Gabriel 2015 biodiversidadee_turismonautico

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Fórum de Biodiversidades e Turismo Náutico. Açores

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Gabriel 2015 biodiversidadee_turismonautico

  1. 1. Estudo e divulgação da biodiversidade em ilhas: Açores Rosalina Gabriel (rgabriel@uac.pt) I.R. Amorim, E.B. Azevedo, R.B. Elias, M.T. Ferreira, E. Mendonça & P.A.V. Borges 1
  2. 2. Sumário }  Estudos recentes de biodiversidade nos Açores }  Island-Biodiv }  Moveclim }  ImpactBio }  Atlantis-Mar }  Unified Model – Biodiversity }  Divulgação da biodiversidade }  Portal da Biodiversidade dos Açores & Galeria da Biodiversidade }  Atlantis }  Island Lab 2 Fórum de Biodiversidade e Turismo Náutico – PTMAC 2007-2013 Universidade dos Açores – Angra do Heroísmo, 5 e 6 de Outubro de 2015
  3. 3. Biodiversidade inventariada nos Açores }  6164  terrestres   -­‐  Anelídeos:  22   -­‐  Artrópodes:  2278   -­‐  Briófitos:  475   -­‐  Cordados:  69   -­‐  Diatomáceas  et  al.:  536   -­‐  Fetos:  69     -­‐  Fungos:  552   -­‐  Líquenes:  775   -­‐  Moluscos:  114   -­‐  Nemátodos:  131   -­‐  Plantas  vasculares:  1017   -­‐  Platelmintes:  31   }  &  1883  marinhos   2010 3
  4. 4. Biodiversidade inventariada nos Açores }  8.047 spp. e subsp. terrestres e marinhas Briófitos Plantas Vasculares Plantas Animais Annelida   Arthropoda   Chordata   Cnidaria   Mollusca   Nematoda   Porifera   Bryozoa   Echinodermata   Sipuncula   Ctenophora   Echiura   Reinos Fungi Animalia Plantae 4
  5. 5. ESTUDOS DE BIODIVERSIDADE NOS AÇORES 5
  6. 6. Informações gerais •  NetBiome / FCT: •  62.000,00 Euros (Az) •  2012-2015 •  Coordenador: P.A.V. Borges Objectivos •  Investigar Modelos Ecológicos em ilhas •  Processos Ecológicos difereciadores entre taxa (PV, aranhas; coleópteros) Hipóteses •  Complexidade das comunidades aumenta com a proximidade ao Equador Metodologia • Açores, Canárias, Réunion • 10 réplicas [50 m x 50 m] em floresta nativa • Protocolo COBRA + PV Resultados • Beta diversidade aumenta com a proximidade ao Equador • Fauna e Flora com padrões ecológicos diferentes • Colêmbola com maior proporção de exóticos • Maior estruturação espacial genética em Coleópteros nas Canárias e Reunião do que nos Açores http://island-biodiv.org/ Island-Biodiv Understanding biodiversity dynamics in tropical and subtropical islands as an aid to science based conservation action 6
  7. 7. http://island-biodiv.org/ Island-Biodiv Understanding biodiversity dynamics in tropical and subtropical islands as an aid to science based conservation action 7
  8. 8. Informações gerais •  NetBiome / FRC •  22.000,00 Euros + PhD (Az) •  2012-2015 •  Coordenadora: R. Gabriel Objectivos •  Investigar padrões altitudinais de distribuição e abundância de plantas produtoras de esporos em ilhas •  Investigar respostas a alterações climáticas Hipóteses •  PPE (briófitos + fetos) respondem mais rapidamente a alterações que outros taxa •  Padrão diferencial de abundância e distribuição com altitude e com a latitude Metodologia • Açores, Canárias, Réunion,Taiti, Guadalupe, Madagáscar • Recolha: Bryolat [adapt.] Resultados • Regularidade dos padrões de diversidade de briófitos observados em vários arquipélagos :“hump-shaped pattern” • Distribuição mais restrita de espécies em sistemas tropicais • MDE não explica a distribuição das espécies na maior parte dos arquipélagos Moveclim MOntane VEgetation as listening posts for CLIMate change http://moveclim.blogspot.pt/8
  9. 9. Moveclim MOntane VEgetation as listening posts for CLIMate change http://moveclim.blogspot.pt/9
  10. 10. Moveclim MOntane VEgetation as listening posts for CLIMate change http://moveclim.blogspot.pt/ 15,1% numa só altitude 32,7% exclusivas Hipótese de Jantzen, 1967 10
  11. 11. Informações gerais •  FCT •  99.000,00 Euros (Az) •  2012-2015 •  Coordenador: P.A.V. Borges Objectivos •  Estudar padrões de diversificação nas filogenias •  Estudar o impacto do aumento da escala espacial na SAD Hipóteses •  Padrão diferencial das três possibilidades (early burst vs continuous vs late burst) taxa •  A capacidade de dispersão das espécies influencia a estrutura das SAD Metodologia • Estudo de 55 filogenias publicadas para ilhas • Dados padronizados obtidos nos Açores (artrópodes) Resultados • Espécies com baixa capacidade de dispersão chegam primeiro à log- normal devido a agregação espacial • Taxa de especiação contínua é a mais frequente, independentemente do grupo taxonómico (plantas, artrópodes, aves); • Há casos de “early burst” em artrópodes nas Canárias e Hawaii Unified Model Biodiversity on oceanic islands: towards a unified theory 11
  12. 12. Unified Model Biodiversity on oceanic islands: towards a unified theory }  O sistema move-se rapidamente de uma situação de equilíbrio (~AD1440) para uma situação de desequilíbrio com o aumento da deflorestação.   redução de vegetação natural - TER 12
  13. 13. Informações gerais •  DRCT •  30.000,00 Euros + Bolsa (Az) •  2012-2015 •  Coordenador: R.B. Elias Objectivos •  Avaliar o impacto das alterações climáticas sobre a biodiversidade do Açores para o período de 2080-2099 para as Ilhas Terceira e São Miguel usando 3 grupos taxonómicos diferentes (briófitos, plantas vasculares e artrópodes) Metodologia • Dados biológicos – Atlantis & Trabalho de campo • Dados climáticos – Modelo Cielo e projecções AR5 (IPCC, 2014) Resultados • 11% das espécies desaparecem numa ou nas duas ilhas • Eficácia das reservas naturais: parece ser superior na Terceira do que em São Miguel • Artrópodes são o grupo menos protegido com o actual desenho das áreas protegidas Impact-Bio Impacto das alterações climáticas sobre a biodiversidade dos Açores 13
  14. 14. Impact-Bio Impacto das alterações climáticas sobre a biodiversidade dos Açores EmissõesglobaisdeCarbono Ano 14 Modelação bioclimática Distribuição atual registada Distribuição potencial (1961-1990) Distribuição potencial (2080-2099)
  15. 15. Impact-Bio Impacto das alterações climáticas sobre a biodiversidade dos Açores 15 Eficácia das áreas protegidas [Artrópodes; SMI] <25%
  16. 16. Informações gerais •  DRCT •  30.000,00 Euros + Bolsa (Az) •  2012-2015 •  Coordenador: P.A.V. Borges Objectivos •  Fazer o elenco e mapear a diversidade marinha e costeira dos Açores •  Transferir dados de diversidade terrestre e marinha para GBIF •  Nova plataforma on-line Metodologia • Digitalização de dados espaciais para espécies marinhas • Elaboração de nova infraestrutura de divulgação de dados para toda a biodiversidade Resultados • Portal de divulgação de dados para o grande público (coming soon) • Actualização da listagem dos organismos marinhos e costeiros • Reforço de inventários biológicos em algumas ilhas (ex. SJO) • Publicação (submetida) com a Check-list das aves dos Açores • Apoio a outras publicações Atlantis-Mar http://atlantis.angra.uac.pt/atlantis/16
  17. 17. Atlantis-Mar http://atlantis.angra.uac.pt/atlantis/17
  18. 18. PORTAL DA BIODIVERSIDADE DOS AÇORES & GALERIA 18
  19. 19. Portal da Biodiversidade dos Açores & Galeria Atlantis 19
  20. 20. AtlantisPorbiota }  2003-2005 - Projecto ATLÁNTICO (INTERREG III B) Açores, Madeira e Canárias implementar uma base de dados sobre a biodiversidade da Macaronésia }  2005 - Listagem da fauna e flora terrestre dos Açores }  2006 - 2007- Projecto Base de Dados da Biodiversidade dos Açores (DRAM) }  2006 - 2008 - Projecto BIONATURA (INTERREG III B) }  2008 - Portal da Biodiversidade dos Açores }  2009 - 2011- Bolsa CITA-A (E. Mendonça) }  2010 - Listagem do biota marinho e terrestre dos Açores }  2012-2015 - Projecto ATLANTIS-MAR: mapeamento da biodiversidade costeira e marinha dos Açores }  2014 - Aprovação como infraestrutura de Investigação de Interesse Estratégico H2020 }  2015-2020 - AZORES-BIOPORTAL – PORBIOTA (aguarda financiamento) e-infrastructure Resenha Histórica 20
  21. 21. Resenha Histórica } “PORBIOTA” } AZORES-BIOPORTAL } LTER Portugal } ICOS Portugal PORBIOTA infraestrutura electrónica Porbiota
  22. 22. Resenha Histórica M@RBIS Nacional Internacional PORBIOTA Porbiota
  23. 23. Informação disponível }  Taxonomia (especialistas) }  Sinonímias }  Nome comum }  Fotos (~ 9 900, 60% spp.) }  Estatuto de colonização }  Estatuto de proteção }  Distribuição (arquipélago; ilha; 500 m x 500 m) }  Habitats Atlantis 23
  24. 24. Utilizadores }  cidadãos }  gestores }  investigadores Base de Dados da Biodiversidade dos Açores
  25. 25. Utilidade: Páginas temáticas §  Insectos urbanos §  Espécies invasoras §  Aranhas e insetos auxiliares nos pomares ©JavierTorrent
  26. 26. Utilidade: Identificação }  Chaves de identificação multicritério de espécies de plantas (online) Fenologia e Distribuição Aspecto Flor Cor Nº pétalas Folhas Fruto Outros aspectos Base de Dados da Biodiversidade dos Açores
  27. 27. Utilidade: Comparação de espécies }  Comparação online de espécies Lotus creticus Lotus corniculatus
  28. 28. Utilidade: Informação especializada }  Distribuição para quase todas as espécies terrestres e marinhas dos Açores §  ≠ grupos taxonómicos §  ≠ níveis taxonómicos §  ≠ estatuto de colonização §  ≠ estatuto de proteção §  ≠ escalas §  ≠ formatos Mapas de riqueza de espécies
  29. 29. Utilidade: Informação especializada }  Distribuição para quase todas as espécies terrestres e marinhas dos Açores §  ≠ grupos taxonómicos §  ≠ níveis taxonómicos §  ≠ estatuto de colonização §  ≠ estatuto de proteção §  ≠ escalas §  ≠ formatos Mapas preditivos de adequação de habitat
  30. 30. Utilidade: Informação especializada }  Distribuição para quase todas as espécies terrestres e marinhas dos Açores §  ≠ grupos taxonómicos §  ≠ níveis taxonómicos §  ≠ estatuto de colonização §  ≠ estatuto de proteção §  ≠ escalas §  ≠ formatos Seleção de Reservas: ferramenta de complementaridade
  31. 31. Citizen Science 17   Base de Dados da Biodiversidade dos Açores www.facebook.com/Chama.lhe.Nomes
  32. 32. Citizen Science Base de Dados da Biodiversidade dos Açores www.facebook.com/Chama.lhe.Nomes
  33. 33. Indicadores de Utilização nº médio de visitas mensais (Jul 2014 – Jun 2015): ~2800 Base de Dados da Biodiversidade dos Açores
  34. 34. ISLAND LAB 34
  35. 35. Island Lab http://islandlab.uac.pt 35
  36. 36. Island Lab http://islandlab.uac.pt/resource/36
  37. 37. Island Lab http://islandlab.uac.pt/resource/?id=1437
  38. 38. E no futuro? 38 }  Novos projectos de investigação fundamental }  MacDiv (FCT – 2015-2018) }  Together (FCT – 2015-2018) }  Momentus (FCT – 2015-2018) }  Novos projectos de investigação aplicada à conservação e à gestão }  submetidos }  a submeter }  Novos projectos de divulgação científica }  BioDiv – Who cares (FCT – 2015-2018)
  39. 39. Parceiros e instituições envolvidos
  40. 40. Parceiros e instituições envolvidos 40

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