Câncer de pele

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Conheça os tipos, os sintomas e as formas de prevenir e tratar uma das doenças que mais afetam as pessoas: o câncer de pele.

Publicada em: Saúde e medicina
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Câncer de pele

  1. 1. Saiba mais para tratar melhor Câncer de Pele Clínica de Medicina Preventiva do Paraná
  2. 2. O que é o câncer de pele? O câncer da pele é o po mais comum entre todos os cânceres e corresponde a quase um terço dos casos de câncer registrados no Brasil. Os tumores malignos da pele são divididos em dois grupos: melanoma e não‐melanoma. Tumores do po não‐melanoma representam 95% dos casos registrados, sendo que os dois mais comuns são o Carcinoma Basocelular e o Carcinoma Espinocelular. Apesar do alto índice de incidência, estes tumores podem ser curados mais facilmente quando detectados precocemente. Por outro lado, o melanoma, tumor menos frequente entre os principais pos de câncer de pele, geralmente apresenta comportamento mais agressivo. A radiação ultravioleta é a principal responsável pelo desenvolvimento dos tumores malignos da pele, e a maioria dos casos está associada à exposição excessiva ao sol. Por isso, a proteção solar adequada desde a infância é essencial para a prevenção. Além do médico dermatologista, o paciente também tem papel fundamental no rastramento do câncer de pele. É preciso examinar as pintas e manchas espalhadas pelo corpo frequentemente. Ao detectar algo suspeito, o dermatologista deverá analisar a região à procura de sinais caracterís cos de algum dos pos de câncer de pele.
  3. 3. Carcinoma basocelular (CBC) É o mais prevalente dentre todos os pos de câncer de pele. O tumor se desenvolve nas células basais da epiderme (a camada superior da pele) podendo aparecer com maior frequência na face, orelhas, pescoço, couro cabeludo, ombros e costas, por serem estas as regiões mais expostas ao sol. Apesar de representar 75% dos casos, é pouco letal e pode ser curado se for detectado em estágios iniciais. O carcinoma basocelular se desenvolve lentamente e dificilmente se espalha para outras áreas do corpo. Apesar disso é imprescindível que o paciente mantenha um acompanhamento permanente da doença. Aproximadamente 35% a 50% das pessoas que apresentaram esse tumor terão outro num prazo de cinco anos após o diagnós co. As lesões são caracterizadas por pápulas ou placas com coloração rosada ou translúcida ou ainda feridas que não cicatrizam e que podem sangrar e coçar. É possível que as lesões do carcinoma basocelular sejam semelhantes a outras não cancerígenas. Por isso, é necessária a avaliação de um especialista para realizar o diagnós co correto e indicar o tratamento apropriado. Carcinoma espinocelular (CEC) Melanoma É o segundo po de câncer de pele mais comum. Sua periculosidade é maior do que o po basocelular, pois a doença pode se espalhar para outros órgãos e diminuir as chances de cura. Manifesta‐se na camada externa da pele, podendo se desenvolver em todas as partes do corpo, principalmente no rosto, orelha, lábios, pescoço e no dorso da mão. Pode também surgir em cicatrizes an gas ou feridas crônicas da pele em qualquer parte do corpo e até nos órgãos genitais. Sinais de dano solar, como enrugamento, mudanças na pigmentação e perda da elas cidade da pele nessas regiões são sinais de alerta para o aparecimento da doença. Normalmente, o carcinoma espinocelular tem coloração avermelhada, e apresenta‐se na forma de escamas aderidas a pele e feridas que não cicatrizam e sangram ocasionalmente. Podem ter aparência similar a das verrugas. O diagnós co correto, assim como para os outros pos de câncer de pele, é ob do através de uma biópsia. O melanoma tem origem nos melanócitos, as células que produzem melanina, o pigmento responsável pela coloração da pele. Normalmente, surge nas áreas do corpo mais expostas à radiação solar. É o menos frequente dentre os principais cânceres da pele, porém, tem o pior prognós co e o maior índice de mortalidade. Apesar disso, o diagnós co precoce favorece muito a evolução, visto que as chances de cura são de mais de 90% quando a doença é detectada precocemente. O melanoma é caracterizado por uma pinta ou uma mancha com tons acastanhados, azulados ou enegrecidos que muda de cor progressivamente e demonstra alterações no formato e no tamanho. Geralmente, nos estágio iniciais, o melanoma é superficial, o que facilita o seu tratamento. Ao chegar aos estágios mais avançados a lesão se aprofunda, elevando o risco de metástase e dificultando a resolução. Sendo o fator hereditário muito importante, pacientes com histórico familiar devem procurar o médico dermatologista e fazer exames preven vos regularmente. O risco aumenta quando há casos registrados em familiares de primeiro grau. Tipos de câncer de pele
  4. 4. O autoexame é uma etapa importante para que as chances de cura sejam mais elevadas. Para iden ficar o câncer de pele, é preciso ter atenção. Na maioria das vezes, as manchas parecem inofensivas e semelhantes à lesões simples, antes de começarem a se expandir e se aprofundarem nas camadas da pele. Assim, conhecer bem a pele e saber em quais regiões existem pintas faz toda a diferença na hora de detectar qualquer irregularidade. É importante estar sempre atento aos seguintes sinais e sintomas: ▸Uma lesão elevada e brilhante, translúcida, avermelhada, castanha, rosada ou mul colorida, com crosta central e que sangra facilmente; ▸Uma pinta preta ou castanha que muda sua cor, textura, torna‐se irregular nas bordas e cresce de tamanho; ▸Uma mancha ou ferida que não cicatriza e que con nua a crescer apresentando coceira, crostas, erosões ou sangramento. A seguir, confira o procedimento ABCDE que auxilia o paciente a avaliar a probabilidade das manchas serem cancerígenas ou não: Sinais e sintomas Irregular Regular Borda As bordas são irregulares ou mal‐definidas. Irregular Regular Cor Existem três cores ou mais. Suspeito Normal Dimensão O diâmetro da lesão supera os seis milímetros. Suspeito Normal Assimetria Quando há diferenças visíveis entre as metades da mancha. Há mudanças nas cores, na forma e no tamanho da mancha com o passar do tempo. Irregular Regular Evolução A B C D E
  5. 5. Existem várias formas de tratar o câncer de pele, dependendo do po de câncer, sua localização, idade do paciente, e se o câncer é primário ou recorrente. Algumas técnicas não cirúrgicas (quimioterapia e a radioterapia) ou menos invasivas (Laser, cauterização ou crioterapia) podem ser indicados para tumores de menor risco, porém, a excisão cirúrgica con nua sendo o alicerce principal do tratamento. A cirurgia, além de ser mais precisa, permite a remoção segura do tumor. Durante o procedimento, após extrair o tumor, o material é analisado para verificar se todo o tecido doente foi removido. Por segurança, uma margem de pele saudável também é removida. Com o advento de técnicas mais avançadas, como a cirurgia micrográfica de Mohs, a remoção de alguns tumores malignos da pele se tornou ainda mais eficaz e segura, a ngindo taxas de cura elevadas (95 a 99%), muitas vezes poupando mais tecido saudável que a cirurgia convencional. Algumas lesões podem ser mu lantes ou defigurantes, causando desconforto para o paciente. Independente da agressividade do tumor, o tratamento do câncer de pele sempre será mais fácil quando for detectado precocemente. Tratamento
  6. 6. Evitar a exposição excessiva ao sol e proteger a pele dos efeitos da radiação UV são as melhores estratégias para prevenir o melanoma e os outros pos de tumores cutâneos malignos. Como a incidência dos raios ultravioleta está cada vez mais agressiva em todo o planeta, todas as pessoas, principalmente as que possuem pele mais clara, devem estar atentas à exposição desnecessária e prolongada ao sol. Pessoas que possuem antecedentes familiares, queimaduras solares prévias, incapacidade para bronzear e pintas também devem ter atenção e cuidados redobrados. Abaixo, uma lista de recomendações para a prevenção: ▸Usar chapéu, camiseta e outros ar cios durante a exposição ao sol. ▸Evitar a exposição solar desnecessária e prolongada. ▸Usar filtros solares diariamente com fator de proteção solar (FPS) 30 ou mais alto. ▸Observar regularmente a própria pele à procura de pintas ou manchas suspeitas. ▸Consultar um dermatologista uma vez ao ano, no mínimo, para um exame completo. Como Prevenir?
  7. 7. A CMP (Clínica de Medicina Preven va do Paraná) é um estabelecimento de saúde que oferece atendimento médico de qualidade na cidade de Curi ba desde 1995. A clínica oferece atendimento em diversas especialidades médicas, como clínica médica, pediatria, medicina do trabalho, dermatologia e cirurgia plás ca. Contamos com um corpo médico especializado e nos preocupamos em sempre buscar novas tecnologias, visando oferecer mais segurança, eficácia, rapidez e conforto nos tratamentos realizados. Para maiores informações, entre em contato com a Clínica CMP pelo telefone (41) 3022‐4242 ou pelo e‐mail contato@cmplaser.com.br www.facebook.com/clinicacmp www.cmplaser.com.br Clínica de Medicina Preventiva do Paraná

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