O Papel do Estado na Economia da Justiça
Amanda Medeiros Laize Mata Rodrigo Ogawa
Ana Victória Freitas Letícia de Cássia S...
1. Introdução ao Tema
• Sociedade: Conjunto de pessoas organizadas que compartilham propósitos, gostos,
preocupações e cos...
1.1 Demonstrando a Temática
2. Economia na Colônia (XVI e XVII)
• Comandada por Portugal, mantinha a exclusividade nos negócios com a colônia, e
conco...
2.1 Fotografando a Questão
3. Revolução Industrial (XVIII)
• A economia industrial sofreu grandes modificações a partir da segunda metade do
século X...
3.1 Ilustrando o Tema
4. Grande Depressão (Século XX)
• Afetou a economia de 1929 a 1934 com uma recessão generalizada em que as
vendas eram mac...
4.1 Relatando o Problema
5. Estado Novo (XX)
• O marco da industrialização no Brasil, baseando – se em um forte intervenção
econômica do estado com...
5.1 Demostrando o Ponto
6. Grandes Indústrias – Governo JK (XX)
• Juscelino Kubitschek implantou o “Plano de Metas” que desenvolveu o país
em área...
6.1 Tipificando a Discussão
7. Governo Ditatorial – Castello Branco (XX)
• A primeira atitude foi anular as reformas de base, criando um estatuto da t...
7.1 Representação do Inquérito
8. Economia Após a Recessão de 2008
• Crise econômica global precipitada pela falência do banco de investimentos
americano...
8.1 Estampando o Conteúdo
9. Economia Solidária
• A economia da justiça é uma forma contemporânea de produção, consumo e
distribuição de riqueza cen...
10. Amostrando a Situação
O Papel do Estado na Economia da Justiça
Amanda Medeiros Laize Mata Rodrigo Ogawa
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O Papel do Estado na Economia da Justiça (Economia Política)

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O Papel do Estado na Economia da Justiça (Economia Política)

  1. 1. O Papel do Estado na Economia da Justiça Amanda Medeiros Laize Mata Rodrigo Ogawa Ana Victória Freitas Letícia de Cássia Silva Thayla Moraes Brenda Engelke Nathália Amaral Vitória Abreu Helíssia Coimbra Rafaella Pombo Juliana Leão Raíza Coelho
  2. 2. 1. Introdução ao Tema • Sociedade: Conjunto de pessoas organizadas que compartilham propósitos, gostos, preocupações e costumes. • Estado: Entidade com poder soberano para governar um povo dentro de uma área territorial limitada. • Economia: Ciência com propósito de estudar os processos de produção, distribuição, acumulação e consumo dos bens materiais. • Justiça: A virtude por excelência, a mestra e rainha de tudo que está em equipendência com o direito, e na consequência, com a harmonia social.
  3. 3. 1.1 Demonstrando a Temática
  4. 4. 2. Economia na Colônia (XVI e XVII) • Comandada por Portugal, mantinha a exclusividade nos negócios com a colônia, e concomitantemente com o aumento do capitalismo mercantil. • O pau – brasil foi a primeira atividade econômica exercida no Brasil. Posteriormente, com a raridade da árvore, foram introduzidas outras culturas de cultivo e iniciadas atividades de agronegócios. • A economia colonial tinha o objetivo de satisfazer a metrópole comprando de Portugal todo o necessário para que pudesse se desenvolver.
  5. 5. 2.1 Fotografando a Questão
  6. 6. 3. Revolução Industrial (XVIII) • A economia industrial sofreu grandes modificações a partir da segunda metade do século XVIII quando começou a revolução industrial. • O sistema capitalista transitou do comercial para o industrial. Dos alimentos até os utensílios, as máquinas estavam presentes na produção, e a distribuição foi inserida em uma nova relação trabalhista. • O Brasil iniciou seu processo de industrialização na terceira fase. Apesar do atraso, a nação sofreu grandes modificações na produção, e principalmente, nas relações trabalhistas.
  7. 7. 3.1 Ilustrando o Tema
  8. 8. 4. Grande Depressão (Século XX) • Afetou a economia de 1929 a 1934 com uma recessão generalizada em que as vendas eram maciças mas a queda de preços era uma constante. • A repatriação de capitais norte – americanos, associada à brusca redução das importações pelos Estados Unidos afetou todo o mundo com uma gravíssima crise industrial e financeira. • O Brasil foi afetado pela retração nos investimentos estrangeiros e a redução das exportações de matérias – primas.
  9. 9. 4.1 Relatando o Problema
  10. 10. 5. Estado Novo (XX) • O marco da industrialização no Brasil, baseando – se em um forte intervenção econômica do estado com a centralização do poder. • O modelo tinha como base a organização econômica de países nazifascistas, porém, o avanço sem precedentes do sistema se espalhou para o mundo. O Brasil adotou a gestão no governo de Getúlio Vargas (Fundação Getúlio Vargas). • A representação magna era a união da grande propriedade agrária com a burguesia industrial.
  11. 11. 5.1 Demostrando o Ponto
  12. 12. 6. Grandes Indústrias – Governo JK (XX) • Juscelino Kubitschek implantou o “Plano de Metas” que desenvolveu o país em áreas prioritárias de desenvolvimento econômico, especialmente nas áreas de infra – estrutura e industriais. • JK abriu a economia para o mercado internacional, atraindo o investimento de grandes empresas com o lema “cinquenta anos em cinco”. • Com a instalação de multinacionais a migração para a região sudeste foi recorde. O êxodo rural propiciou o aumento na geração de emprego e renda.
  13. 13. 6.1 Tipificando a Discussão
  14. 14. 7. Governo Ditatorial – Castello Branco (XX) • A primeira atitude foi anular as reformas de base, criando um estatuto da terra que promoveu uma reforma agrária. • O cruzeiro – novo foi adotado como nova moeda para recuperar os salários do país que estavam em crise. • O recém – criado Banco Nacional da Habitação (BNH) firmou apoio no financiamento das casas populares.
  15. 15. 7.1 Representação do Inquérito
  16. 16. 8. Economia Após a Recessão de 2008 • Crise econômica global precipitada pela falência do banco de investimentos americano Lehman Brothers. Como consequência, outras grandes instituições europeias quebraram marcando o início de uma estagnação mundial. • A expansão de crédito sem controle ocasionou queda recorde nos dólares. O governo americano precisou realizar uma convocação de estímulos mundiais para conseguir amenizar a situação. • O Brasil, apesar de ter resistido aos efeitos mais drásticos, ainda apresenta um mau comportamento fiscal do governo, e as marcas do ocorrido ainda são sentidas pela população, principalmente nas questões administrativas e tributárias.
  17. 17. 8.1 Estampando o Conteúdo
  18. 18. 9. Economia Solidária • A economia da justiça é uma forma contemporânea de produção, consumo e distribuição de riqueza centrada na valorização do ser humano, suprindo suas necessidades em detrimento da importância dada ao puro capital. • Esse modelo é multidimensional, visto que sua abrangência é pluralista para atingir as questões humanísticas, especialmente dos países hipossuficientes. • Diferentemente do “Terceiro Setor”, o papel estatal é de fundamental importância para a consolidação da distribuição social rentável e sustentável.
  19. 19. 10. Amostrando a Situação
  20. 20. O Papel do Estado na Economia da Justiça Amanda Medeiros Laize Mata Rodrigo Ogawa Ana Victória Freitas Letícia de Cássia Silva Thayla Moraes Brenda Engelke Nathália Amaral Vitória Abreu Helíssia Coimbra Rafaella Pombo Juliana Leão Raíza Coelho

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