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LIPOASPIRAÇÃO
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Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, esse é o pro-
cedimento mais realizado no Brasil. A lipoaspiração remodela áreas
específicas do corpo, removendo os depósitos de gordura localiza-
da, o que melhora os contornos corporais.
O procedimento pode ser feito em várias partes do corpo em que
haja acúmulo de gordura, como abdômen, região dorsal, coxas,
lateral das mamas, braços, pescoço, cintura, costas, entre outros.
Sendo que o mais comum é a lipoaspiração do abdômen.
Mas vale ressaltar que o objetivo da cirurgia é a modelagem corporal e não a eliminação de peso, ele não
é indicado para quem quer emagrecer e sim para quem possui depósitos de gordura localizada.
Então, a cirurgia consiste da aspiração da gordura localizada por meio de cânulas. A lipoaspiração pode
ser classificada em pequena, média ou grande, variando de acordo com a quantidade de gordura retirada
e as partes do corpo abordadas.
O objetivo da cirurgia é a
modelagem corporal e não a
eliminação de peso.
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As cânulas são introduzidas através da pele e chegam até o tecido
adiposo, onde é aspirada a gordura localizada. Os pontos em que são
inseridas as cânulas variam de acordo com a anatomia do paciente e a
técnica usada pelo cirurgião.
A cirurgia de lipoaspiração pode ser feita com anestesia geral, peridural
ou local, dependendo da quantidade de regiões abordadas. Em geral,
as cicatrizes de medem cerca de meio centímetro, mas podem ficar
quase imperceptíveis com o tempo.
Para a recuperação são colocadas malha de compressão ou bandagens
elásticas nas áreas tratadas, para ajudar a controlar o inchaço e a com-
primir a pele.
Um pequeno dreno também pode ser colocado nas incisões existentes por debaixo da pele para remover
qualquer excesso de sangue ou de fluído.
O inchaço causado pela cirurgia desaparece por inteiro após dois ou três meses, só então é possível confer-
ir o novo contorno corporal, com formas esculpidas. É preciso seguir corretamente as orientações do cirur-
gião plástico para o pós-operatório, como uso de cinta por algumas semanas e a realização de sessões de
drenagem linfática, isso garante uma recuperação rápida.
A cirurgia de lipoaspiração
pode ser feita com anestesia
geral, peridural ou local, de-
pendendo da quantidade de
regiões abordadas.
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Há as complicações comuns a qualquer cirurgia, como sangramento, infecção e trombose venosa, causa-
da pela coagulação do sangue e pela formação de algum coágulo. Já os riscos específicos dessa cirurgia
plástica são os seguintes:
- Irregularidade da pele, quando a cânula não é devidamente utilizada a área aspirada pode ficar irregular;
- Perfuração dos órgãos, o método tradicional quando mal executado pode levar à perfuração de órgãos e
por vezes levar à morte;
- Alteração da sensibilidade, devido a uma lesão nos nervos periféricos;
- Seroma, é o acúmulo de líquidos sob a pele, que pode ser evitado com o uso da cinta e com as sessões
de drenagem linfática no pós-operatório.
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ABDOMINOPLASTIA
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Esse procedimento remove o excesso de gordura e de pele (flaci-
dez), além de restaurar os músculos enfraquecidos ou separados,
deixando o abdômen mais liso e tonificado. A cirurgia também con-
segue remover as estrias localizadas na região, pois há a remoção
de parte da pele.
É indicado para pessoas com um abdômen protruido, frouxo e fláci-
do. Geralmente causado por: gravidez, oscilações significativas no
peso e hereditariedade. Não é indicada para perda de peso ou para
tratamento de obesidade, geralmente é procurada por mulheres
que passaram por múltiplas gestações.
O resultado é um abdômen com aparência mais suave e bonita. O procedimento é realizado através de
uma incisão transversa logo acima dos pelos pubianos. O tamanho da incisão depende da quantidade de
pele a ser removida. A cicatriz resultante geralmente fica escondida pelas roupas íntimas e biquínis.
Não é indicada para perda
de peso ou para tratamen-
to de obesidade, geralmente
é procurada por mulheres
que passaram por múltiplas
gestações.
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Através desta incisão, o cirurgião corrige a frouxidão da musculatura da parede abdominal e remove os
excessos de pele e gordura. O resultado é um abdome plano e uma cintura mais fina. Em geral, é utilizada
a anestesia raqui ou peridural com sedação. Ao final da cirurgia, drenos podem ser colocados abaixo da
pele para evitar o acúmulo de líquido durante a recuperação.
Após a cirurgia, curativos ou bandagens podem ser aplicados sobre as incisões para minimizar o inchaço
e sustentar os novos contornos do abdômen à medida que cicatrizam. A utilização de uma cinta por 1 ou
2 meses é recomendada para maximizar a aderência dos tecidos e acelerar a reabsorção do inchaço. O
resultado final pode ser percebido somente com a acomodação total dos tecidos, de 3 a 6 meses após a
cirurgia plástica.
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O maior risco de complicação da abdominoplastia é de retalho abdominal, que ocorre na pele do abdômen
e compromete o resultado final, pois ocorre necrose do tecido. Esse risco é maior para fumantes. Também
pode ocorrer o aparecimento de queloides, a formação de seroma, infecção da ferida, epidermólise que é
a formação de bolhas e feridas na área tratada, reabertura do corte da cirurgia, alteração da sensibilidade
e formação de trombos, que é um coágulo sanguíneo.
Para garantir que os resultados sejam os melhores possíveis é essencial realizar o procedimento com os
melhores profissionais e a melhor infraestrutura. Uma clínica que tem grande experiência nesse tipo de
cirurgia é a UP!Plástica, que possui cirurgiões com boa formação médica e que atuam com ética e com-
petência.
BLEFAROPLASTIA
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A Blefaroplastia tem o objetivo de melhorar o aspecto e a aparência
das pálpebras superiores e inferiores, eliminando bolsas de gordu-
ra, rugas, flacidez e com isso rejuvenescendo a área ao redor dos
olhos.
Esse procedimento também é conhecido como cirurgia de pálpe-
bra e faz com que o olhar pareça mais descansado e alerta. Geral-
mente, a blefaroplastia é realizada em homens e mulheres adultos,
com mais de 30 anos.
É indicada para quem tem excesso de pele nas pálpebras causado pela idade, para quem tem ptose (que-
da da pálpebra por causas musculares) ou pseudoptose palpebral (queda da pálpebra em função do ex-
cesso de pele), além das bolsas de gordura e rugas. Essa cirurgia plástica também pode ser feita para re-
moção de xantelasmas (pequenas bolinhas de colesterol que se formam).
É indicada para quem tem
excesso de pele nas pálpe-
bras causado pela idade, para
quem tem ptose ou pseudop-
tose palpebral, além das bol-
sas de gordura e rugas.
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É realizada com anestesia local com sedação ou anestesia geral. O cirurgião marca o excesso de pele e faz
incisões, separa a pele da musculatura e gordura subjacentes, e então retira os excessos de gordura, pele
e músculos flácidos. As incisões são cauterizadas e suturadas com fios finos e delicados. A região das
pálpebras apresenta um perfil de cicatrização muito favorável e as cicatrizes tendem a se tornar imper-
ceptíveis após alguns meses.
O resultado da blefaroplastia é uma aparência mais jovem na área dos olhos. Na primeira semana já é
possível ver os resultados, mas eles se tornam mais evidentes depois que o inchaço desaparece por com-
pleto, após dois ou três meses. Quanto mais firme a pele das pálpebras estiver melhores são esses re-
sultados. Embora a cirurgia da pálpebra possa corrigir determinadas condições permanentemente, é pre-
ciso levar em consideração que há o envelhecimento natural.
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Como qualquer outro procedimento cirúrgico, a blefaroplastia oferece riscos à saúde. Entre os riscos co-
muns a qualquer cirurgia estão a trombose venosa profunda, complicações cardíacas e pulmonares e os
riscos relacionados à anestesia, como o choque anafilático, alteração da frequência cardíaca e da pressão
arterial.
Entre os riscos específicos está o fato de que os olhos podem ficar secos por um período ou permanen-
temente, exigindo o uso frequente de colírios; visão embaçada temporariamente; infecção; sangramento;
acúmulo de líquido e má cicatrização. Pode haver também dificuldade de fechar os olhos, pele solta na
pálpebra, fechamento inadequado da pálpebra e frouxidão anormal da pálpebra inferior.
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MAMOPLASTIA DE AUMENTO
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Também conhecida como cirurgia de aumento de mama ou prótese
de mama, é o procedimento que utiliza implantes de silicone para
dar volume aos seios ou restaurar o volume mamário perdido após
perda de peso ou gravidez.
O resultado são seios mais volumosos, com melhor contorno,
firmeza e simetria. Os implantes valorizam as curvas e proporções
do corpo feminino. É uma das cirurgias plásticas mais procuradas
pelas brasileiras.
Há vários tipos e modelos de próteses mamárias, cada uma com um tipo de indicação, de acordo com o
tipo de mama da paciente e o plano a ser colocado. O tamanho do implante é escolhido pela paciente e há
muitas variações, dos pequenos aos grandes. O formato da prótese também é escolhido de acordo com o
gosto da paciente e pode ser redondo ou anatômico (formato de gota).
Há vários tipos e modelos de
próteses mamárias, cada uma
com um tipo de indicação, de
acordo com o tipo de mama
da paciente.
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A mamoplastia é realizada por meio da abertura de uma pequena incisão para a colocação da prótese
de silicone, que pode ser realizada basicamente através de três vias de acesso: abaixo das mamas, pela
junção entre a aréola e a pele da mama, ou pela axila. Cada uma destas vias de acesso tem suas vanta-
gens e desvantagens, que devem ser discutidas cuidadosamente entre médico e paciente, para que es-
colham a melhor opção para ambos. O corte é sempre muito pequeno e qualquer uma das vias escolhidas
permite uma cicatriz muito discreta.
A anestesia usada na cirurgia pode ser local com sedação, peridural ou geral. E o período de recuperação
exige repouso de alguns dias. Dor e inchaço são comuns nas primeiras semanas, durante o primeiro mês
há grande redução do edema e já é possível notar a diferença, porém os resultados finais só podem ser
observados após 6 meses.
É importante ressaltar que os resultados da mamoplastia de aumento não são permanentes, pois há fa-
tores como o envelhecimento que interferem, e os mesmos podem exigir substituição das próteses de
silicone ao longo da vida.
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Os riscos mais comuns para a cirurgia plástica de mamoplastia de aumento são os hematomas ou san-
gramento, infecção, extrusão da prótese, contratura da cápsula que é formada ao redor da prótese, má
cicatrização, alterações na sensibilidade da mama, ruptura do implante e enrugamento da pele. Embo-
ra possa haver complicações relacionadas aos implantes, as próteses de silicone não são prejudiciais a
saúde da mama.
Há também as questões comuns a qualquer procedimento cirúrgico, como os riscos anestésicos, acúmulo
de líquido (seroma), trombose venosa e complicações cardíacas.
É importante lembrar que para que a cirurgia seja segura ela deve ser realizada por um cirurgião plástico
especializado, que tenha conhecimento no procedimento, garantindo que os resultados sejam os esper-
ados e a recuperação seja boa. Como é o caso do Dr. André Colaneri, médico perito pela Sociedade Bra-
sileira de Cirurgia Plástica, que possui amplos conhecimentos nessa área e é conhecido pela satisfação de
seus pacientes.
GINECOMASTIA
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Ginecomastia é a cirurgia de redução de mama para os homens. É
a correção cirúrgica das glândulas mamárias muito desenvolvidas,
que são desproporcionais ao corpo masculino. O resultado do pro-
cedimento é uma redução do tamanho da mama, melhorando mui-
to o contorno do tórax e aumentando a autoestima do homem.
Esse problema é causado por um desenvolvimento excessivo no
tecido da região mamária masculina e ocorre nas fases de mu-
danças hormonais do homem (infância, adolescência e velhice) sem
nenhuma patologia de base, na maior parte dos casos. A alteração
é normalmente causada por uma variedade de mudanças hormo-
nais ou grandes alterações de peso. Pode ser um excesso de gor-
O resultado do procedimento
é uma redução do tamanho
da mama, melhorando mui-
to o contorno do tórax e au-
mentando a autoestima do
homem.
dura localizada ou de tecido glandular.
A técnica cirúrgica a ser utilizada depende da severidade da ginecomastia. Existem três técnicas que po-
dem ser usadas separadamente ou em combinação: a lipoaspiração, a lipoaspiração ultrassônica e a
mamoplastia redutora, para os pacientes com excesso de pele.
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A cirurgia é realizada através de um corte pequeno em forma de
semicírculo na parte inferior da aréola (mamilo), por onde é retirado
o excesso de gordura ou glândula mamária. A cicatriz não é apa-
rente e fica praticamente invisível com o tempo. A anestesia pode
ser local ou geral, depende do tamanho da mama e da incisão.
Após a cirurgia plástica de ginecomastia, um curativo é colocado
para cobrir as incisões e um dreno é temporariamente colocado
sob a pele para evitar acúmulo de sangue e de fluído. É preciso
usar um colete de bandagem elástica por cerca de 30 dias para
melhorar a aderência da pele ao tórax. O edema pós-operatório dura cerca de 7 a 10 dias e são necessári-
as, em média, duas semanas para voltar a rotina normal. Os resultados já podem ser observados nos
primeiros dias.
A cicatriz não é aparente e
fica praticamente invisível
com o tempo.
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Além dos riscos comuns a todos as cirurgias, a ginecomastia oferece riscos específicos como a formação
de hematomas, infecções, equimoses (manchas arroxeadas), abertura da incisão, infecção, seroma
(acúmulo de líquido), necrose da pele, queloides e alterações de sensibilidade na mama.
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OTOPLASTIA
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A otoplastia, que também é conhecida como cirurgia de orelha,
pode melhorar a forma, o tamanho, a posição ou as proporções das
orelhas. Corrigindo assimetrias de forma, orelhas salientes, desfig-
uradas e as conhecidas orelhas de abano (orelhas proeminentes).
O procedimento pode corrigir defeitos na estrutura presentes des-
de o nascimento ou deformidades causadas por lesões. O resultado
é uma forma mais natural, o que proporciona melhor harmonia em
relação à face. A cirurgia pode ser realizada inclusive em crianças, a
partir dos 6 anos de idade.
A otoplastia é reparadora e ao mesmo tempo estética, e pode ser feita através de várias técnicas, que
podem ou não ser associadas, dependendo do problema que será tratado. A anestesia geralmente usada
para essa cirurgia plástica é a local com sedação.
É conhecida como cirurgia de
orelha, pode melhorar a for-
ma, o tamanho, a posição ou
as proporções das orelhas.
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A cirurgia é feita por meio de uma ou mais incisões atrás da orelha,
seguindo a dobra natural da pele para escondê-las. Então, é real-
izada a retirada do excesso de pele e em seguida é feito o ligamen-
to da cartilagem, para deixá-la mais flexível. Em alguns casos pode
ser feita a retirada de cartilagem para diminuição da orelha.
A correção das orelhas de abano usa técnicas cirúrgicas para cri-
ar ou aumentar o anti-hélice (apenas dentro da borda da orelha) e
para reduzir a cartilagem da concha (a concavidade maior e mais
profunda do ouvido externo).
As cicatrizes da otoplastia ficam imperceptíveis, escondidas atrás da orelha ou em suas dobras naturais.
É normal haver desconforto logo após a cirurgia, é preciso seguir corretamente todas as indicações do
médico para uma boa e rápida recuperação.
O resultado já pode ser notado logo após a cirurgia. O inchaço no local diminui consideravelmente em
quinze dias e continua desinchando até seis meses, quando o resultado final e definitivo pode ser visto.
O resultado já pode ser nota-
do logo após a cirurgia. O in-
chaço no local diminui consid-
eravelmente em quinze dias e
continua desinchando até seis
meses.
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Existem os riscos inerentes à qualquer cirurgia ou anestesia, como sangramento, hematoma, dor, in-
chaço, infecção e há os riscos específicos da cirurgia de orelhas, como a assimetria, principalmente em
orelhas de adultos, que têm a cartilagem mais dura, tendendo a perder o ângulo da correção e voltar ao
abano. Além da má cicatrização e de contornos irregulares na pele.
Para garantir bons resultados procure sempre uma clínica conceituada, com cirurgiões plásticos experi-
entes, a Stesis, por exemplo, possui uma equipe bem formada e trabalha com as técnicas mais avança-
das.
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RINOPLASTIA
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A rinoplastia é popularmente conhecida como cirurgia de nariz,
ela pode reduzir ou aumentar o tamanho do nariz, alterar a forma
da ponta e do dorso, diminuir as narinas, refinar a ponta e alterar
o ângulo. Além disso, a rinoplastia pode também corrigir defeitos
presentes no nascimento, seqüelas de traumatismos e ajudar a re-
solver problemas respiratórios.
É uma cirurgia plástica indicada para correção estética do nariz,
com inúmeras possibilidades de mudanças para quem está in-
satisfeito com o formato natural do nariz, mas também pode ser
reparadora, corrigindo o septo nasal e a turbinectomia (retirada de
carne esponjosa).
A cirurgia pode ser realizada a partir dos 16 anos, quando as estruturas ósseas e cartilaginosas do nariz
e da face estão plenamente desenvolvidas. Como o nariz é responsável pela harmonia facial, os resulta-
dos da cirurgia possibilitam melhor proporção e assimetria, contribuindo para uma boa aparência e au-
mentando a autoestima. Além de ajudar nos casos em que haja dificuldade respiratória, corrigindo as
anormalidades estruturais.
A cirurgia pode ser realizada a
partir dos 16 anos, quando as
estruturas ósseas e cartilagi-
nosas do nariz e da face estão
plenamente desenvolvidas.
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Os critérios para a indicação da rinoplastia e do novo formato do nariz são a proporção e a simetria facial,
através das medidas da face, sempre respeitando o desejo do paciente. O objetivo da cirurgia é que o nar-
iz seja apropriado para as características faciais do paciente e não pareça operado, o resultado deve ser
um nariz natural, que funcione de forma eficaz e ofereça uma boa respiração.
A anestesia utilizada na cirurgia de nariz é quase sempre geral. Existem duas técnicas usadas: a aberta e a
fechada. Na técnica aberta é feita uma pequena incisão na base do nariz, entre as narinas, e na parte in-
terna de cada narina. Na técnica fechada, há incisões apenas dentro das narinas.
Já em termos de filosofia cirúrgica, existem duas filosofias: a redutora e a estruturada. Ambas podem ser
utilizadas em casos de primeira cirurgia e para reconstruir o nariz em pacientes cuja cirurgia anterior re-
sultou em deformidades estéticas ou funcionais.
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Na filosofia tradicional (rinoplastia redutora), os ligamentos entre as cartilagens são interrompidos e o
esqueleto do nariz diminuído através da retirada de quantidades variáveis de cartilagem e osso. Um cura-
tivo é colocado para manter as estruturas em sua nova posição até que o tecido de cicatrização se forme
e fixe as cartilagens em sua nova posição.
Na rinoplastia estruturada o planejamento cirúrgico é realizado de forma individualizada. Durante a cirur-
gia, os ligamentos entre as cartilagens são interrompidos e o esqueleto do nariz esculpido através da reti-
rada de quantidades variáveis de cartilagem e osso. Ao final da cirurgia, diferentemente da filosofia redu-
tora, enxertos de cartilagem (retirada do septo, costela ou orelha do próprio paciente) e pontos de fixação
são utilizados para moldar e fortalecer o esqueleto remanescente e reconstruir os ligamentos interrompi-
dos durante a dissecção.
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Os riscos cirúrgicos específicos da rinoplastia são o sangramento abundante, a dificuldade respiratória no
pós-operatório, a assimetria do nariz, cicatrizes desfavoráveis, má cicatrização, alterações na sensibili-
dade da pele, além de resultados insatisfatórios. Como qualquer cirurgia, também há os riscos anestési-
cos, de complicações cardíacas e pulmonares e de infecção.
Mas vale lembrar que todos os riscos são minimizados quando o procedimento é realizado por um cirur-
gião de boa formação médica e que seja especialista nesse tipo de cirurgia.
Por isso, procure um cirurgião plástico adequado para realizar seu procedimento, no caso da rinoplastia
um dos maiores especialistas do país é o Dr. Alan Landecker, cirurgião plástico renomado, que possui um
extenso currículo na área e é membro da Sociedade Internacional de Rinoplastia e titular da Sociedade
Brasileira de Cirurgia Plástica.
Para maiores informações sobre essas ou outras cirurgias plásticas, acesse os sites dos cirurgiões
recomendados e visite a página da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
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Lipoaspiração, abdominoplastia e blefaroplastia

  • 4. 4www.grupoipub.com.br Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, esse é o pro- cedimento mais realizado no Brasil. A lipoaspiração remodela áreas específicas do corpo, removendo os depósitos de gordura localiza- da, o que melhora os contornos corporais. O procedimento pode ser feito em várias partes do corpo em que haja acúmulo de gordura, como abdômen, região dorsal, coxas, lateral das mamas, braços, pescoço, cintura, costas, entre outros. Sendo que o mais comum é a lipoaspiração do abdômen. Mas vale ressaltar que o objetivo da cirurgia é a modelagem corporal e não a eliminação de peso, ele não é indicado para quem quer emagrecer e sim para quem possui depósitos de gordura localizada. Então, a cirurgia consiste da aspiração da gordura localizada por meio de cânulas. A lipoaspiração pode ser classificada em pequena, média ou grande, variando de acordo com a quantidade de gordura retirada e as partes do corpo abordadas. O objetivo da cirurgia é a modelagem corporal e não a eliminação de peso.
  • 5. 5www.grupoipub.com.br As cânulas são introduzidas através da pele e chegam até o tecido adiposo, onde é aspirada a gordura localizada. Os pontos em que são inseridas as cânulas variam de acordo com a anatomia do paciente e a técnica usada pelo cirurgião. A cirurgia de lipoaspiração pode ser feita com anestesia geral, peridural ou local, dependendo da quantidade de regiões abordadas. Em geral, as cicatrizes de medem cerca de meio centímetro, mas podem ficar quase imperceptíveis com o tempo. Para a recuperação são colocadas malha de compressão ou bandagens elásticas nas áreas tratadas, para ajudar a controlar o inchaço e a com- primir a pele. Um pequeno dreno também pode ser colocado nas incisões existentes por debaixo da pele para remover qualquer excesso de sangue ou de fluído. O inchaço causado pela cirurgia desaparece por inteiro após dois ou três meses, só então é possível confer- ir o novo contorno corporal, com formas esculpidas. É preciso seguir corretamente as orientações do cirur- gião plástico para o pós-operatório, como uso de cinta por algumas semanas e a realização de sessões de drenagem linfática, isso garante uma recuperação rápida. A cirurgia de lipoaspiração pode ser feita com anestesia geral, peridural ou local, de- pendendo da quantidade de regiões abordadas.
  • 6. 6www.grupoipub.com.br Há as complicações comuns a qualquer cirurgia, como sangramento, infecção e trombose venosa, causa- da pela coagulação do sangue e pela formação de algum coágulo. Já os riscos específicos dessa cirurgia plástica são os seguintes: - Irregularidade da pele, quando a cânula não é devidamente utilizada a área aspirada pode ficar irregular; - Perfuração dos órgãos, o método tradicional quando mal executado pode levar à perfuração de órgãos e por vezes levar à morte; - Alteração da sensibilidade, devido a uma lesão nos nervos periféricos; - Seroma, é o acúmulo de líquidos sob a pele, que pode ser evitado com o uso da cinta e com as sessões de drenagem linfática no pós-operatório.
  • 8. 8www.grupoipub.com.br Esse procedimento remove o excesso de gordura e de pele (flaci- dez), além de restaurar os músculos enfraquecidos ou separados, deixando o abdômen mais liso e tonificado. A cirurgia também con- segue remover as estrias localizadas na região, pois há a remoção de parte da pele. É indicado para pessoas com um abdômen protruido, frouxo e fláci- do. Geralmente causado por: gravidez, oscilações significativas no peso e hereditariedade. Não é indicada para perda de peso ou para tratamento de obesidade, geralmente é procurada por mulheres que passaram por múltiplas gestações. O resultado é um abdômen com aparência mais suave e bonita. O procedimento é realizado através de uma incisão transversa logo acima dos pelos pubianos. O tamanho da incisão depende da quantidade de pele a ser removida. A cicatriz resultante geralmente fica escondida pelas roupas íntimas e biquínis. Não é indicada para perda de peso ou para tratamen- to de obesidade, geralmente é procurada por mulheres que passaram por múltiplas gestações.
  • 9. 9www.grupoipub.com.br Através desta incisão, o cirurgião corrige a frouxidão da musculatura da parede abdominal e remove os excessos de pele e gordura. O resultado é um abdome plano e uma cintura mais fina. Em geral, é utilizada a anestesia raqui ou peridural com sedação. Ao final da cirurgia, drenos podem ser colocados abaixo da pele para evitar o acúmulo de líquido durante a recuperação. Após a cirurgia, curativos ou bandagens podem ser aplicados sobre as incisões para minimizar o inchaço e sustentar os novos contornos do abdômen à medida que cicatrizam. A utilização de uma cinta por 1 ou 2 meses é recomendada para maximizar a aderência dos tecidos e acelerar a reabsorção do inchaço. O resultado final pode ser percebido somente com a acomodação total dos tecidos, de 3 a 6 meses após a cirurgia plástica.
  • 10. 10www.grupoipub.com.br O maior risco de complicação da abdominoplastia é de retalho abdominal, que ocorre na pele do abdômen e compromete o resultado final, pois ocorre necrose do tecido. Esse risco é maior para fumantes. Também pode ocorrer o aparecimento de queloides, a formação de seroma, infecção da ferida, epidermólise que é a formação de bolhas e feridas na área tratada, reabertura do corte da cirurgia, alteração da sensibilidade e formação de trombos, que é um coágulo sanguíneo. Para garantir que os resultados sejam os melhores possíveis é essencial realizar o procedimento com os melhores profissionais e a melhor infraestrutura. Uma clínica que tem grande experiência nesse tipo de cirurgia é a UP!Plástica, que possui cirurgiões com boa formação médica e que atuam com ética e com- petência.
  • 12. 12www.grupoipub.com.br A Blefaroplastia tem o objetivo de melhorar o aspecto e a aparência das pálpebras superiores e inferiores, eliminando bolsas de gordu- ra, rugas, flacidez e com isso rejuvenescendo a área ao redor dos olhos. Esse procedimento também é conhecido como cirurgia de pálpe- bra e faz com que o olhar pareça mais descansado e alerta. Geral- mente, a blefaroplastia é realizada em homens e mulheres adultos, com mais de 30 anos. É indicada para quem tem excesso de pele nas pálpebras causado pela idade, para quem tem ptose (que- da da pálpebra por causas musculares) ou pseudoptose palpebral (queda da pálpebra em função do ex- cesso de pele), além das bolsas de gordura e rugas. Essa cirurgia plástica também pode ser feita para re- moção de xantelasmas (pequenas bolinhas de colesterol que se formam). É indicada para quem tem excesso de pele nas pálpe- bras causado pela idade, para quem tem ptose ou pseudop- tose palpebral, além das bol- sas de gordura e rugas.
  • 13. 13www.grupoipub.com.br É realizada com anestesia local com sedação ou anestesia geral. O cirurgião marca o excesso de pele e faz incisões, separa a pele da musculatura e gordura subjacentes, e então retira os excessos de gordura, pele e músculos flácidos. As incisões são cauterizadas e suturadas com fios finos e delicados. A região das pálpebras apresenta um perfil de cicatrização muito favorável e as cicatrizes tendem a se tornar imper- ceptíveis após alguns meses. O resultado da blefaroplastia é uma aparência mais jovem na área dos olhos. Na primeira semana já é possível ver os resultados, mas eles se tornam mais evidentes depois que o inchaço desaparece por com- pleto, após dois ou três meses. Quanto mais firme a pele das pálpebras estiver melhores são esses re- sultados. Embora a cirurgia da pálpebra possa corrigir determinadas condições permanentemente, é pre- ciso levar em consideração que há o envelhecimento natural.
  • 14. 14www.grupoipub.com.br Como qualquer outro procedimento cirúrgico, a blefaroplastia oferece riscos à saúde. Entre os riscos co- muns a qualquer cirurgia estão a trombose venosa profunda, complicações cardíacas e pulmonares e os riscos relacionados à anestesia, como o choque anafilático, alteração da frequência cardíaca e da pressão arterial. Entre os riscos específicos está o fato de que os olhos podem ficar secos por um período ou permanen- temente, exigindo o uso frequente de colírios; visão embaçada temporariamente; infecção; sangramento; acúmulo de líquido e má cicatrização. Pode haver também dificuldade de fechar os olhos, pele solta na pálpebra, fechamento inadequado da pálpebra e frouxidão anormal da pálpebra inferior.
  • 16. 16www.grupoipub.com.br Também conhecida como cirurgia de aumento de mama ou prótese de mama, é o procedimento que utiliza implantes de silicone para dar volume aos seios ou restaurar o volume mamário perdido após perda de peso ou gravidez. O resultado são seios mais volumosos, com melhor contorno, firmeza e simetria. Os implantes valorizam as curvas e proporções do corpo feminino. É uma das cirurgias plásticas mais procuradas pelas brasileiras. Há vários tipos e modelos de próteses mamárias, cada uma com um tipo de indicação, de acordo com o tipo de mama da paciente e o plano a ser colocado. O tamanho do implante é escolhido pela paciente e há muitas variações, dos pequenos aos grandes. O formato da prótese também é escolhido de acordo com o gosto da paciente e pode ser redondo ou anatômico (formato de gota). Há vários tipos e modelos de próteses mamárias, cada uma com um tipo de indicação, de acordo com o tipo de mama da paciente.
  • 17. 17www.grupoipub.com.br A mamoplastia é realizada por meio da abertura de uma pequena incisão para a colocação da prótese de silicone, que pode ser realizada basicamente através de três vias de acesso: abaixo das mamas, pela junção entre a aréola e a pele da mama, ou pela axila. Cada uma destas vias de acesso tem suas vanta- gens e desvantagens, que devem ser discutidas cuidadosamente entre médico e paciente, para que es- colham a melhor opção para ambos. O corte é sempre muito pequeno e qualquer uma das vias escolhidas permite uma cicatriz muito discreta. A anestesia usada na cirurgia pode ser local com sedação, peridural ou geral. E o período de recuperação exige repouso de alguns dias. Dor e inchaço são comuns nas primeiras semanas, durante o primeiro mês há grande redução do edema e já é possível notar a diferença, porém os resultados finais só podem ser observados após 6 meses. É importante ressaltar que os resultados da mamoplastia de aumento não são permanentes, pois há fa- tores como o envelhecimento que interferem, e os mesmos podem exigir substituição das próteses de silicone ao longo da vida.
  • 18. 18www.grupoipub.com.br Os riscos mais comuns para a cirurgia plástica de mamoplastia de aumento são os hematomas ou san- gramento, infecção, extrusão da prótese, contratura da cápsula que é formada ao redor da prótese, má cicatrização, alterações na sensibilidade da mama, ruptura do implante e enrugamento da pele. Embo- ra possa haver complicações relacionadas aos implantes, as próteses de silicone não são prejudiciais a saúde da mama. Há também as questões comuns a qualquer procedimento cirúrgico, como os riscos anestésicos, acúmulo de líquido (seroma), trombose venosa e complicações cardíacas. É importante lembrar que para que a cirurgia seja segura ela deve ser realizada por um cirurgião plástico especializado, que tenha conhecimento no procedimento, garantindo que os resultados sejam os esper- ados e a recuperação seja boa. Como é o caso do Dr. André Colaneri, médico perito pela Sociedade Bra- sileira de Cirurgia Plástica, que possui amplos conhecimentos nessa área e é conhecido pela satisfação de seus pacientes.
  • 20. 20www.grupoipub.com.br Ginecomastia é a cirurgia de redução de mama para os homens. É a correção cirúrgica das glândulas mamárias muito desenvolvidas, que são desproporcionais ao corpo masculino. O resultado do pro- cedimento é uma redução do tamanho da mama, melhorando mui- to o contorno do tórax e aumentando a autoestima do homem. Esse problema é causado por um desenvolvimento excessivo no tecido da região mamária masculina e ocorre nas fases de mu- danças hormonais do homem (infância, adolescência e velhice) sem nenhuma patologia de base, na maior parte dos casos. A alteração é normalmente causada por uma variedade de mudanças hormo- nais ou grandes alterações de peso. Pode ser um excesso de gor- O resultado do procedimento é uma redução do tamanho da mama, melhorando mui- to o contorno do tórax e au- mentando a autoestima do homem. dura localizada ou de tecido glandular. A técnica cirúrgica a ser utilizada depende da severidade da ginecomastia. Existem três técnicas que po- dem ser usadas separadamente ou em combinação: a lipoaspiração, a lipoaspiração ultrassônica e a mamoplastia redutora, para os pacientes com excesso de pele.
  • 21. 21www.grupoipub.com.br A cirurgia é realizada através de um corte pequeno em forma de semicírculo na parte inferior da aréola (mamilo), por onde é retirado o excesso de gordura ou glândula mamária. A cicatriz não é apa- rente e fica praticamente invisível com o tempo. A anestesia pode ser local ou geral, depende do tamanho da mama e da incisão. Após a cirurgia plástica de ginecomastia, um curativo é colocado para cobrir as incisões e um dreno é temporariamente colocado sob a pele para evitar acúmulo de sangue e de fluído. É preciso usar um colete de bandagem elástica por cerca de 30 dias para melhorar a aderência da pele ao tórax. O edema pós-operatório dura cerca de 7 a 10 dias e são necessári- as, em média, duas semanas para voltar a rotina normal. Os resultados já podem ser observados nos primeiros dias. A cicatriz não é aparente e fica praticamente invisível com o tempo.
  • 22. 22www.grupoipub.com.br Além dos riscos comuns a todos as cirurgias, a ginecomastia oferece riscos específicos como a formação de hematomas, infecções, equimoses (manchas arroxeadas), abertura da incisão, infecção, seroma (acúmulo de líquido), necrose da pele, queloides e alterações de sensibilidade na mama.
  • 24. 24www.grupoipub.com.br A otoplastia, que também é conhecida como cirurgia de orelha, pode melhorar a forma, o tamanho, a posição ou as proporções das orelhas. Corrigindo assimetrias de forma, orelhas salientes, desfig- uradas e as conhecidas orelhas de abano (orelhas proeminentes). O procedimento pode corrigir defeitos na estrutura presentes des- de o nascimento ou deformidades causadas por lesões. O resultado é uma forma mais natural, o que proporciona melhor harmonia em relação à face. A cirurgia pode ser realizada inclusive em crianças, a partir dos 6 anos de idade. A otoplastia é reparadora e ao mesmo tempo estética, e pode ser feita através de várias técnicas, que podem ou não ser associadas, dependendo do problema que será tratado. A anestesia geralmente usada para essa cirurgia plástica é a local com sedação. É conhecida como cirurgia de orelha, pode melhorar a for- ma, o tamanho, a posição ou as proporções das orelhas.
  • 25. 25www.grupoipub.com.br A cirurgia é feita por meio de uma ou mais incisões atrás da orelha, seguindo a dobra natural da pele para escondê-las. Então, é real- izada a retirada do excesso de pele e em seguida é feito o ligamen- to da cartilagem, para deixá-la mais flexível. Em alguns casos pode ser feita a retirada de cartilagem para diminuição da orelha. A correção das orelhas de abano usa técnicas cirúrgicas para cri- ar ou aumentar o anti-hélice (apenas dentro da borda da orelha) e para reduzir a cartilagem da concha (a concavidade maior e mais profunda do ouvido externo). As cicatrizes da otoplastia ficam imperceptíveis, escondidas atrás da orelha ou em suas dobras naturais. É normal haver desconforto logo após a cirurgia, é preciso seguir corretamente todas as indicações do médico para uma boa e rápida recuperação. O resultado já pode ser notado logo após a cirurgia. O inchaço no local diminui consideravelmente em quinze dias e continua desinchando até seis meses, quando o resultado final e definitivo pode ser visto. O resultado já pode ser nota- do logo após a cirurgia. O in- chaço no local diminui consid- eravelmente em quinze dias e continua desinchando até seis meses.
  • 26. 26www.grupoipub.com.br Existem os riscos inerentes à qualquer cirurgia ou anestesia, como sangramento, hematoma, dor, in- chaço, infecção e há os riscos específicos da cirurgia de orelhas, como a assimetria, principalmente em orelhas de adultos, que têm a cartilagem mais dura, tendendo a perder o ângulo da correção e voltar ao abano. Além da má cicatrização e de contornos irregulares na pele. Para garantir bons resultados procure sempre uma clínica conceituada, com cirurgiões plásticos experi- entes, a Stesis, por exemplo, possui uma equipe bem formada e trabalha com as técnicas mais avança- das.
  • 28. 28www.grupoipub.com.br A rinoplastia é popularmente conhecida como cirurgia de nariz, ela pode reduzir ou aumentar o tamanho do nariz, alterar a forma da ponta e do dorso, diminuir as narinas, refinar a ponta e alterar o ângulo. Além disso, a rinoplastia pode também corrigir defeitos presentes no nascimento, seqüelas de traumatismos e ajudar a re- solver problemas respiratórios. É uma cirurgia plástica indicada para correção estética do nariz, com inúmeras possibilidades de mudanças para quem está in- satisfeito com o formato natural do nariz, mas também pode ser reparadora, corrigindo o septo nasal e a turbinectomia (retirada de carne esponjosa). A cirurgia pode ser realizada a partir dos 16 anos, quando as estruturas ósseas e cartilaginosas do nariz e da face estão plenamente desenvolvidas. Como o nariz é responsável pela harmonia facial, os resulta- dos da cirurgia possibilitam melhor proporção e assimetria, contribuindo para uma boa aparência e au- mentando a autoestima. Além de ajudar nos casos em que haja dificuldade respiratória, corrigindo as anormalidades estruturais. A cirurgia pode ser realizada a partir dos 16 anos, quando as estruturas ósseas e cartilagi- nosas do nariz e da face estão plenamente desenvolvidas.
  • 29. 29www.grupoipub.com.br Os critérios para a indicação da rinoplastia e do novo formato do nariz são a proporção e a simetria facial, através das medidas da face, sempre respeitando o desejo do paciente. O objetivo da cirurgia é que o nar- iz seja apropriado para as características faciais do paciente e não pareça operado, o resultado deve ser um nariz natural, que funcione de forma eficaz e ofereça uma boa respiração. A anestesia utilizada na cirurgia de nariz é quase sempre geral. Existem duas técnicas usadas: a aberta e a fechada. Na técnica aberta é feita uma pequena incisão na base do nariz, entre as narinas, e na parte in- terna de cada narina. Na técnica fechada, há incisões apenas dentro das narinas. Já em termos de filosofia cirúrgica, existem duas filosofias: a redutora e a estruturada. Ambas podem ser utilizadas em casos de primeira cirurgia e para reconstruir o nariz em pacientes cuja cirurgia anterior re- sultou em deformidades estéticas ou funcionais.
  • 30. 30www.grupoipub.com.br Na filosofia tradicional (rinoplastia redutora), os ligamentos entre as cartilagens são interrompidos e o esqueleto do nariz diminuído através da retirada de quantidades variáveis de cartilagem e osso. Um cura- tivo é colocado para manter as estruturas em sua nova posição até que o tecido de cicatrização se forme e fixe as cartilagens em sua nova posição. Na rinoplastia estruturada o planejamento cirúrgico é realizado de forma individualizada. Durante a cirur- gia, os ligamentos entre as cartilagens são interrompidos e o esqueleto do nariz esculpido através da reti- rada de quantidades variáveis de cartilagem e osso. Ao final da cirurgia, diferentemente da filosofia redu- tora, enxertos de cartilagem (retirada do septo, costela ou orelha do próprio paciente) e pontos de fixação são utilizados para moldar e fortalecer o esqueleto remanescente e reconstruir os ligamentos interrompi- dos durante a dissecção.
  • 31. 31www.grupoipub.com.br Os riscos cirúrgicos específicos da rinoplastia são o sangramento abundante, a dificuldade respiratória no pós-operatório, a assimetria do nariz, cicatrizes desfavoráveis, má cicatrização, alterações na sensibili- dade da pele, além de resultados insatisfatórios. Como qualquer cirurgia, também há os riscos anestési- cos, de complicações cardíacas e pulmonares e de infecção. Mas vale lembrar que todos os riscos são minimizados quando o procedimento é realizado por um cirur- gião de boa formação médica e que seja especialista nesse tipo de cirurgia. Por isso, procure um cirurgião plástico adequado para realizar seu procedimento, no caso da rinoplastia um dos maiores especialistas do país é o Dr. Alan Landecker, cirurgião plástico renomado, que possui um extenso currículo na área e é membro da Sociedade Internacional de Rinoplastia e titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Para maiores informações sobre essas ou outras cirurgias plásticas, acesse os sites dos cirurgiões recomendados e visite a página da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.