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Micro-História
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HistóriaContextual
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Capa do catálogo Le Surrealisme 1947
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Literacia Visual“Capacidade de construir significado através de imagensvisuais, através da mobilização de competências dee...
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Do latim creatio = criação
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O Declínio da CriatividadeGeorge Land e Beth Jarman
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3 exercícios criativos…
O Processo Criativo - Fases
|Metodologias Estratégias
Visual Thinking Strategies (VTS) é um método deensino baseado em pesquisa que melhora opensamento crítico e as competência...
Os professores são convidados a usar três perguntas abertas:               O que está a acontecer nesta foto?             ...
Contar “Estórias”               ₪
A arte popular como fonte de grandesproduções artísticas
"Relatividade", é de autoria do artista holandês M. C. Escher
Por flexibilidade cognitiva, queremos dizercapacidade para reestruturar o conhecimento dealguém, de muitas maneiras, numa ...
E quando o mundo dacomunicação é regido pelo “bluff”?
A RETÓRICA DA ARTEPensar o Pensamento
“Um artista é    alguém queproduz coisas que as pessoas não precisam de ter”    Andy Warhol
A dimensão maior da História…        … Não será a conquista da                   LIBERDADE?
FIM
História, Arte e Criatividade
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História, Arte e Criatividade
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História, Arte e Criatividade

  1. 1. “A História faz-se, sem dúvida, com documentosescritos. Quando os há. Mas pode-se, deve fazer-se, sem documentos escritos, se estes nãoexistirem. Contudo, o que o engenho dohistoriador pode permitir que seja utilizado parafabricar o seu mel, a falta das flores do costume.Portanto, com palavras. Com indícios. Compaisagens e telhas. Modos de campo e ervasdaninhas. Eclipses da Lua e cabrestos. (…) Numapalavra, com tudo o que, sendo do homem,depende do homem, serve para o homem,exprime o homem, significa a presença, aatividade, os gostos e as maneiras de ser dohomem.” Lucien Febvre, Combates pela História.
  2. 2. Eu não tinha este rosto de hoje,assim calmo, assim triste, assim magro, nem estes olhos tão vazios, nem o lábio amargo. Eu não tinha estas mãos sem força, tão paradas e frias e mortas; eu não tinha este coração que nem se mostra. Eu não dei por esta mudança, tão simples, tão certa, tão fácil:- Em que espelho ficou perdida a minha face? Retrato - Cecília Meireles
  3. 3. “Mas as escrituras que não têm estautilidade de lição além de se nelas perder otempo que é a mais preciosa coisa da vida,barbarizam o engenho e enchem oentendimento de cisco, com a enxurradados feitos e ditos que trazem. E o que maisé mais para temer escandalizam alma,concebendo ódios e má opinião das partesinflamadas por eles.” João de Barros, Ásia... Dos feitos que os portugueses fizeram no descobrimento e conquista dos mares e terras do Oriente, terceira Década, INCM, 1992.
  4. 4. Micro-História
  5. 5. Micro-História«Numa escala de observação reduzida, a análisedesenvolve-se a partir de uma exploração exaustivadas fontes, envolvendo a descrição etnográfica etendo preocupação com uma narrativa histórica quese diferencia da narrativa literária porque serelaciona com as fontes. Contempla temáticasligadas ao quotidiano de comunidades específicas— geográfica ou sociologicamente —, às situações-limite e às biografias ligadas à reconstituição demicrocontextos ou dedicadas a personagensextremos, geralmente figuras anónimas, quepassariam despercebidas na multidão.» Carlo Ginzburg
  6. 6. HistóriaContextual
  7. 7. «Contudo, a história da fealdade tem algumascaracterísticas em comum com a história da beleza.Antes de tudo, podemos apenas supor que os gostosdas pessoas comuns corresponderiam de algum modoaos gostos dos artistas do seu tempo. Se um viajantevindo do espaço entrasse numa galeria de artecontemporânea e visse os rostos femininos pintadospor Picasso e ouvisse os visitantes a julgá-los “belos”,poderia conceber a ideia errada de que, na realidadequotidiana, os homens do nosso tempo acham belas edesejáveis criaturas femininas com rostos semelhantesaos representados pelo pintor.» Umberto Eco
  8. 8. HistóriaContrafactual
  9. 9. «A história contrafactual (do latim: contra facta =contra os fatos), chamada também de históriavirtual, é o resultado de um exercício mentalcientífico, partindo de uma premissa(condição contrafactual ou ponto de divergência)para explorar - na base de fatos históricos ocorridos- as possíveis mudanças na história.A pergunta ”O que teria acontecido se...?” écomum na história contrafactual sendo o ponto departida para especulações históricas.» Niall Ferguson ( Wikipédia))
  10. 10. Capa do catálogo Le Surrealisme 1947
  11. 11. "A arte pode ser má, boa ou indiferente,mas qualquer que seja o adjetivoempregado, temos de chamá-la arte. Aarte má é arte, do mesmo modo comouma emoção má é uma emoção". Marcel Duchamp
  12. 12. DENOTAÇÃOSIGNO REFERENTESIGNIFICANTE SIGNIFICADO
  13. 13. CONOTAÇÃOSIGNO REFERENTESIGNIFICANTE SIGNIFICADO
  14. 14. «Ao nível do discurso conotativo, o espectador faz uma interpretação livre da imagem, interpretação esta que varia consoante a experiência do observador, o contexto em que o faz, sendo que esta leitura será diferente para cada observador; estamos agora perante uma leitura subjetiva da imagem, e será certamente tão diversificada como o número de pessoas que a lêem.» Maria Lourdes Riobom
  15. 15. Literacia Visual“Capacidade de construir significado através de imagensvisuais, através da mobilização de competências deexploração, sentido crítico e reflexivo.” Bamford (2003)
  16. 16. «Tudo se torna fácil quandose conhece o modo deproceder para alcançar asolução de algum problema.» Bruno Munari
  17. 17. «A Educação pela Arte poderá ser definida como odesenvolvimento da criatividade e das capacidades deexpressão e comunicação de cada um. Tem por base arealização pessoal, apelando muito à imaginação eespontaneidade do indivíduo. Quando se fala emeducação pela Arte, dá-se ênfase a todas as formas deexpressão que o ser humano possui e é capaz dedesenvolver. A pessoa deve ser estimulado para tomarconsciência das suas emoções e a expressá-las,exteriorizando-as.» Helena Veiga
  18. 18. Do latim creatio = criação
  19. 19. A Criatividade é o processo de tornar-se sensível aproblemas, deficiências, lacunas no conhecimento;identificar a dificuldade, encontrar soluções,formulando hipóteses a respeito das deficiências;testar e retestar estas hipóteses; e, finalmente,comunicar os resultados." Torrance, 1965
  20. 20. O Declínio da CriatividadeGeorge Land e Beth Jarman
  21. 21. “Toda a criança é um artista. O problema é comopermanecer um artista uma vez que ela cresce.” Pablo Picasso
  22. 22. "É a imaginação, tocha divina apensa ao espírito dohomem, que lhe permite mover-se nas trevas da criação.Assim os peixes das profundezas oceânicas trazem umfacho que os ilumina na noite eterna. Sem isto para quelhes serviriam os olhos? Sem imaginação, que utilidade teria para o homem a inteligência?"Joaquim Nabuco, in "Pensées Détachées et Souvenirs"
  23. 23. 3 exercícios criativos…
  24. 24. O Processo Criativo - Fases
  25. 25. |Metodologias Estratégias
  26. 26. Visual Thinking Strategies (VTS) é um método deensino baseado em pesquisa que melhora opensamento crítico e as competências linguísticasatravés de discussões de imagens visuais. A VTSincentiva a participação e auto-confiança. A VTS é fácilde aprender e oferece uma estratégia comprovada paraos educadores para atender aos actuais objectivos deaprendizagem.
  27. 27. Os professores são convidados a usar três perguntas abertas: O que está a acontecer nesta foto? O que vês que te faz dizer isso? O que mais podemos encontrar? Três técnicas de facilitação: Paráfrase e comentários neutros. Foco na área que está sendo discutida. Ligar comentários contrastantes e complementares. Os alunos são convidados a: Olhar atentamente para as obras de arte. Falar sobre o que estão a observar.Repensar nas suas ideias quando confrontados com outras soluções. Ouvir e considerar as opiniões dos outros. Discutir muitas interpretações possíveis.
  28. 28. Contar “Estórias” ₪
  29. 29. A arte popular como fonte de grandesproduções artísticas
  30. 30. "Relatividade", é de autoria do artista holandês M. C. Escher
  31. 31. Por flexibilidade cognitiva, queremos dizercapacidade para reestruturar o conhecimento dealguém, de muitas maneiras, numa respostaadaptável para mudar radicalmente as exigênciassituacionais... Esta é uma função do modo peloqual o conhecimento é representado (porexemplo, dimensões múltiplas, em vez deunicamente conceituais) e dos processos queoperam estas representações mentais (porexemplo, processos de montagem deesquemas, em vez de recuperação intacta dosesquemas). Spiro & Jehng
  32. 32. E quando o mundo dacomunicação é regido pelo “bluff”?
  33. 33. A RETÓRICA DA ARTEPensar o Pensamento
  34. 34. “Um artista é alguém queproduz coisas que as pessoas não precisam de ter” Andy Warhol
  35. 35. A dimensão maior da História… … Não será a conquista da LIBERDADE?
  36. 36. FIM

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