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Conheça a cirurgia com 97% de chances de cura para remoção de tumores do câncer de pele.

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Cirurgia de Mohs

  1. 1. Conheça a técnica com maior chance de cura no tratamento do câncer de pele Cirurgia Micrográ ca de Mohs Clínica de Medicina Preventiva do Paraná
  2. 2. Ao contrário do tratamento cirúrgico convencional do câncer de pele, em que há maior risco de remoção parcial do tumor ou a re rada de grandes quan dades de tecido sadio, a cirurgia de Mohs remove o câncer em estágios, para garan r a completa eliminação do tumor e preservar o tecido sadio. Os espécimes de tecido removidos são examinados em um microscópio durante o procedimento, para avaliar a extensão do câncer. Se forem detectados prolongamentos do tumor para além dos limites do tecido removido, a remoção e análise con nuam até que todo o tumor seja erradicado. O que é a Cirurgia Micrográfica de Mohs? Não raro, as lesões de câncer de pele podem ser enganosas na sua apresentação. O que parece ser uma pequena lesão superficial pode, na realidade, ter ramificações extensas para a periferia e profundidade. Os tumores também podem chegar a se desenvolver ao longo dos vasos sanguíneos, nervos ou car lagem. Por este mo vo, antes da re rada cirúrgica do tumor, é impossível prever com precisão a quan dade de pele que necessitará ser removida. A cirurgia de Mohs é especificamente indicada para tratar esses pos de tumores. O exame microscópico sistemá co permite que o médico determine exatamente até que ponto o tumor se estende, minimizando o risco de serem deixados resquícios do tumor, assim como a remoção desnecessária de tecidos saudáveis. Devido à avaliação completa das margens cirúrgicas, a cirurgia de Mohs a nge as mais elevadas taxas de cura no tratamento do câncer de pele (95% a 99%). Após a observação da re rada total do tumor, o cirurgião pode optar pela melhor opção no fechamento do defeito cirúrgico, o que inclui retalhos complexos que a ngem melhores resultados cosmé cos, os quais não poderiam ser executados caso fosse realizada a cirurgia convencional, pelo risco de terem sido deixados resquícios do tumor. Vantagens do Procedimento Cirúrgico de Mohs
  3. 3. Médicos que realizam a cirurgia de Mohs devem apresentar habilidades conjuntas e formação específica em Dermatologia, Cirurgia Dermatológica, Dermatopatologia e Cirurgia Micrográfica de Mohs. Qualificações Especiais do Cirurgião É importante salientar que a cirurgia de Mohs não é apropriada para o tratamento de todos os pos de câncer da pele. Normalmente, ela é reservada para os cânceres que recorreram após tratamento prévio ou para tumores com grau mais elevado de agressividade local. Também é indicada para remover lesões com grandes dimensões, tumores com crescimento rápido e quando as margens do câncer de pele não estão claramente evidentes. A cirurgia ainda é u lizada para o tratamento de lesões localizadas em áreas de maior risco, tais como o nariz, orelhas, pálpebras, lábios, queixo, têmporas, mãos, pés e genitais, nos quais a preservação máxima de tecido saudável é crí ca para fins funcionais e cosmé cos. Indicações da Cirurgia Micrográfica de Mohs
  4. 4. Como é realizada a Cirurgia Micrográfica de Mohs Figura A Figura B A área a ser tratada é lavada, marcada e injetada com um anestésico local. O cirurgião de Mohs remove o tumor visível, com uma fina camada de tecido adicional. Este procedimento leva alguns minutos. Nesse momento, o paciente aguarda enquanto o tecido será processado e examinado. O espécime de tecido removido é corado e marcado em um diagrama detalhado (mapa do Mohs). Raiz Figura C O tecido é congelado em um criostato e depois é cortado em fa as muito finas a par r de toda a borda e na profundidade da peça. Estas fa as são então colocadas em lâminas e coradas para serem examinadas com o microscópio. Esta é a parte mais demorada do procedimento, que poderá requerer uma hora ou mais para ser completada. O cirurgião de Mohs, acompanhado ou não de um patologista, examina cuidadosamente as margens laterais e profundas do espécime ao exame microscópico. Após o exame, se resquícios do câncer forem detectados no local, estes são precisamente iden ficados e localizados no mapa da cirurgia. O cirurgião de Mohs u liza a técnica para mapear o tecido e direcionar, se necessário, a remoção de tecido adicional com resíduos do câncer. Note que o tecido adicional é removido apenas quando o câncer está presente. Este processo será repe do quantas vezes forem necessárias para localizar e remover as áreas restantes do câncer. Quando o exame microscópico revelar que não existe mais tumor restante, a região operada estará pronta para ser reparada. Figura D Figura E
  5. 5. Cicatrização por Segunda Intenção Quando a ferida é deixada para cicatrizar espontaneamente. Em alguns cenários, esta pode ser a melhor alterna va, a ngindo os melhores resultados esté cos. Fechamento Primário Quando as bordas da ferida podem ser aproximadas e suturadas diretamente. Retalho Quando a pele de regiões próximas à ferida operatória é trazida para fechar o defeito, através de técnicas específicas. Enxerto Quando a pele de outras regiões e removida e, posteriormente, colocada e suturada sobre a ferida operatória. A ferida operatória é reparada com um dos seguintes métodos de reconstrução:
  6. 6. O Dr. Guilherme Athanasio Shwetz é dermatologista graduado em Medicina pela Universidade Federal do Paraná, com especialização em dermatologia no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná e Cirurgia Dermatológica na Santa Casa de Misericórdia de Curi ba. É capacitado em Cirurgia Dermatológica e Cirurgia Micrográfica de Mohs pela American Society of Mohs Surgery. O Dr. Guilherme Athanasio Shwetz é dermatologista graduado em Medicina pela Universidade Federal do Paraná, com especialização em dermatologia no Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná e Cirurgia Dermatológica na Santa Casa de Misericórdia de Curi ba. É capacitado em Cirurgia Dermatológica e Cirurgia Micrográfica de Mohs pela American Society of Mohs Surgery. Além de sua atuação profissional, ministra aulas em cursos de dermatologia, cirurgia dermatológica e Laserterapia. É sócio tular da Sociedade Brasileira de Dermatologia, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica, do Grupo Brasileiro de Cirurgia Micrográfica de Mohs, do Grupo Brasileiro de Melanoma, supervisor do ambulatório de câncer de pele do Hospital Universitário Evangélico de Curi ba e diretor da clínica CMP. Sobre o Dr. Guilherme Athanasio Shwetz
  7. 7. A CMP (Clínica de Medicina Preven va do Paraná) é um estabelecimento de saúde que oferece atendimento médico de qualidade na cidade de Curi ba desde 1995. A clínica oferece atendimento em diversas especialidades médicas, como clínica médica, pediatria, medicina do trabalho, dermatologia e cirurgia plás ca. Contamos com um corpo médico especializado e nos preocupamos em sempre buscar novas tecnologias, visando oferecer mais segurança, eficácia, rapidez e conforto nos tratamentos realizados. Para maiores informações, entre em contato com a Clínica CMP pelo telefone (41) 3022‐4242 ou pelo e‐mail contato@cmplaser.com.br www.facebook.com/clinicacmp www.cmplaser.com.br Clínica de Medicina Preventiva do Paraná

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