Higiene ocupacional para iniciantes

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Higiene Ocupacional é a ciência e a arte dedicada ao estudo dos riscos ambientais existentes no ambiente de trabalho.

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  • Ola caros colegas!
    Atentem por gentileza que este é um slide utilizado em aulas, sendo assim possui algumas imagens e abas que necessitam de explicação para se entender.
    EX: Quando se trata de Risco Biológico no PPT consta Animais peçonhentos porem esta é uma descrição obsoleta, que logo a frente ira se apresentar como agente do Risco Mecânico ou de Acidente.
       Responder 
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    EX: Quando se trata de Risco Biológico no PPT consta Animais peçonhentos porem esta é uma descrição obsoleta, que logo a frente ira se apresentar como agente do Risco Mecânico ou de Acidente.
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Higiene ocupacional para iniciantes

  1. 1. www.maicomsegprev.com.br Sejam todos bem vindos ao modulo de introdução a Higiene ocupacional. Sou Maicom Daniel, seu Orientador
  2. 2. Prezados bom dia! Você conhece o crivo das três peneiras? Se não, veja essa história: Olavo foi transferido de projeto. Logo no primeiro dia, para fazer média com o novo chefe, saiu-se com esta: - Chefe, você nem imagina o que me contaram a respeito do Silva. Disseram que ele... Nem chegou a terminar a frase, e o chefe aparteou: - Espere um pouco Olavo. O que você vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras? - Peneiras? Que peneiras, chefe? - A primeira, Olavo, é a da Verdade. - Você tem certeza de que este fato é absolutamente verdadeiro? - Não. Não tenho, não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram. Mas eu acho que... E, novamente, Olavo é interrompido pelo chefe: - Então sua história já vazou a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira que é a da Bondade. O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito? - Claro que não! Deus me livre, chefe! - Diz Olavo, assustado. - Então, - continua o chefe - sua história vazou a segunda peneira. Vamos ver a terceira peneira, que é a da Necessidade. Você acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passá-lo adiante? - Não chefe. Pensando desta forma, vi que não sobrou nada do que eu iria contar – fala Olavo, surpreendido. - Pois é Olavo! Já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras? - diz o chefe sorrindo e continua: - Da próxima vez em que surgir um boato por aí, submeta-o ao crivo das três peneiras: VERDADE - BONDADE – NECESSIDADE, antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante
  3. 3. Higiene e saúde ocupacional • Higiene e saúde ocupacional 234 horas • Orientador: Maicom Daniel • Contato: • Facebook: Orientador Maicom Daniel • Email: maicomsegprev@gmail.com
  4. 4. Bibliografia indicada • Equipe Atlas: Segurança e Medicina do trabalho • SENAC. DR. SP Saúde e Prevenção de Doenças 2009
  5. 5. Inicio de componente Curricular • As conquistas dependem de 50% de inspiração, criatividade e sonhos, e 50% de disciplina, trabalho árduo e determinação. São duas pernas que devem caminhar juntas. • Augusto Cury
  6. 6. Histórico da higiene • 1556 pesquisador alemão Georg Bauer, divulgou sua obra De re Metallica (Dos Metais) • 1700 Bernardino Ramazzini – Publica na Italia o livro Demorbis artificum diatriba • 1938 criação da ACGIH, uma associação dos Higienistas do Governo Americano • 1939 Criação da American Industrial Hygienists Association AIHA
  7. 7. No Brasil • 1966 criação da Fundacentro, como um compromisso do Brasil com a OIT • 1969 inicio das atividades da Fundacentro • 1978 elaboração da portaria nº 3214 • 1992 introdução do mapa de risco • 1994 Criação da Associação Brasileira de Higienistas Ocupacionais (ABHO) e modificação da NR9 com a implantação do PPRA
  8. 8. Introdução a Higiene ocupacional • Definição de Higiene Ocupacional: • Ciência e arte dedicada ao reconhecimento, avaliação e controle daqueles fatores ou tensões ambientais, que surgem no trabalho, e que podem causar doenças, prejuízos a saúde ou ao bem-estar, ou desconforto significativo entre trabalhadores ou entre os cidadãos da comunidade. • Resumo: Ciência e arte dedicada ao reconhecimento, avaliação e controle dos riscos ambientais.
  9. 9. Trabalhador doente Diagnostico Tratamento cura Trabalhador sadio Ambiente salubre Reconhecimen to avaliação e controle 1º Ambiente Insalubre
  10. 10. Reconhecimento, Avaliação e controle Reconhecimento Avaliação Controle Estudo do processo, visitas preliminares, entrevista com trabalhadores . Avaliações Preliminares (Qualitativa e Quantitativa) Estratégia, Metodologia especifica, Amostragem, analise e interpretação. (Medidas de controle) Fonte Percurso Trabalhador
  11. 11. Reconhecimento • Processo de estudo preventivo: • Preferencialmente realizado quando ainda em projeto. • Direcionada ao estudo das atividades, realizadas na empresa.
  12. 12. Avaliação • Momento de identificação e se necessário a mensuração do agente identificado.
  13. 13. Principais Avaliações • Avaliação Qualitativa: Onde se realiza apenas com observações em locu, com o intuito de identificar os possíveis agentes presentes no ambiente, através do conhecimento técnico em higiene ocupacional. • Avaliação Quantitativa: Normalmente realizada após a avaliação qualitativa para se verificar de forma mensurável a exposição ambiental a um determinado agente.
  14. 14. Avaliação Qualitativa • Inspeção Periódica • Inspeção Rotina • Inspeção Especial ? CIPA, SESMT (Tec.Seg) ou Manutenção
  15. 15. Avaliação Qualitativa • Inspeção Periódica = Manutenção (determinada) • Inspeção Rotina = CIPA (diariamente) • Inspeção Especial = SESMT (Tec.Seg) detentor de conhecimento Cientifico
  16. 16. Controle • Fonte (geração) • Percurso (Propagação) Medidas relativas ao meio Ambiente (engenharia) • Trabalhador (Receptor) Medidas relativas a uso de EPI
  17. 17. • Os riscos estão presentes nos locais de trabalho e em todas as demais atividades humanas, comprometendo a segurança e a saúde das pessoas e a produtividade da empresa. • Esses riscos podem afetar o trabalhador a curto, médio e longos prazos, provocando acidentes com lesões imediatas e/ou doenças chamadas profissionais ou do trabalho, que se equiparam a acidentes do trabalho. Os agentes que causam riscos à saúde dos trabalhadores e que costumam estar presentes nos locais de trabalho são agrupados em cinco grupos: • • Grupo 1 ‐ Agentes Químicos; • • Grupo 2 ‐ Agentes Físicos; • • Grupo 3 ‐ Agentes Biológicos; • • Grupo 4 ‐ Agentes Ergonômicos; • • Grupo 5 ‐ Agentes de Acidentes (mecânicos). • Cada um desses grupos de agentes é responsável por diferentes riscos ambientais que podem provocar danos à saúde ocupacional dos funcionários da empresa.
  18. 18. 1. Qual foi o marco histórico do Brasil com referencia a Higiene em 1994? 2. Qual a ordem de controle dos agentes ambientais? 3. Quais as cores de cada um dos grupos de risco? 4. Diferencie Avaliação Qualitativa e Quantitativa? 5. Explique as fazes de Reconhecimento Avaliação e controle? 6. Defina Higiene Ocupacional? 7. O que o Brasil fez para mostrar seu comprometimento com a OIT? 8. Quais as principais inspeções da avaliação qualitativa e quem as aplica? Testando conhecimentos
  19. 19. GRUPO 1 ‐ RISCO QUÍMICOS • São considerados Risco químicos, aqueles ca pazes de provocar danos à saúde: poeira, fumos, névoas, vapores, gases, produtos químicos em geral, neblina, etc. Os principais tipos de agentes químicos que atuam sobre o organismo humano, causando problemas de saúde, são: gases, vapores e névoas; aerodispersóides (poeiras e fumos metálicos).
  20. 20. Órgãos do sistema respiratório • Agressão dos alvéolos por aerodispersoids
  21. 21. • Os alvéolos em contato com aerodispersoides podem sofrer cristalização, e perder a capacidade de absorção de oxigênio.
  22. 22. RISCOS À SAÚDE Os gases, vapores e névoas podem provocar efeitos irritantes, asfixiantes ou anestésicos: • Efeitos irritantes: são causados, por exemplo, por ácido clorídrico, ácido sulfúrico, amônia, soda cáustica, cloro, que provocam irritação das vias aéreas superiores; • Efeitos asfixiantes: gases como hidrogênio, nitrogênio, hélio, metano, acetileno, dióxido de carbono, monóxido de carbono e outros causam dor de cabeça, náuseas, sonolência, convulsões, coma e até morte; • Efeitos anestésicos: a maioria dos solventes orgânicos assim como o butano, propano , aldeídos, acetona, cloreto de carbono, benzeno, xileno, alcoóis, tolueno, tem ação depressiva sobre o sistema nervoso central, provocando danos aos diversos órgãos. 0 benzeno especialmente é responsável por danos ao sistema formador do sangue.
  23. 23. Os aerodispersóides que ficam em suspensão no ar em ambientes de trabalho, podem ser poeiras minerais, vegetais, alcalinas, incômodas ou fumos metálicos: • Poeiras minerais: provêm de diversos minerais, com o sílica, asbesto, carvão mineral, e provocam silicose , quartzo, asbestose (asbesto), pneumoconioses (ex.: carvão mineral, minerais em geral ); • Poeiras vegetais: são produzidas pelo tratamento indus trial, por exemplo, de bagaço de cana de açúcar e de al godão, que causam bagaçose e bissinose, respectivame nte; • Poeiras alcalinas: provêm em especial do calcário, causando doença pulmonares obstrutivas crônicas, como enfisema pulmonar;
  24. 24. Poeiras incômodas: podem interagir com outros agente s agressivos presentes no ambiente de trabalho, torna ndo os mais nocivos à saúde; Fumos metálicos: provenientes do uso industrial de metais, como chumbo, manganês, ferro etc. causam doença pulmonar obstrutiva crônica, febre de fumos metálicos, intoxicações específicas, de acordo com o metal.
  25. 25. GRUPO 2 ‐ Riscos FÍSICOS São considerados riscos físicos, aqueles capazes de provocar danos à saúde: ruídos, vibrações, radiações ionizantes e não ionizantes, pressões anormais, temperaturas extremas, umidade, etc.
  26. 26. RISCOS À SAÚDE Ruídos provocam cansaço, irritação, dores de cabeça, dim inuição da audição (surdez temporária, surdez definitiva e trauma acústico), aumento da pressão arterial , problemas no aparelho digestivo, taquicardia, perigo de infarto e Impotência sexual. Vibrações cansaço, irritação, dores nos membros, dores na coluna, doença do movimento, artrite, problemas digestivos, lesões ósseas, lesões dos tecidos moles, lesões circulatórias.
  27. 27. Calor ou frio extremo, taquicardia aumento da pulsação , cansaço, irritação, fadiga térmica, pros térmica, choque térmico, perturbação das funções digestivas, hipertensão. Radiações ionizantes alterações celulares, câncer, fadiga, problemas visuais, acidentes do trabalho. Radiações não ionizantes queimaduras, lesões na pele, nos olhos e em outros órgãos.
  28. 28. É muito importante saber que a presença de produtos ou agentes no local de trabalho como por exemplo radiações infravermelho, presentes em operações de fornos, de solda oxiacetilênica; ultravioleta, produzida pela solda elétrica; de raios laser podem causar ou agravar problemas visuais ( ex. catarata, queimaduras, lesões na pele, etc.), mas isto não quer dizer que, obrigatoriamente, existe perigo para a saúde, isso depende da combinação de muitas condições como a natureza do produto, a sua concentração, o tempo e a intensidade que a pessoa fica exposta a eles.
  29. 29. exemplo. • Umidade: doenças do aparelho respiratório, da pele e circulatórias, e traumatismos por quedas • Pressões anormais: embolia traumática pelo ar, embriaguez das profundidades, intoxicação por oxigênio e gás carbônico, doença descompressiva .
  30. 30. GRUPO 3 ‐ AGENTES BIOLÓGICOS • Microrganismos são os agentes biológicos que podem afetar a saúde do trabalhado r. São considerados agentes biológicos os bacilos, bactérias, fungos, protozoários, parasitas, vírus. • OBS: possíveis dados absoletos encontrados: • Entram nesta classificação também os escorpi ões, bem como as aranhas, insetos e outros pe çonhentos.
  31. 31. RISCOS À SAÚDE Pode causar as seguintes doenças: Tuberculose, intoxicação alimentar, fungos (microrganismos causadores infecções), brucelose, malária, febre amarela. As formas de prevenção para esses grupos de agentes biológicos são: vacinação, esterilização, higiene pessoal, uso de EPI; ventilação, controle médico e controle de pragas.
  32. 32. GRUPO 4 ‐ AGENTES ERGONÔMICOS São os agentes caracterizados pela falta de adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas do trabalhador. Entre os agentes ergonômicos mais c omuns estão: • Trabalho físico pesado; • Posturas incorretas; • Posições incômodas; • Repetibilidade; • Monotonia; • Ritmo excessivo; • Trabalho em turnos e trabalho noturno; • Jornada prolongada.
  33. 33. GRUPO 5 ‐ RISCO DE ACIDENTES (MECÂNICOS) São arranjo físico inadequado ou deficiente, máquinas e equipamentos, ferramentas defeituosas, inadequadas ou inexistentes, eletricidade, sinalização, perigo de incêndio ou explosão, transporte de materiais, edificações, armazenamento inadequado, etc. Essas deficiências podem abranger um ou mais dos seguintes aspectos:
  34. 34. Arranjo físico; Edificações; Sinalizações; Instalações elétricas; Máquinas e equipamentos sem proteção; Equipamento de proteção contra incêndio; Ferramentas defeituosas ou inadequadas; EPI inadequado; Armazenamento e transporte de materiais; Iluminação Deficiente ‐ fadiga, problemas visuais, acidentes do trabalho.
  35. 35. Descrição dos Agentes Ambientais • AGENTES QUÍMICOS Os agentes químicos mais comuns apresentam‐se sob as seguintes formas
  36. 36. CONTAMINANTES AMBIENTAIS No ambiente de trabalho, podemos encontrar seis tipos mais comuns de agentes químicos ou substâncias contaminantes: Poeiras: São produzidas mecanicamente por ruptura de partículas maiores. Exemplo: fibras de amianto e poeiras de sílica. Fumos: Os chamados fumos são partículas sólidas produzidas por condensação de vapores metálicos. Exemplos: fumos de óxido de zinco nas operações de soldagem com ferro, de chumbo em trabalhos a temperaturas acima d e 500'C e de outros metais em operações de fusão.
  37. 37. • Fumaças: Fumaças produzidas pela combustão in completa como a liberada pelos escapamentos dos automóveis, que contém monóxido de carbono, são contaminantes ambientais e represe ntam riscos de acidentes e à saúde. • Neblinas: As neblinas são partículas líquidas produzidas por condensação de vapores. Exemplos: anidrido sulfúrico, gás clorídrico, etc.
  38. 38. Gases: Os gases são dispersões de moléculas que se misturam com o ar. Exemplo: GLP Gás Liquefeito de Petróleo, monóxido de carbono, gás sulfídrico, gás cianídrico, etc. Vapores: São dispersões de moléculas no ar que podem se condensar para formar líquidos ou sólidos em condições normais de temperatura e pressão. Exemplos: vapores de benzol, dissulfito de carbono, etc
  39. 39. FATORES QUE INFLUENCIAM A TOXICIDADE DOS CONTAMINANTES AMBIENTAIS Deve se lembrar que a presença de produtos ou agentes no local de trabalho não quer dizer que, obrigatoriamente, existe perigo para a saúde.
  40. 40. O risco representado pelas substâncias químicas depende dos seguintes fatores: a) Concentração: Quanto maior for a concentração do produto, mais rapidamente os seus efeitos nocivos se manifestarão no organismo. b) Índice Respiratório: Representa a quantidade de ar inalado pelo trabalhador durante a jornada. c) Sensibilidade Individual: É o nível de resistência de cada um. varia de pessoa para pessoa. d) Toxicidade: É o potencial tóxico da substância no organismo. e) Tempo de Exposição: É o tempo que o organismo fica exposto ao contaminante.
  41. 41. VIAS DE PENETRAÇÃO DOS AGENTES QUÍMICOS O agente químico pode penetrar no trabalha dor pela pele (via cutânea), pela boca e estômago (via digestiva) e pelo nariz e pulmões (via respiratória).
  42. 42. Via Cutânea Os ácidos, álcalis e solventes, ao atingirem a pele, podem ser absorvidos ou provocar lesões como caroços ou chagas (acne química), podendo também comprometer as mucosas dos olhos, boca e nariz. A soda em escamas e os pós também podem penetrar na pele e contaminar. Esses problemas podem acontecer quando os trabalhadores manipulam produtos químicos sem equipamentos de proteção individual EPI como luvas, aventais, botas, máscaras e óculos de segurança.
  43. 43. Via Digestiva A contaminação do organismo ocorre pela ingestão acidental ou não de substâncias nocivas, presentes em alimentos contaminados, deteriorados ou na saliva. Hábitos inadequados como alimentar se ou ingerir líquidos no local de trabalho, umedecer os lábios com a língua, usar as mãos para beber água e a falta de h igiene contribuem para a ingestão de substâncias n ocivas.Há casos de ingestão acidental ou proposital de ácidos, álcalis, solventes. Conforme o tipo de p roduto ingerido, podem ocorrer lesões ( queimaduras na boca, esôfago e estômago).
  44. 44. Via Respiratória As substâncias penetram pelo nariz e boca, afetando a garganta e chegando aos pulmões. Através da circulação sangüínea, p odem seguir para outros órgãos, onde manifestarão seus e feitos tóxicos. Substâncias químicas na forma de pó em s uspensão no ar podem facilmente penetrar no organismo pela respiração. Partículas muito pequenas podem vencer as barreiras naturais das vias respiratórias, chegando a atingir partes mais profundas do pulmão. Em todos esses casos pode existir risco de contaminação se os funcionários não usarem os equipamentos de proteção individual ou se não houver sistema s de ventilação ou exaustão adequados.
  45. 45. LIMITES DE TOLERÂNCIA O fato dos trabalhadores estarem expostos a agentes físic o químico ou biológicos não implica necessariamente qu e venham a contrair uma doença do trabalho. Para tanto, é necessário que estejam expostos a uma determinada c oncentração ou intensidade e que o tempo de exposição s eja suficiente para atuação nociva destes agentes sobre o ser humano. "Limites de Tolerância" são co ncentrações dos agentes químicos ou intensidades dos ag entes físicos presentes no ambiente de trabalho sob as qu ais os trabalhadores podem ficar expostos durante toda a sua vida laboral sem sofrer efeitos adversos à sua saúde.
  46. 46. Estes limites têm por objetivo garantir a proteção da saúde do trabalhador e estão definidos na N R 15 da Portaria no. 3.214178 do Ministério do Trabalho, Ex.: quadro nº 1 da NR15 An exo nº 11.
  47. 47. RISCOS FÍSICOS • PRESSÕES EXTREMAS • As atividades exercidas em locais de pressõ es extremas (altas ou baixas) requerem eq uipamentos especiais e rigoroso treinamento. Um exemplo é o dos mergulhadores que traba lham em obras submarinas.
  48. 48. RUÍDOS As máquinas e equipamentos utilizados pelas empresas produzem ruídos que podem atingir níveis excessivos, provocando a curto, médio e longos prazos sér ios prejuízos à saúde. Dependendo do tempo da exposição, do nível sonoro e da sensibilidade individual, as alterações auditivas poderão manifestar se imediatamente ou se começará a perder a audição gradualme nte. Quanto maior o nível de ruído, menor deverá ser o tempo de exposição ocupacional
  49. 49. RADIAÇÕES • Radiações ionizantes Os operadores de aparelhos de Raios X e Radioterapia frequentemente estão expostos a esse tipo de radiação. Seus efeitos podem afetar o organismo (crônicos, agudos, genéticos ou somáticos "físicos"), podendo se manifestar nos descendentes. Deve se tomar cuidados especiais quanto às operações e ao ambiente.
  50. 50. • Radiações não ionizastes As radiações infravermelho, presentes em operações de fornos de solda oxiacetilênica; ultravioleta, produzida pela solda elétrica; d e raios laser podem causar ou agravar problemas visuais a exemplo da catarata provocar queimaduras, lesões na pele, etc.
  51. 51. TEMPERATURAS EXTREMAS Calor Altas temperaturas são nocivas à saúde do trabalhador, podendo provocar catarata, câmbras, insolação, desidratação, distúrbios psiconeuróticos, erupção da pele, problemas circulatórios. Obs.: o uso de lentes de contato por operadores de fornos, soldadores (arco voltaico) e demais trabalhadores que enfrentam calor externo é contra indicado, podendo provocar até perda da visão.
  52. 52. Frio Baixas temperaturas também são nocivas à saúde podendo provocar feridas, rachaduras e necrose da pele, enrijecimento, gangrena e amputação d o membro lesado. Outras consequências p ossíveis de temperaturas muito baixas são o a gravamento de doenças musculares periféricas preexistentes e de doenças reumáticas, predisposição para acidentes e doenças das vias respiratórias.
  53. 53. Vibrações Na indústria é comum o uso de máquinas e equipamentos que produzem vibrações, as quais podem ser prejudiciais para o trabalhador. As vibrações, podem ser localizadas ou generalizadas. Vibrações localizadas são causadas por ferramentas manuais, elétricas pneumáticas. Com o tempo poderão provocar alterações neurovasculares nas mãos, problemas nas mãos e braços e osteoporose (perda da substancia óssea). As vibrações generalizadas ou do corpo inteiro podem afetar os operadores de grandes máquinas, como os motoristas de caminhões, ônibus e tratores, provocando dores lombares e lesões na coluna vertebral.
  54. 54. Umidade As atividades ou operações executadas em locais alagados; ou encharcados, com umidade excessiva, capazes de produzir danos à saúde dos trabalhadores, são situações insalubres e devem ter a atenção dos prevencionistas através de inspeções realizadas nos locais de trabalho para se estudar a implementação de medidas de controle.
  55. 55. RISCOS BIOLÓGICOS Agentes Biológicos são microrganismos que, em contato com o homem podem provocar inúmeras doenças. São considerados como agentes biológicos os bacilos, bactérias, fungos, protozoários, parasitas, vírus. atividades profissionais favorecem o contato com tais agentes. É o caso das indústrias de alimentação, hospitais, limpeza pública (coleta de lixo), laboratórios etc.
  56. 56. • Entre as inúmeras doenças profissionais provocadas por microorganismos incluem se: TUBERCULOSE, BRUCELOSE, MALÁRIA, FEBRE AMARELA etc.
  57. 57. • Para que estas doenças possam ser consideradas DOENÇAS PROFISSIONAIS, é necessário que haja exposição do funcionário a estes microorganismos. São necessárias medidas preventivas para que as condições de higiene e segurança nos diversos setores de trabalho sejam adequadas.
  58. 58. As medidas preventivas mais comuns são: •Controle médico permanente; •Uso do E. P. I. (Equipamento de Proteção Individual); • Higiene rigorosa nos locais de trabalho; •Hábitos de higiene pessoal; uso de roupas adequadas; •Vacinação; •Treinamento.
  59. 59. • Para que uma substância seja nociva ao homem é necessário que ela entre em contato com seu corpo. • Existem diferentes vias de penetração no organismo humano com relação à ação dos agentes biológicos: cutânea (através da pele), digestiva (ingestão de alimentos) e respiratória (aspiração de ar contaminado).
  60. 60. Mapa de Risco • O que é?
  61. 61. Mapa de Risco • O questionário abaixo é usado para facilitar o levantamento dos riscos, se a CIPA considerar necessário.
  62. 62. • Grupo ‐ Agentes Químicos • • 01. Existem produtos químicos na seção? Quais? • 02.Existem emanações de gases, vapores, névoas, fumos, neblinas e outros? De onde são • provenientes? • 03. Como são manipulados os produtos químicos? • 04. Existem equipamentos de proteção coletiva na seção? Quais? • 05. Estes equipamentos são eficientes? Se não forem eficientes, indique as causas. • 06. Quais são os Equipamentos de Proteção Individual EPIs utilizados na seção? • 07. Existem riscos de respingos na seção? Por quê? • 08. Existe risco de contaminações? Através de quê? • 09. Usam óleos/graxas e lubrificantes em geral? • 10. Usam solventes? Quais? • 11. Sobre os processos de fabricação existem outros riscos a considerar? • 12. Observações complementares: • 13. Recomendações:
  63. 63. • Grupo ‐ Riscos Físicos • • 01. Existe ruído constante na seção? • 02. Existe ruído intermitente na seção? • 03. Indique os equipamentos mais ruidosos: • 04. Os funcionários utilizam protetor de ouvidor? • 05. Existe calor excessivo na seção? • 06. Existem problemas com o frio na seção? • 07. Existe radiação na seção? Onde? • 08. Indique os pontos deficientes: • 09. Existem problemas de vibrações? Onde? • 10. Existe umidade na seção? • 11.Existem Equipamentos de Proteção Coletiva na seção? Eles são efi cientes? Se não, indique as causas: • 12. Observações complementares: • 13. Recomendações:
  64. 64. Grupo ‐ Riscos Biológicos 01.Existe problema de contaminação por vírus, bactérias, protozoários, fungos e bacilos na seção? 02. Existe problema de parasitas? 03. Existe problema de proliferação de insetos? Onde? 04. Existe problema de aparecimento de ratos? Onde? 05.Existe problema de mau acondicionamento de lixo orgânico? Observações complementares: Recomendações;
  65. 65. • Grupo ‐ Riscos Ergonômicos • • 01. O trabalho exige esforço físico pesado? • 02. Indique as funções e o local relativos a esforços físicos. • 03. O trabalho é exercido em postura incorrera? • 04. Indique as causas da postura incorreta. • 05. O trabalho é exercido em posição incômoda? • 06.Indique a função, o local e equipamentos ou objetos relativos à posição incomo da. • 07. O ritmo de trabalho é excessivo? Em que funções? • 08. O trabalho é monótono? Em que funções? • 09. Há excesso de responsabilidade ou acúmulo de função? Sim ( ) Não ( ) • 10. Há problema de adaptação com EPIs? Quais? • Observações complementares: • Recomendações:
  66. 66. • Grupo ‐ Riscos de Acidentes (Mecânicos) • • 01.Com relação ao arranjo físico, os corredores e passagens estão desimpedidos e sem obstáculos? • 02. Indique os pontos onde aparecem estes problemas. • 03.Os materiais ao lado das passagens estão convenientemente arrumados? • 04. Os produtos químicos estão convenientemente guardados? • 05. Os serviços de limpeza são organizados na seção? • 06. O piso oferece segurança aos trabalhadores? • 07. Existem chuveiros de emergência e lava olhos na seção? • 08.Com relação a ferramentas manuais, estas são usadas em bom estado? Onde? • 09. As ferramentas utilizadas são adequadas? • 10. As máquinas e equipamentos estão em bom estado? • 11. Se não, indique os problemas e identifique função / local. • 12. As máquinas estão em local seguro? • 13.O operador para as máquinas para lubrificá‐las? Se não, explique por quê.
  67. 67. • 14.O botão de parada de emergência da máquina é visível e está em local próximo ao operador? Indique as máquinas onde o botão de parada está longe ou não funciona. • 15. A chave geral das máquinas é de fácil acesso? • 16.Indique outros problemas de acionamento ou desligamento de equipamento s. • 17.As máquinas têm proteção (nas engrenagens, correias, polias, contra es tilhaços)? Indique os equipamentos e máquinas que necessitam de proteção. • 18.Os operadores param as máquinas para limpá‐las, ajustá‐las ou consertá‐las ? se não, explique por quê. • 19.Os dispositivos de segurança das máquinas atendem às necessidades de seg urança? se não, indique os casos. • 20. Nas operações que oferecem perigo os operadores usam EPIs? • 21.Quanto aos riscos com eletricidade, existem máquinas ou equipamentos com fios soltos sem isolamento? Indique onde. • 22.Os interruptores de emergência estão sinalizados (pintados de vermelho)? In dique onde falta. • 23.Existem cadeados de segurança nas caixas de chaves elétricas, ao operar co m alta tensão? Indique onde falta.
  68. 68. • 24. A iluminação é adequada e suficiente? • 25. Há instalações elétricas provisórias? Indique onde. • 26.Indique pontos com sinalização insuficiente ou • inexistente. • 27.Quanto aos transportes de materiais, indique o meio de transpor te e aponte os riscos. • 28.Quanto à edificação, existem riscos aparentes? Onde? • 29. Observações complementares: • 30. Recomendações:
  69. 69. Exercício • Desenvolver uma avaliação qualitativa das imagens a seguir
  70. 70. Avaliação por imagem Atenção estas imagens estão disponíveis na internet (Google) as pessoas nelas presente não tem nenhuma ligação com o treinamento.
  71. 71. Relatório de avaliação Qualitativo
  72. 72. Atividade • Desenvolver um relatório de avaliação ambiental, das atividades observadas no hospital veterinário conforme a imagem a seguir. • Atentar para formatação do documento, utilizar fonte Arial, tamanho 12, margem esquerda e superior 3 e direita e inferior 2, com espaçamento de 1,5
  73. 73. • Analisar a imagem a seguir e montar um treinamento dos EPIs a serem utilizados na atividade. • Seguir as orientações da NR6: • Uso • Guarda • Conservação
  74. 74. Acidentes
  75. 75. Atenção • Desenvolver um relatório das avaliações realizadas em loco (na Empresa escolhida pelo aluno) para o trabalho de higiene a ser desenvolvido.
  76. 76. Avaliação de Risco por Severidade e Probabilidade
  77. 77. Avaliação de Risco por Severidade e Probabilidade A avaliação de riscos supõe considerar tanto a probabilidade como a gravidade de toda conseqüência prejudicial. Apoiando-se nestas considerações, pode- se avaliar a probabilidade de que um evento ocorra como na tabela abaixo:
  78. 78. Observação: Sempre que se utilizar qualquer tabela de analise de risco como justificativa em um documento ou programa, deve se anexar a tabela ao mesmo. Ex: 1°- Invasão de animal na tubulação de Ar condicionado 2°- Atropelamento na faixa de pedestre 3°- Queda da escada de acesso ao segundo piso
  79. 79. Gravidade das conseqüências do evento Uma vez determinada a probabilidade do evento, deve-se avaliar a natureza das conseqüências prejudiciais em caso de que o evento ocorra realmente. Apoiando-se nestas considerações, pode- se avaliar a severidade de um evento como na tabela abaixo:
  80. 80. Uma matriz de avaliação de riscos, como a que se apresenta abaixo, é um instrumento útil para pôr em ordem de prioridade os perigos que requerem mais atenção.
  81. 81. Aceitabilidade dos riscos A partir da avaliação de riscos, pode- se dar a estes uma ordem de prioridade para a segurança operacional. Isto é crítico quando se devem adotar decisões racionais para atribuir recursos limitados levando em conta os perigos que apresentam os riscos maiores para a organização.
  82. 82. • ACEITÁVEL - significa que não é necessário adotar medidas mitigadoras, a menos que se possa reduzir mais o risco com pouco custo ou esforço. • TOLERÁVEL - significa que as organizações afetadas estão preparadas para suportar o risco. Entretanto, é recomendável que sejam adotadas ações mitigadoras para reduzir o risco.
  83. 83. • INTOLERÁVEL - significa que as operações nas condições atuais devem cessar até que o risco se reduza pelo menos ao nível tolerável.
  84. 84. MITIGAÇÃO DE RISCOS No que diz respeito aos riscos, não existe uma segurança operacional absoluta. Os riscos têm que ser mantidos no nível mais baixo possível. Quando se considera que o risco é intolerável ou tolerável, é necessário introduzir ações mitigadoras. Quanto mais elevado o risco, maior será a urgência. O nível de risco pode ser diminuído seja reduzindo a gravidade das possíveis conseqüências, a probabilidade de que ocorra ou a exposição a esse risco. Mitigação: O que mitiga, atenua, alivia; MITIGADOR; MITIGATIVO.
  85. 85. Exercício
  86. 86. Apontem os riscos ocupacionais e Ambientais • A empresa só tem condições financeiras para solucionar um risco por mês • Defina pela tabela de avaliação de risco quais deverão ter prioridade
  87. 87. Defina pela tabela de avaliação de risco quais deverão ter prioridade
  88. 88. Programas de Prevenção
  89. 89. Programas de Prevenção • Não existe modelo ideal de programa de prevenção, tampouco melhor ou pior. Existem diferentes possibilidades de abordagem da questão, em que os fatores de proteção devem ser realçados e os fatores de risco, minimizados. • Programa de Prevenção é aquele que contém um conjunto orientado de estratégias e ações programáticas integradas que objetivam: a promoção da saúde; a prevenção de riscos, agravos e doenças; a compressão da morbidade; a redução dos anos perdidos por incapacidade e o aumento da qualidade de vida dos indivíduos e populações.
  90. 90. Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) • O PPRA - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais foi estabelecido pela Secretaria de Segurança e Saúde do Trabalho, do Ministério do Trabalho, por meio da Norma Regulamentadora NR 9, Portaria 3214/78, com objetivo de definir uma metodologia de ação para garantir a preservação da saúde e integridade dos trabalhadores face aos riscos existentes nos ambientes de trabalho. • São considerados riscos ambientais os agentes físicos, químicos e biológicos. • São considerados fatores de riscos ambientais a presença destes agentes em determinadas concentrações ou intensidade. O tempo máximo de exposição do trabalhador a esses agentes é determinado por limites pré estabelecidos.
  91. 91. Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) • PPRA é um conjunto de ações visando à preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais. • No Brasil a legislação do trabalho obriga todas as empresas públicas e privadas a elaborarem e implementarem o PPRA, além de manter um documento-base de registro dessas ações, que incluem: • levantamento dos riscos; • planejamento anual com estabelecimento de metas e prioridades; • cronogramas; • estratégia e metodologia de ação; • forma do registro, manutenção e divulgação dos dados; • periodicidade e forma de avaliação do desenvolvimento do PPRA.
  92. 92. Roteiro legislativa de Saúde e Segurança do Trabalho
  93. 93. Anotações na CTPS: arts. 30 e 40, III, da CLT >aquisição de estabilidade: OJ da SBDI-I do TST n° 41 > competencia para a ação: Súmulas n° 235 e 501 do STF > competência para ação: Súmulas n° 235 e 501 do STF > competencia: art. 643, 2° da CLT >composição do dono: Súm. n° 314 do STF > concubina: súm n° 35 do STF >controvércia entre empregador e segurador: Súmulas n° 236 do STF >estabilidade provisória: art. 118 da lei n° 8213/1991, súm. n° 378, I do TST e OJ do SDC do TST n° 105 >existencia de ação judicial: súm. n° 311 do STF >faltas: súm. n°198 do STF e súm. N°46 do TSt >indenização: art. 40 III, da cLT >julgado procedente: súm. n° 234 do STF > não comparecimento ao serviço pro acidente do trabalho: art. 131, III da CLT >período de férias, faltas: súm. n° 46 do TST >prevenção: arts. 155, II e 162 e 169 da CLT > recebimento de prestações por mais de seis meses: art. 133, IV da CLT >súm. n° 94 do TFR >súm. vinculante n° 22 do STF > tempo de serviço:art. 4°, par ún, da CLT
  94. 94. Programas de Sistema (P) • PCA • PPR • PSQ • PDO
  95. 95. PCA • Programa de conservação auditiva. Obs: Perda auditiva também pode ser causado por risco químico! os efeitos dos produtos químicos industriais no sistema auditivo. A pesquisadora ressalta que produtos químicos e ruídos são responsáveis por diversas doenças, e não apenas por patologias auditivas. "O chumbo, por exemplo, tem efeito neurotóxico e os solventes podem causar encefalopatia", afirma Andréa. "Já o ruído contribui para o desenvolvimento de hipertensão, transtornos digestivos e do sono". A médica esclarece que o principal aspecto do estudo sobre a relação entre substâncias químicas e perdas auditivas é a reivindicação de melhores condições de trabalho. "A perda auditiva induzida pelo ruído é 100% evitável e no entanto só cresce. Nos Estados Unidos, é a doença relacionada ao trabalho mais comum. No caso das substâncias químicas, é necessário avaliar seu potencial tóxico para então estabelecer padrões seguros de exposição isolada e combinada ao ruído. É bom lembrar que, muitas vezes, a perda auditiva antecede outras doenças ligadas à exposição a substâncias químicas, atuando como uma espécie de sinalizador". Fonte: Fiocruz Notícias
  96. 96. PPR • Programa de Proteção respiratória 1. Levantar possíveis doenças respiratórias 2. Medidas de controle especificas par cada exposição e produtos químicas 3. EPI especifico 4. Formas de enclausuramento
  97. 97. Tabela de organização do PPR Ex: Doenças respiratórias ou relacionadas ao sistema respiratório Efeitos no organismo Fonte causadora Atividades relacionadas Medidas de controle por atividade Siliconiose Degeneração dos alvéolos pulmonares e enrijecimento da pleura pulmonar Exposição a poeira de sílica *Mineração *Atividades de construção civil * Marmoraria Utilização de respirador, tipo PPF(obs. do respirador especifico)
  98. 98. PSQ • Programa de segurança química. Estudar medidas de controle para todas as formas de exposição química.
  99. 99. Atividade de trabalho que podem expor um trabalhador a um produto químico, abrange: Propor medidas para todas: I) a produção de produtos químicos; II) o manuseio de produtos químicos; III) o armazenamento de produtos químicos; IV) o transporte de produtos químicos; V) a eliminação e o tratamento dos resíduos de produtos químicos; VI) a emissão de produtos químicos resultantes do trabalho; VII) a manutenção, a reparação e a limpeza de equipamentos e recipientes utilizados para os produtos químicos;
  100. 100. PDO • Programa de Dermatose Ocupacional. A dermatose ocupacional é uma doença da pele de trabalhadores que em sua jornada de trabalho estão em contato com agentes e produtos físicos e químicos que causam alergia e irritação. Dermatoses causadas por agentes físicos, químicos e biológicos decorrentes da exposição ocupacional e das condições de trabalho são responsáveis por desconforto, dor, prurido, queimação, reações psicossomáticas e outras que geram até a perda do posto de trabalho.
  101. 101. PSO • Programa de segurança ocular: Obs: 1. Proteção contra partículas e gotículas 2. Lentes de Proteção especifica contra Radiação para cada tipo de raio 3. Ionizante e Não ionizante
  102. 102. Orientações para PSO • Levantar os possíveis agentes ambientais que trazem risco ocular. • Pesquisar medidas de controle para cada agente. • EX: • RISCO FISICO: • Radiação Não Ionizante • RAIOS:Laser, ultravioleta, Infravermelho, micro- ondas. Pesquisar um óculos de segurança para cada tipo de Raio. • Calor Pesquisar um óculos de segurança para cada tipo de exposição ao calor • RISCO QUIMICO: ? ? ? ?
  103. 103. • Radiações são ondas eletromagnéticas ou partículas que se propagam com uma determinada velocidade. Contêm energia, carga eléctrica e magnética. Podem ser geradas por fontes naturais ou por dispositivos construídos pelo homem. Possuem energia variável desde valores pequenos até muito elevados. • As radiações electromagnéticas mais conhecidas são: luz, microondas, ondas de rádio, radar, laser, raios X e radiação gama. As radiações sob a forma de partículas, com massa, carga eléctrica, carga magnética mais comuns são os feixes de elétrons, os feixes de prótrons, radiação beta, radiação alfa.
  104. 104. Atividade avaliativa • Desenvolver um relatório técnico, de acordo com as habilidades adquiridas em comunicação empresarial e demais disciplinas assim como as regras cabíveis abordadas pela ABNT. • Tema: • Todo o conteúdo estudado na disciplina Higiene ocupacional
  105. 105. PPP
  106. 106. PPP Perfil Profissiográfico Previdenciário INSTRUÇÃO NORMATIVA DC-INSS 118/2005)
  107. 107. INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO • Matéria:
  108. 108. • Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) é um formulário com campos a serem preenchidos com todas as informações relativas ao empregado, como por exemplo, a atividade que exerce, o agente nocivo ao qual está exposto, a intensidade e a concentração do agente, exames médicos clínicos, além de dados referentes à empresa.O formulário deve ser preenchido pelas empresas que exercem atividades que exponham seus empregados a agentes nocivos químicos, físicos, biológicos ou associação de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física (origem da concessão de aposentadoria especial após 15, 20 ou 25 anos de contribuição). Além disso, todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais e do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional, de acordo com Norma Regulamentadora nº 9 da Portaria nº 3.214/78 do MTE, também devem preencher o PPP. • O PPP deve ser preenchido para a comprovação da efetiva exposição dos empregados a agentes nocivos, para o conhecimento de todos os ambientes e para o controle da saúde ocupacional de todos os trabalhadores.
  109. 109. SEÇÃO I • SEÇÃO DE DADOS ADMINISTRATIVOS
  110. 110. • 1 • CNPJ do Domicílio Tributário/CEI • CNPJ relativo ao estabelecimento escolhido como domicílio tributário, nos termos do art. 127 do CTN, no formato XXXXXXXX/XXXX-XX; ou Matrícula no Cadastro Específico do INSS (Matrícula CEI) relativa à obra realizada por Contribuinte Individual ou ao estabelecimento escolhido como domicílio tributário que não possua CNPJ, no formato XX.XXX.XXXXX/XX, ambos compostos por caracteres numéricos.
  111. 111. • 2 • Nome Empresarial • Até 40 (quarenta) caracteres alfanuméricos. • 3 • CNAE • Classificação Nacional de Atividades Econômicas da empresa, completo, com 7 (sete) caracteres numéricos, no formato XXXXXX-X, instituído pelo IBGE através da Resolução CONCLA nº 07, de 16/12/2002. • A tabela de códigos CNAE-Fiscal pode ser consultada na Internet, no site www.cnae.ibge.gov.br.
  112. 112. • 4 • Nome do Trabalhador • Até 40 (quarenta) caracteres alfabéticos. • BR - Beneficiário Reabilitado; PDH - Portador de Deficiência Habilitado; NA - Não Aplicável. Preencher com base no art. 93, da Lei nº 8.213, de 1991, que estabelece a obrigatoriedade do preenchimento dos cargos de empresas com 100 (cem) ou mais empregados com beneficiários reabilitados ou pessoas portadoras de deficiência, habilitadas, na seguinte proporção:
  113. 113. • 5 • BR/PDH • empregados com beneficiários reabilitados ou pessoas portadoras de deficiência, habilitadas, na seguinte proporção: • I - até 200 empregados(...)2%; • II - de 201 a 500(...)3%; • III - de 501 a 1.000(...)4%; • IV - de 1.001 em diante. (...)5%.
  114. 114. • 6 • NIT • Número de Identificação do Trabalhador com 11 (onze) caracteres numéricos, no formato XXX.XXXXX.XX-X. • O NIT corresponde ao número do PIS/PASEP/CI sendo que, no caso de Contribuinte Individual (CI), pode ser utilizado o número de inscrição no Sistema • Único de Saúde (SUS) ou na Previdência Social.
  115. 115. • 7 • Data do Nascimento • No formato DD/MM/AAAA. • 8 • Sexo (F/M) • F - Feminino; M - Masculino. • 9 • CTPS (Nº, Série e UF) • Número, com 7 (sete) caracteres numéricos, Série, com 5 (cinco) caracteres numéricos e UF, com 2 (dois) caracteres alfabéticos, da Carteira de Trabalho e Previdência Social.
  116. 116. • 10 • Data de Admissão • No formato DD/MM/AAAA. • 11 • Regime de Revezamento • Regime de Revezamento de trabalho, para trabalhos em turnos ou escala, especificando tempo trabalhado e tempo de descanso, com até 15 (quinze) caracteres alfanuméricos. Exemplo: 24 x 72 horas; 14 x 21 dias; 2 x 1 meses. • Se inexistente, preencher com NA - Não Aplicável.
  117. 117. • 12 • CAT REGISTRADA • Informações sobre as Comunicações de Acidente do Trabalho registradas pela empresa na Previdência Social, nos termos do art. 22 da Lei nº 8.213, de 1991, do art. 169 da CLT, do art. 336 do RPS, aprovado pelo Dec. nº 3.048, de 1999, do item 7.4.8, alínea "a" da NR-07 do MTE e dos itens 4.3.1 e 6.1.2 do Anexo 13-A da NR-15 do MTE, disciplinado pela Portaria MPAS nº 5.051, de 1999, que aprova o Manual de Instruções para Preenchimento da CAT.
  118. 118. • 12.1 • Data do Registro • No formato DD/MM/AAAA. • 12.2 • Número da CAT • Com 13 (treze) caracteres numéricos, com formato XXXXXXXXXX-X/XX. • Os dois últimos caracteres correspondem a um número seqüencial relativo ao mesmo acidente, identificado por NIT, CNPJ e data do acidente.
  119. 119. • 13 • LOTAÇÃO E ATRIBUIÇÃO • Informações sobre o histórico de lotação e atribuições do trabalhador, por período. • A alteração de qualquer um dos campos - 13.2 a 13.7 - implica, obrigatoriamente, a criação de nova linha, com discriminação do período, repetindo as informações que não foram alteradas.
  120. 120. • 13.1 • Período • Data de início e data de fim do período, ambas no formato DD/MM/AAAA. • No caso de trabalhador ativo, a data de fim do último período não deverá ser preenchida.
  121. 121. • 13.2 • CNPJ/CEI • Local onde efetivamente o trabalhador exerce suas atividades. Deverá ser informado o CNPJ do estabelecimento de lotação do trabalhador ou da empresa tomadora de serviços, no formato XXXXXXXX/XXXX-XX; ou Matrícula CEI da obra ou do estabelecimento que não possua CNPJ, no formato XX.XXX.XXXXX/XX, ambos compostos por caracteres numéricos.
  122. 122. • 13.3 • Setor • Lugar administrativo na estrutura organizacional da empresa, onde o trabalhador exerce suas atividades laborais, com até 15 (quinze) caracteres alfanuméricos. • 13.4 • Cargo • Cargo do trabalhador, constante na CTPS, se empregado ou trabalhador avulso, ou constante no Recibo de Produção e Livro de Matrícula, se cooperado, com até 30 (trinta) caracteres alfanuméricos.
  123. 123. • 13.5 • Função • Lugar administrativo na estrutura organizacional da empresa, onde o trabalhador tenha atribuição de comando, chefia, coordenação, supervisão ou gerência. • Quando inexistente a função, preencher com NA - Não Aplicável, com até 30 (trinta) caracteres alfanuméricos.
  124. 124. 13.6 Informação Extra. (fonte MTE) • CBO - Classificação Brasileira de Ocupações • A Classificação Brasileira de Ocupações - CBO, instituída por portaria ministerial nº. 397, de 9 de outubro de 2002, tem por finalidade a identificação das ocupações no mercado de trabalho, para fins classificatórios junto aos registros administrativos e domiciliares. Os efeitos de uniformização pretendida pela Classificação Brasileira de Ocupações são de ordem administrativa e não se estendem as relações de trabalho. Já a regulamentação da profissão, diferentemente da CBO é realizada por meio de lei, cuja apreciação é feita pelo Congresso Nacional, por meio de seus Deputados e Senadores , e levada à sanção do Presidente da República.
  125. 125. • 13.6 • CBO • Classificação Brasileira de Ocupação vigente à época, com seis caracteres numéricos: • 1 - No caso de utilização da tabela CBO relativa a 1994, utilizar a CBO completa com cinco caracteres, completando com "0" (zero) a primeira posição; • 2 - No caso de utilização da tabela CBO relativa a 2002, utilizar a CBO completa com seis caracteres. • Alternativamente, pode ser utilizada a CBO, com 5 (cinco) caracteres numéricos, conforme Manual da GFIP para usuários do SEFIP, publicado por Instrução Normativa da Diretoria Colegiada do INSS:
  126. 126. • 1- No caso de utilização da tabela CBO relativa a 1994, utilizar a CBO completa com cinco caracteres; • 2- No caso de utilização da tabela CBO relativa a 2002, utilizar a família do CBO com quatro caracteres, completando com "0" (zero) a primeira posição. • A tabela de CBO pode ser consultada na Internet, no site www.mtecbo.gov.br. • OBS: Após a alteração da GFIP, somente será aceita a CBO completa, com seis caracteres numéricos, conforme a nova tabela CBO relativa a 2002.
  127. 127. • 13.7 • Código Ocorrência da GFIP • Código Ocorrência da GFIP para o trabalhador, com dois caracteres numéricos, conforme Manual da GFIP para usuários do SEFIP, publicado por Instrução Normativa da Diretoria Colegiada do INSS.
  128. 128. • 14 • PROFISSIOGRAFIA • Informações sobre a profissiografia do trabalhador, por período. • A alteração do campo 14.2 implica, obrigatoriamente, a criação de nova linha, com discriminação do período.
  129. 129. • 14.1 • Período • Data de início e data de fim do período, ambas no formato DD/MM/AAAA. No caso de trabalhador ativo, a data de fim do último período não deverá ser preenchida.
  130. 130. • 14.2 • Descrição das Atividades • Descrição das atividades, físicas ou mentais, realizadas pelo trabalhador, por força do poder de comando a que se submete, com até 400 (quatrocentos) caracteres alfanuméricos. • As atividades deverão ser descritas com exatidão, e de forma sucinta, com a utilização de verbos no infinitivo impessoal.
  131. 131. SEÇÃO II • SEÇÃO DE REGISTROS AMBIENTAIS Informações sobre a exposição do trabalhador a fatores de riscos ambientais, por período, ainda que estejam neutralizados, atenuados ou exista proteção eficaz.
  132. 132. • 15 • EXPOSIÇÃO A FATORES DE RISCOS • Facultativamente, também poderão ser indicados os fatores de riscos ergonômicos e mecânicos. • A alteração de qualquer um dos campos - 15.2 a 15.8 - implica, obrigatoriamente, a criação de nova linha, com discriminação do período, repetindo as informações que não foram alteradas.
  133. 133. OBS.: Após a implantação da migração dos dados do PPP em meio magnético pela Previdência Social, as informações relativas aos fatores de riscos ergonômicos e mecânicos passarão a ser obrigatórias.
  134. 134. • 15.1 • Período • Data de início e data de fim do período, ambas no formato DD/MM/AAAA. No caso de trabalhador ativo, a data de fim do último período não deverá ser preenchida.
  135. 135. • 15.2 • Tipo • F - Físico; Q - Químico; B - Biológico; E - Ergonômico/Psicossocial, M - Mecânico/de Acidente, conforme classificação adotada pelo Ministério da Saúde, em "Doenças Relacionadas ao Trabalho: Manual de Procedimentos para os Serviços de Saúde", de 2001. • A indicação do Tipo "E" e "M" é facultativa. • O que determina a associação de agentes é a superposição de períodos com fatores de risco diferentes.
  136. 136. • 15.3 • Fator de Risco • Descrição do fator de risco, com até 40 (quarenta) caracteres alfanuméricos. • Em se tratando do Tipo "Q", deverá ser informado o nome da substância ativa, não sendo aceitas citações de nomes comerciais.
  137. 137. • 15.4 • Intensidade / Concentração • Intensidade ou Concentração, dependendo do tipo de agente, com até 15 (quinze) caracteres alfanuméricos. • Caso o fator de risco não seja passível de mensuração, preencher com NA - Não Aplicável. • 15.5 • Técnica Utilizada • Técnica utilizada para apuração do item 15.4, com até 40 (quarenta) caracteres alfanuméricos. • Caso o fator de risco não seja passível de mensuração, preencher com NA - Não Aplicável.
  138. 138. • 15.6 • EPC Eficaz (S/N) • S - Sim; N - Não, considerando se houve ou não a eliminação ou a neutralização, com base no informado nos itens 15.2 a 15.5, assegurada as condições de funcionamento do EPC ao longo do tempo, conforme especificação técnica do fabricante e respectivo plano de manutenção.
  139. 139. • 15.7 • EPI Eficaz (S/N) • S - Sim; N - Não, considerando se houve ou não a atenuação, com base no informado nos itens 15.2 a 15.5, observado o disposto na NR-06 do MTE, • assegurada a observância: • 1- da hierarquia estabelecida no item 9.3.5.4 da NR-09 do MTE (medidas de proteção coletiva, medidas de caráter administrativo ou de organização do trabalho e utilização de EPI, nesta ordem, admitindo-se a utilização de EPI somente em situações de inviabilidade técnica, insuficiência ou interinidade à implementação do EPC, ou ainda em caráter complementar ou emergencial);
  140. 140. • 2- das condições de funcionamento do EPI ao longo do tempo, conforme especificação técnica do fabricante ajustada às condições de campo; • 3- do prazo de validade, conforme Certificado de Aprovação do MTE; • 4- da periodicidade de troca definida pelos programas ambientais, devendo esta ser comprovada mediante recibo; e • 5- dos meios de higienização.
  141. 141. • 15.8 • C.A. EPI • Número do Certificado de Aprovação do MTE para o Equipamento de Proteção Individual referido no campo 154.7, com 5 (cinco) caracteres numéricos. • Caso não seja utilizado EPI, preencher com NA - Não Aplicável.
  142. 142. • 16 • RESPONSÁVEL PELOS REGISTROS AMBIENTAIS • Informações sobre os responsáveis pelos registros ambientais, por período. • 16.1 • Período • Data de início e data de fim do período, ambas no formato DD/MM/AAAA. No caso de trabalhador ativo sem alteração do responsável, a data de fim do último período não deverá ser preenchida.
  143. 143. • 16.2 • NIT • Número de Identificação do Trabalhador com 11 (onze) caracteres numéricos, no formato XXX.XXXXX.XX-X. • O NIT corresponde ao número do PIS/PASEP/CI sendo que, no caso de Contribuinte Individual (CI), pode ser utilizado o número de inscrição no Sistema • Único de Saúde (SUS) ou na Previdência Social.
  144. 144. • 16.3 • Registro Conselho de Classe • Número do registro profissional no Conselho de Classe, com 9 (nove) caracteres alfanuméricos, no formato XXXXXX-X/XX ou XXXXXXX/XX. • A parte "-X" corresponde à D - Definitivo ou P - Provisório. • A parte "/XX" deve ser preenchida com a UF, com 2 (dois) caracteres alfabéticos. • A parte numérica deverá ser completada com zeros à esquerda.
  145. 145. • 16.4 • Nome do Profissional Legalmente Habilitado • Até 40 (quarenta) caracteres alfabéticos. SEÇÃO III • SEÇÃO DE RESULTADOS DE MONITORAÇÃO BIOLÓGICA
  146. 146. • 17 • EXAMES MÉDICOS CLÍNICOS E COMPLEMENTARES • Informações sobre os exames médicos obrigatórios, clínicos e complementares, realizados para o trabalhador, constantes nos Quadros I e II, da NR-07 do MTE.
  147. 147. • 17.1 • Data • No formato DD/MM/AAAA. • 17.2 • Tipo • A - Admissional; P - Periódico; R - Retorno ao Trabalho; M - Mudança de Função; D - Demissional. • 17.3 • Natureza • Natureza do exame realizado, com até 50 (cinqüenta) caracteres alfanuméricos. • No caso dos exames relacionados no Quadro I da NR- 07, do MTE, deverá ser especificada a análise realizada, além do material biológico coletado.
  148. 148. • 17.4 • Exame (R/S) • R - Referencial; S - Seqüencial. • 17.5 • Indicação de Resultados • Preencher Normal ou Alterado. Só deve ser preenchido Estável ou Agravamento no caso de Alterado em exame Seqüencial. Só deve ser preenchido Ocupacional ou Não Ocupacional no caso de Agravamento. • OBS: No caso de Natureza do Exame "Audiometria", a alteração unilateral poderá ser classificada como ocupacional, apesar de a maioria das alterações ocupacionais serem constatadas bilateralmente.
  149. 149. • 18 • RESPONSÁVEL PELA MONITORAÇÃO BIOLÓGICA • Informações sobre os responsáveis pela monitoração biológica, por período. • 18.1 • Período • Data de início e data de fim do período, ambas no formato DD/MM/AAAA. No caso de trabalhador ativo sem alteração do responsável, a data de fim do último período não deverá ser preenchida.
  150. 150. • 18.2 • NIT • Número de Identificação do Trabalhador com 11 (onze) caracteres numéricos, no formato XXX.XXXXX.XX-X. • O NIT corresponde ao número do PIS/PASEP/CI sendo que, no caso de Contribuinte Individual (CI), pode ser utilizado o número de inscrição no Sistema Único de Saúde (SUS) ou na Previdência Social.
  151. 151. • 18.3 • Registro Conselho de Classe • Número do registro profissional no Conselho de Classe, com 9 (nove) caracteres alfanuméricos, no formato XXXXXX-X/XX ou XXXXXXX/XX. • A parte "-X" corresponde à D - Definitivo ou P - Provisório. • A parte "/XX" deve ser preenchida com a UF, com 2 (dois) caracteres alfabéticos. • A parte numérica deverá ser completada com zeros à esquerda.
  152. 152. • 18.4 • Nome do Profissional Legalmente Habilitado • Até 40 (quarenta) caracteres alfabéticos. SEÇÃO IV • RESPONSÁVEIS PELAS INFORMAÇÕES
  153. 153. • 19 • Data de Emissão do PPP • Data em que o PPP é impresso e assinado pelos responsáveis, no formato DD/MM/AAAA. • 20 • REPRESENTANTE LEGAL DA EMPRESA • Informações sobre o Representante Legal da empresa, com poderes específicos outorgados por procuração.
  154. 154. • 20.1 • NIT • Número de Identificação do Trabalhador com 11 (onze) caracteres numéricos, no formato XXX.XXXXX.XX-X. • O NIT corresponde ao número do PIS/PASEP/CI sendo que, no caso de contribuinte individual (CI), pode ser utilizado o número de inscrição no Sistema Único de Saúde (SUS) ou na Previdência Social.
  155. 155. • 20.2 • Nome • Até 40 caracteres alfabéticos. Carimbo e Assinatura • Carimbo da Empresa e Assinatura do Representante Legal.
  156. 156. OBSERVAÇÕES • Devem ser incluídas neste campo, informações necessárias à análise do PPP, bem como facilitadoras do requerimento do benefício, como por exemplo, esclarecimento sobre alteração de razão social da empresa, no caso de sucessora ou indicador de empresa pertencente a grupo econômico. • É facultada a inclusão de informações complementares ou adicionais ao PPP
  157. 157. Desenvolver formulário de PPP www.maicomsegprev.com.br

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