2015
Fórum de Biodiversidade e Turismo Náutico
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Considerações Finais
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Atividades Náuticas

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Atividades Náuticas

  1. 1. 2015 Fórum de Biodiversidade e Turismo Náutico Açores
  2. 2.   A   área   do   desporto   ligada   ao   turismo   tem   sido   muitas   vezes   abordada   de   uma   forma  pouco  produ6va  onde  o  desporto  é  relegado  para  segundo  plano.     Ø A  maior  parte  dos  estudos  existentes  não  exploram  o  conhecimento  do  produto   (desporto)     ou     Ø Centram-­‐se  mais  nos  instrumentos  da  gestão  do  que  em  explorar  as  mais-­‐valias   que  a  compreensão  do  produto  pode  proporcionar  para  o  estudo.   Enquadramento Conceptual
  3. 3.   A  tendência  tem  sido  considerar  dados  de  uma  forma  pouco  coerente.     Juntam-­‐se  uns  dados  do  desporto  e  do  turismo  e  está  feito!             Mas  como  nos  alertam  os  autores  isto  não  é  suficiente.   Gammon   e   Robinson   (2003)   “Analysis   undertaken   in   Sport   and   Tourism   should   try   to   compound   the   two   already   dis8nc8ve   disciplines   in   to   one,   crea8ng  new  foc  of  interest.  It  is  not  a  ques8on  of  combining  sta8s8cs  from   sport  and  tourism,  resul8ng  in  logical  conclusions  –  the  subject  of  Sport  and   Tourism  is  clearly  more  than  the  sum  of  its  parts.”  (p.22).   Enquadramento Conceptual
  4. 4. Mais   do   que   criar   uma   área   de   inves6gação   que   junte   as   2   áreas   (Desporto   e   Turismo)  é  fundamental  perceber  quais  os  alicerces  deste  6po  de  pesquisas.   Já   em   1995,   Kurtzman   e   Zauhar,   alertavam   para   a   necessidade   de   ter   em   consideração  a  mo6vação  do  turista  na  inves6gação  sobre  esta  área.  Saber  qual  a   principal  mo6vação  que  leva  o  turista  a  viajar  vai  condicionar  o  6po  de  estudos  que   podem  ser  mais  importantes  explorar.   Consumidor   Viagem   Evento  Despor6vo   Local   Vou  ao  JO  e  aproveito  e  visito  a  cidade  ou  vou  à  cidade  e  aproveito  e  vejo  os  JO?   Enquadramento Conceptual
  5. 5. A  mo6vação  do  turista  pode  influenciar  os  pontos  fundamentais  a  considerar  na   inves6gação.   Gammon  e  Robinson  (2003)  referem  que  a  mo6vação  do  turista  pode  influenciar   os  pontos  fundamentais  a  considerar  na  inves6gação    “The  implica8ons  of  this,  is  that  each   individual  generates  two  quite  dis8nct  areas  of  inves8ga8on,  not  only  from  a  marke8ng,  economic  or  financial   perspec8ve,  but  also  from  a  psychological  and  sociological  viewpoint.   What  is  clearly  required,  is  a  broad  theore8cal  framework  that  not  only  illustrates  the  variety  of  customer   mo8va8ons  but  also  highlights  par8cular  Sport  and  Tourism  categories.”  (p.27).     Enquadramento Conceptual
  6. 6. Adaptando   este   quadro   às   a6vidades   náu6cas   e   centrando-­‐nos   no   Desporto   Turismo,  temos:     Desporto  e  Turismo   Sports  Tourism   Tourism  Sport   Hard  definição   Hard  definição   So`  definição  So`  definição   Par6cipantes  passivos  ou  a6vos  num   evento  despor6vo  de  compe6ção   Par6cipação  primária  a6va  em   desportos  recrea6vos   Exemplos:   Regatas  com  impacto  a  nível   internacional  (America’s  Cup,  Vandee   Globe,  Tall  Ships,  etc.)   Compe6ções  do  Circuito  internacional   de  Surf   Windsurf  Guincho   Big  Game   Etc.               …   Exemplos:   Formação/U6lização   Passeios  em  embarcações  ou  vela   (com  ou  sem  skipper)  Mergulho   (pacotes)   Canoagem   Windsurf   Coastering   Expedições  náu6cas   Pesca  Despor6va   Etc.               Como  é  óbvio  este  6po  de  categorias  não  são   estanques  e  poderão  exis6r  situações  onde  as   a6vidades  se  combinam.   Enquadramento Conceptual
  7. 7. Preocupações na conceção do produto Conceber  um  produto  no  âmbito  desta  vertente  implica  compreender  alguns  dos  bloqueios  que   possam  exis6r  para  a  operacionalização  deste  6po  de  produto  e  iden6ficar  os  pontos  que  têm  de   ser  considerados  e  que  poderão  ser  potenciados.     Estudo  do  Gasto  Turís6co  apresentado  pela  Secretaria  Regional  da  Cultura,  Turismo  e  Transportes   (2010):   -­‐Só  1%  dos  turistas  (RAM)  apresentam  como  principal  mo6vação  o  desporto  (golfe)   Apesar  disso     -­‐34%   dos   inquiridos   referem   o   contacto   com   a   natureza   como   a   principal   mo6vação   da   viagem   (RAM)   -­‐21%  dos  inquiridos  referem  o  sol  e  o  mar  como  a  principal  mo6vação  da  viagem  (RAM)     Documento  Estratégico  para  o  Turismo  na  RAM  (2015-­‐20120)  apresentado  ACIF  (2015):   III.  Turismo  Náu6co:  »Passeios  às  ilhas  Desertas/  Selvagens  »  Pesca  Despor6va  »Surf,  Windsurf  e   Kitesurf  »Mergulho  »  …   Falta  de  estruturação  e  divulgação  de  eventos  e  a6vidades  de  animação  que  decorrem  em  toda  a   Região,  havendo  dificuldade  em  informar  e  aconselhar  o  turista  sobre  os  mesmos  
  8. 8. Preocupações na conceção do produto Plano  Estratégico  Mar  da  Madeira  16-­‐30  -­‐  ACIF(2015):     Pontos  Fracos  no  Turismo  Náu8co  e  Náu8ca  de  Recreio   -­‐  Infraestruturas  de  apoio  à  náu6ca  de  recreio,  condições  de  receção  e  estadia  ao  longo  da  costa,   inexistência  de  condições  para  receber  embarcações  com  +  25m   -­‐  Debilidades  nos  serviços  complementares  à  náu6ca  de  recreio  (reparações  e  manutenção)   -­‐  Oferta  estruturada  de  produtos  e  serviços  alicerçados  no  mar  para  os  turistas   -­‐  Inexistência  de  uma  ferramenta  especializada  para  a  promoção  e  comercialização  dos  produtos  e   serviços  ligados  ao  mar   -­‐  Condições  de  acesso  à  água   É  na  vertente  de  Desporto  Turismo  que  julgamos  que  existem  mais  lacunas  em  termos  de  oferta/ procura  na  RAM.   Vamos  apresentar  alguns  pontos  que  julgamos  importante  equacionar  para  uma  conceção   adequada  destes  produtos.  
  9. 9. Fatores que podem influenciar a motivação para a atividade -­‐  As  condições  naturais  (clima,  flora,  fauna,  etc.)   »Este   6po   de   fatores   condiciona   não   só   o   6po   de   a6vidades   que   são   possíveis   realizar   mas   sobretudo   influencia   as   que   têm   potencial   para   se   afirmarem.   2   vertentes   que   podem   ser   exploradas:   condições   únicas   (ou   pelo   menos   muito   boas)   ou   serem   em   contraciclo   com   outros   des6nos.     -­‐  A  qualidade  do  produto   »   É   um   dos   fatores   mais   divcil   de   intervir   mas   também   aquele   que   é   mais   “manipulável”.   Criar   produtos  de  qualidade  implica:  grande  inves6mento  na  conceção  e  na  formação  dos  profissionais   que   intervêm   na   sua   implementação.   Na   personalização   não   basta   dominar   um   conjunto   de   técnicas  para  conseguir  fazê-­‐la.     -­‐  A  variabilidade   »a)  condições  naturais(por  exemplo,  a  disponibilidade  de  diferentes  contextos  como  a  montanha  e   o   mar,   o   deserto   e   o   mar,   etc.)   b)   o   6po   de   a6vidades   (grupos   de   a6vidades   que   possam   em   conjunto  servir  de  atra6vo)  ou  c)  as  condições  diversificadas  para  a  prá6ca  da  mesma  a6vidade.  A   dimensão   e   variabilidade   do   nosso   país   e   nomeadamente   da   RAM   pode   ser   uma   mais   valia,   se   explorada.     -­‐  Os  imaginários   »a  mo6vação  para  a  realização  das  a6vidades  pode  transformar  completamente  a  mobilização  para   a  procura  de  um  produto.  2  vertentes:  os  Eventos  Despor6vos  e/ou  Personalidades.   -­‐  Etc.  
  10. 10. Estruturação do produto Muitas  das  vezes,  fruto  de  não  exis6r  uma  especialização  dos  produtos  oferecidos   consoante  as  mo6vações  dos  consumidores,  os  produtos  existentes  estão   pensados  para  a  realização  de  a6vidades  de  uma  forma  pontual.   Um  passeio  numa  embarcação,  um  trilho  de  coastering,  etc.  e  acaba  por  aí,  quanto   muito  se  o  consumidor  quiser  repe6r  há  mais  um  ou  dois  percursos  a  fazer.   Não  existem  programas  específicos  com  uma  lógica  e  uma  coerência  de   con6nuidade,  que  se  traduza  numa  mo6vação,  para  que  esta  possa  ser   considerada  a  principal  razão  para  a  viagem.   O  exemplo  que  iremos  apresentar  procura  abordar  as  a6vidades  despor6vas  de  um   ponto  de  vista  funcional  (em  termos  da  conceção  destas)  permi6ndo  ajustar  o   percurso  que  o  consumidor  faz  às  suas  mo6vações  pessoais  sem  que  no  entanto  o   processo  forma6vo  seja  subes6mado,  assim  como  as  condições  de  segurança.  
  11. 11. 5 Níveis Os  níveis,  apesar  de  numerados  de  1  a  5,  não   são  sequenciais,  visam  sim  obje8vos  diferentes.   Em   todas   as   a8vidades   é   possível   o   indivíduo   escolher   o   nível   em   que   deseja   realizar   o   seu   programa,  o  que  vai  variar  são  as  necessidades   de   organização   da   própria   a8vidade   (enquadramento,  procedimentos  de  segurança,   etc.   e,   naturalmente,   o   custo   que   essa   a8vidade  vai  ter).  
  12. 12. Nível 1    Compreender  os  aspetos  funcionais     Pretende-­‐se  que  o  indivíduo  domine  um  conjunto  de   funcionamentos  próprios  da  a6vidade  e  consiga   operacionalizá-­‐los       Ex:   compreender  como  propulsiona  a  embarcação,  as   diferentes  manobras,  como  os  fatores  do  contexto   podem  influenciá-­‐los,  a  segurança,  etc.  
  13. 13. Nível 2    Aplicar  os  aspetos  funcionais  a  um  conjunto  de  situações     Pretende-­‐se  construir  um  conjunto  de  situações  que  levem  o   indivíduo  a  explorar  os  aspetos  funcionais  da  a6vidade.     Ex:   situações  onde  o  obje6vo  é  que  a  propulsão  seja  o  mais   rápida  possível  ou  com  o  menor  gasto  energé6co  de  modo  a   conseguir  mantê-­‐la  durante  um  tempo  elevado,  situações   onde  as  mudanças  de  direção  são  constantes,  propulsão   contra  o  vento  e  a  corrente,  a  favor  do  vento  mas  contra  a   corrente,  etc.  
  14. 14. Nível 3    Resolver  diferentes  problemas     Pretende-­‐se  que  o  indivíduo  perante  um  problema  (por   exemplo,  fazer  um  determinado  trajeto)  seja  capaz  de   perceber  que  6po  de  situações  vai  encontrar,  ser  capaz  de   fazer  as  opções  mais  adequadas  e  operacionalizá-­‐las  naquele   contexto.     Ex:   dentro  do  trajeto  proposto  escolher  o  percurso  que  melhor  se   adequa  às  suas  capacidades  e  ao  contexto,  escolhendo  as   técnicas  adequadas  para  concre6zá-­‐lo  e  tendo  em   consideração  a  segurança  
  15. 15. Nível 4 e 5    Viver  os  problemas     Nestes  2  níveis  o  que  varia  é  a  dificuldade.     Pretende-­‐se   que   o   indivíduo   realize   uma   espécie   de   “Expedição”  que  será  ajustada  de  acordo  com  o  seu  nível.     A   a6vidade   permite   ou   pôr   em   prá6ca   conhecimentos   dos   níveis   anteriores   ou   sen6r   algumas   dificuldades   que   encaminham  o  indivíduo  para  a  realização  dos  outros  níveis   em  pontos  específicos  
  16. 16. + simples + complexo   PERSONALIZAÇÃO     -­‐  Há  pessoas  que  são  incapazes  de  par6r  para  um  passeio  sem  dominarem  muito   bem  um  conjunto  de  competências  (nível  1,2  e  3)   -­‐  Há  pessoas  que  serão  incapazes  de  se  mo6varem  para  pra6car  alguns  aspetos   (por  exemplo,  a  propulsão  –  nível  1)  se  não  sen6rem  e  experienciarem  antes  a   importância  de  dominar  aquele  aspeto  numa  situação  real.  
  17. 17. Desenvolvimento/Formação do desportista na atividade Mas  o  desporto,  mesmo  quando  é  feito  numa  perspe6va  de  lazer  e  recreação,  é   muito  mais  que  isto,  há  um  desenvolvimento  do  indivíduo  inerente  à  sua  prá6ca   que   não   pode   nem   deve   ser   ignorado.   Ter   consciência   disso   permite-­‐nos   desenvolver   os   processos   com   uma   intencionalidade   e   oferecer   produtos   com   qualidade.   Atividades de Recreação e Lazer tendência   Modelos  de   desenvolvimento/formação   do  Treino  despor6vo   A6vidade  Física   Sa6sfação/Entretenimento   do  indivíduo  
  18. 18. 3 Domínios de formação/desenvolvimento do indivíduo Num  6po  de  a6vidade  onde  o  sucesso  está  associado  à  capacidade   de   adaptação   ao   contexto,   é   natural   que   os   obje6vos   visados   passem   pela   compreensão   e   domínio   da   interação   com   o   contexto.   Domínio do Território O  Mar  encerra  um  conjunto  de  problemas  que  o  indivíduo  precisa  de  compreender  e   dominar  para  que  possa  planear  as  suas  ações  e  agir  de  forma  ajustada  rendibilizando  a   resolução  das  situações  que  irá  enfrentar  ao  longo  da  a6vidade.      
  19. 19. 3 Domínios de formação/desenvolvimento do indivíduo Compreender   a   situação   e   as   suas   especificidades   é   também   essencial  para  a  resolução  de  problemas.     Domínio da Situação O   indivíduo   que   realiza   a   a6vidade   deverá   dominar   os   fatores   que   influenciam   a   situação,   perceber   como   a   influenciam   e   interagem   uns   com   os   outros   (noção   de   tendências   evolu6vas)   e   como   pode   intervir   nestes   para   se   adaptar.   Só   deste   modo   poderá  escolher  e  u6lizar  as  técnicas  mais  adequadas  à  situação  realizando  a  a6vidade   com  intencionalidade  e  de  forma  consciente.  
  20. 20. 3 Domínios de formação/desenvolvimento do indivíduo Neste  6po  de  a6vidades  é  também  fundamental  que  o  indivíduo   compreenda  as  suas  capacidades  e  potencialidades,  iden6ficando   os   limites   em   que   consegue   agir   e   ser   capaz   de   controlar   a   evolução   dos   processos   porque   passa,   de   modo   a   poder   aproximar-­‐se   dos   limites   mas   de   forma   consciente   e   em   segurança.   Domínio de si próprio e da relação com os outros Indivíduo   Grupo   Icompa6bilidades     Complementaridades  
  21. 21. Estes  3  Domínios  não  aparecem  isolados.     No  mesmo  exercício  podemos  estar  a   desenvolver  competências  de  vários  deles.  
  22. 22. Personalização da atividade Diagnóstico Hoje  é  indiscu{vel  que  um  produto  de  qualidade  tem  de  ser  um  produto   personalizado.   Prescrição Controlo Para   que   esta   metodologia   possa   ser   u6lizada   (conceção   do   produto,   orientação   das   a6vidades)   é   necessária   uma   estruturação   do   conhecimento  que  o  permita.   A  reprodução  de  padrões  não  é  compa{vel  com  esta   metodologia.  
  23. 23. Implicações ao nível da formação dos profissionais da área Formar   profissionais   capazes   de   intervir   nos   diferentes   níveis   que   anteriormente  referimos  implica  formar  indivíduos  que  não  sejam  meros   reprodutores   mas   que   sejam   capazes   de   criar,   inovar   e   u6lizar   uma   metodologia  cien{fica  para  resolver  problemas.       O   conhecimento   técnico   da   a6vidade   é   importante   mas   por   si   só   não   resolve   todos   os   problemas   no   âmbito   da   conceção   e   orientação   deste   6po  de  a6vidades.  
  24. 24. Considerações Finais Há  um  conjunto  de  pilares  que  consideramos  estruturantes  na  conceção  e   operacionalização  de  produtos  no  âmbito  do  Desporto/Turismo  e  têm  de   ser  vistos  como  um  todo:   •  Fatores  que  podem  influenciar  a  mo6vação  para  a  a6vidade;   •  Estruturação  do  Produto;   •  Desenvolvimento/Formação  do  despor6sta  na  a6vidade;   •  Personalização  da  A6vidade;   •  Formação  dos  Profissionais  da  área.  
  25. 25. Considerações Finais •  Apesar  de  nos  termos  centrado  em  produtos  no  âmbito  do  Desporto/ Turismo  julgamos  que  a  aplicação  destes  princípios  pode  ser  uma  mais-­‐ valia  na  qualidade  de  outro  6po  de  produtos.     •  A  RAM  tem  condições  excecionais  para  a  prá6ca  de  a6vidades  náu6cas   que   não   são   exploradas   na   sua   plenitude   no   âmbito   do   Desporto/ Turismo  por  lacunas  na  estruturação  dos  produtos.  
  26. 26. Obrigada pela vossa atenção

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