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Handout Gardner Inês Fialho Brandão

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Handout Gardner Inês Fialho Brandão

  1. 1. Observ@rte | 2013 – Criatividade | Museus | Educação Museu Nacional de Arte Antiga | Construir uma vista temática Inês Fialho Brandão TEORIA DAS INTELIGÊNCIAS MULTIPLASDesenvolvida por Howard Gardner e a sua equipa sustém que todos aprendemos recorrendo a uma combinação dostipos de inteligência aqui descritos (descrições retiradas do Wikipedia):Lógico-matemáticaCapacidade de confrontar e avaliar objectos e abstracções, discernindo as suas relações e princípios subjacentes.Possuem esta característica: matemáticos, cientistas e filósofos como Albert Einstein, Marie Curie.LinguísticaDomínio e gosto pelos idiomas e pelas palavras e por um desejo em explorá-los. É predominante em poetas,escritores, e linguistas, como Fernando Pessoa, Rosa Lobato de Faria.MusicalIdentificável pela habilidade para compor e executar padrões musicais, executando pedaços de ouvido, em termos deritmo e timbre. É predominante em compositores, maestros, músicos, críticos de música como por exemplo, Ludwigvan Beethoven, Amália Rodrigues.EspacialExpressa-se pela capacidade de compreender o mundo visual com precisão, permitindo transformar, modificarpercepções e recriar experiências visuais até mesmo sem estímulos físicos. É predominante em arquitectos, artistas,escultores, cartógrafos, navegadores e jogadores de xadrez, como por exemplo Miguelângelo, Siza Vieira, SebastiãoSalgado.Corporal-cinestésicaTraduz-se na maior capacidade de controlar e orquestrar movimentos do corpo. É predominante entre actores eaqueles que praticam a dança ou desporto, como por exemplo Maurice Béjart, Olga Roriz, Cristiano Ronaldo, FernandaRibeiro.IntrapessoalExpressa a capacidade de se conhecer a si próprio, estando mais desenvolvida em escritores, psicoterapeutas econselheiros, como por exemplo, Sigmund Freud, Sophia de Mello Breyner, José Luís Peixoto.InterpessoalExpressa pela habilidade de entender as intenções, motivações e desejos dos outros. Encontra-se mais desenvolvidaem políticos, religiosos e professores, como por exemplo Mahatma Gandhi, Martin Luther King, Mário Soares, ÁlvaroCunhal.NaturalistaTraduz-se na sensibilidade para compreender e organizar os objectos, fenómenos e padrões da natureza, comoreconhecer e classificar plantas, animais, minerais, incluindo rochas e gramíneas e toda a variedade de fauna, flora,meio-ambiente e seus componentes. É característica de paisagistas, arquitectos, por exemplo. São exemplos deste tipode inteligência Charles Darwin, John James Audubon, Prof. Galopim de Carvalho.Quadro explicativo e mais informações: http://colegiogardner.com.br/inteligencias/inteligencias_menu.php
  2. 2. Observ@rte | 2013 – Criatividade | Museus | Educação Museu Nacional de Arte Antiga | Construir uma vista temática Inês Fialho BrandãoEXEMPLOS DE PERGUNTAS E/OU EXERCÍCIOS SUJEITOS À TEORIA DAS INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS APLICADOS NA OBSERVÇÃO DE NATUREZA MORTA DE JOSEFA D’OBIDOSLógico-matemáticaExercício simples: O que vês? Quantos (cogumelos/abóboras/romãs…) vês? Qual é a forma que aqui predomina?Exercício complexo: ter uma mesa com formas geométricas e reconstruir o quadro através dessas formasLinguísticaExercício simples:“Escolhe palavras para descrever esta pintura e o que vês”. (ainda mais simples: oferecer alternativas, entre grande epequeno, bonito e feio, bem feito e mal feito). Pedir ao participante que justifique a sua informação.Exercício complexo:Escrever um cadavre exquis em texto e lê-lo no final; fazer um poema colectivo (cada pessoa escolhe um nome umverbo e um adjectivo sobre o quadro, que são escritos em cartões, depois compõem-se versos)
  3. 3. Observ@rte | 2013 – Criatividade | Museus | Educação Museu Nacional de Arte Antiga | Construir uma vista temática Inês Fialho BrandãoIntrapessoalExercício simples:“Destes frutos e legumes, de qual gostas mais? Gostas desta pintura? Porquê?”Exercício complexo:“Se fosses um fruto ou um legume qual serias? Porquê?”InterpessoalExercício simples: Trabalho de grupo (como o exercício de musica ou o poema)Exercício complexo: Promover um debate sobre ponto que tenha sido discutido durante a sessão (ou, por exemplo,“Esta pintura é bonita?”, ou “A pintura é melhor do que a fotografia”…)MusicalExercício simples:Tocar excertos de músicas e pedir aos participantes que identifiquem excertos que condizem com a pintura, explicandoporquê. É mais interessante escolher música sem letra, já que uma identificação com o seu conteúdo apela àinteligência linguística. Para apelar a três inteligências, este exercício pode ser desdobrado primeiro na versão sempalavras e depois na versão com palavras e examinar as opiniões que mudaram e o seu porquê (inteligênciaintrapessoal).Exercício complexo:“Vamos pensar nos sons que podem vir desta pintura – o que temos?” (ideias: apanhar as flores, frutos e legumes;cortá-los; pô-los na mesa… ou imaginar o som de uma flor comparado ao de uma abóbora, por exemplo…)à medida que os sons vão surgindo, repeti-los em grupo – a ritmos diferentes a ser definidos pelo orientador. Sobreporos sons e ritmos, resultando na banda banda sonora do quadro.EspacialExercício simples:“O que está colocado à frente? O que está colocado atrás? O que está pendurado? Quais são os frutos maiores? E osmais pequenos?”Exercício complexo:“Os objectos estão proporcionais em tamanho? Como é que a pintora sugere a ideia de profundidade?”
  4. 4. Observ@rte | 2013 – Criatividade | Museus | Educação Museu Nacional de Arte Antiga | Construir uma vista temática Inês Fialho BrandãoCorporal-cinéticaExercício simples:Imitar os movimentos das pinceladas na execução do quadro.Exercício complexo:Jogar às charadas: os participantes têm que adivinhar um elemento do quadro através de indícios dados pelomovimento (flores: cheirar, colhê-las; abóboras: pegar nelas…)Naturalista:Exercício simples:“Quais são os elementos da Natureza que aqui vemos?”Exercício complexo:“Quantos tipos de flores, frutos e legumes aqui vemos? Há pelo menos dois elementos naturais que não aparecem aquicomo saídos da Natureza mas sim tratados pelo homem – quais são?” (utilizar o quadro de identificação no catálogoOlmos para identificar cada um…)

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