Ordem internacional e globalização pos em geografia FIES

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DISCIPLINA DO CURSO DE GEOGRAFIA - POS FACULDADE ESPIRITA CURITIBA PR

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Ordem internacional e globalização pos em geografia FIES

  1. 1. Ordem Internacional e Globalização Prof. Dr. Vladimir Luís de Oliveira
  2. 2. Teorias da globalização Teóricos da transição: a globalização como passagem da mornidade a pos modernidade Teóricos da cultura e globalização – Renato Ortiz cultura e mundialização Teóricos do imperialismo Teóricos da globalização Críticos a globalização – “O MUNDO NÃO É GLOBAL” – Rirch e Tompson TEORIAS DE redes - Castels Teorias da economia Mundo – Wellerstein e Arrigui
  3. 3. Cultura e mundialização/ globalização
  4. 4. CULTURA E GLOBALIZAÇÃO “os artefatos culturais e os universos simbólicos que se globalizam são ocidentais são ocidentais e , por vezes, especificamente norte- americanos, sejam eles o individualismo, a democracia politica, a racionalidade econômica, o utilitarismo, o primado do direito, o cinema, a publicidade, a televisão, a internet, etc.”(SANTOS, p.45) Indagação.... Deveríamos falar em globalização da cultura, ocidentalização ou americanização?
  5. 5.  A globalização das técnicas leva a unificação do espaço, “o mundo ficou menor”.  A mundialização é detectada por objetos mundializados: McDonalds,Coca-cola, Revlon, tvs, CDS, automóveis,literatura (José Saramago, Paulo Coelho, etc), programas de TV (Discovery)  As organizações transnacionais cm seus produtos mundializados, balizam o espaço mundial. ◦ Deslocalização da produção e a formação de uma cultura global; ◦ A produção industrial e consumo são independentes do valor de uso A INDÚSTRIAGLOBAL E ACULTURAINTERNACIONAL POPULAR(RENATO ORTIZ)
  6. 6.  Intelectuais da produção trabalham dentro da dinâmica do mercado global;  A mundo passou do capitalismo fordista para o capitalismo flexível; (Escola da regulação)  O desenraizamento da produção e a universalidade dos produtos é fundamental p/ o pensamento administrativo; (Ortiz)  As novas empresas globais e seus administradores são mais frios e racionais são mais frios em suas decisões, abandonando as filiações com povos e lugares; (Ortiz)
  7. 7. Globalização produz homogeinidade ou diversidade? Padronização e diferença são os dois lados da moeda da produção e da cultura mundializada; a intensidade da globalização é desigual ao considerar aspectos do mercado consumidor. Ex. no Brasil o público leitor é muito menor que o europeu em razão da baixa escolarização. Descolamento das tradições locais em relação as artes, as línguas e a alimentação; (ORTIZ) Há uma coabitação entre processos homogeinizantes e particularizantes bem como processos de hibridização (Hall e McGrew apud B.S.santos)
  8. 8. Filme: história das coisas
  9. 9. globalização como passagem da modernidade a pos-modernidade
  10. 10. Enigma do capital Geografia econômica David Harvey
  11. 11. ANALISE ESTRUTURAL DAS REFLEXÕES DE HARVEY POSSUI 4 MOMENTOS DISTINTOS: Fase liberal e neopositivista – (1969) – Acreditava no neopositivismo lógico. Obra: Explanation in Geography Fase do Marxismo Espacializado (1970-1985) – estas ideias fazem sucesso até o momento da difusão das ideias pós-modernas nas universidades. Obra: The Limits to capital Fase Pós-moderna/marxista (déc.90) – Revisita certas teses evolucionistas do marxismo à luz das teses pós-modernas. Obra: A condição pós-moderna. Fase Marxista “altero-mundialista” “(2003- atual) – ela avança em uma forma autônoma a de interpretação do marxista, com base nos fundamentos da geografia econômica. Obra: The new imperialism (2003); spaces of global capitalismo (2006); enigma do capital (2008), etc.
  12. 12. As ideias mais constantes na Geografia de David Harvey – EPISTEMOLOGIA TEÓRICA “A evidência empírica nunca é suficiente para se convencer o valor de um resultado sócia, político ou econômico. Para compreender um fenômeno social, precisa-se de uma teoria... essa teoria é a marxista.” Paul Claval 1.ª premissa
  13. 13. As ideias mais constantes na Geografia de David Harvey – EPISTEMOLOGIA TEÓRICA Harvey tenta em seus trabalhos esclarecer a dinâmica do capital e sua dinâmica global, mesmo quando estuda o local. Compressão espaço-tempo, diferente do espaço cartesiano que é estático. Característica da sociedade capitalista. A vontade de construir uma ciência útil à classe operária, aos pobres, aos excluídos, aos marginais. 2.ª premissa 3.ª premissa 4.ª premissa
  14. 14. A reintrodução da dimensão espacial na teoria marxista por David Harvey Para evitar superacumulação (excesso de dinheiro), capitalistas recorrem à produtividade do capital no futuro (através da construção de infraestruturas ou equipamentos) ou no espaço(através do equipamento de outros países). Porém, o capital fixo incrustrado no solo – usinas, ofícios, habitações e escolas, assim como o capital imobilizado nas infraestruturas de transporte e comunicação – age como um potente obstáculo às transformações geográficas e à realização das atividades capitalistas. Os preços da terra tornam-se mais altos. O estado investe em infraestrutura. Os empregados se sindicalizam. O resultado disso é a tendência de migração das zonas industriais.
  15. 15. geografia econômica da cidade - geografia econômica e globalização - Harvey DAVID HARVEY mostra a ligação estreita entre a dinâmica econômica do capitalismo, a urbanização, as lutas ideológicas e a necessária construção de uma consciência revolucionária. A evolução da economia atual é influenciada pela pós modernidade. O mundo ocidental transita do modelo fordista-keynesiano para um modelo Flexível-neoliberal. CONCLUSÃO O sucesso atual da teoria de Harvey deve-se à crise financeira do capitalismo: o sistema de desregulação teorizado pela economia liberal levou em 2008 à pior crise desde 1929. A reação dos Estados foi assaz rápida e forte para evitar uma catástrofe geral, mas a situação permanece difícil. O que dizia David Harvey há anos era que o capitalismo envolvia, mas que sua natureza não mudava e era passível a contradições e a crises.
  16. 16. A crise financeira e imobiliária américa (2006-2008) Representou perdas de 93 bilhões de dólares. 2 milhões de amircanos perderam suas casas e 4 milhões estavam prestes a perder. 2008 - “CRISE DAS HIPOTECAS SUBPRIME” – houve desmantelamento dos bancos em wall street. Efeito global –marco é a falência do Lehman Brothers. 2009 – o efeito desta crise afetou os tigres asiáticos que reduziram suas exportações em 20%. Comércio global caiu 1/3 afetando países como Brasil e Alemanha. Houve queda no valor de matérias-primas e no barril do petróleo. Isso fatou a Venezuela e a Rússia. FMI afirma que em 2009 mais de 50 trilhões de dólares foram destruídos em ativos. Ex: PIB BR = 2,3 trilhões, PIB EUA=16,77 trilhões, PIB CHINA=9,27 trilhões.
  17. 17. Capital real X capital ficticio “as crises financeiras servem para racionalizar as irracionalidades do capitalismo.” Harvey Produção mundial = 45 trilhões de dólares (2005) Mercado financeiro = 600 trilhões de dólares (2005) Este capital movimenta-se espacialmente – O dinheiro é reunido em uma região para utilizar recursos de trabalho de outro lugar e pode-se depositar o dinheiro em outro banco de outro lugar. O mesmo serve para as matérias- primas.
  18. 18. PIB COMPARATIVO – VÁRIOS PAÍSES (1960-2013)- BANCO MUNDIAL/GOOGLE
  19. 19. ESTADOS E GLOBALIZACAO FORMAÇÃO DO ESTADO TEM PARTE IMPORTANTE NA FORMAÇÃO DO CAPITALISMO. ESTADOS ESTÃO SUJEITOS A DIVERSAS MUDANÇAS EM SEU FUNCIONAMENTO DADA AS PRESSÕES IDEOLÓGICAS: EX: NEOLIBERALISMO NOS ANOS 70 HÁ DIVERSAS SAÍDAS POSSIVEIS SOBRE O PERFIL DO ESTADO PARA CONTER A CRISE ECONOMICA. VIVEMOS UMA ÉPOCA EM QUE A POLÍTICA FOI DESPOLITIZADAE MERCANTILIZADA QUAL A SAIDA? SOCIALISMO? KEYNESIANISMO?
  20. 20. Fontes: HARVEY, David. O enigma do capital HARVEY, David. A condição pós-moderna. CLAVAL, Paul. Marxismo e geografia econômica na obra de David Harvey PIKETTY, Thomas. A economia da desigualdade. Filme: Michael Moore: Capitalismo – uma história de amor?
  21. 21. IMPERIALISMO E GLOBALIZAÇÃO AULA 3 – GEOGRAFIA ECONÔMICA PROF. VLADIMIR
  22. 22. OTAVIO IANNI – GLOBALIZAÇÃO E IMPERIALISMO Globalização e imperialismo não se negam mas se complementam; Imperialismo diz respeito a um processo histórico que relaciona metrópole e colônia/países dependentes. Pelo globalismo as empresas transnacionais rompem as barreiras nacionais, movimentam-se pelos continentes ilhas e arquipélagos. Sob o âmbito d globalismo se desenvolvem o imperialismo, nacionalismo e regionalismo.
  23. 23. Wilson cano – notas sobre o imperialismo hoje Ações imperialistas de Estados sobre territórios antecede ao capitalismo. Sob o capitalismo o sistema de exploração aumentou a ênfase se da na acumulação (metais preciosos, comercio negreiro, colonização, etc). Na passagem da primeira para a segunda revolução industrial (meados sec. XIX), o imperialismo passa a ser estagio superior do capitalismo. São sete pontos (p.132) NO final da segunda grande Guerra (1945) o mundo passa a ser bipolar. Guerra fria obrigou os países capitalistas a reinvestirem na reconstrução. A partir dos anos 70, capitalismo entra em sistema de crise, crise nos países ricos,, estagnação, inflação e crise da divida externa no terceiro mundo. O imperialismo adotou como estratégia neste contexto:  Ataque frontal aos Estados Nacionais já financeiramente debilitados, afirmar a supremacia do mercado sobre a ineficiência adminostrativa do Estado.  Utilização de novas tecnologias para explorar novos mercados
  24. 24. Wilson cano – notas sobre o imperialismo hoje (2 parte) Exploração de novos mercados pelos capitais privados das grande spotencias, levou a constituição de grandes blocos econômicos: NAFTA – EUA CEE – Alemanha e França Espaço asiático – Japão  Quebra dos monopólios públicos via privatização, desregulamentação da movimentação dos capitais, reestruturação produtiva, não eliminou as fronteiras periféricas a penas a redesenhou: 1)Leste Europeu/Russia 2) África 3) America Latina  Reestruturação produtiva provocou fusões, desnacionalização de empresas.  Novas tecnologias alterou processo produtivo associando flexibilização do trabalho, desemprego, sucateamento do capital produtivo e substituição de insumos tradicionais.
  25. 25. ROSA MARIA MARQUES – GLOBALIZAÇÃO E ESTADOS NACIONAIS Global e globalização não são palavras neutras e possuem forte teor ideológico. Intenta apresentar o mundo como um comlexo sem frnteiras e grandes empresas sem nacionalidades. Um desenvolvimento “natural” do capitalismo. Partindo de Chesnais, tal fenômeno deveria ser chamado de mundialização e deve ser entendido mais como um sistema de reorganização do capital industrial do que um sistema de trocas. Movimentação de capitais hoje é facilitado pelas novas tecnologias. Observa-se crescente felixibilização de trabalho, o capital movimenta-se procurando mao de obra mais barata, ampliar e reduzir a demanda confrme o mercado sem grandes custos. Teoricos de esquerda e direita afirmam que os estados nacionais estão mais enfraquecidos. Concluindo: mundialização é um novo padrão de organização de empresas munduais oligopolistas, apoiada na liberalização financeira e pela perda da capacidade do Estado em organizar a economia e politicas publicas.
  26. 26. Imperialismo e globalização – PAULO G. FACUNDES VIZENTINI GLOBALIZAÇÃO é um processo inerente ao capitalismo, mas hoje faz parte da revolução técnico-cientifica da produção (RTC). O divisor de aguas da globalização atual é o fim da guerra fria com o fim da URSS. A contemporaneidade tem sido marcada por diferentes modelos de internacionalização cuja base é o modelo tecnológico, econômico e social (diferentes modelos de regulação e acumulação). O RTC ou é a resposta ao crise ao regime de acumulação, gerando um mais profundo processo de globalização. Isto não abriu portas ao multilateralismo, mas sima composição de novos blocos econômicos. EX: NAFTA, BLOCO ASIÁTICO, ETC
  27. 27. Globalização: uma nova fase do capitalismo? Jorge Miglioli A globalização é uma expressão ideológica que expressa a ideia de internacionalização entre os países como se tudo ocorresse em processo de igualdade. No inicio do capitalismo comercial os Estadps Nacionais organizaram o capitalismo, na fase atual os Estados nacionais são um obstáculo ao seu desenvolvimento. Os Estados Nacionais não podem ser abolidos, mas podem ser restringidos em suas decisões através de organizações internacionais. Ex: OMC, FMI, Banco Mundial, etc. O funcionamento das economias nacionais passa a ser padronizado: moeda e taxa de cambio passam a ser estabilizadas, privatização de empresas e serviços públicos, empresas estrangeiras devem ter igualdade com empresas nacionais. Há também uma tendência de unificação da classe burguesa que passa a ser global e não mais comercial, industrial ou financeira. A globalização supera o imperialismo. A dominação não se da mais entre países ricos e pobres, pois a dominação passa a ser feita pela burguesia internacional. O desejo das burguesias nacionais é internacionalizar e manter as relações de exploração.
  28. 28. BOAVENTURA DE SOUSA SANTOS – TEORIZANDO SOBRE GLOBALIZAÇÃO Não existe globalização e sim globalizações Globalizações envolvem conflitos, vencedores e vencidos. Há dois sistemas: 1)SMET – Sistema mundial em transição 2) SMM – Sistema mundual moderno
  29. 29. Boaventura de Sousa Santos A crítica da governação neoliberal: O Fórum Social Mundial como política e legalidade cosmopolita subalterna http://www.boaventuradesousasantos.pt/media/pdfs/governacao_neoliberal_RCCS72.PDF Há duas formas de globalização: Globalização neoliberal – orientada aos processos de acumulação global Globalização contra-hegemônica – é a luta contra a exclusão social e busca a redistribuição de poder em uma sociedade injusta. Há duas estratégias adotadas no campo jurídico e político:  Ação coletiva global que opera através das redes transnacionais que operam em termos locais-nacionais e globais.  As lutas locais e nacionais, cujo êxito interfere nas lutas globais.
  30. 30. BAUMAN E A GLOBALIZAÇÃO
  31. 31. MUNDO POS GUERRA FRIA A mobilidade tornou-se o elemento mais poderoso em que são definidas as estratificações sociais Surge uma nova assimetria entre a natureza extraterritorial do poder e a contínua territorialidade da “vida como um todo”. O capital pode sempre se mudar para locais mais pacíficos se o compromisso com a alteridade exigir uma aplicação dispendiosa da força ou negociações cansativas. “Paul Virilio disse recentemente que parece bastante prematura a deflagração de F. fukuyma sobre o “fim da historia”, pode-se cada vez com mais confiança falar atualmente do “fim da geografia”. “dentre os fatores técnicos da mobilidade, um papel particularmente importante foi desempenhado pelo transporte da informação – o tipo de comunicação que não envolve o movimento de corpos físicos ou só o faz secundária e marginalmente. De outro lado em face da globalização observa-se o “declínio do homem público”.
  32. 32. TEORIAS ECONÔMICAS DA ECONOMIA MUNDO
  33. 33. TEORIAS PÓS-MARXISTAS: TEORIAS ECONOMIA-MUNDO: WELLERSTEIN ARRIGUI
  34. 34. Giovani arrighi e as Hegemonias do capitaismo histórico Hegemonia mundial – capacidade do Estado em exercer lidernaça e governo sobre um sistema de nações soberanas. NO CAPITALISMO observou-se as seguintes lidernaças: Ciclo Genoves-veneza (sec. XV-XVII) Ciclo Holandês (Sec.XVI-XVIII) Ciclo Britânico (séc.XVIII-XX) Ciclo Norte-americano (séc. XX até hoje) A ascensão e expansao do moderno sistema inter estatal foi foi tanto principio quanto causa do interminavel acumulação de capital.
  35. 35. walllerstein A divisão da economia mundial em Estados nacionais concorrentes não necessariamente beneficia a acumulação de capital. Isso vai depender da forma e intensidade da concorrencia. As hegemonias nacionais podem assumir duas formas: CAPITALISMO TERRITORIALISMO Controle do capital circulante Controle do território e da população
  36. 36. O conceito de hegemonia aplicado na economia-mundo: Para Wallerstein (1984, p. 38-39, apud Arrighi; Silver, 2001), [...] a hegemonia no sistema interestatal refere-se à situação em que a rivalidade permanente entre as chamadas grandes potências é tão desequilibrada, que uma potência é realmente primus inter pares, ou seja,uma potência pode impor suas regras e desejos [...] nas arenas econômica,política, militar, diplomática e até cultural. É permido ao Estado hegemônico o exercício de um poder assimetrico, na relação entre centro- periferia. Há ciclo de transições entre as hegemonias. Que resulta: Conflitos de classes dentro dos países hegemônicos Difusão tecnológica e cientifica E o aumento de rivalidade entre os países centrais.
  37. 37. Luta de classes no sistema-mundo “O capitalista em atividade periférica e integrado ao sistema mundial é, ao mesmo tempo, explorador e explorado, na medida em que parte do excedente que ele extrai de seus trabalhadores é transferida aos capitalistas do centro”. A situação é de dualidade da burguesia periférica.
  38. 38. Influências de BraudelTodas as teorias de economia-mundo foram inspiradas nas teorias estruturalistas de longa-duração de Fernand Braudel. Braudel em “Civilização Material, Economia e Capitalismo(Braudel, 1995).” fez questão de distinguir ou fazer uma diferenciação entre economia de mercado e capitalismo CAPITALISMO: Constitui uma esfera de circulação diferenciada, que fica no topo da hierarquia das trocas. É onde se encontram as trocas desiguais, em que a concorrência é controlada. Economia de mercado – fundamenta-se nas relações e valor de troca. Produção orientada ao mercado Vida material- baseda em relações materiais de valor de uso Feiras e bolsa de valores Composto com mercadores, lojas vendedores, incluindo ambulantes
  39. 39. Giovanni Arrighi - o longo séc. XXI Sugere em seu modelo estrutural: Fanomeno desterritorializante – DINAMICA DO CAPITAL Fenomeno territorializante – organzção do poder do Estado São duas estratégias geopolíticas uma denominada Capitalismo e outra denominada territorialismo. Partindo da formula de Marx DMD’, ele recria duas formulas: TDT’ e DTD’ Apesar de territorialismo e capitalismo terem lógicas diferentes, eles funcionam em conjunto num contexto histórico espacial. Criticas AOS MODELOS VALLERSTEIN-ARRIGUI Haesbaert critica o modelo de Arrighi, ao dizer que o conceito de território é frágil e fora do debate. Um conceito “pobre” limitado que aparece apenas como “dado, espaço físico, base material da atividade humana”. (HAESPBAERT, 180-182) A Categoria world-system, faz avançar a analise sistema do capitalismo, contudo, é uma categoria excessivamente economicista. O político e cultural emergem como consequência do político(ORTIZ, p. 22-24). Critica de castels que hoje não há mais sentido falar entre norte e sul entre centro e periferia numa economia globalizada.
  40. 40. GLOBALIZAÇÃO, DIREITOS HUMANOS E DIREITO INTERNACIONAL HANTINGTON fez críticas duras as teorias multicultutalistas porque elas enfraqueceriam os Estados-nações. Segundo ele os países poderiam ser agrupados em civilizações, cada um projeto hegemônico distinto: Pensando neste modelo civilizatório, faria sentido pensar num projeto global de Direitos Humanos? Qual a saída?
  41. 41. A Globalização e a violação dos Direitos Humanos: Segundo a OMS - 90% das doenças do mundo estão nos países pobres, mas não tem 10% dos recursos globais gastos em saúde. 1/5 da população mundial não tem qualquer acesso aos serviços de saúde Números da "crise" segundo a Anistia Internacional: 81 países... ...restringem a liberdade de expressão. 78% das execuções... ...ocorreram em países do G-20 27 países... ...negaram asilo a pessoas que poderiam morrer se voltassem para casa Em 47% dos países do G-20 ...pessoas passaram por julgamentos injustos
  42. 42. PORUMACONCEPÇÃOPÓS-MODERNA DOSDIREITOSHUMANOS -JONHRAWLS LIBERDADE: CONTRA ESCRAVIDÃO E SERVIDÃO LIBERDADE DE CONSCIÊNCIA SEGURANÇA A GRUPOS ÉTNICOS ELE PROPÕE DIREITOS HUMANOS MÍNIMOS:
  43. 43. Blocos econômicos como reflexo da globalização
  44. 44. vizentini - Sem o abandono completo ao padrão ouro nos anos 70 juntamente com a Terceira revolução industrial não se poderia pensar na globalização. A deflagração de uma nova ordem culminou com a crise e colapso do Socialismo Real. “A globalização se expande de forma concomitante com uma nova regionalização geoeconômica do mundo, isto é, com a formação de "blocos" ou mercados regionais.” (VIZENTINI,p.106-107 ) -
  45. 45. Blocos regionais
  46. 46. Mapa dos BRICS
  47. 47. BRIC’s X G7
  48. 48. Atividade Analise os mapas e os textos tomando como princípio a seguinte problematização: Quais são as contradições entre os mapas? Quais são as antinomias entre globalização, regionalização/blocos, cultura mundializada e Estado-naçao?

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