, 2002. <br />INTRODUÇÃO À ECONOMIA – (Vieira, Pedro Cosme Costa)<br />http://www.fep.up.pt/docentes/pcosme/trabalhos/22-microeconomia.pdf Acesso internet 11/04/2011;<br />TEORIA DO CONSUMIDOR - Samuelson e Nordhaus (2005), “Economia”., Procura e Comportamento do Consumidor; Capítulo 5 e apêndice.<br />http://www2.iscsp.utl.pt/archive/doc/Economia_Teoria_Consumidor.pdf Acesso internet 11/04/2011;<br />MICROECONOMIA – Prof.º Mauro Rochlin<br />http://pt.scribd.com/doc/13423115/Slides-de-Microeconomia Acesso internet 11/04/2011;<br />AGENTES ECONÔMICOS E MERCADOS SOB CONDIÇÕES COMPETITIVAS – Aula 2 – Material cedido por colegas de outra universidade<br />TEORIA DA ESCOLHA DO CONSUMIDOR – material cedido por colegas de outra universidade<br />

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