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“A História faz-se, sem dúvida, com documentos
escritos. Quando os há. Mas pode-se, deve fazer-
se, sem documentos escritos, se estes não
existirem. Contudo, o que o engenho do
historiador pode permitir que seja utilizado para
fabricar o seu mel, a falta das flores do costume.
Portanto, com palavras. Com indícios. Com
paisagens e telhas. Modos de campo e ervas
daninhas. Eclipses da Lua e cabrestos. (…) Numa
palavra, com tudo o que, sendo do homem,
depende do homem, serve para o homem,
exprime o homem, significa a presença, a
atividade, os gostos e as maneiras de ser do
homem.”

          Lucien Febvre, Combates pela História.
Eu não tinha este rosto de hoje,
assim calmo, assim triste, assim
            magro,
  nem estes olhos tão vazios,
     nem o lábio amargo.

 Eu não tinha estas mãos sem
             força,
 tão paradas e frias e mortas;
   eu não tinha este coração
      que nem se mostra.

  Eu não dei por esta mudança,
 tão simples, tão certa, tão fácil:
- Em que espelho ficou perdida a
          minha face?
       Retrato - Cecília Meireles
“Mas as escrituras que não têm esta
utilidade de lição além de se nelas perder o
tempo que é a mais preciosa coisa da vida,
barbarizam o engenho e enchem o
entendimento de cisco, com a enxurrada
dos feitos e ditos que trazem. E o que mais
é mais para temer escandalizam alma,
concebendo ódios e má opinião das partes
inflamadas por eles.”
          João de Barros, Ásia... Dos feitos que os portugueses fizeram no
 descobrimento e conquista dos mares e terras do Oriente, terceira Década,
                                                              INCM, 1992.
Micro-História
Micro-História

«Numa escala de observação reduzida, a análise
desenvolve-se a partir de uma exploração exaustiva
das fontes, envolvendo a descrição etnográfica e
tendo preocupação com uma narrativa histórica que
se diferencia da narrativa literária porque se
relaciona com as fontes. Contempla temáticas
ligadas ao quotidiano de comunidades específicas
— geográfica ou sociologicamente —, às situações-
limite e às biografias ligadas à reconstituição de
microcontextos ou dedicadas a personagens
extremos, geralmente figuras anónimas, que
passariam despercebidas na multidão.»

                                   Carlo Ginzburg
História
Contextual
«Contudo, a história da fealdade tem algumas
características em comum com a história da beleza.
Antes de tudo, podemos apenas supor que os gostos
das pessoas comuns corresponderiam de algum modo
aos gostos dos artistas do seu tempo. Se um viajante
vindo do espaço entrasse numa galeria de arte
contemporânea e visse os rostos femininos pintados
por Picasso e ouvisse os visitantes a julgá-los “belos”,
poderia conceber a ideia errada de que, na realidade
quotidiana, os homens do nosso tempo acham belas e
desejáveis criaturas femininas com rostos semelhantes
aos representados pelo pintor.»
                                          Umberto Eco
História
Contrafactual
«A história contrafactual (do latim: contra facta =
contra os fatos), chamada também de história
virtual, é o resultado de um exercício mental
científico,    partindo    de     uma       premissa
(condição contrafactual ou ponto de divergência)
para explorar - na base de fatos históricos ocorridos
- as possíveis mudanças na história.

A pergunta ”O que teria acontecido se...?” é
comum na história contrafactual sendo o ponto de
partida para especulações históricas.»

                                 Niall Ferguson (   Wikipédia))
Capa do catálogo Le Surrealisme 1947
"A arte pode ser má, boa ou indiferente,
mas qualquer que seja o adjetivo
empregado, temos de chamá-la arte. A
arte má é arte, do mesmo modo como
uma emoção má é uma emoção".
                              Marcel Duchamp
DENOTAÇÃO

SIGNO                   REFERENTE




SIGNIFICANTE          SIGNIFICADO
CONOTAÇÃO

SIGNO                   REFERENTE




SIGNIFICANTE          SIGNIFICADO
«Ao nível do discurso conotativo, o espectador faz uma
 interpretação livre da imagem, interpretação esta que varia
 consoante a experiência do observador, o contexto em que o
 faz, sendo que esta leitura será diferente para cada
 observador; estamos agora perante uma leitura subjetiva da
 imagem, e será certamente tão diversificada como o número
 de pessoas que a lêem.»

                                      Maria Lourdes Riobom
Literacia Visual

“Capacidade de construir significado através de imagens
visuais, através da mobilização de competências de
exploração, sentido crítico e reflexivo.”

                                           Bamford (2003)
«Tudo se torna fácil quando
se conhece o modo de
proceder para alcançar a
solução de algum problema.»


               Bruno Munari
«A Educação pela Arte poderá ser definida como o
desenvolvimento da criatividade e das capacidades de
expressão e comunicação de cada um. Tem por base a
realização pessoal, apelando muito à imaginação e
espontaneidade do indivíduo. Quando se fala em
educação pela Arte, dá-se ênfase a todas as formas de
expressão que o ser humano possui e é capaz de
desenvolver. A pessoa deve ser estimulado para tomar
consciência das suas emoções e a expressá-las,
exteriorizando-as.»

                                        Helena Veiga
Do latim creatio = criação
A Criatividade é o processo de tornar-se sensível a
problemas, deficiências, lacunas no conhecimento;
identificar a dificuldade, encontrar soluções,
formulando hipóteses a respeito das deficiências;
testar e retestar estas hipóteses; e, finalmente,
comunicar os resultados."

                                    Torrance, 1965
O Declínio da Criatividade
George Land e Beth Jarman
“Toda a criança é um artista. O problema é como
permanecer um artista uma vez que ela cresce.”
                                         Pablo Picasso
"É a imaginação, tocha divina apensa ao espírito do
homem, que lhe permite mover-se nas trevas da criação.
Assim os peixes das profundezas oceânicas trazem um
facho que os ilumina na noite eterna. Sem isto para que
lhes serviriam os olhos? Sem imaginação, que utilidade
           teria para o homem a inteligência?"

Joaquim Nabuco, in "Pensées Détachées et Souvenirs"
3 exercícios criativos…
O Processo Criativo - Fases
|
Metodologias Estratégias
Visual Thinking Strategies (VTS) é um método de
ensino baseado em pesquisa que melhora o
pensamento crítico e as competências linguísticas
através de discussões de imagens visuais. A VTS
incentiva a participação e auto-confiança. A VTS é fácil
de aprender e oferece uma estratégia comprovada para
os educadores para atender aos actuais objectivos de
aprendizagem.
Os professores são convidados a usar três perguntas abertas:
               O que está a acontecer nesta foto?
                O que vês que te faz dizer isso?
                O que mais podemos encontrar?

                   Três técnicas de facilitação:
                 Paráfrase e comentários neutros.
               Foco na área que está sendo discutida.
        Ligar comentários contrastantes e complementares.

                 Os alunos são convidados a:
            Olhar atentamente para as obras de arte.
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Repensar nas suas ideias quando confrontados com outras soluções.
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Contar “Estórias”




               ₪
A arte popular como fonte de grandes
produções artísticas
"Relatividade", é de autoria do artista holandês M. C. Escher
Por flexibilidade cognitiva, queremos dizer
capacidade para reestruturar o conhecimento de
alguém, de muitas maneiras, numa resposta
adaptável para mudar radicalmente as exigências
situacionais... Esta é uma função do modo pelo
qual o conhecimento é representado (por
exemplo, dimensões múltiplas, em vez de
unicamente conceituais) e dos processos que
operam estas representações mentais (por
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esquemas, em vez de recuperação intacta dos
esquemas).
                                   Spiro & Jehng
E quando o mundo da
comunicação é regido pelo “bluff”?
A RETÓRICA DA ARTE

Pensar o Pensamento
“Um artista é
    alguém que
produz coisas que
 as pessoas não
 precisam de ter”
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A dimensão maior da História…


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História através de documentos e indícios

  • 1.
  • 2.
  • 3.
  • 4. “A História faz-se, sem dúvida, com documentos escritos. Quando os há. Mas pode-se, deve fazer- se, sem documentos escritos, se estes não existirem. Contudo, o que o engenho do historiador pode permitir que seja utilizado para fabricar o seu mel, a falta das flores do costume. Portanto, com palavras. Com indícios. Com paisagens e telhas. Modos de campo e ervas daninhas. Eclipses da Lua e cabrestos. (…) Numa palavra, com tudo o que, sendo do homem, depende do homem, serve para o homem, exprime o homem, significa a presença, a atividade, os gostos e as maneiras de ser do homem.” Lucien Febvre, Combates pela História.
  • 5. Eu não tinha este rosto de hoje, assim calmo, assim triste, assim magro, nem estes olhos tão vazios, nem o lábio amargo. Eu não tinha estas mãos sem força, tão paradas e frias e mortas; eu não tinha este coração que nem se mostra. Eu não dei por esta mudança, tão simples, tão certa, tão fácil: - Em que espelho ficou perdida a minha face? Retrato - Cecília Meireles
  • 6.
  • 7. “Mas as escrituras que não têm esta utilidade de lição além de se nelas perder o tempo que é a mais preciosa coisa da vida, barbarizam o engenho e enchem o entendimento de cisco, com a enxurrada dos feitos e ditos que trazem. E o que mais é mais para temer escandalizam alma, concebendo ódios e má opinião das partes inflamadas por eles.” João de Barros, Ásia... Dos feitos que os portugueses fizeram no descobrimento e conquista dos mares e terras do Oriente, terceira Década, INCM, 1992.
  • 8.
  • 10. Micro-História «Numa escala de observação reduzida, a análise desenvolve-se a partir de uma exploração exaustiva das fontes, envolvendo a descrição etnográfica e tendo preocupação com uma narrativa histórica que se diferencia da narrativa literária porque se relaciona com as fontes. Contempla temáticas ligadas ao quotidiano de comunidades específicas — geográfica ou sociologicamente —, às situações- limite e às biografias ligadas à reconstituição de microcontextos ou dedicadas a personagens extremos, geralmente figuras anónimas, que passariam despercebidas na multidão.» Carlo Ginzburg
  • 12. «Contudo, a história da fealdade tem algumas características em comum com a história da beleza. Antes de tudo, podemos apenas supor que os gostos das pessoas comuns corresponderiam de algum modo aos gostos dos artistas do seu tempo. Se um viajante vindo do espaço entrasse numa galeria de arte contemporânea e visse os rostos femininos pintados por Picasso e ouvisse os visitantes a julgá-los “belos”, poderia conceber a ideia errada de que, na realidade quotidiana, os homens do nosso tempo acham belas e desejáveis criaturas femininas com rostos semelhantes aos representados pelo pintor.» Umberto Eco
  • 14. «A história contrafactual (do latim: contra facta = contra os fatos), chamada também de história virtual, é o resultado de um exercício mental científico, partindo de uma premissa (condição contrafactual ou ponto de divergência) para explorar - na base de fatos históricos ocorridos - as possíveis mudanças na história. A pergunta ”O que teria acontecido se...?” é comum na história contrafactual sendo o ponto de partida para especulações históricas.» Niall Ferguson ( Wikipédia))
  • 15.
  • 16.
  • 17. Capa do catálogo Le Surrealisme 1947
  • 18. "A arte pode ser má, boa ou indiferente, mas qualquer que seja o adjetivo empregado, temos de chamá-la arte. A arte má é arte, do mesmo modo como uma emoção má é uma emoção". Marcel Duchamp
  • 19.
  • 20. DENOTAÇÃO SIGNO REFERENTE SIGNIFICANTE SIGNIFICADO
  • 21. CONOTAÇÃO SIGNO REFERENTE SIGNIFICANTE SIGNIFICADO
  • 22. «Ao nível do discurso conotativo, o espectador faz uma interpretação livre da imagem, interpretação esta que varia consoante a experiência do observador, o contexto em que o faz, sendo que esta leitura será diferente para cada observador; estamos agora perante uma leitura subjetiva da imagem, e será certamente tão diversificada como o número de pessoas que a lêem.» Maria Lourdes Riobom
  • 23.
  • 24. Literacia Visual “Capacidade de construir significado através de imagens visuais, através da mobilização de competências de exploração, sentido crítico e reflexivo.” Bamford (2003)
  • 25. «Tudo se torna fácil quando se conhece o modo de proceder para alcançar a solução de algum problema.» Bruno Munari
  • 26. «A Educação pela Arte poderá ser definida como o desenvolvimento da criatividade e das capacidades de expressão e comunicação de cada um. Tem por base a realização pessoal, apelando muito à imaginação e espontaneidade do indivíduo. Quando se fala em educação pela Arte, dá-se ênfase a todas as formas de expressão que o ser humano possui e é capaz de desenvolver. A pessoa deve ser estimulado para tomar consciência das suas emoções e a expressá-las, exteriorizando-as.» Helena Veiga
  • 27.
  • 28. Do latim creatio = criação
  • 29. A Criatividade é o processo de tornar-se sensível a problemas, deficiências, lacunas no conhecimento; identificar a dificuldade, encontrar soluções, formulando hipóteses a respeito das deficiências; testar e retestar estas hipóteses; e, finalmente, comunicar os resultados." Torrance, 1965
  • 30. O Declínio da Criatividade George Land e Beth Jarman
  • 31. “Toda a criança é um artista. O problema é como permanecer um artista uma vez que ela cresce.” Pablo Picasso
  • 32. "É a imaginação, tocha divina apensa ao espírito do homem, que lhe permite mover-se nas trevas da criação. Assim os peixes das profundezas oceânicas trazem um facho que os ilumina na noite eterna. Sem isto para que lhes serviriam os olhos? Sem imaginação, que utilidade teria para o homem a inteligência?" Joaquim Nabuco, in "Pensées Détachées et Souvenirs"
  • 36.
  • 37.
  • 38. Visual Thinking Strategies (VTS) é um método de ensino baseado em pesquisa que melhora o pensamento crítico e as competências linguísticas através de discussões de imagens visuais. A VTS incentiva a participação e auto-confiança. A VTS é fácil de aprender e oferece uma estratégia comprovada para os educadores para atender aos actuais objectivos de aprendizagem.
  • 39. Os professores são convidados a usar três perguntas abertas: O que está a acontecer nesta foto? O que vês que te faz dizer isso? O que mais podemos encontrar? Três técnicas de facilitação: Paráfrase e comentários neutros. Foco na área que está sendo discutida. Ligar comentários contrastantes e complementares. Os alunos são convidados a: Olhar atentamente para as obras de arte. Falar sobre o que estão a observar. Repensar nas suas ideias quando confrontados com outras soluções. Ouvir e considerar as opiniões dos outros. Discutir muitas interpretações possíveis.
  • 40.
  • 41.
  • 43. A arte popular como fonte de grandes produções artísticas
  • 44.
  • 45. "Relatividade", é de autoria do artista holandês M. C. Escher
  • 46. Por flexibilidade cognitiva, queremos dizer capacidade para reestruturar o conhecimento de alguém, de muitas maneiras, numa resposta adaptável para mudar radicalmente as exigências situacionais... Esta é uma função do modo pelo qual o conhecimento é representado (por exemplo, dimensões múltiplas, em vez de unicamente conceituais) e dos processos que operam estas representações mentais (por exemplo, processos de montagem de esquemas, em vez de recuperação intacta dos esquemas). Spiro & Jehng
  • 47.
  • 48. E quando o mundo da comunicação é regido pelo “bluff”?
  • 49. A RETÓRICA DA ARTE Pensar o Pensamento
  • 50.
  • 51.
  • 52.
  • 53. “Um artista é alguém que produz coisas que as pessoas não precisam de ter” Andy Warhol
  • 54. A dimensão maior da História… … Não será a conquista da LIBERDADE?
  • 55.
  • 56. FIM