Amnistia maratona kit_escolas

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Amnistia maratona kit_escolas

  1. 1. Maratona de Cartas 2013 portugal
  2. 2. M a ton ara de as art 3 201 C O que é? O maior evento de direitos humanos organizado anualmente pela Amnistia Internacional de meados de novembro a 17 de dezembro. Durante estes dias milhares de pessoas espalhadas pelo mundo assinam cartas em prol de pessoas e comunidades em risco. http://www.youtube.com/watch?v=q0hhv4w88qk objectivo Chamar a atenção para estes casos, o que poderá resultar numa melhoria das condições de pessoas e comunidades em risco. Querem ajudar-nos a bater este recorde? 2012 . pOrtugal +42.000 cartas 2012 . mundo 2.000.000 cartas P.2
  3. 3. a ton ara de as art 3 201 C M Como? Num local central da escola coloque a informação sobre os casos visados na Maratona, assim como as cartas que já estão preparadas e serão enviadas à escola. Convidem alunos, professores e funcionários a participar na Maratona, assinando as cartas. Em alternativa peça às pessoas que assinem os casos através do site: www.amnistia-internacional.pt/liberdade porquê? A Maratona de Cartas é uma ótima oportunidade para as crianças e jovens terem um contacto mais ativo com os Direitos Humanos. Ao conhecer os casos e fazerem algo para os ajudar, sentem que estão a contribuir para um mundo melhor. quando? Meados de novembro a 17 de dezembro. P.3
  4. 4. a ton ara de as art 3 201 C M O que é necessário para organizar a Maratona? Material Poderão pedir as cartas já escritas e prontas a assinar à Amnistia Internacional e outros materiais (poster, brochuras dos casos, vídeos). Quando pedir as cartas por favor indique as quantidades para cada caso. Por exemplo, se pretender 100 cartas para cada caso deverá escrever: 100x4. Na morada de envio não se esqueça de indicar o nome da pessoa que receberá a encomenda. Não é suficiente apenas a morada e o nome da instituição pois corre-se o risco de a encomenda ser devolvida. Site Caso não consiga fazer uma ação de recolha de cartas pedimos que divulgue o site da Maratona onde as pessoas podem assinar as cartas: www.amnistia-internacional.pt/liberdade (site operacional a partir de final de novembro). Local Poderá organizar a Maratona no local mais conveniente. Recomendamos um local central na escola, a biblioteca ou as salas de aulas. Informações à Amnistia Internacional Deverá informar-nos sobre o evento que pretende realizar para que possamos enviar os materiais para a Maratona e publicitar o evento. Escreva para: a.monteiro@amnistia-internacional.pt Divulgação Redes sociais, emails, posters, etc. Envie-nos a informação sobre o seu evento e divulgaremos através da Amnistia Internacional. Ações de solidariedade Pode pedir aos alunos que façam postais ou escrevam pequenas mensagens de solidariedade em inglês para os diferentes casos e faremos chegar aos destinatários. P.4
  5. 5. a ton ara de as art 3 201 C M Quais são os materiais disponíveis? P.5 Cartas para assinar com destacável para recolha de contactos Poster (a) Brochuras de explicação dos casos (b) Vídeos Casos de sucesso da Maratona de Cartas 2 lanternas (c) (b) (a) Como podemos obtê-los? Para requisitar os materiais por favor preencham o formulário de pedido de materiais e enviem para: a.monteiro@amnistia-internacional.pt (c)
  6. 6. a ton ara de as art 3 201 C M E depois da Maratona? Enviem-nos o documento do feedback da atividade (para contabilizarmos quantas cartas foram escritas em Portugal). Partilhem connosco as fotografias dos eventos. Enviem-nos as cartas assinadas e as ações de solidariedade para a sede da Amnistia Internacional: Amnistia Internacional Portugal Departamento de Campanhas: Rua dos Remolares, 7, 2º andar 1200-370 Lisboa Portugal As cartas assinadas devem ser enviadas para a Amnistia em pacotes (com menos de 2 kgs) ao invés de em cartas individuais para diminuir as despesas. As cartas assinadas devem ser enviadas a pagar no destinatário. Deverão dar essa indicação nos correios e pedimos que depois nos avisem da data em que enviaram as cartas e qual o valor. Os custos de envio dos materiais e das cartas estão totalmente a cargo da Amnistia Internacional Portugal. P.6
  7. 7. a ton ara de as art 3 201 C M CASOS da Maratona de Cartas 2013
  8. 8. M a ton ara de as art 3 201 C Ihar Tsikhanyuk (Bielorrússia) Ihar, ativista pelos direitos dos homossexuais, foi espancado pela polícia a 6 de fevereiro de 2013. Foi atacado por ter tentado registar uma organização de direitos dos homossexuais e pela sua atividade como ativista LGBTI. Yorm Bopha (Camboja) Yorm Bopha, uma ativista do direito à habitação no Camboja, encontra-se detida desde 4 de setembro de 2012, por acusações que podem ter sido forjadas para a impedir de realizar o seu trabalho. P.8
  9. 9. a ton ara de as art 3 201 C M Eskinder Nega (Etiópia) Jornalista etíope preso pela última vez a 14 de setembro de 2011 por criticar o governo. É a 8ª vez que é preso e, desta vez, foi condenado a 18 anos de prisão. Comunidade Nabi Saleh (Israel/ Territórios Palestinianos Ocupados) A Comunidade de Nabi Saleh que se manifesta há 4 anos de forma pacífica pelo fim da ocupação israelita é sujeita a perseguição e graves abusos. Já foram feridas centenas de pessoas e ocorreram duas mortes desde o início das manifestações em 2009. P.9
  10. 10. a ton ara de as art 3 201 C M Como foi a Maratona no ano passado?
  11. 11. M a ton ara de as art 3 201 C 2012? Portugal – 42,806 cartas 25 grupos da AI 40 escolas, universidades, instituições jovens 9 ações públicas Concerto Live Freedom (que deu visibilidade aos casos da Maratona) Mundial – 1,913,391 cartas P.11
  12. 12. a ton ara de as art 3 201 C M sucessos da Maratona de 2012
  13. 13. a ton ara de as art 3 201 C M Gao Zhisheng ativista de direitos humanos preso na China Recebeu a visita da família na prisão. “É um pequeno avanço, mas não poderia ter sido alcançado sem o interesse da comunidade internacional e o esforço e apoio dos membros da Amnistia Internacional, pelos quais eu e a minha família nos sentimos muito agradecidos.” (Geng He, esposa de Gao) Girifna grupo de jovens ativistas de direitos humanos perseguidos no Sudão O governo abrandou as perseguições a estes ativistas e estes sentem-se mais seguros e apoiados pela comunidade internacional o que significa que podem desenvolver melhor o seu trabalho. Os cartões e ações de solidariedade foram essenciais para manter a sua motivação. Depois da Maratona de Cartas mais pessoas juntaram-se aos Girifna e surgiram novos grupos de ativistas pacíficos no país, inspirados por eles e usando os mesmos meios de ação pacíficos de contestação ao regime. “A comunidade internacional mostrou-nos uma esperança imensa e isso não vem dos governos, vem das pessoas (…) teve um grande significado para nós saber que as pessoas conhecem o nosso grupo e que contactam connosco (…) as pessoas estão a ler sobre o que se passa no Sudão.” (Samira Ahmed, ativista do Girifna). P.13
  14. 14. a ton ara de as art 3 201 C M Juan Almonte Herrera ativista de direitos humanos desaparecido Foi organizada uma semana de ação em São Domingos e foi montada uma exposição com fotografias de centenas de pessoas de vários países em solidariedade com a família de Juan Almonte. “Recebi o melhor presente de Natal dos últimos três anos, desde a perda do meu marido, Juan Almonte, com todos estes cartões, bilhetes e postais de Natal. Obrigada por manterem o Juan presente, por o tornarem conhecido no mundo inteiro (…) saber que não estamos sozinhos dános mais força para continuar a lutar. Eu sei que algures no mundo existe justiça para o Juan e eu irei encontrá-la algum dia.” Ana Montilla, esposa de Juan Almonte Herrera. http://www.youtube.com/watch?v=HWDSQlTBxf4 Ales Bialiatski ativista de direitos humanos preso na Bielorrússia Apesar de estar preso foi reeleito, em maio, vice presidente da Federação Internacional dos Direitos Humanos e a 30 de setembro foilhe atribuído o Prémio de Direitos Humanos Vaclav Havel pela Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa. “Fui inundado por uma avalanche de cartas e postais, congratulações assim como ações de solidariedade…! Estou muito agradecido a todas as pessoas que me escreveram! (…) o que todas elas têm em comum é compaixão (…) estão a expressar o seu protesto contra as violações sistemáticas de direitos humanos. É uma mensagem clara e simples para todos os Bielorussos.” P.14
  15. 15. Este ano vamos continuar a mudar vidas e precisamos da vossa ajuda! “Outrora os campos de concentração e outros lugares obscuros estavam na escuridão. Agora são iluminados pela luz da vela da Amnistia Internacional. Na primeira vez que acendi uma vela da Amnistia lembrei-me do ditado chinês »É melhor acender uma vela do que maldizer a escuridão.«” Peter Benenson (fundador da Amnistia Internacional) 2013 portugal

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