Palavra jovem n 47

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Palavra jovem n 47

  1. 1. PALAVRA JOVEM N° 47 11/12/2012RESPONSÁVEIS: Norma Holanda, Marcos Lima, Pedro Henrique,Jefferson Alves, Tadeu Oliveira, Karolyne Lima, Carlos Marcus eSamaria Soto.ABERTURA: BOM DIA QUERIDOS OUVINTES, ESTÁ NO ARMAIS UM PROGRAMA DA ESCOLA FIGUEIREDO CORREIA, OPALAVRA JOVEM, EU SOU................................ E O TEMA DE HOJEÉ: 10 DE DEZEMBRO: DIA INTERNACIONAL DADECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS.MAS ANTES A MENSAGEM DO DIA:
  2. 2. MÚSICA: Hoje estaremos homenageando A BANDA DE ROCK JOTAQUEST e ouviremos neste momento a música AMOR PERFEITO quevai para todos os alunos da Escola Figueiredo Correia e para osfuncionários que dão lutam pelos seus direitos e deveres.1º RETORNO: BOM DIA, EU SOU............................... E ESTAMOSDE VOLTA COM O PALAVRA JOVEM E NOSSO TEMA É:10 DE DEZEMBRO: DIA INTERNACIONAL DA DECLARAÇÃOUNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS.A data de 10 de dezembro desafia-nospermanentemente, todos os dias do ano.Nesta data - no corrente ano - faremos amemória dos 64 anos da DeclaraçãoUniversal dos Direitos Humanos.Caminhamos muito (tivemos avanços econquistas), mas ainda há muito acaminhar para realizar efetivamente osDireitos Humanos no Brasil, na América Latina e no mundo.Em 1950, a Organização das Nações Unidas (ONU) estabeleceu que em10 de dezembro seria celebrado anualmente o Dia Internacional dosDireitos Humanos. A data foi escolhida em memória da DeclaraçãoUniversal dos Direitos Humanos, adotada pela ONU, em Paris, naAssembleia Geral de 10 de dezembro de 1948.Na ocasião, a Assembleia proclamou odocumento (com 30 artigos) “como o idealcomum a ser atingido por todos os povos etodas as nações, com o objetivo de que cadaindivíduo e cada órgão da sociedade, tendosempre em mente esta Declaração, se esforce,através do ensino e da educação, porpromover o respeito a esses direitos eliberdades, e, pela adoção de medidasprogressivas de caráter nacional einternacional, por assegurar o seu reconhecimento e a sua observânciauniversal e efetiva, tanto entre os povos dos próprios Estados-Membros,
  3. 3. quanto entre os povos dos territóriossob sua jurisdição” (aqui textocitado).A data de 10 de dezembro desafia-nos permanentemente, todos os diasdo ano. Nesta data - no corrente ano- faremos a memória dos 64 anos daDeclaração Universal dos DireitosHumanos. Caminhamos muito(tivemos avanços e conquistas), mas ainda há muito a caminhar pararealizar efetivamente os Direitos Humanos no Brasil, na América Latina eno mundo.O Dia Internacional dos Direitos Humanos leva-nos a fazer duasreflexões. A primeira, sobre as violações dos Direitos Humanos,praticadas atualmente no Brasil, e a segunda, sobre os sinais concretos deesperança que existem hoje no Brasil.A primeira leva-nos a reconhecer quecontinuam existindo hoje muitas violações deDireitos Humanos no Brasil: violaçõesindividuais (que - mesmo frequentes - sãopontuais) e violações estruturais (que sãopermanentes).Normalmente, as violações individuaischocam-nos a todos/as, pelo seu requinte defrieza, crueldade e desumanidade. A não serem casos claramente patológicos, perguntamo-nos: como pode um serhumano cometer crimes tão bárbaros? Entre os muitos, cito dois casos deGoiânia: no primeiro, um jovem é executado a sangue frio, em pleno dia,por três policiais, que - depois de cercar a casa onde ele estava escondidocom viaturas da Polícia - a invadiram, sem nenhuma autorização legal.No segundo caso, três moradores de rua foram executados, no período dameia-noite às 4 horas, e um dos suspeitos é um policial, que estariaagindo a mando de traficantes.Em 30 dias 8 moradores de rua foram assassinados na capital. “Hásuspeita de envolvimento de policiais militares nos crimes, sendo dois
  4. 4. soldados, um subtenente e um outro policial, cuja patente ainda não havia sido confirmada pela Polícia” (O Popular, 02/12/12, p. 9). Praticamente, todos os dias a mídia noticia a execução - sobretudo nos bairros da periferia - de algum jovem, quase sempre envolvido com o mundo das drogas. Chega de extermínio da juventude! É urgente implementar Políticas Públicasque ocupem os jovens e os ajudem a descobrir o sentido da vida.MÚSICA: Ouviremos a música TEMPOS MODERNOS com raça negraque vai para toda a comunidade iracemense e pra escola FigueiredoCorreia.2º RETORNO: BOM DIA, EU SOU ________________ E ESTAMOSDE VOLTA COM O PALAVRA JOVEM E NOSSO TEMA DEHOJE É:10 DE DEZEMBRO: DIA INTERNACIONAL DA DECLARAÇÃOUNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS.As violações estruturais dos DireitosHumanos são situações sociaisimpessoais, anônimas, silenciosas, comas quais nós nos acostumamos,omitindo-nos e perdendo, muitas vezes,a capacidade de nos indignar e a vontadede lutar. Entre as muitas, cito duassituações do Estado de Goiás: a situaçãoda Saúde Pública e a situação daEducação Pública. A primeira - mesmo reconhecendo a dedicação de agentesde saúde (médicos, enfermeiros e outros) - é uma situação de calamidade. Éuma situação que mata os pobres e descarta os idosos. É uma situação dedescaso e de violência institucionalizada permanente.A situação da Educação Pública - mesmo reconhecendo (como na área daSaúde) a dedicação de educadores/as - é uma situação de descalabro e de fazde conta. A maioria dos professores faz de conta que ensina e a maioria dosalunos faz de conta que aprende. É também uma situação de violência
  5. 5. institucionalizada permanente. O próprio sistema econômico no qual vivemosé uma violação estrutural permanente dos Direitos Humanos.A segunda reflexão leva-nos aperceber os sinais de esperança, queirrompem, com força cada vez maior,na caminhada de realização dosDireitos Humanos, no Brasil hoje.Entre os muitos, cito três sinais, que,na realidade, são três grandes frentesde luta.O primeiro sinal ou a primeira frentede luta é a do Movimento Nacionalde Direitos Humanos e dos inúmerosCentros ou Comissões de Direitos Humanos e de Justiça e Paz, que brotam portoda parte no Brasil e se fortalecem cada vez mais (alguns Centros ouComissões, em nível institucional e sua grande maioria, em nível deorganizações da sociedade civil).O segundo sinal ou a segunda frente de luta é a da Educação em DireitosHumanos. A aprovação do Programa Nacional de Direitos Humanos, do PlanoNacional de Educação em Direitos Humanos e das Diretrizes Nacionais para aEducação em Direitos Humanos (em nível institucional) respalda a luta dasorganizações da sociedade civil, sobretudo dos Movimentos Populares epossibilita um amplo trabalho de Educação em Direitos Humanos, seja na Educação formal, seja, sobretudo, na Educação informal. O terceiro sinal ou a terceira frente de luta é a do empenho da sociedade civil organizada no esclarecimento público das violações dos Direitos Humanos pela Ditadura Militar (1964-1985). A criação da Comissão Nacional da Verdade e das ComissõesEstaduais da Verdade - algumas já criadas e outras a serem criadas (em nívelinstitucional) e a criação dos Comitês Estaduais pela Verdade, Memória eJustiça - alguns já criados e outros a serem criados (em nível de organizaçõesda sociedade civil) são acontecimentos emblemáticos, de grande significadosocial e histórico. Estas Comissões e estes Comitês são uma conquista dasociedade civil organizada e uma prova concreta que as violações dos Direitos
  6. 6. Humanos (como torturas, desaparecimentos e assassinatos)são crimes que nunca podem e devem ser anistiados.A motivação principal das Comissões e Comitês é construiruma história sobre as violações dos Direitos Humanos pelaDitadura Militar, em que a Verdade seja revelada, aMemória seja feita e a Justiça seja exigida.Reconhecemos, com gratidão, que os principais incentivadores dos ComitêsEstaduais são os anistiados, os exilados voltados ao Brasil, os presos pelaDitadura Militar e os familiares das vítimas, assassinadas ou tidas comodesaparecidas (fala-se de 15 em Goiás e de cerca 450 no Brasil). Viva osDireitos Humanos! Verdade, Memória e Justiça!MÚSICA: Ouviremos neste momento a música SÓ HOJE com raçanegra que vai para toda a comunidade Figueiredo correia.3º RETORNO: BOM DIA, EU SOU ............................... E ESTAMOSDE VOLTA COM O PALAVRA JOVEM COM O NOSSO QUADRO O É DE LASCAR: É de lascar pessoas que não conhecem seus direitos, os da maioria e também das minorias. Não lutam para conseguir melhorias em suas vidas para as coletividades. É de lascar pessoas que sabem que existem direitos e deveres e, mesmo assim, acabam por ignorarem, se acomodarem e não querer lutar. Aexemplo disso é a carteira de estudante e a meia entrada nos eventosartísticos e culturais que a juventude tem direito, mas poucos queremlutar para que seja efetivado.4° RETORNO: BOM DIA EU SOU ____________________EESTAMOS DE VOLTA COM O PALAVRA JOVEM, AGORA COMALGUNS INFORMES PARA NOSSA COMUNIDADE. MASPRIMEIRO OS ANIVERSARIANTES DA SEMANA, DO DIA 09-12 Á15-12-2012.  Alexandre Nogueira Pinheiro – (1° A);  Antônio Erisson Pereira da Silva – (1° C);
  7. 7.  Clarisse Soares de Oliveira – (2° C);  Antônia Joelma Acioli de Almeida – (3° C);Informes:  O Programa Palavra Jovem é finalista do Prêmio Nacional de Educação em Direitos Humanos e o Coordenador Marcos Lima participará da solenidade de premiação em Brasília no dia 17 de dezembro na Universidade de Brasília o UNB;  O nosso colega Jefferson Alves está participando do II Encontro Cearense de Aprendizagem Cooperativa;  Os alunos Arthur Amatus, Helyson Lucas, Lilian Magalhães e Jefferson Alves estiveram na Feira Estadual de Ciências e Cultura nos dias 04, 05, 06 e 07, juntamente com seus professores orientadores, Helena Lopes e Cícero Benigno e, apesar de não terem conseguido credenciais, fizeram importante participações. Cicero Benigno, Lilian Magalhães e Jefferson Alves estarão em 2013 na Colômbia defendendo o projeto A Influencia da Música na Escola.  As Matriculas dos alunos veteranos continuam abertas. Temos muitos alunos que ainda nãoMÚSICA: Despedimo-nos anunciando a última música: O SOL comJOTA QUEST que vai para todos os ouvintes do Palavra Jovem. AtéPróxima Terça-feira.

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