Primeiro Módulo - Aula 9 - Encarnação dos espiritos

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Primeiro Módulo - Aula 9 - Encarnação dos espiritos

  1. 1. ENCARNAÇÃO DOS ESPIRITOS
  2. 2. Finalidade da encarnação <ul><li>Ensina-nos Allan Kardec [LE-qst 330] que a reencarnação está para os Espíritos, assim como a morte está para os encarnados: é um processo inelutável, tão certo quanto o desencarne o é para os homens. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>A encarnação é uma necessidade evolutiva, porque somente ao contato com a matéria física consegue o Espírito certos elementos necessários ao seu progresso. </li></ul><ul><li>A luta pela sobrevivência, o período de infância, o esquecimento do passado são condições exclusivas da vida na Terra e essenciais à aquisição de certos valores. </li></ul>
  4. 4. Estes objetivos encarnatórios são sistematizados didaticamente por Allan Kardec em três tipos: EXPIAÇÃO , PROVA e MISSÃO [LE-qst 872].
  5. 5. Expiação: <ul><li>Expiar, segundo a definição vulgar, significa sofrer em função de alguma coisa. </li></ul><ul><li>A expiação surge como objetivo encarnatório, quando o homem menospreza o código divino que rege o universo. Quando o indivíduo por excessos, maldade ou por imprudência fere a lei geral que cuida dos nossos destinos, torna-se incurso na Lei de Causa e Efeito, para que, através do sofrimento, se reeduque. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>&quot;A expiação consiste nos sofrimentos físicos e morais que são consequentes à uma falta, seja na vida atual, seja na vida espiritual após a morte, ou ainda em nova existência corporal.&quot; [CI-cap VIII] </li></ul><ul><li>Em [O Consolador-qst 246] Emmanuel afirma: </li></ul><ul><li>&quot;A expiação é a pena imposta ao malfeitor que comete um crime.&quot; </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Características da expiação: </li></ul><ul><li>Sempre dolorosa </li></ul><ul><li>Sempre ligada a uma falta </li></ul>
  8. 8. Prova (Provação) <ul><li>Ainda em [O Consolador-qst 246] Emmanuel continua: </li></ul><ul><li>&quot;A prova é a luta que ensina ao discípulo rebelde e preguiçoso a estrada do trabalho e da edificação espiritual.&quot; </li></ul>
  9. 9. <ul><li>As provas são uma série de situações apresentadas ao Espírito encarnado objetivando o seu crescimento. Através do esforço próprio, das lutas e do sacrifício ele vai burilando a sua personalidade, desenvolvendo a sua inteligência e se iluminando espiritualmente. </li></ul><ul><li>&quot;Não se deve crer que todo sofrimento por que se passa neste mundo seja necessariamente o indício de uma determinada falta: trata-se, freqüentemente, de simples provas escolhidas pelo Espírito, para acabar a sua purificação e acelerar o seu adiantamento.&quot; [ESE-cap V it 9] </li></ul>
  10. 10. <ul><li>Lembra Kardec que nem toda prova é uma expiação, mas em toda expiação há uma prova, porque diante do sofrimento expiatório, o homem ver-se-á convidado a desenvolver (lutar) pelos valores de resignação. </li></ul>
  11. 11. <ul><li>Características da prova </li></ul><ul><li>1 - Não está vinculada a uma falta. </li></ul><ul><li>2 - Não é sempre dolorosa, embora possa ser. </li></ul><ul><li>3 - Representa sempre luta para crescimento pessoal. </li></ul>
  12. 12. Missão <ul><li>&quot;Um Espírito querendo avançar mais, solicita uma missão, uma tarefa, pela qual será tanto ou mais recompensado, se sair vitorioso.&quot;[ESE-cap V it 9] </li></ul><ul><li>Assim, podemos entender a missão como sendo uma tarefa específica que objetiva o bem da criatura. </li></ul>
  13. 13. <ul><li>Lembra ainda Kardec que: </li></ul><ul><li>&quot;Todo homem, sobre a Terra, tem uma pequena ou grande missão&quot; e que &quot;as missões dos Espíritos tem sempre o bem por objeto. Há tantos gêneros de missões quanto as espécies de interesses a resguardar.“ </li></ul><ul><li>Informa que a importância das missões está em relação com a capacidade e a elevação do Espírito, e que cada um tem sua missão neste mundo, porque cada um pode ser útil em algum sentido. </li></ul>
  14. 14. <ul><li>Kardec [CI] emprega ainda a expressão reparação para designar aquela condição onde o indivíduo reencarna com o propósito de fazer o bem a quem ontem fez o mal. </li></ul><ul><li>Pode-se considerar a reparação como uma variante da missão. </li></ul>
  15. 15. <ul><li>Características da missão: </li></ul><ul><li>1 - Tarefa específica </li></ul><ul><li>2 - Pressupõe certa condição evolutiva prévia </li></ul><ul><li>3 - Objetiva o melhoramento de algo ou alguém </li></ul>
  16. 16. ALMA
  17. 17. <ul><li>INTRODUÇÃO </li></ul><ul><li>Tudo acaba com a morte ou existe algo que sobrevive à decomposição do corpo físico? Se existe, para onde vai? Qual o seu destino? Para responder a essas questões, dividimos este estudo em três tópicos, que são: a alma, a morte e a vida futura. </li></ul>
  18. 18. <ul><li>CONCEITO </li></ul><ul><li>Alma – Do latim anima , semelhante à palavra grega anemos (vento) significa ser imaterial e individual que em nós reside e sobrevive ao corpo. Para o Espiritismo, a alma é um Espírito encarnado, sendo o corpo o seu envoltório. </li></ul>
  19. 19. <ul><li>IMORTALIDADE </li></ul><ul><li>- Sob a forma negativa (prefixo negativo – i), o termo exprime a noção essencialmente positiva, de vida-sem-fim, daquilo que não é submetido à morte. Excetuando-se o seu uso metafórico, a imortalidade é antes de tudo uma hipótese metafísica – de origem religiosa –, que concerne à alma, sustentada pelo conjunto da filosofia espiritualista desde a antiguidade. </li></ul>
  20. 20. Allan Kardec analisa o termo sob três aspectos:
  21. 21. <ul><li>ALMA PARA OS MATERIALISTAS </li></ul><ul><li>&quot;Segundo uns, a alma é o princípio da vida orgânica material; não tem existência própria e se extingue com a vida: é o puro materialismo. Neste sentido, e por comparação, dizem de um instrumento quebrado, que não produz mais som, que ele não tem alma. De acordo com esta opinião, a alma seria um efeito e não uma causa&quot;. (Kardec, 1995, p. 16) </li></ul>
  22. 22. <ul><li>A ALMA PARA OS PANTEÍSTAS </li></ul><ul><li>“ Outros pensam que a alma é o princípio da inteligência, agente universal de que cada ser absorve uma porção. Segundo estes, não haveria em todo o Universo senão uma única alma, distribuindo fagulhas para os diversos seres inteligentes durante a vida; após a morte, cada fagulha volta à fonte comum, confundindo-se no todo, como os córregos e os rios retornam ao mar de onde saíram&quot;. (Kardec, 1995, p. 16) </li></ul>
  23. 23. <ul><li>A ALMA PARA OS ESPIRITUALISTAS </li></ul><ul><li>&quot; Segundo outros, enfim, a alma é um ser moral, distinto, independente da matéria e que conserva a sua individualidade após a morte. Esta concepção é incontestavelmente a mais comum, porque sob um nome ou outro a idéia desse ser que sobrevive ao corpo se encontra em estado de crença instintiva, e independente de qualquer ensinamento, entre todos os povos, qualquer que seja os eu grau de civilização. Essa doutrina, para qual a alma é causa e não efeito, é dos espiritualistas&quot;. (Kardec, 1995, p. 16) </li></ul>
  24. 24. <ul><li>Assim, Allan Kardec acha que o mais lógico é tomá-la na sua significação mais vulgar, e por isso chamamos alma ao ser imaterial e individual que existe em nós e sobrevive ao corpo . </li></ul>
  25. 25. CONCLUSÃO <ul><li>A imortalidade da alma é um fato concreto. Cabe-nos, assim, com o auxílio das explicações racionais e convincentes do Espiritismo, pautar a nossa vida segundo os ensinamentos morais deixados por Jesus. </li></ul>

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