Diz Jornal - Edição 167

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Diz Jornal edição final do ano de 2016
Um jornal plural que aborda temas desde política até internet e saúde.

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Diz Jornal - Edição 167

  1. 1. Niterói 29/12/16 a 14/01/17 www.dizjornal.com Diretor Responsável: Edgard Fonseca Circula por 15 dias Diz: Todo Mundo GostaIngridyAraújo‐cabelo&maquiagem:RoseMelo–estilo:JanainaBoechat–acessórios:FernandaLouback‐foto:JulioCerino Edição Online Para Um Milhão e Oitocentos Mil Leitores Zona Sul, Oceânica e Centro de Niterói16 Mil Exemplares Impressos 2ª Quinzena Nº 167 de Dezembro Ano 08 de 2016 Brasileiros: Pessoas Página 03 de Bom Coração?
  2. 2. Niterói 29/12/16 a 14/01/17 www.dizjornal.com 2 Cultura Paulo Roberto Cecchetti cecchettipaulo@gmail.com annaperet@gmail.com DIZ pra mim... (que eu conto) Anna Carolina Peret Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Cartinha P apai Noel, quanto tempo! Lembra- -se de mim? Sou a Carolina, aquela brasileira balzaquiana, teimosa, obs- tinada, desempregada e de sangue forte! Como deve saber, escrevo todos os anos para o senhor, a fim de contar as novida- des, agradecer pelo passado, aplaudir o presente e suplicar por um futuro melhor. Este ano, não poderia ser diferente. Des- ta vez, meu relato contém mais pedidos e menos agradecimentos. Entretanto, jamais deixarei de escrever para o senhor. Não se trata da síndrome de Peter Pan. Também não escrevo como forma de pastiche ou de- boche. Desenho estas linhas por uma ques- tão de fé. Por mais que a esperança, que mora em mim, esteja por um fio, acredito que as pessoas precisam encontrar motivos sólidos para permanecer de pé. Algo me diz, querido Papai Noel, que o fu- turo não será fácil. Este é o mais nebuloso horizonte que já vislumbrei. Todavia, não podemos nos render. Prefiro ser tomada pelo medo, mas nunca pela desesperança. É necessário aprender que as dificuldades devem renovar nosso espírito guerreiro e empreendedor. Afinal, como já dizia meu filósofo predileto, Friedrich Nietzsche, “aquilo que não me mata, só me fortalece”. E é com esse lema no coração que vou levando a vida... Como o senhor deve saber Papai Noel, o ano de 2016 não foi fácil pra mim, nem para os milha- res de brasileiros... Começamos 2016 sem nem a imaginar o que estaria por vir. Fomos surpreendi- dos negativamente nos mais diversos âmbitos: social, polí- tico, moral, etc. Por favor, tenha a fineza de não me perguntar o que sobrou... Mas não podemos desistir! E, sem dúvida, este é justamente o gran- de motivo de eu estar lhe escrevendo este ano! Gostaria de pedir um presente para o mundo, não para mim... O meu mais valio- so presente o Senhor entregou há 11 anos. Em 2005, próximo à época do Natal, eu tive a notícia de que uma senhora iria matar um gatinho, pois, como ele não era de raça e estava doente, ela não iria conseguir ex- trair nenhum benefício financeiro dele. Ime- diatamente, sem muito pensar, bati na porta dessa mulher e a informei de que eu estava ali para resgatar o animal. Ela riu de mim. Disse que ele morreria brevemente. Eu a desafiei e levei o gatinho comigo. Além de abrigo e comida, dei a ele o melhor de mim: todo o meu amor! Ingenuamente, pensei que estava salvando a vida dele. Não obs- tante, dentro de poucos meses, ele é que estaria me salvando. Daquele resgate surgiu uma linda amizade que dura até hoje. Juro que não sei dizer o que teria sido de mim sem o meu Eddie. Tempos de- pois eu fiquei enferma. Uma doença invisível, psicológica, da qual todos desdenham. Menos o Eddie! Ele acre- ditou em mim e foi o melhor remédio que tive durante todos esses anos. Estou narrando a história por dois mo- tivos. Primeiramente, pois, nas pró- ximas semanas, o filme, derivado do livro homônimo, “Um Gato de Rua chamado Bob” chegará aos cinemas. Ele narra uma história semelhante à minha, na qual um felino também salva vida do seu dono, mudando completa- mente o seu destino. Gostaria também de aproveitar para pedir que faça o mesmo com todas as pessoas nesse Natal! Que o senhor encontre uma forma de tocar os corações, fazendo uma renovação de esperança, assim como o senhor fez comi- go. Eu aposto que irá encontrar lindas ma- neiras de abençoar cada um de nós com um pouco de fé. É disso que todos precisamos! Querido Bom Velhinho, por hora, é só. To- mara que, ano que vem, eu consiga agrade- cer mais do que pedir. Um grande abraço, Carol! - O Coral Italiano de Niterói comemorou, com entusias- mo, a festa anual de encerramento. Na foto, integrantes do coral. - A Sociedade Fluminense de Fotografia (Rua Dr. Celesti- no, nº 115 - Centro) promove, até 30 de janeiro de 2017, a exposição Virtudes Virtuais, com muitos fotógrafos parti- cipantes. Visitação de 2ª a 6ª feira, das 9 às 20 h; sábados, das 9 às 16h. - A comemoração do ‘Natal dos Poetas’, organizado pela ANE/Associação Niteroiense de Escritores (leia-se Leda Mendes Jorge) foi repleta de emoções: teve coral da OAB, declamação e prêmios. - Um sucesso a estréia do filme “Minha mãe é uma peça 2” na Reserva Cultural. Na foto Mª Luiza Pacheco e a mãe- zona Dea Lúcia! - Este colunista deseja aos leitores do DIZ um Feliz Natal e Muitas Realizações em 2017. Que o novo ano traga saúde, paz e tranqui- lidade para que possamos alcançar nossos objetivos. - Festança Natalina de: P.R.Cecchetti Papai Noel / é (ou não?!) humano! / Ele está entre nós / e anda de mo- tocicleta / skate, asa delta / O Bom Velhinho / deixou o trenó / (tenha dó!) e chega / promovendo festanças / Sempre presente / (ah, os presen- tes!) / na fantasia / dos inocentes / Noel moderno / criando bossa, / funk rap pop / sem aban- donar / a cor vermelha / do coração afetivo / (afirmativo, brother!) / O dia a dia / do novo velhinho / traz à festa / o verdadeiro amor! / Ho ho ho Ho ho ho / E o Natal / ou- tra vez mais / bate à nossa porta / Deixemos a esperança entrar...
  3. 3. Niterói 29/12/16 a 14/01/17 www.dizjornal.com 3 Documento dizjornal@hotmail.com Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Brasileiro: Pessoas de Bom Coração? O recente e trágico episódio da queda do avião que conduzia a equipe do Chapecoense na Colômbia serviu para apontar uma característica do povo colombiano, que é a solidarieda- de, e por consequência o perfil de generosidade. Foi algo tão espontâneo e vibrante que reacendeu uma velha discussão em relação às reais características do povo brasileiro. Seríamos realmente um povo generoso, pelo menos proporcionalmente àquilo que se propala e os homens do “marketing brasileiro” fazem questão de acentuar; e usam para os mais diversos fins de publicidade. E xiste uma falácia comum no Brasil que somos pessoas bondosas e que nos comovemos com a dificuldade alheia e que somos desprendidos ao ex- tremo. Este é um conceito um pouco for- çado e que se presta para atenuar muitas dificuldades que temos, incluindo a nossa indolência e subserviência política. Ultima- mente está até melhorando, diante dos es- cândalos e revelações escabrosas da nossa classe política. Mas, precisamos nos reco- nhecer, e termos a dimensão exata, até para poder crescer verdadeiramente. Em muitos “quesitos” somos, por culpas religiosas ou por autoindulgência, melhores que muitos povos mundo a fora. Mas, es- tamos ainda distante da expectativa e falsa imagem que a nossa mídia complacente e conveniente prega. Vejamos: numa pesquisa produzida pela Fundação Britânica Charities Aid Founda- tion, o The World Giving Index que avalia o comportamento da população de148 paí- ses quando o assunto é filantropia e bonda- de, façamos na 83ª posição. Recentemente mostrou dados sobre generosidade e que tomaram como parâmetro alguns itens, como doação em dinheiro, tempo dedi- cado ao voluntariado e ajuda a estranhos. O Brasil, no cômputo geral, ficou com 27 pontos entre os países pesquisados. Em alguns aspectos o Brasil ficou bem melhor ranqueado. Os vencedores da pesquisa como países mais generosos foram a Austrália e a Irlan- da, cada um com 60 pontos (num total de 100 pontos), seguidos de Canadá e Nova Zelândia. No item “como o povo que mais ajuda es- tranhos”, o Brasil ficou em 5º lugar, sua melhor colocação entre os quesitos da pes- quisa. Curiosamente o Brasil ficou em 8º lugar entre os povos doadores de dinheiro, a frente de países ricos como a Alemanha. Entre os povos que fazem voluntariado o nosso país ficou em 9º lugar, três pontos abaixo da Rússia e 87 pontos abaixo dos Estados Unidos, campeão em voluntariado. A Índia neste quesito ficou em 2º lugar, 69 pontos à frente do Brasil. Existe um dado importante como comparativo motivador de ações. O Brasil ficou em sexto em ranking de países mais ignorantes do mundo. A pesquisa foi realizada em 40 pa- íses. Índia está em 1º e a Holanda em último. Índices foram determi- nados por diferença entre percep- ção e realidade de cada país. Por outro lado, a entidade Sustai- nable Development Solutions Ne- twork (SDSN) aponta dados para listar os países mais felizes do mun- do. Foram consideradas seis variá- veis: expectativa de vida saudável, PIB per capita, alguém com quem contar, percepção de liberdade para fazer escolhas, corrupção e gene- rosidade das pessoas. O nível de segurança e mercado de trabalho ditam as regras de satisfação, feli- cidade e consequentemente, sen- timentos de generosidade. Cinga- pura, por exemplo, é um dos lugares mais limpos do mundo. A taxa de criminalidade e corrupção está sob tolerância, o que a tor- na um dos países mais seguros do mundo, e ainda tem uma das maiores rendas per capita do planeta. O Brasil anda na con- tramão desta estatística: tem alto nível de insegurança e criminalidade e índices de pobreza extrema. Estes fatores criam bar- reiras para aprimoramento e evolução do povo, especialmente por ainda ter baixos níveis de escolaridade e assistência social. O que se pergunta cotidianamente é se so- mos pessoas de bom coração? Acudimos outro brasileiro por simples solidariedade e com extensão a um estrangeiro em apu- ros em nosso país, ou apenas “fazemos o que deu pra fazer?” Quando acontece uma catástrofe costumamos nos cotizar, fazer doações e oferecer ajuda logística. Seria isso o suficiente? Quando vemos alguém desempregado tentamos ajudar na bus- ca de um emprego, ou consideramos que aquele desempregado pode estar concor- rendo com a nossa “colocação”? Se alguém nos pede dinheiro para uma passagem de ônibus, achamos que é golpe ou oferece- mos de bom grado? A nossa “malandrice desconfiada” nos faz crer que não podemos nos deixar enganar, por “este povo brasilei- ro que só quer nos ludibriar”... Afinal, no que cremos? Existe muito mais a nos perguntar sobre so- lidariedade e bom coração. Muito mais... A conclusão que chegamos é que o Brasil, apesar das grandes dificuldades, tem bom nível de generosidade, embora os fatores, educação, medo e insegurança, dificultem as boas ações- por estarmos sempre na de- fensiva e com expectativas muito negativas. Precisamos de mais informação de conte- údo verdadeiro e menos tendencioso. A nossa mídia, refém dos aspectos financei- ros, é pautada pela conveniência dos mais poderosos. Esta mecânica afasta-nos do verdadeiro e somos comumente induzidos a achar aquilo que nos “impõem”. Este mani- queísmo midiático conveniente produz de- masiadas fantasias, inclusive na verdade do quadro político. Somos um país de “induzi- dos a erro”, manipulados pela conveniência das corporações, privados de educação e saúde física e mental condizentes. Como se pode crer em generosidade se há privação da verdade absoluta? O que temos é um país virtual, de moral volátil e camaleônica e sem a consistência necessária para ser um povo firme e gene- roso. Precisamos da informação fidedigna e pensar o nosso futuro sem as amarras de quem no conduz no escuro. Enquanto ca- minharmos neste labirinto cego, jamais sa- beremos ao certo quem somos.
  4. 4. Niterói 29/12/16 a 14/01/17 www.dizjornal.com 4 Informes Expediente Edgard Fonseca Comunicação Ltda. R Otavio Carneiro 143/704 - Niterói/RJ. Diretor/Editor: Edgard Fonseca Registro Profíssional MT 29931/RJ Distribuição, circulação e logística: Ernesto Guadelupe Diagramação: Eri Alencar Impressão: Tribuna | Tiragem 16.000 exemplares Redação do Diz R. Cônsul Francisco Cruz, nº 3 Centro - Niterói, RJ - Tel: 3628-0552 |9613-8634 CEP 24.020-270 dizjornal@hotmail.com www.dizjornal.com Os artigos assinados são de integral e absoluta responsabilidade dos autores. D! Nutrição clara.petrucci@dizjornal.com | Instagram: Clara PetrucciEdição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Distribuidora Guadalupe 25 Anos de bons serviços Jornais Alternativos - Revistas - Folhetos - Encartes Demonstração de Placas Sinalizadoras Entrega de Encomendas e Entregas Seletivas Niterói - Rio de Janeiro - São Gonçalo - Itaboraí - Magé - Rio Bonito - Maricá - Macaé eguada@ar.microlink.com.br guada@ar.microlink.com.br 99625-5929 | 98111-0289 3027-3281 | 2711-0386 (sec.elet. 7867-9235 ID 10*73448 DG Antes e Depois do Treino A moda "low carb"(baixo carboidrato), fazer dietas que zeram a quantidade de carboidrato ou diminuem drasticamente a quantidade de- les, devem ser vistas com muito cuidado, assim como o jejum intermitente; mas isso é outro assunto... Voltando aos carboidratos, eles são fontes de energia e por isso são de extrema importância para nós. Podemos gerar energia de outras fontes, porém exigimos muito do nosso organismo. Real- mente eles aumentam a resposta inflamatória do corpo, mas são de extrema importância para nosso corpo. Para acertar, é só escolher os de qualidade e adequado a sua necessidade. Por exemplo: geralmente, no momento que antecede a atividade física devemos consu- mir os carboidratos complexos, aqueles que demoram mais tempo para serem degrada- dos, e com isso vão gerando energia para nosso corpo de forma gradual, não dando picos de insulina. Já após a atividade física, precisamos de energia rápida, para repor o glicogênio e por isso é bom optar pelos carboidratos de alto índice glicêmico; aqueles que digeri- mos de forma mais rápida, nos fornecen- do assim energia logo que ingerimos. Estes carboidratos estão no pão francês, cereal de milho, arroz branco, lichia, bebidas iso- tônicas e até mesmo na melancia, além de outros. Para cada objetivo e necessidade, existe uma forma de se trabalhar, e não existe “alimento vilão", e sim utilizado de forma inadequada. Procure um nutricionista e veja qual a sua necessidade. Alerj Garante Escolas Funcionando AComissão de Educação, presidida pelo deputado estadual Comte Bittencourt, garantiu, junto à Secretaria de Educação do Estado, em audiência pública realizada na Alerj, o prosseguimento das atividades em diversas escolas, turnos e turmas na rede estadual. Em Niterói, o CE Pinto Lima permanece- rá com o turno da tarde em funcionamen- to, com oferta de 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental. O CE Doutor Souza Soares -permanecerá em funcionamento no ano de 2017, em terminalidade. Haverá turmas de 7º ao 9º ano do ensino fundamental e 2ª e 3ª series de ensino médio. Serão mantidos na unidade os alunos que lá já estudavam. As vagas para novas matrículas foram imple- mentadas no CIEP 307 Djanira. O Instituto de Educação Ismael Coutinho permanecerá com o turno da noite, para atendimento de EJA (Ensino de Jovens e Adultos). O CIEP 259 Professora Maria do Amparo Rangel- Maricá – permanecerá com a ofer- ta no noturno de Ensino Médio Regular e o CE Coronel João Limongi - São José do Vale do Rio Preto - Manutenção do Ensino Médio Regular noturno, com matriculas já disponíveis no sistema Matrícula Fácil. Lei Garante Privacidade em Farmácias de Niterói Foi aprovado definitivamente, em primeira e segunda discussão, o Projeto de Lei 226/2015, de autoria do vereador Paulo Eduardo Gomes (PSOL), em parceria com o Sindicato dos Farmacêuticos do Estado do Rio de Janeiro (Sinfaerj). O Projeto deter- mina que todo o estabelecimento de farmácia e drogaria deverá garantir a existência de um espaço reservado para atendimento farmacêutico, preservando o usuário de qualquer constrangimento e garantindo o sigilo de suas informações pessoais. O Projeto de Lei, que agora segue para a sanção do Prefeito de Niterói, tem como pre- missa proteger a assistência farmacêutica e o usuário de medicamentos. Garante proteção contra constrangimentos que muitas pessoas passam ao adquirir algum tipo específico de medicamento, como por exemplo, "pílula do dia seguinte" e é importante lembrar que o Brasil está prestes a liberar o teste rápido de HIV para comercialização nas Farmácias. Nestes casos, o consumidor teria direito de solicitar contato direto com o farmacêutico responsável pelo estabelecimento e ter acesso ao espaço reservado, onde então apresen- taria sua solicitação e tiraria possíveis dúvidas sobre a substância específica a ser adquirida. Sergio Gomes Divulgação
  5. 5. Niterói 29/12/16 a 14/01/17 www.dizjornal.com 5 InternetLaio Brenner - dizjornal@hotmail.com ORAÇÃOASANTO EXPEDITO Festa 19 de abril. Comemora-se todo dia 19 Se vc. está com algum , precisa de , peça a Santo Expedito. Ele é o Santo dos Negócios que precisam de pronta solução e cuja invocação nunca é tardia. Problema Difícil e aparentemente sem Solução Ajuda Urgente ORAÇÃO Obrigado. : Meu Santo Expedito da Causas Justas e Urgentes, socorrei-me nesta hora de aflição e desespero. Intercedei junto ao Nosso Senhor Jesus Cristo! Vós que sois o Santo dos Aflitos, Vós que sois o Santo das Causas Urgentes, protegei-me, ajudai-me, Dai-me Força, Coragem e Serenidade. Atendei o meu pedido: (fazer o pedido) Ajudai-me a superar estas Horas Difíceis, protegei-me de todos que possam me prejudicar; Protegei minha família, atendei o meu pedido com urgência. Devolvei-me a Paz a Tranqüilidade Serei grato pelo resto da minha vida e levarei seu nome a todos que têm fé. Rezar 1 Padre Nosso,1 Ave Maria e Fazer o sinal da cruz. “para que os pedidos sejam atendidos é necessário que sejam justos”. Agradeço a Santo Expedito a Graça Alcançada.Santo Expedito Dr. Helder Machado Urologia Tratamentode Cálculo Renal a Raio Laser Rua Dr. Celestino, 26 Centro - Niterói. Tels:2620-2084 /2613-1747 Clínica Atendemos UNIMED eParticular Atendimento24Hpelo tels: 8840-0001e9956-1620 Símbolos que Conquistaram o Mundo O s emojis acabam de entrar para a história da arte por serem incorporados à coleção do famoso Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA), onde estão expostos atualmente em sua versão original. O criador Shigetaka Kurita afirmou não imaginar que um dia seus “emojis” apa- receriam em mensagens do mundo inteiro. “Criei o que eu mesmo queria ter, algo que acrescentasse sentimentos” às curtas e frustrantes mensagens es- critas, explicou. Os emojis, termo que sig- nifica, literalmente, “ima- gem-letra” em japonês, são de certa forma “uma evolução dos Kanji (ide- ogramas), transformados em pictogra- mas coloridos na era digital” e tam- bém são inspirados nos desenhos de mangás. Doze anos depois de seu nascimento no Japão, a febre emoji tomou con- ta do mundo quando a Apple os in- tegrou à biblioteca de caracteres do iPhone. Desde então, eles se multipli- caram até superar os 1.800 símbolos, além de alegrar as conversas escritas. Um exemplo é o tenista Andy Murray, que contou sobre seu casamento no Twitter apenas usando emojis. Este recurso das imagens parece mais necessário com a chegada da comu- nicação eletrônica. Os emojis permitem que uma mensagem informal transmita emoções e sen- timentos que são difíceis de passar em conversas escritas, além de compri- mir a informação, ganhar espaço e, sobretudo, acrescentam um tom não conflituoso à mensagem, como se apaziguasse as relações, acabando com potenciais tensões. Um smiley no início e no final de uma mensagem garante que ela será lida em um estado de ânimo positivo, inclusive se a intenção é irônica ou de acusação. Os emojis se enriquecem a cada ano e podem ser lidos em qualquer dispositivo eletrôni- co, seja qual for à plataforma, progra- ma ou idioma. Até quando irão durar, isso ninguém sabe.
  6. 6. Niterói 29/12/16 a 14/01/17 www.dizjornal.com 6 Edgard Fonseca edgardfonseca22@hotmail.com Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Um Novo Padrão Inferior J á elogiei muitas vezes a empresa de transporte Araçatuba e os bons servi- ços das linhas em Santa Rosa e Icaraí. Entretanto, ultimamente têm aparecido por aqui (no jornal) muitas queixas de usuários contra esta empresa, especialmente nos ônibus das linhas 30 e 31. A principal de- las (e incoerente com os elogios que sem- pre fiz) é o mal trato a idosos. Fui verificar e assisti a má vontade dos motoristas em abrir a porta traseira para idosos. Muitas vezes idosos até na aparên- cia. Há uma espécie de intolerância, como se estivessem fazendo favor. O idoso tem direito legal a dispensa de pagamento de passagens, com ou sem cartão de idoso. A carteira de identidade é bastante para rece- ber o benefício, sem qualquer tipo de obs- trução. A obrigação do idoso é mostrar o documento na câmera que fica na entrada, para controle da empresa. Até aí, tudo cer- to. Mas, atualmente, independente da apa- rência incontestável, os cobradores estão exigindo que o idoso vá até onde eles estão e entregue o seu documento de identidade para “ser checado”. É uma ostensiva atitu- de de desconfiança, que constrange a mui- tos. Vi esta cena, sendo exigido a um ho- mem, bastante idoso, curvado e com clara dificuldade de locomoção. Foi-lhe pedido a comprovação, que ele o fez com certa Niterói Sem Hospitais A alegação de indisponibilidade foi do plano de Saúde DIX, que pertence a AMIL, para cirurgia ortopédica numa fratura na perna. Nada muito com- plexo, mas, o paciente teve que ser removi- do para o Rio de Janeiro. Ficou parecendo é que a rede hospitalar particular da cida- de está pior do que a pública. Como foi um acidente de trânsito (o paciente estava numa moto), foi removido pelos bombeiros para a emergência do Hospital Azevedo Lima, que prestou o pronto atendimento, corretamente. Como o paciente possui plano de saúde op- tou por um atendimento particular. Aí é que começou a dificuldade. O hospital público é quem comunica a ocorrência ao plano de saúde e o diagnóstico, que por sua vez faz a escolha da instituição particular e o enca- minhamento. Esta resolução levou em tor- no de 10 horas para ser resolvida; e restou ...ZAPS ...A Academia Fluminense de Letras está comemorando o seu centenário. Dentre as atividade programou para 5 de janeiro, quinta-feira, às 16h, um painel de expositores sobre a vida e obra de José de Anchieta. O Programa Aprendiz Música na Escola fará uma apresentação musical. Será na Igreja de São Lourenço dos Indios, onde se encontra retábulo considerado o mais belo exemplar da arte do jesuíta. dificuldade, visto que o ônibus encontrava- -se em movimento. Fui até o cobrador e perguntei diretamente: “existe alguma dú- vida que este homem é idoso e tem direi- to ao não pagamento da passagem?” Ele me respondeu que cumpria ordens e que não era ele quem determinava este tipo de checagem. Ou seja: neste relato ficou im- plícito que existe uma cobrança por parte da empresa que faça a verificação dos do- cumentos. Em casos duvidosos, acho até que deve fazer mesmo. Mas, é preciso um mínimo de critério e observação. Certas pessoas têm “escrito na testa” que passam, e muito, da idade mínima exigida. Para que este constrangimento? Será que temos tan- tos “velhinhos picaretas” usurpando o rico lucrinho das empresas? Já assisti, inclusive, um motorista fingir que não viu o idoso e não abriu a porta traseira; arrastou o co- letivo sem a menor atenção e urbanidade. Fiz esta experiência de entrar por trás no ônibus da linha 30 no ponto do Campo de São Bento. A porta já estava fechada quando o despachante mandou abri-la e veio me pedir para mostrar meus docu- mentos. O ônibus ficou parado, todos os demais passageiros esperando, para uma checagem de $3,50, e como se eu fosse um ”aplicador de golpe da passagem”. Apresentei-me calmamente para deixar explícito para todos os presentes a situa- ção em curso e a maneira como alguém como eu, que tenho idade bastante para não pagar mais passagens, somos tratados. Agradeci a gentileza por me considerar tão jovem bastante que pusesse em dúvida o meu comportamento. A intenção e entona- ção foram para me constranger, como se eu estivesse ali para dar um “golpe”. Os empregados de uma empresa não to- mam atitudes como essa por “livre recrea- ção”. É claro que existe uma dura cobrança por parte da direção. Transporte público que é um excelente ne- gócio, como ficou comprovado na CPI dos transportes de Niterói. É que o lucro fácil e abundante não deve estar sendo bastante ou a tal crise econômica “atingiu” os ricos empresários. O que querem? Diminuir o número de idosos usando o benefício, em ônibus que comumente vazios, (fora dos horários de pico), e repletos de lugares vagos? Será que esta lei vai tirar tantos acentos que vai por risco a saúde financeira das empresas? Tenham a santa paciência! a família niteroiense o ônus da distância, indo para um hospital na Tijuca. O proble- ma é de deficiência hospitalar privada, ou a AMIL quer dar fim nos antigos “Planos de Saúde DIX”, ciando dificuldades para empurrar novos contratos, feitos na AMIL? (evidentemente com valores majorados). O atual hospital de referência para usuários DIX é o Hospital de Icaraí, depois que a AMIL descredenciou o plano de saúde do Hospital de Clínicas de Niterói. Afinal, de quem é o “filho feio”?
  7. 7. Niterói 29/12/16 a 14/01/17 www.dizjornal.com 7 Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores A Difícil Travessia O ano de 2016 não vai deixar saudades, mas vai ficar eternamente na lembrança de to- dos nós. Foi um período muito difícil, de expiação, de novas e duras realidades, tanto econômicas quanto morais. Se observarmos bem, foi o ano da justiça e da projeção explicita das grandes injustiças. Caíram véus e reis tortos e malfazejos foram passar novos dias no calor da cadeia. Quando alguém poderia imaginar que o ex-governador Sergio Cabral e sua poderosa mulher, Adriana Anselmo iriam passar Natal e Réveillon no Complexo Penitenciário de Bangu, onde ferve e 50 graus é constante e “purificador”. Se alguma coisa simboliza o inferno, com seus demônios e larva ardente, Bangu, é a melhor e mais próxima representação. Por tudo... Bangu é o inferno! Cabral e Adriana, que nos últimos sete anos frequentaram o exterior, entre Nova Iorque, Paris, Londres e Roma, pelo menos três vezes por mês. (Pasmem, mas é isso mesmo. Frequentavam Paris como se fosse à esquina de sua casa). Luxo e riqueza a custas da miséria do Rio de Janeiro, que lhe foi entregue para cuidar. Agora, desfeita a quadrilha e o império do mal, vão amargar os confiscos, ausência de joias e objetos de arte, dos sapatos de solas vermelhas recobertas de euros e dólares, pois “reais é coisa para pobre”. Enfrentamos com dignidade as fugas da publi- cidade tímida de Niterói, os manejos para não cairmos nas armadilhas do dinheiro e do poder, e resistimos, quase solitários, a arrogância e a burrice de alguns. Nós, sem arrogância, mas com muita fé, podemos dizer que conseguimos atravessar, apesar de desejos contrários, da inveja dos incapazes e a tentação dos trapaceiros. Estamos de pé, e as- sim iremos caminhar. A todos os leitores, colunistas e colaboradores, a nossa gratidão e nosso desejo de dias melhores. Na paz, mas acima de tudo, dignos e olhando de frente. O Pré-Sal da Roubalheira O juiz Sérgio Moro está de férias. Quando voltar deverá decidir sobre o processo que investi- gou o pagamento de propina em obras de quatro platafor- mas contratadas pela Petro- bras por meio da Sete Brasil. Está transação foi feita para explorar o petróleo da camada do pré-sal, que fica a até sete mil metros de profundidade. Assim, a estatal criou a Sete Brasil, uma sociedade entre a Petrobras, bancos privados e fundos de pensão de estatais. Na 23ª fase da Lava Jato, divulgou-se um prejuízo pró- ximo R$ 1 bilhão com a Sete Brasil. É um prejuízo de muitos metros de profundida- de. É o pré-sal da corrupção. Nós, sem arrogância, mas com muita fé, podemos dizer que conseguimos atraves- A Intelectual do Ano A escritora e acadêmica Matilde Conti foi escolhida como a intelectual do Ano pelo Instituto Interamericano de Fomento a Educação, Cultura e Ciência. Matilde é também advogada, professora de Direito e presidente do Cenáculo Flu- minense de História e Letras. Novo Presidente do Tribunal de Justiça RJ O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) elegeu o novo presidente da Corte. O desembar- gador Milton Fernandes, de 64 anos, ven- ceu a desembargadora Maria Inês da Penha Gaspar, por 101 votos a 41. Agora, espera-se uma administração vigo- sar, apesar de desejos contrários, da inveja dos incapazes e a tentação dos trapaceiros. Estamos de pé, e assim iremos caminhar. A todos os leitores, colunistas e colabora- dores, a nossa gratidão e nosso desejo de dias melhores. Na paz, mas acima de tudo, dignos e olhando de frente. rosa, mas também conciliadora, após toda polêmica que envolveu a anterior eleição do desembargador Luiz Zveiter, que foi anula- da pelo Supremo Tribunal, que considerou, por maioria, o pleito inconstitucional. Mil- ton Fernandes vai representar a mediação e o respeito à legalidade.
  8. 8. Niterói 29/12/16 a 14/01/17 www.dizjornal.com 8 Renda Fina Aniversariantes da Edição Cesar Felipe Cury Valeria Hoelz Satiê Mizubuti Robson Fumassa Ana Paula Gomes Jourdan Amora Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Casamento de Fabiana e Rodrigo Otavio Dia D de Alessandra e Leonardo Encontro de Mestres Júlio CerinoJúlio Cerino Júlio Cerino Batista Filho As irmães Maria Eduarda e Livia CalhauFabiana Lucia Santos, Rodrigo Otavio Vaz da Silva, Carolina Carvalho Vaz e Lucas Santos da Mata Alessandra Purcino e Leonardo Almeida Os acadêmicos Waldenir Bragança e Savio Soares de Souza se encontram
  9. 9. Niterói 29/12/16 a 14/01/17 www.dizjornal.com 9 Conexões erialencar.arte@gmail.com E! Games dizjornal@hotmail.com Jêronimo Falconi Foi mesmo um Fenômeno? A “piada” de 1º de abril se tornou um dos maiores fenômenos da atuali- dade. Sim, na coluna dessa edição falarei novamente sobre Pokémon Go. O game foi recebido de maneira revolucioná- ria, e estimulou milhares de pessoas a se moverem, usando seus smartphones para capturar criaturas virtuais em parques e ruas de cidades, mudando a rotina de mui- tas pessoas, porém o impacto não durou muito tempo. Durante há primeira semana lançamento do aplicativo, os jogado- res deram em média 955 passos adicionais por dia - cerca de 11 minutos de caminhada, o equivalente a quase metade da atividade fí- sica recomendado pela Organização Mundial da Saúde. Contudo, após seis semanas jo- gando o Pokémon Go, o nível de atividade fí- sica dos usuários vol- tou ao que era antes do uso do aplicativo - cerca de 4.250 passos por dia. O jogo foi baixado mais de 500 milhões de vezes desde o seu lançamen- to, em julho, de acordo com o estudo, publicado na revista científica BMJ. Não é a primeira vez que a Nintendo incentiva seus consumidores a pratica- rem mais atividade física e a nova aposta da empresa só confirma essa premis- sa. E de conhecimento geral que o impacto inicial e a “febre” se perdem com o passar das sema- nas, porém o game trouxe uma verdadeira revolução na maneira como os jogos do futuro devem ser pensados. E mais, ape- nas a 1ª geração de monstros de bolso foi lançada no App e essa semana já começou a serem introduzidos alguns da segunda ge- ração, o que tende a aumentar novamente a atividade dos “pokemaniacos” de plantão. Ainda é cedo para prever o caminhar dessa “franquia”, até porque apenas 154 poké- mons estão disponíveis no jogo, quando na realidade existem 801 monstrinhos na serie de games. Outro fator que pode revi- ver a “febre” são as cons- tantes atualizações que o game vem recebendo que vão desde melhorias e correções de erros, até in- clusão de novas formas de localizar aquele pokémon que falta em sua pokédex. Porém as atualizações mais esperadas são sem dúvida alguma a possibilidade de batalhas entre usuários e a troca de pokémons com seus amigos. Até a próxima. Invadindo o Sinal Ônibus sempre foi um veículo terrível no trânsito, por ser maior, pela tradição das empresas de transporte não serem muito rigorosas com os motoristas, etc. An- dava de moto e tinha medo de ônibus, pois eles pare- ciam que iam nos matar. Nunca seguiram regras rígidas e até mesmo os guardas de trânsito nunca foram muito rigorosos com eles. Talvez por saber que iriam multar e nada ia acontecer, pois as empresas de ônibus sempre tiveram regalias com as prefeituras. Mas, atualmente, não dá mais para não respeitar regras do trânsito. Agora existem as denúncias públicas, e é isso que quero fazer aqui. Este ônibus da foto, desta empresa vermelha, nú- mero 1.5.077, que vem de Santa Rosa, invadiu o sinal na Rua Domingues de Sá com Roberto Silveira. Não deu a mínima para os carros que vinham na mão. Por pouco não bateu no meu carro. Fotografei-o de costas. Está aí. Denunciem este mau motorista e esta empresa que tem maus funcionários. Terra de Ninguém Todo mundo sabe que a coisa está feia e todos que- rem sobreviver, mas tenho que protestar. Tenho em- presa em Niterói, pago meus impostos, taxa de tudo quanto é jeito, e até para um pequeno letreiro, pago licença, temos que apresentar projetinhos e etc. Tudo na lei, bonitinho. E aí de mim se fizer qualquer coisa “fora da Lei”. Vou ser multado e o que mais existir. Mas, a lei tem que ser para todo mundo. Se sou fiscalizado e marcado na pressão, não posso achar normal duas mu- lheres, com aparelhagem de som, vozes esganiçadas e terríveis, pendurar cartaz no pescoço, levar placa para o meio da rua, em plena Amaral Peixoto, para mercar seus negócios de compra e venda de ouro, jóias ou sei lá mais o quê! Fui à agencia dos Correios, no número 300 da Avenida, e tive, (como todas as pessoas que estavam na fila) que aguentar aquela mulher com microfone na boca gritando no pé do ouvido de todos nós. Ninguém fisca- liza esta gente. Quem tem medo deste pessoal que vende e compra ouro? Porque eles fazem o que querem. Mostram que o Centro de Niterói é terra de ninguém. Quer dizer, deles! Que fazem o que querem e ninguém fiscaliza! É um insulto a quem paga seus impostos. Absurdo mesmo! Vai Ser uma Pena Vou sempre à Reserva Cultural em São Domingos e acho o local de padrão internacional. Está tudo certo, exceto a frequência. Falta gente, o local fica vazio, e já fui à sessão de filmes que só tinha eu, meu marido e uma ou outra pessoa. O cinema inteiramen- te vazio. Vai ficar difícil manter um espaço como aquele sem uma divulgação adequada e que sustente um fluxo de clientes para sua sobrevivência. Já comentei com muita gente que nem sabe que aquilo existe. A prefei- tura deveria fazer alguma coisa para o bem da cidade. Vai ser uma pena desperdiçar um local tão bom, em todos os níveis. Vai ser uma pena!
  10. 10. Niterói 29/12/16 a 14/01/17 www.dizjornal.com 10 Fernando Mello - fmelloadv@gmail.com Fernando de Farias Mello ATENÇÃO PARAA MUDANÇA Novos e-mails do Jornal Diz Redação dizjornal@hotmail.com | contato@dizjornal.com Editoria edgardfonseca22@hotmail.com Fernando Mello, Advogado www.fariasmelloberanger.com.br e-mail: fmelloadv@gmail.com Confusões em 2016 O Brasil deu várias guinadas neste ano de 2016, que considero um ano perturbador, modificador de conceitos e opiniões. Também foi um ano confuso. Finalmente, mandaram os deputados e se- nadores trabalharem, fazendo horas extras. Claro que os congressistas receberam, e muito bem, por todas as votações e etc. O ano de 2016 revelou que um juiz de pri- meiro grau, aquele cujos despachos e sen- tenças podem ser modificados através de recursos, mexeu com pessoas importantes sem violar qualquer dispositivo legal. A coragem e determinação do Juiz Sérgio Moro começaram a mudar a face do Brasil quando se fala em impunidade e respeito às leis e, como nada neste país quando é para o bem é fácil de ser executado, as mudan- ças seguem aos trancos e barrancos. Mexendo com as cuecas do poder sujo, onde imperava a impunidade dos coronéis, o Congresso ameaça reação contra o Judi- ciário, leia-se Sérgio Moro e STF. Contra o Juiz Moro, nada há o que fazer, pois suas decisões até agora proferidas qua- se não estão sendo modificadas pelas instâncias superiores, como se sabe. Com tudo isso que está acontecendo com o nosso Brasil, principalmente a operação Lavajato e as operações sub- sequentes como a Calicute, que levou Sergio Cabral e sua “exemplar espo- sa” Adriana para a prisão, seguimos (pelo menos como povo) assistindo os governantes, deputados e senadores, que estão envolvidos, chegarem ao desespero e à prisão. Os políticos fazem força para dar ares de “golpe baixo” nas decisões judiciais quando o juiz Sergio Moro apenas aplica a lei. Simples. Alguns mais “coronéis” como Renan Calhei- ros querem dar motivação a uma crise entre poderes, que foi amainada pelo STF, sabendo do temperamento arre- dio do senador alagoano atolado na lama da ilegalidade. Na verdade, Ca- lheiros está desesperado. Brasília trabalhou, mas trabalhou mui- to mais para si mesmo, tentando se li- vrar de caixa 2 e de outras ilegalidades do que para o povo. Só sei que se a opera- ção Lavajato fosse nos EUA, esses políticos captadores de dinhei- ro público estariam condenados à dezenas de anos. E se esses corruptos estivessem na China, esta- riam finalmente encostados no paredão aguardando chumbo. Todos eles. De- lação premiada na China transforma a pena de morte em prisão perpétua. Penso que falta prender o grande chefe da quadrilha e acho que o Juiz Moro, mes- mo tendo ouvido com hu- mildade os protestos mais que veementes do advogado de Lula numa audiência, vai proceder conforme a lei. Explico que advogados e juízes estão no mesmo patamar hierár- quico. A diferença é que o juiz profere a sentença e o advogado recorre se (seu cliente) quiser ou se sentir forçado pelas circunstân- cias a fazê-lo. Confesso que aguardei até o li- mite do fechamento desta edição do Jornal Diz para saber se o Juiz Moro mandará Lula para prisão. Por um pequeno espaço de tem- po, sonhei que o Lula fosse para prisão como um presente dado pelo Moro ao povo brasileiro. Sonhei, sim, eu sonhei! E 2016 terminou com a decepção dos petistas, que sempre elenca- ram o sistema Globo como filhos dos coxinhas e que agora manda o cacete no Temer. É golpe! Dilma saiu? Foi Golpe! Fidel morreu? Foi golpe! E se Te- mer cair, não será golpe... Como? Espero que o ano de 2017 seja muito melhor que o terrível ano 2016. Xô, ano ruim! Alerj. Aqui você tem poder. Baixe na Chegou o aplicativo Carteirada do Bem. As leis daAlerj servem para quem tem sede de justiça. Ou só sede, mesmo. Lei Estadual 2424/95: “Bares e restaurantes estão obrigados a oferecer água filtrada de graça quando solicitada pelo cliente.”
  11. 11. Niterói 29/12/16 a 14/01/17 www.dizjornal.com Pela Cidade 11 Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores E stão abertas as inscrições para a edição 2017 do Prêmio FIRJAN de Ação Ambiental, que tem cinco categorias: Gestão de Água e Efluentes, Biodiversi- dade e Serviços Ecossistêmicos, Gestão de Gases de Efei- to Estuda (GEEs) e Eficiência Energética, Gestão de Resí- duos Sólidos e Relação com Públicos de Interesse. Serão premiadas empresas do estado do Rio que se destacam em desenvolvimento sustentável e gestão ambiental. O prêmio reconhece o empenho do setor empresarial no aprimoramento de processos produtivos, na implantação de projetos socioambien- tais e em iniciativas que vão além das obri- gações legais. No Leste Fluminense, a edição anterior premiou as empresas Construtora Fernan- des Maciel, de Niterói; Laboratórios B. Braun, de São Gonçalo; e Águas de Jutur- naíba, de Araruama. Podem participar empresas de todos os portes que tenham desenvolvido ações no estado do Rio de Janeiro. As inscrições podem ser feitas no sitewww.firjan.com. br/acaoambiental, onde também está dis- ponível o regulamento completo. Maiores informações: premioambiental@firjan.org.br. Prêmio FIRJAN de Ação Ambiental O Grande Irmão E sta semana foi marcada pela passagem do reve- renciado e querido Irmão Amadeu. Faleceu no Rio Grande do Sul, estado onde nasceu, em 1920, no então município de Montenegro; mas foi enterrado em Niterói, onde passou a maior parte da sua vida. Ele foi uma das pessoas conhecidas com maior número de admi- radores e amigos, das mais diversas idades. Dedicou-se a vida religiosa desde os 18 anos e aos 26 tornou-se profissão perpétua. Passou todo seu tempo com dedicação exclusiva à educação como irmão Lassalis- ta. Foi presidente da Associação Brasileira de Educadores Lassalista (ABEL), onde foi professor, coordenador, diretor de educação básica e superior e provincial. Era muito dedicado aos seus ex-alunos e sempre tinha a sua marca em algum episódio na vida de todos. Fará falta, mas viveu plenamente os seus 96 anos. Irá em paz pregar e educar em outros planos. Ele era um homem de Deus e assim o será sempre. Aumentos e Alíquotas O s vereadores de Niterói aprovaram na sessão ex- traordinária no dia 27 corrente a mensagem exe- cutiva 13/2016 que alterou de 11% para 12,5% a alíquota de contribuição previdenciária da Nit-Prev, (Ins- tituto Previdenciário dos Servidores Municipais). O proje- to inicial, sugerido pelo executivo, teria uma alíquota de 14%, mas acabou sendo reduzida. Também, na mesma sessão, aprovaram a mensagem 19/2016 que acaba com possibilidades dos servidores incorporarem a seus salários originais, gratificações rece- bidas por exercícios de cargos ou chefias. Além disso, a Câmara aprovou o orçamento de 2017 da Casa e o rela- tório final da CPI que apurou irregularidades no serviço que a antiga Ampla, atual Enel, presta aos contribuintes de Niterói.
  12. 12. Niterói 29/12/16 a 14/01/17 www.dizjornal.com Em Foco 12 Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores A Rua dos Gatos D urante a semana que passou, recebemos várias de- núncias a respeito de uma criação e manutenção de gatos de rua e o pedido de providências, sob as mais diversas alegações. As pessoas, algumas anônimas, e outras explicitas (mas que pedem que não revelem seus nomes), alegam que apesar de existir até a formação de um grupo no WhatsApp con- tra a proliferação desordenada desta população de felinos, temem por represálias de pessoas, ditas protetoras de ani- mais, que em outras oportunidades agiram agressivamente. É claro que se deve reconhecer a intenção bondosa e al- truísta de uma senhora residente na Rua Pastor Manoel Avelino de Souza, no Bairro de Fátima, que com a melhor das intenções alimenta uma população de gatos de rua. En- tretanto, estas ações também pressupõem cuidados e res- ponsabilidades. O fato de colocar ração para os gatos na rua atrai ratos, pombos e insetos. Os recipientes com água parada em diversos pontos da rua irão funcionar como criatórios de mosquitos, inclusive os vetores de Dengue, Zika e Chikungunya. A nossa reportagem foi até o local para apurar todas as de- núncias, que se confirmaram. A população de gatos existe, embora não tão numerosa como foi descrita. Encontramos dois veículos estacionados em frente ao prédio desta se- nhora, que foram denunciados como depósito de ração e potes para alimentos e água. Realmente os dois veículos encontram-se estacionados com características de abando- no e utilizados como depósito; um deles, uma perua Ford Belina antiga, com pneu vazio, confirma a denúncia que está ali sem movimento há muito tempo. No Renault Clio preto também é possível ver estes utensílios, vasilhas e ra- ção. Os dois carros são usados livremente pelos gatos que dormem no teto e o mau cheiro de urina é evidente. Tam- bém encontramos, na rua de cima umas pequenas casas improvisadas, feitas com plásticos e restos de madeira, que se assemelham às de um acampamento dos “Sem Terra”. Em conversas com moradores, disseram que chamam o local de “favela dos gatos”. Tentamos contato com esta senhora, tocando a campainha do seu apartamento, mas não obtivemos resposta, ape- sar da nossa insistência. Queríamos ouvi-la, na medida em que ouvimos o Serviço de Controle de Zoonozes e o pro- fessor da UFF e doutor veterinário Aristeu Pessanha. Ele nos disse: “a maior preocupação, e que se configura em populações numerosas em animais de rua, é uma doen- ça chamada Esporotricose, que também é transmitida por pombos. Ela é muito perigosa, de tratamento muito espe- cífico e pode ser letal- tanto para os animais, como para os humanos. Os pombos (que hoje são protegidos por lei de preservação) costumam ocupar caixas de aparelhos de ar refrigerado. A transmissão da doença se faz através do ar contaminado que o aparelho joga para dentro de ambien- tes, geralmente fechados. Essas situações fora do controle, são promíscuas e tudo se mistura: gatos, ratos, pombos e baratas. Daí, tudo pode acontecer, desde leptospirose, leishmaniose e outras zoonozes. O ideal é controlar es- tas populações através de castrações. Com gatos de rua é ainda mais difícil e oneroso, embora seja inteiramente necessário. Existem serviços públicos de castração, inclu- sive da UFF. A grande questão é a ação de captura para efetivar essa contenção. O ideal seria uma ação conjunta da UFF com o Controle de Zoonose, incluindo a presença dos defensores dos animais. A ideia é preservar os animais, desde que as pessoas sejam também resguardadas destas enfermidades. É preciso manter a saúde.” Ouvimos também o chefe do Centro de Controle de Zoo- noze do município Francisco de Faria Neto, que confirmou que esta situação no Bairro de Fátima é antiga, e que o CCZ junto com a CLIN já fez diversas intervenções neste local, recolhendo as “casinhas de gatos” em via pública, vasilhas e outros recipientes que possam conter água es- tagnada. Ele disse: “Esta é outra grande preocupação. O verão está aí e o perigo aumenta.” Francisco Faria afirmou que repetidamente alguém faz queixas a respeito dessa se- nhora, que também reconhece a boa intenção, mas que da forma aleatória como procede acaba criando condições para proliferação de zoonoses diversas. Reiterou: “é uma situação complicada, pois este comportamento desorde- nado, do ponto de vista da saúde humana, é inteiramente arriscado e possivelmente danoso. Por outro lado, já fomos até denunciados por não estarmos tratando de preservar a questão animal. É difícil administrar, e temos uma serie de razões lógicas: a nossa função e combater e controlar zoonoses. Buscamos a preservação da saúde das pesso- as, embora não tenhamos qualquer intenção de prejudicar animais. É uma questão de coerência nas ações. Vamos ter que fazer outra intervenção neste local, e iremos com o pessoal da CLIN. Vamos passar uma revista severa e vamos adequar o ambiente. Os moradores, que estão preocupa- dos, podem estar certos que iremos dar um ordenamento nessa situação.” O jornal DIZ vai continuar acompanhando todas as ações e resultados objetivos. Belina e gatos que dormem Casa de gatos Recipientes de água estagnada Clio depósito de alimento para gatos Comida dentro do carro Gato mistiço Fotos Batista Filho

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